“O governo não incentiva nada. Só não tem como amarrar as pernas de Cid e Kassab na mesa para que os dois parem de fazer política.”- DO MINISTRO PEPE VARGAS (Relações Institucionais), sobre avaliação do PMDB de que o Planalto atua para fortalecer a dupla e enfraquecer o partido.

24jan

POSSE DOS DEPUTADOS ELEITOS NO PARANANELSON MEURER

Deputado do PP teria recebido R$ 159 mil de condenado da Lava Jato, diz PF, que aponta transferências de doleiro preso para Nelson Meurer (PP-PR). Deputado diz não conhecer doleiro e nega o recebimento de dinheiro.

O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo processo da Operação Lava Jato em primeira instância, enviou para o Supremo Tribunal Federal (STF) documentos obtidos pela Polícia Federal que apontam supostos pagamentos efetuados pelo doleiro Carlos Habib Chater, a pedido do doleiro Alberto Youssef, ao deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) – Youssef é apontado pela PF como chefe do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos da Petrobras investigado pela operação.

Leia Mais »

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

24jan

zedirceu1 

Folha de S. Paulo

Em investigação ligada à Operação Lava Jato, a Justiça Federal do Paraná quebrou o sigilo da empresa de consultoria do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu (PT). A informação foi divulgada na edição desta quinta (22) do “Jornal Nacional”, da TV Globo. A medida judicial revelou que a JD Consultoria, que pertence ao ex-ministro petista e ao irmão dele, recebeu pagamentos de quase R$ 4 milhões de três empreiteiras investigadas na Lava Jato, que apura esquema de corrupção na Petrobras: UTC, Galvão Engenharia e OAS.De acordo com a reportagem, a quebra de sigilo apontou que a UTC pagou quase R$ 2,3 milhões à JD (R$ 1,3 milhão em 2012 e mais R$ 939 mil no ano seguinte). Da Galvão Engenharia, a empresa de Dirceu recebeu um total de R$ 725 mil. Parcelas de R$ 25 mil, em média, foram depositadas entre julho de 2009 a dezembro de 2011. Já a OAS, segundo o levantamento, repassou R$ 720 mil à consultoria, em parcelas de R$ 30 mil por mês, em média, entre janeiro de 2010 e dezembro de 2011.

No período dos pagamentos, Dirceu –condenado no processo do mensalão por corrupção– já não ocupava mais cargos públicos. Segundo o “Jornal Nacional”, os investigadores localizaram os repasses ao analisar documentos da Receita Federal sobre transferências feitas pelas empreiteiras.

Ainda conforme o telejornal, a juíza substituta da 13ª vara criminal, Gabriela Hardt, disse na decisão de quebra de sigilo que a medida era necessária para apurar se houve outros pagamentos suspeitos e se Dirceu e o irmão foram beneficiados pelo esquema de corrupção na Petrobras. À época de decisão o juiz titular da Lava Jato, Sergio Moro, estava de férias. Executivos das três empreiteiras citadas foram presos na Lava Jato, em novembro.

A UTC afirmou em nota que contratou a JD Consultoria para “prospecção de negócios de infraestrutura no Peru e na Espanha”. A Galvão Engenharia informou que não iria se manifestar. A reportagem tentou falar com as assessorias de José Dirceu e da OAS, mas não conseguiu fazer contato. Ao “Jornal Nacional”, a assessoria de Dirceu afirmou que ele prestou serviços de consultoria conforme contratos assinados com as empreiteiras e que está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos sobre o assunto.

Uma operação de busca e apreensão na Camargo Corrêa em novembro revelou que a JD também recebeu de R$ 886 mil da empreiteira, entre maio de 2010 e fevereiro de 2011. O motivo citado foi serviços diversos de consultoria, como “análise de aspectos sociológicos e políticos do Brasil”, “assessoria na integração dos países da América do Sul” e “palestras e conferências internacionais”. A primeira parcela paga pela Camargo foi de R$ 221 mil. As demais, de R$ 73,8 mil. À época, a construtora confirmou a existência do contrato, mas não quis fazer comentários sobre o negócio.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

24jan

figueiredo-basto

O advogado de Alberto Youssef, Antônio Figueiredo Basto, disse ontem que ficou satisfeito com a homologação do acordo de delação premiada de seu cliente, que estabeleceu pena máxima de 5 anos em regime fechado. O doleiro responde a cerca de 30 ações. Se fosse condenado a 8 anos de prisão em cada uma, sua pena seria de 240 anos, segundo o advogado.”Foi bastante razoável, pois ele vai de 3 a 5 anos. Acredito que os 5 anos estão descartados, será no máximo 3. Mas ainda trabalho para isso ser menor, para haver perdão judicial”, disse Basto.Segundo ele, outro ponto positivo foi o fato de o acordo abarcar todas as ações relativas ao doleiro, inclusive as do caso Banestado –escândalo de evasão de divisas nos anos 90.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

