“Quem defende que apenas os executivos das empresas sejam punidos e que as empresas não devam ser punidas, faz apologia à impunidade”- Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público Federal junto ao Tribunal de Contas da União.

07mar

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Operação Lava Jato, autorizou nesta sexta-feira (6) a abertura de investigação contra políticos de cinco partidos: PP, PMDB, PSDB, PMDB, PP e PTB. O ministro tirou o sigilo dos 28 pedidos de abertura de inquérito contra deputados e senadores acusados de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.

Além dos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a lista traz outros 52 nomes.

Também nesta sexta, Teori acatou outros sete pedidos de arquivamento feitos pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Dos políticos com foto privilegiado, 21 são deputados –17 do PP, dois do PMDB e dois do PT– e 12 são senadores –quatro do PMDB, três do PT, três do PP, um do PSDB e um do PTB.

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Veja abaixo a lista dos que são ou serão alvo de inquérito:

  • Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara
  • Renan Calheiros (AL), presidente do Senado
  • Edison Lobão (MA), senador e ex-ministro
  • Roseana Sarney (MA), ex-governadora
  • Aníbal Gomes (CE), deputado federal
  • Romero Jucá (RR), senador
  • Valdir Raupp (RO), senador

PT

  • Gleisi Hoffmann (PR), senadora e ex-ministra
  • Lindbergh Farias (RJ), senador
  • Humberto Costa (PE), senador e ex-ministro
  • Paulo Bernardo (PR), ex-ministro das Comunicações
  • José Mentor (SP), deputado federal
  • Luiz Fernando Farias (MG), deputado federal
  • Vander Loubet (MS), deputado federal
  • Antonio Palocci (SP), ex-ministro
  • Cândido Vaccarezza (SP), ex-deputado federal

PP

  • Ciro Nogueira (PI), senador
  • Gladson Cameli (AC), senador
  • Nelson Meurer (PR), deputado federal
  • Mário Negromonte (BA), ex-ministro das cidades
  • Benedito de Lira (AL), senador
  • Arthur Lira (AL), deputado federal
  • Simão Sessim (RJ), deputado federal
  • José Otávio Germano (RS), deputado federal
  • Eduardo da Fonte, deputado federal
  • Aguinaldo Ribeiro (PB) deputado federal e ex-ministro
  • Carlos Magno Ramos (RO)
  • Dilceu Sperafico (PR), deputado federal
  • Jeronimo Goergen (RS), deputado federal
  • João Leão (BA), vice-governador da Bahia
  • Luiz Argôlo (BA), ex-deputado federal
  • João Sandes Júnior (GO), ex-deputado federal
  • Afonso Hamm (RS), deputado federal
  • José Linhares da Ponte (CE), suplente de senador
  • Missionário José Olímpio (SP), deputado federal
  • José Otavio Germano (RS), ex-deputado federal
  • Lázaro Botelho Martins (TO), deputado federal
  • Luiz Carlos Heinze (RS), deputado federal
  • Pedro Corrêa (PP-PE), deputado federal cassado
  • Pedro Henry (MT), ex-deputado federal
  • Renato Molling (RS), deputado federal
  • Roberto Balestra (GO), deputado federal
  • Roberto Britto (BA), deputado federal
  • Vilson Covatti (RS), ex-deputado federal
  • Waldir Maranhão (MA), deputado federal
  • João Alberto Pizzolatti (SC), ex-deputado federal
  • Aline Corrêa (SP), ex-deputada federal
  • Roberto Teixeira (PE), ex-deputado federal

PTB

  • Fernando Collor (PTB-AL), senador

PSDB

  • Antonio Anastasia (MG), senador e ex-governador

*

ARQUIVADOS

  • Aécio Neves (PSDB)
  • Alexandre José dos Santos (PMDB)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Delcídio do Amaral Gomes
  • Henrique Eduardo Alves (PMDB)
  • Romero Jucá

*

REMESSA A OUTROS TRIBUNAIS

  • Antônio Palocci Filho
  • Cândido Vacarezza – remessa dos autos a origem
  • Pizzolati Jr.
  • Pedro Corrêa – remessa dos autos ao TRF -1
  • Ciro Nogueira Filho, Agnaldo Veloso Borges Ribeiro – arquivado e remessa de documentos ao STJ
  • Cândido Vacarezza – remessa dos autos a origem
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06mar

