“Fui procurado pela grande maioria dos partidos políticos, todos apavorados. Não havia recursos para que os partidos pudessem funcionar neste ano. Por conta de várias questões políticas, as doações empresariais cessaram”- Romero Jucá, senador do PMDB-RR, relator do projeto que triplicou os recursos destinados ao Fundo Partidário

24abr

Meu comentário político desta sexta na CBN ouça AQUI

 

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Ouça o programa CBN 60 MINUTOS desta sexta-feira que recebeu o advogado e contabilista Derseu de Paula AQUI

 

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24abr

O deputado federal João Arruda (PMDB), coordenador da bancada paranaense no Congresso Nacional, apresentou nesta quinta-feira, 23, requerimento na Comissão de Fiscalização convocando o ministro da Saúde, Arthur Chioro, para prestar esclarecimentos das dívidas da União com o Paraná no âmbito da saúde. O requerimento será votado na reunião da comissão na semana que vem. As dívidas da União com o Estado estão na casa dos R$ 520 milhões e não incluem os restos à pagar.

 

 

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24abr

Josias de Souza

Relator do Orçamento da União de 2015, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) está sob bombardeio por ter triplicado as verbas destinadas ao fundo partidário, elevando-as de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões. Abandonado na trincheira, ele decidiu, por assim dizer, entregar seus cúmplices. Disse ter tonificado essa rubrica “a pedido de todos os partidos.” Contou que, se dependesse dos dirigentes das legendas, o valor teria sido quintuplicado, subindo para R$ 1,48 bilhão.

“Os partidos pediram R$ 1,2 bilhão a mais”, declarou Jucá na tribuna do Senado. “Eu, como relator, entendi que deveria fazer um acréscimo de R$ 500 milhões.” Em verdade, a adição providenciado por Jucá foi de R$ 578 milhões. Em tempos de Lava Jato, o senador deu a entender que os colegas foram a ele de pires na mão porque as fontes privadas secaram.

“Estavam todos apavorados. Não havia recursos para que os partidos pudessem funcionar neste ano. Por conta de várias questões políticas, as doações empresariais cessaram.”

Esse tema ganhou as manchetes depois que Dilma Rousseff sancionou o Orçamento sem vetar o fundo partidário turbinado. Politicamente debilitada, a presidente foi generosa com os partidos num instante em que seu governo se prepara para anunciar cortes bilionários nos gastos e investimentos previstos no Orçamento que acaba de ser sancionado.

A senadora Ana Amélia (PP-RS), que se opõe à elevação do fundo partidário, brincou com o descoforto de Jucá. Disse que os partidos o deixaram “pendurado no pincel.” Jucá reiterou: “a solicitação foi de todos os partidos”. E a senadora: “Vossa Excelência matou a bola no peito e agora recebe uma bola pelas costas. Está pagando o preço de uma conta que não é só sua, é uma conta que deve ser compartilhada com os dirigentes partidários.”

Discursando antes de Jucá, o senador Regufe (PDT-DF) caprichara nas críticas à benevolência do colega para com os partidos. Em resposta, Jucá dedurou o presidente do partido do orador rival. “Respeito a posição do senador Reguffe, mas ele deve cobrar do presidente [do PDT, Carlos] Lupi, que mandou um ofício por escrito pedindo R$ 1,2 bilhão. Se o partido não quiser receber o recurso, ele o devolve. Ninguém é obrigado a gastar, não!”

Num aparte ao pronunciamento de Jucá, o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) deu o braço a torcer: “Eu acho que nós erramos coletivamente e precisamos fazer o mea-culpa.” Para Ferraço, faltou sensibilidade ao Congresso e também à presidente, que não exerceu o seu poder de veto.

Ferraço empilhou as razões que os congressistas e Dilma ignoraram, todas relacionadas aos “sacrifícios sem precedentes” que a conjuntura impõe aos brasileiros: a inflação alta, a elevação do desemprego, o balanço “estarrecedor” da Petrobras… “O ambiente é de muita icerteza, é de manifestações impopulares. O Congresso errou. Eu faço o meu mea-culpa. E errou a presidente Dilma em não vetar, porque um erro não justifica o outro.”