24jan

2301 sergio moro nestor cervero

O juiz federal Sergio Moro decretou ontem a prisão preventiva de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras. Cerveró foi preso temporariamente no último dia 14, com prazo até sábado (24). A denúncia contra ele aponta crimes cometidos em três contextos, sendo dois durante seu período na diretoria da estatal (2003-08). O Ministério Público Federal acusa Cerveró de receber cerca de US$ 40 milhões em propina para favorecer a contratação pela Petrobras da empresa Samsung Heavy Industries para fornecimento de navios-sonda de perfuração de águas profundas. As informações são da Folha de S. Paulo.

A vantagem teria sido intermediada por Fernando Soares, apelidado Fernando Baiano. Em sua delação, o ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, também réu na Lava Jato, disse que foi Cerveró quem o apresentou a Baiano, “que tinha forte atuação como lobista na diretoria Internacional, representando interesses do PMDB”.

Costa afirmou ainda que parte da propina cobrada por diretores iria a agentes da Petrobras e a partidos. Questionado se Cerveró também recebia dinheiro, Costa foi direto: “claro que sim”. A segunda justificativa de Moro para decretar a prisão é a investigação, pela Justiça Federal de Rio de Janeiro, da compra superfaturada da refinaria de Pasadena, no EUA.

O TCU (Tribunal de Contas da União) estimou que a compra resultou num prejuízo de US$ 792 milhões. Cerveró é apontado como o principal responsável pelo negócio. Também chamou a atenção de Moro que, “mesmo após a notoriedade adquirida pelas investigações criminais em torno de sua gestão”, o ex-diretor tenha cometido outras práticas suspeitas.

Ele citou a transferência de imóveis a filhos, um resgate não esclarecido de um plano de previdência, a ocultação da propriedade de uma empresa no Uruguai e, ainda, a simulação de um contrato de aluguel com essa firma. Para Moro, as operações caracterizam, em tese, novos crimes de lavagem de dinheiro. Ele lembra que Cerveró tem dupla acionalidade – brasileira e espanhola–, e poderia estar preparando uma fuga.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

24jan

10933710_419113104921940_8913553003448134944_n

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu nesta sexta-feira (23/1) um caminhão que transportava cerca de 200 mil maços de cigarro contrabandeados em Santa Terezinha de Itaipu, região oeste do Paraná.

O motorista, de 46 anos de idade, foi preso em flagrante. Ele disse que levaria a carga até Porto Alegre (RS). A abordagem ocorreu no quilômetro 714 da BR 277, nas proximidades do posto Santa Terezinha de Itaipu da PRF.

O veículo, um Ford Cargo 815, estava com placas clonadas. O documento do veículo apresentado pelo motorista tinha indícios de falsificação.

A partir da verificação do chassi, os policiais rodoviários federais constataram que o veículo apresentava ocorrência de furto ou roubo, registrada em novembro do ano passado na cidade de Blumenau (SC).

O motorista foi enquadrado nos crimes de receptação de veículo roubado, uso de documento falso e contrabando. A ocorrência foi encaminhada pela PRF à Polícia Federal de Foz do Iguaçu.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

24jan

1794750_419145871585330_796262931341990705_n

Polícia Rodoviária Federal (PRF) estourou um depósito de cigarros contrabandeados nesta sexta-feira (23/1) em Céu Azul, região oeste do Paraná.

O imóvel, localizado em um bairro de classe média alta do cidade, foi descoberto após a PRF seguir um comboio suspeito formado por três carros de luxo. Os contrabandistas abandonaram os veículos logo após chegar ao imóvel e fugiram a pé. Um deles foi alcançado e preso pelos policiais rodoviários federais.

Um helicóptero da PRF deu apoio à operação. Dois dos três carros apreendidos têm alerta de furto ou roubo: um Honda Civic, roubado no último dia 14 em Curitiba, e um Ford Fusion, roubado no último dia 16 em São José das Palmeiras (PR). O terceiro automóvel apreendido é um Honda Accord.

Todos os três veículos eram dotados de aparelhos de radiocomunicação. Foram apreendidos no local cerca de 55 mil maços de cigarro.

O preso, de 24 anos de idade e natural de Ponta Porã (MS), é reincidente. Há cerca de um ano e meio, foi preso pelo mesmo tipo de crime.

A ocorrência foi encaminhada pela PRF à Polícia Federal de Foz do Iguaçu.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Quando o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, julgado, condenado e preso por envolvimento com o esquema do mensalão, perderá sua condição de bola da vez?

A Justiça quebrou o sigilo fiscal e bancário da JD Consultoria, empresa dele. E descobriu que ela recebeu R$ 4 milhões pagos por empreiteiras acusadas de roubalheira na Petrobras.