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O secretário de Ciências, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, adiantou agora há pouco que o desembargador Luiz Mateus de Lima, do Tribunal de Justiça do Paraná determinou também, via liminar na manhã desta sexta-feira (6), o retorno imediato às aulas de professores e servidores das sete universidades estaduais do Paraná. Em caso de descumprimento da decisão, a multa diária será de R$ 3 mil para cada um dos 11 sindicatos que representam as categorias que compõem o quadro de servidores das instituições. Os grevistas também estão proibidos de obstruir, de qualquer modo, o acesso às faculdades ou a qualquer outro órgão público estadual ou de impedir o trabalho de outros servidores públicos. As sete universidades estaduais tem 70 mil estudantes de graduação, calouros e veteranos no ano letivo de 2015.

João Carlos Gomes adiantou, que mesmo em dificuldades, o governo vem cumprindo com todas as demandas apresentadas pela comunidade acadêmica e servidores. “Já adiantamos os recursos de custeio das universidades, vamos pagar o terço de férias em março. Mesmo em um momento difícil, em que os ajustes financeiros são necessários para todo o Estado, o governador (Beto Richa) reafirmou a prioridade que sempre deu às nossas universidades”, disse Gomes. Os ajustes não afetaram os repasses para os hospitais universitários, que têm a garantia da liberação dos recursos necessários, mensalmente, para o funcionamento.

Foram repassados no total R$ 26,9 milhões para o primeiro trimestre de atividades: R$ 7.821.910,00 (para a UEL), R$ 6.009.000,00 (UEM), R$ 2.660.846,00 (UEPG), R$ 3.283.417,00 (Unioeste), R$ 2.221.329,00 (Unicentro), R$ 1.699.695,00 (Uenp) e R$ 3.257.001,00 (Unespar). O governo já havia autorizado os recursos para o pagamento do Pasep no valor de R$ 9 milhões. “Isso mostra o respeito do governo e entendemos que, com o atendimento às reivindicações, nossas universidades podem retornar às atividades e continuar prestando os serviços de qualidade que sempre ofereceram à comunidade”, disse Gomes.

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06mar

Os acontecimentos dos últimos dias em Brasília dão a medida da gravidade da crise à beira da qual a incompetência do governo Dilma Rousseff coloca o País. Por um lado, o encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo procurador-geral Rodrigo Janot, dos pedidos de investigação do envolvimento de figurões da República no escândalo da Petrobrás destampa a panela de pressão da crise política embutida no episódio, como se viu pela reação do presidente do Senado, Renan Calheiros, tido como nome certo na lista: devolveu ao Planalto a Medida Provisória (MP) 669, peça importante do pacote de ajuste fiscal, e adiou mais uma vez a votação do Orçamento da União.

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O andar da carruagem aponta para a perigosa senda da instabilidade institucional, na medida em que abre a perspectiva de um confronto entre o Executivo e o Legislativo, num contexto que cria também estímulos para o envolvimento do Judiciário na melée – haja vista que ministros do Supremo reclamam da demora de Dilma para completar os quadros da Corte. Uma crise de tal complexidade e abrangência poderá ser o teste mais importante para a solidez das instituições democráticas desde o advento da Constituição dita Cidadã.

A atitude do presidente do Senado, ao devolver ao Palácio do Planalto a MP 669, foi acertada no mérito e criticável na motivação. Não há dúvida de que agiu movido tanto pela disputa de poder entre seu partido, o PMDB, e o governo e o PT como pelo fato de estar pessoalmente contrariado por uma série de razões: a convicção de que por detrás da provável inclusão de seu nome na lista de suspeitos do petrolão está o dedo do Planalto; o não atendimento de seus pleitos na composição dos quadros governamentais e da Petrobrás; a falta de apoio federal ao governo de Alagoas, comandado por Renan Filho.