Jucá não se deu por achado. “Nós temos um orçamento de R$ 1,4 trilhão. O governo acaba de crescer R$ 26 bilhões em receita, e eu digo com muita tranquilidade que não serão R$ 500 milhões, cortando-se o funcionamento pleno dos partidos, que vão resolver o problema do país. Pelo contrário, eu acho que o problema do país se resolve pela política, resolve-se pela afirmação política, resolve-se com o funcionamento pleno dos partidos.”

O relator do Orçamento disse recear que os críticos passem a mirar acima do fundo partidário. “Daqui a pouco, alguém vai dizer: ‘Quanto custa o Congresso? Vamos fechar o Congresso porque é uma economia que se vai fazer?” Defensor do financiamento privado das campanhas, Jucá enxergou na reação à mexida que fez no Orçamento uma evidência de que o brasileiro não aceita eleições bancadas com verbas públicas.

“Fizemos as contas. Se o financiamento público de campanha passar, o que vai haver no fundo partidário serão R$ 6 bilhões para campanha. E não acredito que a maioria da sociedade brasileira concorde em tirar R$6 bilhões da educação, da saúde, da mobilidade urbana, do Minha Casa, Minha Vida, para colocar em fundo partidário para financiar candidatura de ninguém.”

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24abr

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O Prefeito Reni Pereira juntamente com representantes do Codefoz e Acifi apresentaram projetos de revitalização da Avenida das Cataratas e construção do viaduto na Avenida Costa e Silva com a BR 277 ao Ministro das Cidades, Gilberto Kassab

O Prefeito Reni Pereira esteve na manhã desta sexta-feira (24) em Cascavel, onde participou juntamente representantes do Codefoz – Conselho de Desenvolvimento de Foz do Iguaçu, Acifi – Associação Comercial e empresarial de Foz do Iguaçu, Prefeitos da região Oeste e lideranças locais de uma reunião com o Ministro das Cidades, Gilberto Kassab na sede da Amop – Associação dos Municípios do Oeste do Paraná.

Esta é a primeira visita de Kassab ao Oeste do Paraná desde que assumiu o cargo, em janeiro deste ano.

O Prefeito Reni Pereira e representantes do Codefoz solicitaram apoio do Ministro Gilberto Kassab e apresentaram dois projetos considerados fundamentais para o desenvolvimento de Foz do Iguaçu.
A revitalização da Avenida das Cataratas e a construção do viaduto na Avenida Costa e Silva com a BR 277.

“A revitalização da Avenida das Cataratas e a construção do viaduto da Avenida Costa e Silva com a BR 277 são projetos desenvolvidos junto ao Codefoz e são voltados ao turismo e a infraestrutura, com objetivo de melhorar o acesso à cidade, ampliar a capacidade de tráfego e a segurança dos usuários” explicou o Prefeito.

Aproveitando a ocasião Reni também solicitou ao Ministro agilidade para regularização fundiária de cinco grandes áreas em Foz do Iguaçu.

“Temos um pacote de regularização fundiária de cinco grandes áreas em Foz do Iguaçu que já está tramitando a quase três anos no Ministério das Cidades e pedimos uma atenção especial. Solicitamos também a prioridade para fazer através de entidades, um projeto habitacional a rápido tempo afim suprir as necessidades habitacionais de cerca de mil famílias que vivem em situação de risco em nossa cidade”, salientou o Prefeito.

“Essa é uma visita de trabalho, onde temos a oportunidade de conversar com cada Prefeito e analisar dentro de cada cidade quais são os investimentos que estão sendo realizados pelo Ministério. Os projetos que têm sido discutidos e também procurar examinar com os prefeitos perspectivas para o futuro”, esclarece Kassab.

Em relação ao posicionamento do Ministro das Cidades, diante dos projetos e solicitações apresentadas Reni enfatiza: “Acreditamos que há uma boa vontade e esperamos que as demais partes burocráticas não só do Ministério, mas também do Governo Federal, trabalhem com a mesma sintonia e com a mesma vontade que o Ministro demonstrou nesta reunião, para que realmente a gente possa ver essas realizações o mais breve possível” finalizou o prefeito.