As empreiteiras: Galvão Engenharia OAS e UTC. Executivos delas estão no cárcere da Polícia Federal, em Curitiba. Os pagamentos foram feitos entre 2009 e 2013. Dirceu deixou o governo em 2005.

O ex-ministro reconhece que recebeu o dinheiro. Alega que prestou consultoria às empresas. Ou se prova que ele mente ou de nada poderá ser acusado.

Vejam o caso de Lula. Depois que deixou o governo no primeiro dia de janeiro de 2011, passou a prestar serviços às maiores empreiteiras brasileiras. Essas mesmas cujos executivos estão presos.

Ganha das empreiteiras por dois tipos de serviços: palestras que faz aqui e no exterior, e lobby. Ele se empenha junto a governos onde fez amizades para ajudar as empreiteiras a fecharem negócios.

Alguma ilegalidade nisso? Nenhuma, aparentemente. Talvez haja aí um problema de aspecto moral. Lula se vale do cargo que exerceu para ficar rico. Presidente americano também age assim.

Por que não se quebra o sigilo fiscal da empresa de Lula que fornece notas fiscais a quem o contrata? Isso poderia ter alguma coisa a ver com a roubalheira na Petrobras?

Afinal, o que distingue as situações de José Dirceu e de Lula?

Lula e José Dirceu (Foto: José Cruz / Agência Brasil )Lula e José Dirceu (Imagem: José Cruz / Agência Brasil )
FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Após a vitória diante do FC Cascavel, “Azulão” volta a jogar diante de sua torcida neste Sábado (24), às 17 horas

FOTO_1[2]

Hoje é dia de “Azulão” no ABC. O elenco comandado pelo técnico Edson Borges recebe o Cerro Porteño de Presidente Franco (Paraguai). A partida está programada para às 17 horas e terá entrada gratuita. “Pedimos aos torcedores que tragam um quilo de alimento não perecível que será doado para entidades que atendem a comunidade carente de nossa cidade”, destaca Arif Osman, presidente do Foz do Iguaçu FC.

A torcida, alias, está sendo um capítulo de destaque nesta fase de preparação do Foz do Iguaçu Futebol Clube para o Campeonato Paranaense da 1ª Divisão. No primeiro amistoso realizado na Quarta-feira (21) diante do FC Cascavel, apesar da partida ter sido realizada no período da tarde, mais de mil torcedores marcaram presença no Estádio ABC e viram a vitória do “Azulão” sobre o atual campeão da segunda divisão paranaense.

“O torcedor está sintonizado com nosso trabalho e sabe que estamos fazendo o máximo para conseguirmos fazer uma boa campanha no Paranaense 2015. A resposta está vindo das arquibancadas como nossa torcida, nosso décimo-segundo jogador”, finaliza Alex Fogagnolli, Gerente de Futebol do Foz do Iguaçu Futebol Clube.

O último coletivo apronto foi realizado na Sexta-feira (23) no CT do Azulão, situado no Wish Resort Golf e Convention.

O Foz do Iguaçu Futebol Clube disputa a temporada 2015 com o  apoio da Gazeta do Iguaçu, LingLong Pneus , Itaipu Binacional, Roadstar, TCL, A & D, Casa Sabrina, Hotéis Bourbon, Itamed, Global Fisio, Madrid Center, Taas Assistência Médica, Booster , Bio Academia, Disk Água Azul, Gráfica Grafel, Wish Resort Golf & Convention, Echo Painéis de Led , Rede Outdoor , Revista 100 Fronteiras, Jornal 1ª Linha , Shopping del Este e Princesa dos Campos.

DESTAQUE:  Partida tem inicio às 17 horas e entrada é gratuita

Esses serão os atletas aptos a participarem do jogo-treino diante do FC Cascavel.

GOLEIROS : Edson Bastos,  Lucas Benini e Bizu ;

ZAGUEIROS: Leandro Silva, Wesley , Erwin Spitzner e  Indío

LATERAIS: Carlão (Lateral esquerdo), Alex Travassos  (Lateral Direito) e Eduardinho (Lateral Direito) ;

VOLANTES: Cícero , Diego Perini , Bahia , Eder Wilson, Maycon Canario e  Vinicius

MEIAS: Safira e William Sotto

ATACANTE: Tiago Henrique , Edinho , Pepê,  Lucas Garcia, Baiano e Lukão , Rafael Alemão  e Negreiros.

 

 

 

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

untitled

Nesta sexta-feira (23)  autoridades do Brasil e Paraguai sentaram-se à mesa para tentarem digerir a rebordosa (criada por eles mesmos) surgida com a desastrada obra de revitalização do Ponte da Amizade. Falaram um montão, cada um tentando tirar o seu da reta, entretanto, solução que é bom, não saiu nenhuma. A única medida tomada foi a instalação de banheiros químicos para a patuleia que fica nas intermináveis filas, se aliviarem. Esse balacobaco está longe de ser resolvido.