É claro que as razões de ordem pessoal, ainda que travestidas de políticas, foram decisivas. Dias atrás, Renan Calheiros havia demonstrado sua disposição de ânimo ao não comparecer a jantar oferecido no Palácio da Alvorada pela presidente Dilma. Mas não há dúvida de que a devolução da MP 669 corresponde ao exercício legítimo de uma prerrogativa constitucional, especialmente porque a medida provisória estava sendo usada para fins tributários – o que compete a projeto de lei, como de resto reconheceu o Executivo ao remeter ao Congresso, incontinenti, a devida proposta. Nisso, a presidente da República seguiu o conselho gratuitamente concedido por Renan Calheiros.

Quase sempre, o uso de MPs resulta da autossuficiência que leva o chefe do Executivo a ignorar que a responsabilidade constitucional de legislar cabe prioritariamente ao Parlamento. É comum a queixa, entre senadores e deputados, de que a presidente Dilma Rousseff nem se dá ao trabalho de, nesses casos, fazer uma comunicação prévia à base de apoio parlamentar, quando mais não seja para demonstrar consideração e respeito pelos aliados.

A atitude de Renan Calheiros não movimentou apenas o governo. Por incrível que pareça, a oposição acordou da letargia em que parece ter mergulhado desde que a administração lulopetista completou a devastação das contas públicas e da economia nacional e a tigrada foi descoberta pilhando a Petrobrás.

Os últimos acontecimentos deixam claro que o governo terá de balizar sua ação política pelo andamento dos processos do petrolão. Ou seja, por sua incapacidade de colocar-se adequadamente diante do escândalo da Petrobrás, Dilma tornou-se refém dos acontecimentos.

O melhor que nessas condições ela tem a fazer, no que diz respeito à corrupção na estatal, é prevenir efetivamente a repetição dos desmandos – na Petrobrás, nas demais estatais e na administração direta. E deixar que a equipe econômica do governo crie condições para o restabelecimento da austeridade das contas públicas e a volta do crescimento. Quanto ao prosseguimento das investigações e o julgamento dos acusados, o que de melhor Dilma tem a fazer é não tentar interferir no curso dos inquéritos e na autonomia do Poder Judiciário. Assim, talvez impeça que a crise se agrave.

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06mar

torcida

Partida diante do vice-campeão paranaense será no Domingo (8), às 16 horas.

 Depois de duas rodadas disputadas  na capital do estado, o Azulão volta a jogar em casa  pelo Paranaense 2015. A partida diante do vice-campeão Maringá, que disputa a Copa do Brasil 2015, está programada para o Domingo (8), 16 horas, no Estádio ABC.

O técnico Edison Borges poderá contar com o retorno dos jogadores Renatinho e Edinho, autores dos gols que deram a vitória ao Foz do Iguaçu FC sobre o Coritiba, e também terá a sua disposição os novos contratados Geovane, Madison, Quirino, Ícaro, Rafinha e Vinicius. Todos com seus nomes publicados no BID. Ícaro e Quirino farão suas estreias diante da torcida, os dois jogaram na vitória sobre o Atlético Paranaense.

O elenco do Foz do Iguaçu Futebol Clube realizou seu último coletivo apronto na Sexta-feira (6) no Estádio ABC.

A diretoria do Foz do Iguaçu Futebol Clube preparou uma série de promoções para a partida do dia 08 de Março, data que também marca o ‘Dia Internacional da Mulher’. Os ingressos antecipados estão sendo comercializados pelo preço de R$ 23,00 (arquibancada) e R$ 33,00 (cadeiras). Como já é tradição, as mulheres, principalmente no seu dia, pagam apenas meia-entrada mesmo adquirindo o ingresso na bilheteria do Estádio. As camisas do “Azulão” podem ser adquiridas no Varejo Paulista pelo valor de R$ 99,90.Maiores informações , acesse: www.fozfutebol.com.br .

O torcedor que for no ABC, também terá uma atração a mais. A equipe de paraquedismo da SkyDive Foz  fará um salto especial no centro do gramado do ABC durante o intervalo da partida.