Projetos Avenida das Cataratas

Com custo estimado de R$ 17,5 milhões, o projeto prevê o alargamento e a duplicação das pistas, além da implantação de rotatórias, retornos em nível, faixas elevadas de pedestres, calçadas, ciclovia, paisagismo, iluminação e sinalização. Com isso, haverá maior segurança e uma imagem positiva ao turista que está conhecendo a cidade.
Viaduto

O projeto para o viaduto da Avenida Costa e Silva consiste na readequação da interseção com a Rodovia BR-277, numa extensão aproximada de 700 metros. O custo estimado é de R$ 12 milhões. A proposta é construir quatro obras de arte especiais, em curva, constituídas em acesso por “terras armadas”, juntamente com a implantação de rotatória alongada sob as obras de arte projetadas e a interação com as vias marginais existentes, que também serão readequadas

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24abr

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Na região oeste do Paraná, foi montada uma barreira de fiscalização na praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu/PR por período indeterminado.

Foi deflagrada hoje (24), em âmbito nacional, a ação de fiscalização Escudo, que integra a Operação Fronteira Blindada da Receita Federal do Brasil. Os trabalhos serão desenvolvidos de forma simultânea nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Esta ação visa prevenir e combater os crimes de contrabando e descaminho, tráfico de drogas, armas, munições, medicamentos e outros crimes praticados, em especial com enfoque em produtos que ingressam ao Brasil por meio do Paraguai.

Serão desenvolvidas ações com barreiras fixas, barreiras móveis e equipes volantes, além de atuações em centros urbanos, como em guarda-volumes, estacionamentos, terminais rodoviários, hotéis, depósitos e outros.

Na região oeste do Paraná, o principal ponto de atuação será uma barreira fixa de fiscalização montada na praça de pedágio em São Miguel do Iguaçu, envolvendo contingentes da Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal,Polícia Militar do Paraná (PM / Batalhão de Polícia de Fronteira – BPFron), Polícia Civil, Divisão Estadual do Narcótico (Denarc) e Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (DIEP).

Nesta região, estarão envolvidos com as atividades no total 122 servidores. Além das atividades que serão realizadas na praça de pedágio, também haverá presença de equipes volantes em estradas secundárias da região, nas margens do Rio Paraná e do Lago de Itaipu.

Na praça de pedágio foi instalada uma tenda para abrigar os servidores, além de um ‘motor home’ e banheiro químico, que proporcionarão uma estrutura mínima para as equipes. A atuação se dará de forma permanente e ininterrupta (24 horas por dia), com objetivo de verificação dos veículos que passarem pelo local no sentido Foz do Iguaçu – Cascavel.

Na manhã desta sexta-feira (24), foi realizada uma coletiva de imprensa com a presença do Coordenador-Geral de Administração Aduaneira da Receita Federal, José Carlos de Araújo, que explicou a importância deste tipo de operação que é “combater o contrabando e o descaminho de forma a proteger os interesses do País e evitar a circulação de produtos nocivos que causam danos à saúde das pessoas”.

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24abr

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O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa aprovou ontem (quinta-feira, 23), por unanimidade, o relatório do deputado Missionário Ricardo Arruda (PSC) que decidiu rejeitar o ofício do Ministério Público como representação ou denúncia contra o deputado Nelson Justus (DEM). A alegação foram a inobservância das formalidades legais e ausência de tipicidade de conduta, além de não ter qualquer fato novo que pudesse fazer com que decisões anteriores do conselho pudessem ser revistos. As informações são do Bem Paraná.

Em resumo, o relatório final – que foi lido em sessão aberta à imprensa – enumera diversos motivos para não acolher como denúncia o ofício do Ministério Público, alegando que no dia 6 de junho de 2010 foi aberto um procedimento de cassação do mandato de Justus e que foi arquivado pelo próprio Conselho de Ética. Por esta razão, Justus não poderia ser novamente processado, muito menos cassado.

“Não poderíamos abrir novo procedimento. De acordo com o Regimento Interno e com a Constituição Federal, só poderíamos fazer outro processo de cassação caso o deputado fosse condenado. Ou seja, caso o processo contra ele na Justiça já tivesse transitado e julgado, o que não ocorreu”, analisou Arruda.