Quem pariu Mateus que o embale, né vice prefeita Ivone Barofaldi?

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Ratings das empresas Queiroz Galvão, Galvão Participações, Galvão Engenharia e Mendes Júnior foram rebaixados, segundo a agência, por envolvimento na Operação Lava-Jato

Divulgação: PAC

A agência de classificação de risco de crédito Fitch Ratings rebaixou na terça-feira (13) os ratings das construtoras Queiroz Galvão, Galvão Participações (GalPar), Galvão Engenharia (Gesa) e Mendes Júnior Trading e Engenharia, envolvidas nas investigações da Operação Lava-Jato.

O rating nacional da Galvão Engenharia caiu de BBB+ para BB+ e a da Queiroz Galvão de AA- para A. Já o rating global de emissor da Mendes Júnior foi rebaixado de B- para CC e o de emissor internacional da Galvão Participações de B+ para B-.

Além disso, as classificações destas companhias, exceto as da Mendes Júnior, permanecem em Observação Negativa para um novo rebaixamento junto também com as empresas Camargo Corrêa, CCSA Finance Limited, Andrade Gutierrez, Odebrecht e Odebrecht Finance Limited.

De acordo com a agência, outros fatores que levaram ao rebaixamento, além da Lava-Jato, estão a redução das alternativas de financiamento para a maioria das empresas do setor e a potencial reestruturação, suspensão ou atrasos nos contratos existentes com a Petrobras.

Outra área de preocupação da Fitch é “a incapacidade de certas companhias no setor de participar de projetos futuros com entidades governamentais”. Ainda segundo a agência, a Petrobras baniu temporariamente 23 grupos empresariais envolvidos na investigação Lava-Jato de participar de licitações relacionadas à estatal, ou de ser contratadas por ela. A Fitch classificou sete construtoras presentes nesta lista, sendo elas Andrade Gutierrez, Camargo Correa, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, OAS, Odebrecht e Queiroz Galvão, e as demais são: Alusa, Carioca Engenharia, Construcap, Egesa, Engevix, GDK, IESA, Jaraguá Equipamentos, MPE, Promon, Setal, Skanska, Techint, Tome engenharia e UTC.

Um levantamento divulgado pela Fitch informa ainda que um número maior de construtoras brasileiras deverá se tornar inadimplente nos próximos meses e, provavelmente, deverão ocorrer novos rebaixamentos. O alto índice de inadimplência seria causado pela dificuldade enfrentada pelas companhias no acesso a linhas de crédito, recebimento de pagamentos pela conclusão de projetos e o reconhecimento de reivindicações relativas aos aditivos de contratos.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Entenda como é calculada sua conta de luz

Fórmulas simples para você economizar na conta

Já parou para pensar em como é calculado o consumo de energia elétrica de sua casa? Quem são os principais vilões das contas mais caras? Como fazer pra economizar energia?

Esse artigo irá lhe ajudar a entender todos esses tópicos e também ensinar como calcular o gasto de cada produto de sua casa.

Vamos começar explicando quem são os principais inimigos do nosso bolso em cada época do ano:

Enquanto no inverno, os vilões da conta são os aquecedores e chuveiros ligados em tempertauras bem quentes, no verão os grandes vilões são os ar-condicionados, as geladeiras na temperatura mais gelada possível e o acúmulo de roupa suja que interfere diretamente em um uso bem maior das maquinas de lavar roupa e a quantidade excessiva de banhos no dia.

Tudo isso influencia em um gasto maior de energia, mas como fazer para economizar sem ter que deixar de tomar banho ou deixar de ligar o aquecedor nas noites mais frias?

Podemos começar com pequenos ajustes no nosso dia a dia, como tirar carregadores da tomada quando não conectados ao celular e tomar cuidado com aparelho que ficam em stand-by, como por exemplo, televisão, DVD, microondas, computador, telefone sem fio e caixa de tv à cabo, e por que isso?

Aparelhos que ficam em stand-by são aparelhos que aparentemente estão desligados, mas estão consumindo energia (pouca, mas gastando), um exemplo é o microondas que a maior parte do nosso dia não está sendo usado mas seu painel fica ligado e consumindo energia.

A televisão é outro caso. Se desligada pelo controle fica em stand-by, o recomendado é desligá-la pelo próprio botão da televisão.

Outra forma de diminuir o gasto é sempre prestar atenção nas lâmpadas ligadas desnecessariamente, assim como televisões e abajures ligados a noite inteira.

Com esses pequenos ajustes, podemos deixar de gastar com aparelhos usados desnecessariamente para podermos usufruir de aparelhos mais importantes e aconchegantes para nós.