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06mar

0711 gleisi rocha loures 

Enrolada no Petrolão, a investigação sobre a senadora Gleisi Hoffmann (PT) no STF faz bem ao PMDB do Paraná. A petista pode renunciar ou, na pior das hipóteses, ter seu mandato cassado. O processo deve se arrastar por meses, mas os suplentes da senadora também aguardam apreensivos. Na ordem, são o deputado federal Sérgio Souza (PMDB) e o diretor de Pesca da Itaipu Binacional, Pedro Tonelli. Em caso de renúncia ou cassação, resta a Sérgio Souza renunciar o mandato na Câmara e assumir a vaga de Gleisi no Senado. Nesse caso, o suplente Rodrigo Rocha Loures, assessor direto do vice-presidente reeleito, Michel Temer, assume o mandato na Câmara dos Deputados.

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06mar

sirlene 

A justiça de Laranjeiras do Sul determinou a indisponibilidade de bens da prefeita Sirlene Svartz (PPS) acusada de improbidade administrativa. A liminar atende ação do MP. O valor do bloqueio é de R$ 300 mil. As irregularidades ocorreram durante reforma do antigo Fórum para instalação da prefeitura no local. Sirlene e outras 14 pessoas foram acusadas de direcionamento da licitação, superfaturamento e pagamentos indevidos na contratação de empresa responsável pela reforma. A direção estadual do PPS decidiu afastar a prefeita de suas funções partidárias. Segundo nota do PPS, Sirlene tem que esclarecer ao conselho de ética do partido as denúncias na prefeitura de Laranjeiras do Sul. Com informações do Bem Paraná.

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06mar

Gomyde ataca futebol feminino

O ex coordenador de futebol do Ministério do Esporte, Ricardo Gomyde, determinou a seus advogados que procedesse a impugnação dos dois únicos times de futebol feminino no Paraná – o Assaí Futebol Clube e Associação Desportiva Iguaçuense e que constam da lista dos aptos a participarem da eleição da Federação Paranaense de Futebol. Das alegações principais uma dá conta de que os dois times não possuem calendário de disputas como prevê o Estatuto e muito menos tem elencos em atividade nas categorias de base do futebol feminino.

O pré candidato à FPF teve ainda o apoio do Coritiba, Atlético Paranaense para tentar tirar o futebol feminino da assembleia da FPF, o que é um contrassenso já que tanto o ex-ministro Aldo Rebelo como a presidente Dilma Roussef declararam durante a Copa do Mundo da importância em fortalecer o futebol feminino. O pretenso candidato faz de tudo para destruir os times femininos do Paraná que já cederam jogadoras para a Seleção Brasileira e localizam-se no interior paranaense (Assaí e Foz do Iguaçu). Quer tolher a voz e voto do futebol feminino na eleição que se avizinha, já que como coordenador do ministério do Esporte nada fez para mudar a situação de abandono que tanto reclama a craque Marta, embaixadora brasileira do futebol feminino.

PITACO: É PRÁCÁBÁ!

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06mar

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Um grupo de estudantes invadiu ontem a reitoria da UEM com apoio de professores e do sindicato dos trabalhadores (Sinteemar) ligados ao PT e partidos de esquerda. O grupo é contra projeto que tira a autonomia da folha salarial da universidade, as obras paradas e ao regime disciplinar discente que, segundo eles, dá margem à criminalização dos estudantes. “Estamos discutindo qual será a moeda de troca [para desocupar]. Vai ser uma pauta ampla de mobilização contínua e também vamos construir um calendário de luta”, informaram. As exigências serão entregues hoje para a reitoria da universidade. Em nota, a UEM disse que continua aberta ao diálogo com os estudantes “e ressalta que a ocupação do prédio impede ações essenciais para atender às reivindicações”. As informações são d’O Diário de Maringá.
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06mar

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O momento conturbado na gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) jogou a sua popularidade em Londrina no chão – o que, em certa medida, já era esperado. Nas eleições do ano passado, só 22% dos eleitores votaram na petista. Segundo o Paraná Pesquisas, a desaprovação de Dilma bateu os 85,4%. O índice registrado é a maior da série. Em junho de 2013, 62,2% se declaravam insatisfeitos com o governo, caindo para 48,4% em dezembro de 2013. Um ano depois, em dezembro de 2014, o índice subiu para 71,7% e, agora, para 85,4%. Com informações do Jornal de Londrina.