O procedimento investigatório contra Nelson Justus que foi transformado em denúncia pelo MP (que conta com 40 mil páginas) e entregue ao Tribunal de Justiça, nem ao menos teria sido acatado até a presente data. “Os fatos narrados são os mesmos que o anterior, o que não nos daria direito de cassar o mandato dele. Além do que, não poderíamos tirar agora o mandato dele. Os fatos se referem ao passado e ele já foi reeleito após os fatos investigados”, complementou o relator.

Justus foi denunciado pelo MP por ter supostamente cometido irregularidades como a contratação de diversos funcionários no seu próprio gabinete em regime de comissionados. Os fatos teriam ocorrido quando ele era presidente da Assembleia, entre 2007 e 2010. Arruda não quis entrar no mérito da questão, apenas disse que estava agindo de acordo com o que prevê a legislação.

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24abr

No dia 17 do corrente ficou-se sabendo que o promotor de Defesa do Patrimônio Público Marcos Cristiano Andrade oferecera denúncia por improbidade administrativa (fraude em licitação) contra cinco “anjinhos” envolvidos naquela rumorosa apresentação do cantor Tom Zé no Salão Internacional do Livro de 2013. Ás denúncias foram no cível e no criminal. Faltou, entretanto, declinar os nomes dos denunciados, fato o blog registra nesta edição.

1 – José Alexandre Freire, no estimado “estranho no ninho” (Língua cantou essa bola…)

2 – Leila de Fátima Carvalho Cornélio (Procuradora da prefeitura que deu o parecer pela legalidade)

3 – Mário Cesar Moreira (???)

4 – Tcharles Henrique Hanzen (Quem será esse?)

5 – Antonio J. Santana Martins, o “Tom Zé”.

 

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24abr

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Os negócios sob suspeita entre a Caixa Econômica Federal e a IT7 Sistemas, de um irmão do ex­-deputado André Vargas (ex-PT), somam quase R$ 90 milhões. Segundo investigações da Operação Lava Jato, a empresa de tecnologia contratada pelo banco público era usada pelo ex­-parlamentar como duto de propinas. As informações são do Estadão.

No dia 10 deste mês, a força­-tarefa que investiga o escândalo da Petrobrás deflagrou sua 11.ª etapa, esta dedicada aos negócios suspeitos de Vargas, que deixou o PT e o Congresso em meio à revelação de sua ligação com o doleiro Alberto Youssef. As suspeitas levantadas na nova etapa da operação recaíram sobre contratos da Caixa e também do Ministério da Saúde.

Os investigadores da Lava Jato revelaram ter evidências de que pelo menos R$ 2,3 milhões recebidos pela IT7 entre 2013 e 2014 foram lavados por meio de subcontratações de outras empresas para realização de serviços fictícios. No fim, o dinheiro, segundo a Polícia Federal, ia parar nas mãos de Vargas, que hoje está preso em Curitiba por ordem do juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato. Agora, a força­-tarefa tenta saber se um volume maior foi desviado.

Até agora inédito, o valor total dos negócios da Caixa Econômica Federal com a IT7 Sistemas – R$ 87,4 milhões – foi informado pelo próprio banco a pedido do Estado. Desde quando as suspeitas vieram à tona, no dia 10 passado, a Caixa suspendeu os pagamentos à companhia que tem Leon Vargas, irmão de André, como um dos sócios.

A IT7 já teve contratos com outros órgãos do governo federal como o Serviço de Processamento de Dados (Serpro). As suspeitas, por ora, recaem apenas sobre acordos da Caixa e da Saúde.

Pregão. A Caixa Econômica Federal informou ter firmado dois contratos com a IT7 por meio de pregão eletrônico para fornecimento de licença de produtos da companhia Oracle (banco de dados) e serviços de manutenção. A empresa, segundo o banco estatal, venceu o pregão porque ofereceu o menor preço.