Como calcular o consumo e o preço em KwH de um produto?

Ex: Um secador de 1850W usado 3 vezes por semana por aproximadamente 20 minutos em cada vez, em um mês terá sido usado 4 horas.

Primeiro transformamos sua Potência em Kw. Basta dividí-la por 1000: 1850W/1000 = 1,8Kw.

Multiplicando pelo número de horas utilizadas no mês, teremos: 1,8Kw * 4h = 7,2Kwh.

Com esse calculo temos o consumo dele em Kwh, mas e quanto isso irá me custar no final do mês?

Calcule seu consumo com o valor do kw hora da Copel.

CONVENCIONAL Resolução ANEEL Nº 1.763,
de 22 de julho de 2014
Tarifa em R$/kWh Resolução com Impostos:
ANEEL ICMS e PIS/COFINS
B1-Residencial Baixa Renda
Consumo mensal inferior ou igual a 30 kWh 0,11200 0,11727
Consumo mensal entre 31 kWh e 100 kWh 0,19201 0,28873
Consumo mensal entre 101 kWh e 220 kWh 0,28801 0,43309
Consumo mensal superior a 220 kWh 0,32001 0,48121
Vigência em 24/06/2014
Obs: Consumo até 30 kWh isento de ICMS

Para calcular é simples. Basta multiplicar o KwH do secador que é de 7,2, pelo preço do Kwh da sua região.

Vamos supor que o preço da sua região seja R$0,433, então, 7,2KwH * 0,43 = R$3,11.

Então quer dizer que um secador de 1850W sendo utilizado 4h por mês tem um gasto mensal para você de R$3,11.

Fórmulas:

Kw = Potência em Watts/1000.

Total em KwH = Kw x Horas por Mês.

Preço = Total em KwH x Preço KwH.

 

 

 

 

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Brasil importa energia da Argentina

Um dia após os apagões em diversas áreas de 11 estados e do Distrito Federal, o Brasil recorreu à importação de energia da Argentina para garantir plenamente o consumo do país. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)do dia 20, foram importados 165 megawatts (MW) médios do país vizinho.

Houve intercâmbio internacional da Argentina para o Brasil a pedido do ONS em tempo real, das 10h23min às 12h e das 13h às 17h02min, entre 500 MW e 1.000 MW, para contribuir no atendimento à ponta do Sistema Interligado Nacional (SIN). Os períodos coincidem com os novos horários de pico de consumo identificados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O motivo da mudança, segundo a reguladora, seria o uso mais intenso de aparelhos de ar-condicionado.

- A importação é um sinal de desequilíbrio conjuntural na ponta de consumo – disse Nivalde de Castro, pesquisador de energia elétrica do Gesel/UFRJ.A energia veio da Argentina pelas estações de conversão Garabi 1 e 2 existentes no Rio Grande do Sul. Há um acordo operacional energético entre os dois países pelo qual, em caso de emergência, um solicita ao outro o envio de um volume de energia por um período curto. Não se paga por essa energia que, conforme o acerto, é depois devolvida ao outro país.

Segundo o gerente de Regulação da Safira Energia, Fábio Cuberos, esse volume importado da Argentina consegue abastecer uma cidade de 600 mil habitantes por mês.

- É muita energia, sim. O Brasil tem interligação com a Argentina.Tradicionalmente, o Brasil exporta energia elétrica para a Argentina porque o país vizinho gera energia, basicamente, a partir de usinas termelétricas. E, por isso, tem energia mais cara em relação à do Brasil, quando os reservatórios estavam cheios. Mas, hoje, essa situação em relação aos preços se inverteu por conta da fraca condição hídrica do Brasil – destacou Cuberos.

Fonte: O Globo

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

:

O ex-presidente da Portugal Telecom, Miguel Horta e Costa, foi interrogado no último dia 9, em Lisboa, por meio de carta rogatória, a pedido da Polícia Federal; o motivo é a investigação de um pagamento de 2,6 milhões de euros feito pela empresa de telecomunicações a fornecedores do PT nas campanhas de 2002, a partir de uma denúncia do empresário Marcos Valério, condenado na Ação Penal 470; Valério afirmou que o publicitário Nizan Guanaes, da agência África, recebeu recursos não contabilizados, fora do País, pelos serviços prestados na campanha de Jorge Bittar ao governo do Rio.

 

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Motorista foi condenado a 7 anos de prisão e seu pai, a 8 anos.

‘É um dia especial’, desabafou a atriz após a sentença. ‘Demorou mas veio.’

cissa-guimaraes
Rafael Mascarenhas, filho de Cissa, morreu em outubro de 2010 (Foto: Reprodução / TV Globo)

A Justiça do Rio condenou nesta sexta-feira (23) à prisão pai e filho envolvidos na morte de Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães. O jovem foi atropelado em 2010, no Túnel Acústico, Gávea, na Zona Sul do Rio.