“Taxas de juros altas, desemprego, aumento de impostos. Se a Dilma sempre foi mal em Londrina e no Paraná, a baixa avaliação atual nem chega a surpreender”, afirma Murilo Hidalgo, diretor da Paraná Pesquisas. “Dilma vendeu na campanha algo que não conseguiu entregar depois das eleições”, tornando

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06mar

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Em uma ação criminosa e obscurantista, mil mulheres do MST depredaram e destruíram nesta quinta-feira, 5, mudas de árvores transgênicas que eram objeto de pesquisa há 15 anos no interior de São Paulo. Elas invadiram e ocuparam um centro de pesquisa da FutureGene, empresa do grupo Suzano Papel e Celulose, em Itapetininga (SP). A Polícia Militar teve de intervir, mas ninguém foi preso. A Polícia Civil investiga o caso. Com informações de Veja.

O alvo da fúria do MST eram as mudas de uma espécie de eucalipto transgênico, H421. Com lenços encobrindo o rosto, barras de ferro, machados e facões em punho, elas bloquearam e picharam a entrada da empresa. Assim que conseguiram entrar no local, foram direto à estufa onde os cientistas faziam testes com as mudas. Em um ato de selvageria – enaltecido em vídeo publicado pelo grupo, no qual a empresa é chamada de “maldita” – bateram com pedaços de pau nos viveiros, arremessaram as mudas geneticamente modificadas no chão e as pisotearam.

Pela manhã, 300 pessoas organizadas pela Via Campesina invadiram a reunião da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), em Brasília. Na pauta, estava a liberação de três novas variedades de plantas transgênicas no Brasil: os milhos resistentes ao 2,4-D e ao haloxifape, além do eucalipto transgênico. A reunião foi interrompida e a votação passará para a primeira quinzena de abril.

Os desenvolvedores afirmam que o eucalipto modificado terá maior produtividade e será usado para indústria madeireira. A FuturaGene prevê que a plantação destas árvores transgênicas permitirá um aumento de 20% na produtividade do eucalipto, o que colocaria o país na vanguarda da produção mundial de pasta de papel obtida de sua fibra.

‘Males’ – O MST justifica os atos como uma denúncia dos supostos “males dos transgênicos” ao meio ambiente e em defesa “da segurança alimentar e de alimentos saudáveis”. Eles argumentam, por exemplo, que essa espécie de eucalipto em desenvolvimento aumentaria o gasto de água em até 30 litros por dia para cada muda. “O princípio da precaução é sempre ignorado pela CTNBio. A grande maioria de seus integrantes se coloca a favor dos interesses empresariais das grandes multinacionais, em detrimento das consequências ambientais, sociais e de saúde pública”, disse ao site do MST Atiliana Brunetto, integrante da direção nacional do MST.

O grupo diz que a nova espécie colocaria em risco a produção brasileira de mel. Lideranças do movimento argumentam que a maior parte do produto é feita a partir do eucalipto. Com a introdução do transgênico, segundo a tese, as abelhas poderiam contaminar a produção com os elementos da nova variedade. Assim, o mel nacional poderia sofrer restrições no mercado internacional, além de possíveis ameaças à saúde dos consumidores e das abelhas.

De acordo com a organização de camponeses, para prevenir pragas, a plantação de eucalipto transgênico precisa do uso de produtos agrotóxicos como a sulfluramida, um elemento cancerígeno e proibido pelo Convênio de Estocolmo sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, assinado por 153 países, entre os quais está o Brasil.

A destruição das mudas é apenas uma das ações questionáveis do MST, um movimento que, como já mostrou em diversas reportagens, é comandado por agitadores profissionais que, a pretexto de lutar pela reforma agrária, usam uma multidão de desvalidos como massa de manobra para atingir seus objetivos financeiros. Sua arma é o terror contra fazendeiros e também contra os próprios assentados que se recusam a cumprir as ordens dos chefões do movimento e a participar de saques e atos de vandalismo. Com os anos, o movimento passou por um processo de mutação. Foi-se o tempo em que seus militantes tentavam dissimular as ações criminosas do grupo invocando a causa da reforma agrária. Há muito isso não acontece mais. Como uma praga, o MST ataca, destrói e saqueia – e seus alvos, agora, não são mais apenas os chamados latifúndios improdutivos.

