“A expressão de Levy é a constatação de que o terremoto da gestão Dilma-Mantega não deixou pedra sobre pedra na nossa economia”- DO DEPUTADO MENDONÇA FILHO (DEM-PE), líder da bancada, sobre Joaquim Levy ter dito que a recuperação da economia precisará ser feita 'tijolo a tijolo'.

02jun

O ex-deputado André Vargas (ex-PT) arrolou como testemunha de defesa o ex-prefeito de Londrina Nedson Luiz Micheleti (PT), assessor da Caixa Econômica Federal. Vargas é réu em ação penal da Operação Lava Jato que apura crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. O Ministério Público Federal aponta que Vargas utilizou duas empresas de fachadas, que estavam em seu nome e nos nomes de seus irmãos, para receber dinheiro desviado de contratos da agência Borgui/Lowe justamente com a Caixa e com o Ministério da Saúde. Estes valores, segundo o MPF, chegam a princípio a R$ 1,1 milhão. As informações são da Folha de Londrina.

Vargas também arrolou como testemunha de defesa Clauir Luiz Santos, ex-diretor de marketing da Caixa. Conforme investigadores da Lava Jato, Clauir teria sido indicado ao cargo pelo ex-deputado petista. “Há notícias de que André Vargas teria atuado para indicar o diretor de marketing da CEF, Clauir dos Santos”, apontaram os procuradores do MPF no parecer sobre o pedido de prisão do ex-deputado.

Vargas ainda convocou como testemunha de defesa o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Os advogados de Vargas não justificaram a convocação, mas como é de praxe, o juiz Sérgio Moro, que está à frente dos processos da Lava Jato, deve solicitar aos defensores que justifiquem tal convocação por se tratar de autoridade federal. Também foram chamados como testemunhas: Alaim Giovani Fortes Stefanello, gerente-jurídico regional da CEF; Ricardo Hiroshi Ishida, delegado da PF; Sérgio Ramalho Resende, perito criminal da PF; e Sérgio de Arruda Costa Macedo, delegado da PF.

O rol de testemunhas consta da defesa prévia apresentada à 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba. Assim como a maioria dos réus da Lava Jato, a defesa de Vargas ainda questiona a competência do juiz Sérgio Moro para julgar o processo, pede a anulação das interceptações telemáticas e do compartilhamento ilegal de informações sigilosas entre a Receita Federal e o MPF. Moro já designou as audiências das testemunhas de acusação do processo que envolve Vargas e, posteriormente as testemunhas de defesa serão ouvidas. O primeiro a ser ouvido, já no próximo dia 24, como testemunha de acusação do MPF é o doleiro Alberto Youssef.

ARGÔLO E CÔRREA

Os outros ex-parlamentares que já são réus da Justiça Federal do Paraná também apresentaram suas testemunhas de defesa. Luiz Argôlo (SD-BA) convocou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; além do ex-deputado e presidente nacional do Solidariedade, Paulo Pereira da Silva, o “Paulinho da Força”; entre outros outros.

Já Pedro Corrêa (PP-PE), arrolou como testemunhas de defesa alguns ex-companheiros de Câmara dos Deputados. Entre eles estão o paranaense Nelson Meurer (PP) que já foi citado diversas vezes nas investigações da Lava Jato, inclusive por pelo menos três delatores (Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa e Rafael Ângulo Lopez); Guilherme Mussi Ferreira (PP-SP); José Otavio Germano (PP-RS); Waldir Maranhão Cardoso (PP-MA) e o ex-parlamentar José Cleonâncio da Fonseca (PP-SE).

PITACO: Tem que arrolar também o André “garoto torpedo” Alliana, né Nilton Brecher?

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02jun

STURION

O presidente do Foz do Iguaçu Futebol Clube usou as redes sociais para anunciar o novo comando técnico da equipe iguaçuense. Via facebook, Arif Osman, informou aos torcedores que Claudemir Sturion, que estava a frente do Maringá, será o responsável pela comando da campanha rumo a série C do campeonato brasileiro.

“A exemplo do que fizemos na campanha histórica do paranaense, trabalhamos em silêncio para que o técnico tivesse tranqüilidade no trabalho de definição do elenco”, disse o presidente do Foz do Iguaçu FC.

Claudemir Sturion foi o responsável por levar o Maringá a condição de vice-campeão paranaense em 2014 e comandou a equipe do norte do estado no Campeonato Brasileiro da Série D e na Copa do Brasil.

“É um técnico experiente, competente , que já trabalhou conosco em algumas oportunidades e que conhece a paixão de nossa torcida”, avalisa Arif Osman.

O presidente também aproveitou para anunciar a renovação dos contratos com alguns craques que defenderam o Azulão no Campeonato Paranaense 2015.

São eles: goleiro Edson Bastos, os laterais esquerdos Carlão e Rafinha, os volantes Cicero , Bahia e Perini, e os atacantes Pequi e Baiano.