Rafael de Souza Bussamra, que dirigia o carro em área fechada para o trânsito, foi condenado a sete anos de prisão em regime fechado e mais cinco anos e nove meses em semiaberto. O pai dele, Roberto Bussamra, foi condenado a oito anos em regime fechado e nove meses em semiaberto, segundo o site do Tribunal de Justiça.

Leia mais 

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

luan
A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro vai ao Projac nos próximos dias para ouvir um dos participantes do Big Brother Brasil 15.

O carioca Luan Patrício, de 23 anos, afirmou ter matado um menor de dezesseis anos no Complexo do Alemão, enquanto servia o Exército, em 2010.  Na ocasião, Luan integrava o 8º Grupo de Artilharia que ocupou as favelas da região.

O Exército nega que tenha havido qualquer morte em confronto com esta unidade. Mas o delegado Rivaldo Barbosa quer ouvir os detalhes da história que Luan contou apenas superficialmente diante das câmeras para o país inteiro ouvir.

Por Lauro Jardim

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

Ele, o PT e o Planalto não respondem à revelação de que o dinheiro roubado da Petrobras financiou seu projeto de poder

lula

O Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT informaram, por meio de suas assessorias de imprensa, que não comentariam a denúncia de que a corrupção na Petrobrás pagava apoio ao governo no Congresso, feita por meio de documento entregue pela defesa do empresário Gérson de Mello Almada, vice-presidente da Engevix.

Lula, que desde o início do Operação Lava Jato não se pronuncia publicamente sobre as investigações, criticou em dezembro, em um evento partidário, os vazamentos e os ataques ao PT. Segundo ele, a reclamação não era contra as investigações, mas em relação à interpretação das denúncias.

A presidente Dilma Rousseff, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, no início de setembro do ano passado, afirmou que, se houve desvios na Petrobrás, “a sangria foi estancada” em seu governo. No ano passado, diante das denúncias da Operação Lava Jato, a Secretaria de Finanças do PT emitiu nota para rebater declaração do executivo Augusto Ribeiro, da Toyo Setal, de que o pagamento de propina foi feito, entre outras formas, por meio de doações oficiais à legenda.

“Reiteramos que o PT somente recebe doações em conformidade com a legislação eleitoral vigente”, citava a nota. “No caso específico, o próprio depoente reconhece em seu depoimento que foi orientado pela secretaria de Finanças do PT a efetuar as doações na conta bancária do partido. Os recibos foram declarados na prestação de contas apresentada ao TSE. Ou seja, todo o processo ocorreu dentro da legalidade.”

Líder do PT na Câmara, Vicentinho (SP) disse na quinta-feira, 22, que é preciso separar a corrupção na Petrobrás da prática legal de doações de campanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail

23jan

A recessão vai ‘curar’ o Brasil?

A elevação da Selic em mais meio ponto custará outros R$ 6 bilhões em juros . É um exemplo do remédio para consertar a perna da girafa que quebra seu pescoço

por: Saul Leblon

Arquivo

O segundo governo Dilma começou  há 21 dias.

Há vinte, ele se dedica integralmente  ao propósito de convencer os mercados (financeiros) e o setor produtivo de que o Brasil tem futuro.

Dito assim parece  trivial.

O Brasil enfrenta desequilíbrios intrínsecos à luta pelo desenvolvimento sob a hegemonia do capital financeiro globalizado.

Mas o faz do alto da quinta maior extensão territorial do planeta.

Praticamente todo o seu território é habitável, nele vivem mais de 200 milhões de pessoas; a economia formal inclui  90 milhões de assalariados;  a renda per capita vinha crescendo  acima de 2% ao ano, em média; desse conjunto brotou um mercado de consumo de massa  que abrange 53% da população.

A  engrenagem  tem um encontro marcado com um pico de investimentos em infraestrutura entre 2015 e 2017 –algo da ordem de R$ 300 bilhões. Uma espiral de produção de petróleo extraído das maiores reservas descobertas no século XXI  vai dobrar a oferta nacional em cinco anos.

O pré-sal reúne escala e tecnologia que lhe conferem viabilidade mesmo quando  o xisto norte-americano jogar a toalha.

Em um planeta açoitado por uma crise de demanda, com o hálito gelado da deflação soprando o cangote das principais economias ricas, um aparato com essas características, autossuficiente em alimentos e minerais, faria inveja a boa parte das nações.

Mas a elite brasileira decidiu que o Brasil é uma girafa de pé quebrado.

-De que adianta uma girafa de pé quebrado?, pergunta, enquanto se prepara para ‘ajustar’ o  pescoço com um facão.

O aparato midiático, que fala em nome dos funileiros de girafas, exige e aplaude medidas que agravam os desequilíbrios apontados como impeditivos  investimento brasileiro.