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06mar

Por Leandro

Foto: ABr arquivo

A ex-presidente da Petrobras Maria das Graças Foster revelou a uma amiga que está magoada e ‘lambendo as feridas’.

O desabafo surge concomitante ao momento tenso em que vive o Congresso, pela previsão de divulgação da lista dos denunciados no caso do Petrolão, falcatruas de gestões passadas que caíram no seu colo.

Discreta desde que saiu da estatal, ela vive com o marido no apartamento na Zona Sul do Rio, cuida de oito gatos e leva uma vida normal de carioca, saudosa de um conselheiro: ‘Brizola, meu líder eterno, sempre dizia isso (lamber as feridas), quando precisava de um tempo depois de ter sido muito magoado’.

Quando foi nomeada presidente, Graças Foster teve aval da presidente Dilma e fez mudanças em diretorias da petroleira. Demitiu em março de 2013 Paulo Roberto Costa – alvo da PF um ano depois.

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06mar

Ratinho, como dono do PSC no Paraná, já decretou: quer alguns cargos do governo do Estado na fronteira para os seus apaniguados.

Para o IAP quer emplacar o professor Sérgio.

Para a 16a Ciretran quer emplacar o apresentador de TV Robson Silva.

Detalhe: Os dois mancebos acima foram reprovados nas urnas. Sérgio para federal, e o Robson para estadual, ambos do PSC que apoiaram a Dilma Rousseff.

Resta saber se o Beto Richa vai atender, mesmo porque, o Deputado Chico Brasileiro (PSD) também quer estes cargos. Sem falar no alcaide Reni Pereira.

Outro que tá pela bola sete é o Ademir Ferreira chefe da 9a regional de saúde. Neguinho tá de olho na cadeira dele (Consta que o Reni Pereira pediu o cargo).

Detalhe: O Marcio que chefiava o IAP na fronteira foi despachado para Curitiba para assessorar o Ademar Traiano na Alep, lembrando que o rapaz casou com a Tati (que também tem cargo no Estado), isso seria nepotismo cruzado? Quem deve saber é o Beto Richa que anda mais perdido que cego em tiroteio….

Pitaco: será que não tem uma boquinha pro Língua?

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06mar

pepe-claudia-reni2Na foto Prefeito Reni Pereira, deputada Claudia Pereira (PSC), no afã de convencer Pepe Richa a soltar dim-dim para terminar a  “bagaça” da BR 277


O DER-PR garantiu que as obras do viaduto da Avenida Paraná sobre a BR-277, em Foz do Iguaçu, serão retomadas em até 30 dias. A conclusão da estrutura será assumida pela concessionária Ecocataratas, responsável pela administração do trecho de concessão. O secretário de Infraestrutura, Pepe Richa, confirmou a retomada das obras durante encontro com a deputada Claudia Pereira (PSC) e o prefeito Reni Pereira (PSB. “O resultado da reunião foi excelente, pois em consenso foi encontrada uma solução que encerrou as discussões sobre a problemática da paralisação da obra por parte da empreiteira”, destacou Claudia.
No encontro, segundo ela, em comum acordo o DER e o consórcio Vênetto/Itaúba, ficou definida a rescisão do contrato. O órgão estadual está agora elaborando o termo de ajuste com a concessionária, o que permite a finalização da obra, que já tem 70% do cronograma concluído. A concessionária terminará o viaduto e suas alças de acesso. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos ainda neste semestre.

As obras de construção do viaduto da Avenida Paraná tiveram início em abril de 2013, com previsão de 12 meses para entrega. Desde então ocorreram várias paralisações. A primeira por decisão do Ministério do Trabalho, que alegou falta de segurança para os trabalhadores. A empresa responsável pela execução precisou instalar tapumes em toda parte externa da construção, para proteger os operários e pessoas que trafegam nas proximidades. Só assim os trabalhos foram reiniciados. Após resolver esta questão, o DER-PR anunciou que a data de conclusão da obra seria 31 de julho, prazo que também não foi cumprido devido às condições climáticas.