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02jun

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Coube a Cataratas S/A, a concessionária de serviços no interior do parque Nacional do Iguaçu, protocolar intenção para assumir a exploração comercial, através de concessão por 30 anos do Marco das 3 Fronteiras.  O valor do business é da ordem de R$ 17 milhões.

Lembrando que a Cataratas S/A é controlada pelo Eduardo Sciarra (que está pela bola sete na Casa Civil do Beto Richa, por motivos óbvios…) e mais alguns sócios majoritários. Ganham rios de dinheiro com o Parque Nacional. A concessão é de 40 anos.

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02jun

Painel, Folha de S. Paulo

Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Paulo Hartung (PMDB-ES) deflagraram nesta segunda-feira um movimento para levar ao Planalto pleitos dos governadores considerados “factíveis” em tempos de crise.

No bolso - A prioridade dos Estados é obter do governo aval para captar financiamento no exterior, já que a torneira dos bancos públicos secou. O problema é que isso impacta o superavit primário, obsessão de Levy.

 

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02jun

O recurso da Folha de S. Paulo para anular a condenação por “permitir passivamente que seus empregados e/ou prestadores de serviços fizessem ‘brincadeiras’ que possam ofender a dignidade do ser humano” foi negado. A decisão foi unânime entre os desembargadores da 12ª Turma do Tribunal Regional de São Paulo. Quem liderou o julgamento foi o Juiz Jorge Eduardo Assad, que considerou que o jornal permitiu que seus funcionários trocassem mensagens com “piadinhas sobre raça, cor ou etnia”.

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No ano passado, a Folha já tinha sido condenada a pagar R$ 50 mil de indenização a um ex-colaborador porque tinha ciência, de acordo com a Justiça, da troca frequente de e-mails de cunho racista entre seus funcionários, mas nada fez para impedir a prática. Na defesa, o jornal alegou que o caso se tratava de uma mera “brincadeira” entre os funcionários e, assim, pediu recurso para anular a decisão.

Embora o pedido da Folha não tenha sido atendido, os desembargadores reduziram o valor da condenação de R$ 50 mil para R$ 15 mil. À frente da defesa do ex-funcionário que processou o veículo de comunicação, o advogado Kiyomori Mori reprovou a medida que reduziu o valor da indenização. “A prática nefasta do racismo não tem preço, portanto a redução representa uma tarifação indevida dessa odiosa conduta no ambiente de trabalho, que pode estimular a prática dentro de empresas com grande poder econômico”, explicou ao afirmar que vai recorrer da decisão ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.

Além do ato discriminatório envolvendo a Folha, foram condenadas outras quatro empresas (Expernet Telemática, Comércio e Consultoria de Informática, Worksolution Cooperativa de Trabalho dos Empreendedores em Tecnologia da Informação e Nova Dinâmica Tecnologia da Informática) que realizaram a intermediação da contratação da mão de obra do ex-empregado para trabalhar para o jornal, sem registro na carteira de trabalho. O profissional trabalhava no “helpdesk” de informática, responsável por ajudar os jornalistas com seus computadores.

Mori comentou que, como são cinco empresas envolvidas, cada uma pagará apenas R$ 3.000,00 pela permissividade de deixar seus funcionários fazerem “piadas” e “brincadeiras” racistas. “Como foram mais de cinco anos de trabalho nesse ambiente medonho, cada mês de racismo custou apenas R$ 50,00 para cada empresa”, lamentou.

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02jun

Claudio Humberto

Pesquisa realizada no Distrito Federal mostra que a desaprovação do governo Dilma Rousseff soma 84%, enquanto apenas 12,2% o aprovam. O levantamento surpreende: ela tem a repulsa – mais de 80% – de todos segmentos, independentemente de sexo, idade, faixa etária, classe econômica e local de residência. O pior índice de Dilma está entre adultos de 35 a 44 anos: no DF, 87% do total a desaprovam.

A pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, conhecido pela elevada margem de acerto, entrevistou 1.280 eleitores entre 25 e 28 de maio. Adultos de 45 a 59 anos, residentes no Distrito Federal, pegam mais leve com Dilma: a repulsa por ela é de “apenas” 80,5%.

Mais mulheres que homens desaprovam o governo Dilma: 85,1% contra 82,8% da população masculina do DF, respectivamente. O levantamento mostra que 77,7% dos entrevistados avaliam que Dilma está indo pior do que o esperado. Só 3% acham que melhorou.

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02jun

As relações entre CBF e Judiciário Desportivo foram alvo de investigação da Polícia do Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo. Um dos investigados foi o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt. De acordo com escutas telefônicas às quais a ESPN teve acesso, ele recebeu ingressos da CBF durante o evento no Brasil, e a suspeita da polícia era de que ele estivesse revendendo as entradas.

Veja mais dessa história de grampo na CBF aqui

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02jun

O Globo

Dados sobre outros 1.753 contratos, no valor de R$ 320 bilhões, em operações domésticas, também foram divulgados


BNDES – Vanderlei Almeida / AF

BRASÍLIA – Pressionado para apresentar mais transparência por inúmeros segmentos da sociedade brasileira, o BNDES tornou público na internet, nesta terça-feira, dados de todos os contratos de exportação de serviços de engenharia a países entre 2007 e 2015, totalizando US$ 11,9 bilhões, incluindo Cuba e Angola. O anúncio foi feito pelo presidente do banco, Luciano Coutinho, e pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro.