Os paradoxos em marcha suscitam dúvidas.

Por exemplo: onde é mais importante aplicar os recursos fiscais escassos do país?

No pagamento de juros cada vez mais abusivos  aos rentistas, como decidiu o Banco Central nesta 4ª feira ao elevar a Selic de estratosféricos  11,75% para 12,25%?

Ou na pavimentação acomodatícia de um chão firme para o emprego e o investimento industrial?

A terceira alta seguida da Selic em mais meio ponto custará outros R$ 6 bilhões em juros ao país.

É um exemplo do remédio para ‘consertar’ a perna da girafa que quebra o seu pescoço.

Agora, ela não tem dificuldade apenas para andar; mas também parou de comer.

Adicione-se ao picadinho em marcha, o corte de salvaguardas trabalhistas e sociais, como o seguro desemprego e a elevação do custo do crédito ao consumo, que inibe a demanda e, por tabela, fulmina o investimento.

O  mais notável, porém, é o que vem em seguida.

Apesar  do adiantado estado de implantação do tratamento  –que já somariam 1% do 1,2% de arrocho fiscal almejado–  as sondagens são implacáveis:  o pessimismo empresarial está em alta; as intenções de investimento em baixa.

Afinal, se o Brasil  avança para ser uma girafa que não anda, nem come, investir para quê e onde?

Desequilíbrios macroeconômicos antecedentes explicam uma parte dos braços cruzados do capital diante das urgências do país.

Um exemplo consensual à esquerda e à direita: o câmbio valorizado.

Nos últimos dez anos, a demanda brasileira por manufaturados criou um milhão de empregos –na China, graças à valorização do Real.

O déficit comercial  da indústria  somou meio trilhão de dólares nos últimos 15 anos.

Nas últimas três décadas, de 1982 a 2012,  a participação da indústria no PIB  recuou  quase 13%. (uns quatro pontos no ciclo de governos do PT, quase nove no do PSDB).

Em vez de investir, fabricantes trocaram as máquinas por guias de importação.

Ou venderam sua fatia  do  mercado  local aos fornecedores externos.

Uma parte do capital apurado foi  para o mercado financeiro; a outra nem ingressou aqui, desembarcando  direto em paraísos fiscais.

A elite brasileira é detentora da quarta maior fortuna global depositada nesses abrigos do dinheiro frio.

Subjacente ao desmonte industrial há uma mutação ideológica.

Os que renunciam à industrialização abraçam o ideário oposto: filiam-se ao poderoso  partido rentista.

São os novos corneteiros do juro alto.

O conjunto explica uma parte dos impasses de um governo  que se propõe a fazer uma aliança de desenvolvimento com aliados que bateram em retirada.

Não se trata de teoria conspiratória, é um pedaço da história do Brasil dos dias que correm.

O rentismo não é uma patologia do capitalismo no século XXI.

É um desdobramento inerente à dinâmica de um sistema deixado à própria lógica.

Sem os contrapesos de forças em sentido contrário, o capitalismo quanto mais dá certo, mais dá errado. Nos seus próprio termos: corta o pescoço da girafa para consertar o pé.

O rentismo é o sonho de libertação dos detentores do capital. E o abismo para a sociedade.

É justamente a realização global desse sonho, decorrente do desmonte do aparato regulatório do pós-guerra, que levou à captura dos mercados, das elites, da mentalidade de uma parte da classe média e do horizonte empresarial –bem como de todo o sistema político– pela lógica rentista.

A mesma que agora engessa o desenvolvimento brasileiro.

A dificuldade extrema de injetar racionalidade aos capitais que se comportam, todos, como capital estrangeiro diante da sociedade, é o calcanhar de Aquiles do keynesianismo nos dias que correm.

Leia-se, da esquerda desafiada a gerir o sistema sem dispor, ainda, de meios para transformá-lo.

Quando a abundância de capitais se transforma em um poder antagônico à abundância dos investimentos requeridos pela sociedade, não há ‘ajuste técnico’ que conduza ao desenvolvimento.

Quanto mais se recorta a girafa, mais distante fica a sua regeneração.

Quem vê no capitalismo apenas um sistema econômico, não a dominação política intrínseca a sua encarnação social, petrifica-se diante desse paradoxo.

Quando o governo destina receita para fomentar o pleno emprego (o seguro desemprego é uma forma de sustentar o mercado de trabalho), é acusado de gastança fiscal.

Quando corta despesas e a economia é destinada ao pagamento de juros, é virtuoso e austero.

Certamente há distorções a corrigir.

Desonerações salariais sem garantia legal de manutenção do emprego semearam o cinismo patronal.