Além da demora da liberação de verbas para finalização da obra, o Governo do Estado alegou que a União não liberou o repasse, e por isso não deu andamento à retomada da obra no viaduto da BR 277. Diante do impasse foi anunciada uma nova data pelo DER, e o prazo para finalização seria março de 2015.

Mediante ao transtorno que o atraso da obra está provocando para a população, o Executivo iguaçuense anunciou uma possível intervenção para concluir os trabalhos. A intenção foi anunciada pelo prefeito Reni Pereira durante reunião com organizadores da mobilização que aconteceu no último sábado (28 de fevereiro), cobrando o término da estrutura. “Entendemos o desgaste que a população está tendo, diante dessa situação”, informou Reni. O prefeito adiantou que esperaria até ontem (5) pela definição de um novo calendário ou o reinício das obras. “Caso contrário, entraremos novamente em contato com o empreiteiro e juntamente com o Ministério Público, vamos buscar uma medida jurídica para que o município possa intervir e finalizar a obra”.

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06mar

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A 11ª Vara Federal de Curitiba determinou suspensão imediata do ex-deputado Irineu Colombo (PT) do cargo de reitor do Instituto Federal do Paraná. Além disso, a instituição deve adotar as providências necessárias para “imediata convocação do processo eleitoral”. Ação ajuizada pelo professor Frederico Fonseca da Silvam alegou a prorrogação indevida do mandato de Colombo. Isto porque o decreto 6.986/09, que criou os institutos federais, determina mandato de três anos para a reitoria. Quando Colombo assumiu no lugar do ex-reitor Alípio Santos Leal Neto, que renunciou em janeiro de 2011, o MEC teria determinado mandato de quatro anos de forma indevida. No entendimento da justiça o mandato é ilegal desde 1º de maio de 2014. Com informações da Gazeta do Povo.

Decisão similar já havia sido tomada pelo TRF da 4ª Região, em Porto Alegre, 22 de julho de 2014. Na época a ação foi movida pelo sindicato dos trabalhadores da educação. Antes disso, em 2 de maio, o sindicato conquistou uma liminar na Justiça Federal de Curitiba, mas no mesmo mês a reitoria conseguiu a suspensão da decisão. Posteriormente a ação foi extinta; segundo o presidente do Sindiedutec, Nilton Brandão, em função do entendimento de que o sindicato não poderia ajuizar uma ação civil pública. Questionada pela reportagem, a assessoria do IFPR informou que terá uma posição oficial nesta sexta-feira (6).

Colombo já foi afastado do cargo, entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014, durante as investigações da Operação Sinapse, da Polícia Federal. À época, o MEC nomeou, como interventor, Jesué Graciliano, do Instituto Federal de Santa Catarina. A PF apontou um esquema de desvio de dinheiro público no setor de ensino à distância do IFPR, cuja estimativa ultrapassa os R$ 11 milhões.

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06mar

Gazeta do Povo

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A 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) decidiu nesta quinta-feira (5) anular duas condenações criminais de Abib Miguel, ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná. Conhecido como Bibinho, ele é acusado pelo Ministério Público (MP) de ser um dos mentores de um esquema de desvio de recursos públicos mostrado pela série Diários Secretos, divulgada pela Gazeta do Povo e pela RPC em 2010.

O entendimento de dois dos três desembargadores da 2.ª Câmara Criminal foi de que houve cerceamento de defesa. Na época em que os processos tramitavam na 9.ª Vara Criminal de Curitiba, Eurolino Reis, advogado de Bibinho, pediu adiamento de um depoimento, alegando que tinha uma audiência em outra cidade. A juíza Ângela Regina Ramina Delucca não acatou o pedido e outro defensor foi nomeado para acompanhar o depoimento de Abib – que permaneceu calado, alegando que só falaria na presença de seu advogado. Agora, os processos voltam para a 1.ª instância, para que o ex-diretor seja ouvido. Só aí novas sentenças serão proferidas. Como Bibinho está preso, o processo tem tramitação mais rápida. Em tese, não deve demorar muito para que o caso seja avaliado em primeira e segunda instâncias.

Mais 

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06mar

Comentei sobre o inquérito policial, uma peça de museu, ultrapassado…

Ouça…  AQUI

 

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