No primeiro contrato, pagou R$ 16 milhões, sendo R$ 13,4 milhões pela compra da licença e R$ 2,7 milhões pelos serviços de manutenção entre março de 2012 e março de 2013. Pelo segundo contrato, que vigoraria até o fim deste ano, o banco estatal pagou R$ 49 milhões pela licença e desembolsaria R$ 22,5 milhões pela manutenção do software por dois anos, de dezembro de 2013 a dezembro de 2015. Dessa última quantia, R$ 10 milhões não chegaram a sair dos cofres do banco público pois os pagamentos foram suspensos. Ou seja, no total, o banco pagou R$ 77,5 milhões à empresa de tecnologia do irmão do ex­-deputado André Vargas.

Trata­-se de um valor bem maior do que o estimado por Sérgio Moro nas justificativas da ordem de prisão do ex­-parlamentar. O juiz federal que atua no Paraná estimava que a Caixa tivesse desembolsado algo em torno de R$ 50 milhões para a IT7.

A Caixa também contratou a outra empresa investigada na 11.ª fase da Lava Jato, a agência de publicidade Borghi/Lowe. O banco estatal repassou R$ 949 milhões por dois contratos – o primeiro de agosto de 2008 a abril de 2013 e o segundo, firmado em 2013 e que ainda estava em vigor quando a operação foi deflagrada. O primeiro contrato era dividido com as agências Fischer&Friends e a Nova SB e o segundo, com Artplan, Heads e Nova SB.

Segundo a investigação, Ricardo Hoffmann, diretor­-geral da agência, era quem autorizava o pagamento para empresas subcontratadas que acabavam repassando as quantias para Vargas.

Assim como o ex­-parlamentar petista, Hoffmann está preso em Curitiba. Segundo publicou nesta quinta­-feira, 23, o jornal Folha de S.Paulo, o dono da agência de publicidade estaria disposto a fazer delação premiada em troca de eventual redução de pena. Advogados de Hoffmann negam publicamente que essa seja, no momento, a intenção de seu cliente.

Atualizado. No total, as duas empresas suspeitas de fazer pagamentos que iriam parar nas mãos de Vargas – IT7 Sistemas e Borghi/Lowe – receberam da Caixa Econômica Federal R$ 1,036 bilhão em valores não corrigidos pela inflação nos últimos oito anos.

 

A Lava Jato foi deflagrada em 17 de março de 2014 e tinha os negócios de Youssef como alvo inicial. Com o passar do tempo, além de descobrir as conexões políticas do doleiro – como sua relação com Vargas –, a força­-tarefa da operação acabou se deparando com os desvios nas mega-obras da Petrobrás, cujo montante admitido pela própria estatal pode ter chegado a R$ 6,42 bilhões entre 2004 e 2012.

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24abr

O Rotaract Club Foz do Iguaçu Terra das Águas – clube apadrinhado pelo Rotary Três Fronteiras – está promovendo uma campanha de arrecadação de donativos que serão doados aos necessitados da cidade de Xanxerê-SC, que foi atingida por um tornado recentemente.

A campanha teve início nesta Quarta-feira(24) e, por ser uma ação emergencial, será realizada até domingo (26), pois na segunda-feira os produtos arrecadados serão enviados para a cidade atingida.

Atualmente os pontos de coleta são os Supermercados MAX do Centro e Vila “a”. De acordo com informações obtidas com a Defesa Civil do Estado de SC e pessoas da região, as necessidades atuais são: água, fraldas infantis e geriátricas, materiais de higiene e limpeza, alimentos não perecíveis (cesta básica), bem como materiais de construção. Estamos também fazendo o recolhimento de colchões e travesseiros. Todos os donativos, com exceção dos materiais de construção, podem ser encaminhados aos Supermercados MAX da Vila “a” e do centro. No que diz respeito aos materiais de construção, colchões e travesseiros, podem ser encaminhados à Casa da Amizade, de Foz do Iguaçu (Avenida Brasil, 1956 – Dona Nair – a partir das 10 da manhã), ou, diante de qualquer duvida, entrar em contato com os telefones (45) 9986-7741 (Dayane), (45) 9936-7113 (Rafaella) e (45) 9912-1491 (Raíza), que será feito o encaminhamento.