Caso das montadoras: depois de embolsarem  R$ 12 bi em renúncia fiscal, demitiram 12,4 mil trabalhadores em 2014. Só não acrescentaram mais 800 cabeças ao patíbulo, agora, porque uma greve de dez dias obrigou a Volks a rever a decisão.

O buraco é mais fundo.

A hipótese de que se possa injetar racionalidade ao capitalismo brasileiro com a paradoxal adoção, mesmo parcimoniosa, de sua irracionalidade na gestão econômica, soa otimista.

Nesse vácuo, o comando da sociedade fica submetido aos impulsos rentistas se não for afrontado por uma outra lógica de forças políticas organizadas.

Em resumo: o Brasil não tem mais (faz tempo que não tem)  um empresariado ao qual se possa delegar  a retomada de um ciclo de desenvolvimento.

A coagulação rentista da sociedade, com uma elite perfeitamente integrada ao circuito da alta finança global, cobra da  democracia novos instrumentos de participação popular para dar ao investimento sua finalidade social.

O economista Thomas Piketty, autor do elogiado ‘O capital no século XXI’, demonstra como a regressividade rentista promoveu uma mutação em nosso tempo.

Faz parte dela o ‘murchamento’ produtivo, coroado por uma desigualdade crescente e hereditária, quase um atributo biológico.

Ganhos financeiros sempre superiores  ao crescimento médio do PIB deslocam à cepa dos  rentista fatias progressivamente  mais gordas da riqueza  social.

Cristaliza-se uma oligarquia aleitada na teta dos juros.

Atender a demanda dessa casta –como faz a ‘solução Levy’– torna ainda mais remoto o fim que se alega  perseguir: a retomada do investimento produtivo.

Pior que isso.

A maximização do retorno financeiro, ao lado do arrocho sobre a produção e o consumo, contamina todas as dimensões do cálculo econômico submetendo o investimento já existente aos padrões de retorno da ganância rentista.

Pressionados a entregar fatias crescentes do lucro aos acionistas, dos quais dependem em última instância no cargo, os ‘managers’ corporativos atendem à ‘república dos dividendos’ em detrimento do lucro retido para investimento.

Um exemplo do quanto isso custa à sociedade?

A gloriosa gestão tucana da Sabesp.

Eleita como uma das empresas preferidas dos acionistas estrangeiros, ela privilegiou a distribuição de dividendos em prejuízo do investimento na incorporação de novos mananciais.

Saldo: o  racionamento de fato no fornecimento de água a uma São Paulo que figura como uma das maiores concentrações urbanas do planeta.

O baixo incremento da produtividade na economia brasileira também guarda relação com a supremacia da lógica financeira.

Diante da atrofia do investimento privado em pesquisa e tecnologia,  como o lucro produtivo pode competir com o retorno do dinheiro a juro?

Maximizando  a exploração da mão de obra.

No caso brasileiro, esse Intento é incompatível  com a existência de um mercado de trabalho que bordeja o pleno emprego.

Uma coisa é negociar com trabalhadores espremidos em filas de desempregados vendendo-se a qualquer preço.

Outra, fazê-lo  em um mercado em que a demanda por mão-de-obra cresceu mais que a população economicamente ativa.

O desafio da luta sindical nos próximos meses será justamente impedir o desmonte dessa fronteira que separa o ganho real de salários da hegemonia absoluta do capital.

Se além de resistir quiser avançar, o passo seguinte é mais audacioso.

No ambiente globalizado, a liberdade de  capitais dá ao rentismo um poder imiscível com a indução do investimento para a construção de uma democracia social.

Ou seja, controlar a liberdade de capitais está para os trabalhadores assim como destruir o pleno emprego para o capital.

No limite, a receita conservadora só se viabiliza integralmente com o esfarelamento do Estado, uma vez que se trata de erradicar a dimensão pública da gestão da economia.

A marcha dessa radicalização na Europa coleciona manifestações mórbidas que não deveriam ser encaradas como um folclore distante.

A tragédia recente em Paris e as eleições gregas do próximo domingo constituem marcadores históricos dessa polarização global.

Vivemos  um tempo em que a saúde dos mercados e a deriva da sociedade e do seu desenvolvimento não são realidades contraditórias.

Antes, exprimem uma racionalidade impossível de se combater sem uma intervenção política que enquadre os mercados e instrumentalize o Estado para agir nessa direção.

Essa moldura histórica magnifica a importância da Política Nacional de Participação Social e da regulação da mídia que ressoam na mesa do segundo governo Dilma.

Para que tenham peso nas grandes escolhas da encruzilhada brasileira  é  crucial que o governo não se satisfaça em  tê-las ali apenas como um aceno de participação e um ornamento  de democracia.

Enfeitando a mesa, enquanto a machadinha do açougueiro pica a girafa na sala ao lado.

FacebookGoogle+LinkedInTwitterPinterestEmail
Página12... 125»