 
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24abr

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Na tarde de quinta-feira (23), por volta das 17h00min, agentes do Depen (Departamento de Execução Penal), responsáveis pela carceragem da delegacia de Polícia Civil da cidade de Medianeira, receberam um colchão a ser entregue a um detento da unidade. Desconfiados, os agentes pediram apoio dos investigadores da delegacia para vistoriar o colchão.
 
Após uma revista minuciosa no referido colchão, os policiais encontraram em seu interior cerca de 10 embalagem contendo substancia análoga a maconha. Após pesagem, o entorpecente somou a quantia de quarenta (40) gramas de maconha. Os policiais então realizaram rápida investigação e descobriram que o colchão chegou até a delegacia em um veículo de táxi, sendo identificado o condutor.
 
Em rápido depoimento, o motorista contou aos policiais que foi contratado para fazer a corrida até a delegacia por uma jovem chamada Bianca, e que a mesma poderia ser encontrada na Rua Cesar Varner, no Bairro Vila Alegria em Medianeira. Diante dos fatos, os policiais foram até a residência e efetuaram a prisão em flagrante de Bianca Mayara de Matos Mariano de 19 anos, pelo crime de tráfico de drogas.
 
Na delegacia, Mayara contou que tem um relacionamento com um detento, preso a poucos dias também por tráfico de drogas, e que o mesmo teria pedido para ela enviar a droga para dentro da cadeia. Então, Mayara foi encaminhada para o setor feminino da carceragem da Polícia Civil de Medianeira e ficará mais perto de seu amado e a disposição da Justiça.
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24abr

O Globo

Ao autorizar o envio do mensaleiro Henrique Pizzolato para cumprir pena de 12 anos e 7 meses na penitenciária da Papuda, o governo da Itália deu uma lição institucional ao regime petista do Brasil. Embora dispusessem de amparo legal para se vingar do desaforo que foi a não extradição de Cesare Battisti, as autoridades italianas preferiram fazer Justiça.

Brasil e Itália firmaram um tratado de extradição em 1989. A peça prevê que os dois países devem devolver um ao outro pessoas que estejam em seus territórios e que sejam procuradas pelas autoridades judiciais para responder a processo penal ou cumprir pena de prisão já definida em sentença. Porém…

O documento abre uma exceção. Anota que Brasil e Itália podem optar pela “recusa facultativa da extradição” quando a pessoa procurada for um nacional. É o caso de Pizzolato. Dono de dupla cidadania, o condenado é, aos olhos da lei, tão italiano quanto brasileiro. Quer dizer: se quisesse, a Itália poderia reter Pizzolato. E ninguém teria nada com isso.

A tramitação dos casos Battisti e Pizzolato foi parecida. Em ambos a instância máxima do Judiciário dos dois países deferiu a extradição, transferindo a palavra final para as instâncias administrativas. Nesse estágio, a decisão ganha contornos políticos.

No episódio envolvendo Battisti, condenado a prisão por envolvimento em quatro assassinatos na década de 70, Lula deu de ombros para a decisão judicial. Sem cidadania brasileira, Battisti foi premiado com o status de refugiado político. O morubixaba do PT abraçou a tese segundo a qual o condenado correria risco de morrer se fosse devolvido ao seu país. Tratou a Itália como se fosse uma ditadura de quinta.

Deu-se o oposto no caso Pizzolato. Embora o condenado fosse um nacional, a Itália refugou a alegação de que o julgamento do Supremo tivera conotação política. Munidos de garantias de que o Estado brasileiro zelaria pela integridade física do preso, o tribunal e o governo italianos ignoraram também o lero-lero de que não haveria nas cadeias brasileiras um mísero recanto em condições de hospedar Pizzolato.

Ironicamente, a advogada Emmanuelle Fragasso, que integra a defesa de Pizzolato, evocou a decisão de Lula. “O caso do Battisti mostrou que não existe reciprocidade” possível com o governo brasileiro, disse ela, como a realçar que o Brasil não merecia receber Pizzolato. Não colou.

Ao extraditar Pizzolato, a Itália dispensou ao Brasil um respeito que não obteve. De resto, rendeu homenagens ao brocardo: a justiça começa em casa. E a casa do pseudo-italiano Pizzolato, para além das espertezas, é uma prisão no Brasil

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