Coutinho anunciou, ainda, que a instituição também colocou no site dados sobre 1.753 contratos, no valor de R$ 320 bilhões, em operações domésticas.

— No link BNDES Transparente (no portal do BNDES), as operações estarão na internet, com o resumo do projeto, o valor financiado, a taxa de juros, o prazo, as garantias, a moeda, os custos e as formas de apoio — disse Coutinho.

SIGILO BANCÁRIO PRESERVADO

Ele assegurou que o sigilo bancário das empresas será preservado. Citou como informações que não podem ser divulgadas a estratégia de negócios, a situação financeira da empresa, se há uma alavancagem maior ou menor, a estrutura de endividamento e a análise do balanço — o que origina o rating ou nota de crédito.

— Essa análise é baseada em informações fornecidas pela empresa relativas à sua intimidade. Outros componentes [a serem preservados] são as condições legais e cadastrais das pessoas físicas, os contenciosos com a Receita e a Justiça e informações que dizem respeito à estratégia comercial de negócios — completou.

Segundo ele, no caso das operações internacionais, até então eram publicadas informações consolidadas por exportador e país de destino, com as datas de contratação. Doravante, serão conhecidos os exportadores — com CNPJ — além dos demais dados imanentes ao projeto. Coutinho assegurou que será respeitado o sigilo bancário das empresas.

— O BNDES está dando um grande passo em matéria de transparência, com a decisão de desclassificar determinadas informações. A instituição se tornou a instituição financeira mais transparente entre os bancos de desenvolvimento e bancos oficiais de exportação do mundo inteiro — enfatizou.

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02jun

O petismo local está de sobreaviso. O Ministério Público Federal pediu a condenação dos executivos da construtora Camargo Corrêa por formação de cartel, fraude a licitação, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. O MPF quer ainda a restituição dos R$ 50 milhões desviados para o pagamento de propina das obras das refinarias Getúlio Vargas (Repar, no Paraná) e Abreu e Lima (em Pernanbuco) e o pagamento de uma indenização mínima à Petrobras de R$ 343 milhões. As informações são d’O Globo.

No memorial final, apresentando à Justiça na sexta-feira (29), os procuradores pediram o desmembramento da ação contra o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, apontado como o chefe do “Clube das Empreiteiras”. Pessoa assinou um acordo de delação premiada com o MPF.

Além do executivos da empreiteira – Dalton Avancini, Eduardo Leite e João Auler –, os procuradores pediram a condenação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa; do empresário Márcio Bonilho, da Sanko Sider; de Leonardo Meirelles; do doleiro Alberto Youssef; e dos operadores do esquema Jayme “Careca” e Adarico Negromonte.

 

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02jun

O Jornal de Londrina pesquisou no Portal da Transparência três colégios estaduais em Londrina e identificou que o salário médio dos professores ficou acima dos R$ 5 mil. Em abril, o salário médio dos professores do Colégio Estadual Vicente Rijo, no centro, foi de R$ 6,8 mil. Na tabela, dos 96 professores identificados pelo jornal, 65 receberam acima de R$ 5 mil. O maior salário pago foi de R$ 16 mil.

No Colégio Estadual Professora Ubedulha Correa de Oliveira (zona norte), o salário médio foi de R$ 5,5 mil. Dois professores receberam pouco mais de R$ 10 mil. Dos 45 professores filtrados, 20 receberam mais de R$ 5 mil. No Colégio Estadual Barão do Rio Branco, no centro, a média de ganhos dos professores ficou em R$ 6,1 mil. O maior valor recebido foi R$ 11,6 mil. Dos 52 professores identificados pelo jornal, 32 receberam em abril mais de R$ 5 mil.

 

 

 

 

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02jun

Os comerciantes do Litoral paranaense lançaram esta semana um manifesto pedindo a compreensão dos professores em greve e o retorno das aulas. A paralisação já dura 46 dias letivos e pode diminuir em até 40% a renda do comércio na região, que é fortemente ligada ao turismo. A previsão é da Associação de Hotéis, Pousadas, Restaurantes, Bares, Casas Noturnas, Prestadores de Serviços e Similares do Litoral Paranaense (Assindilitoral).

A principal preocupação dos comerciantes é com a reposição das aulas. De acordo com o presidente da associação, Carlos Dalberto Freire, se a greve for mantida e os alunos tiverem que repor as aulas no período das férias, essa pode ser a pior temporada da história para o comércio do Litoral. “A nossa economia será muito prejudicada se a greve continuar. Se esse cenário permanecer, sem dúvida, corremos o risco sério de termos a pior temporada da história para o comércio da região”, disse.

Durante a alta temporada, o litoral paranaense recebe mais de três milhões de turistas, segundo a associação. O movimento garante renda e desenvolvimento para a região também durante a baixa temporada. “Nossa economia depende do turismo. Todo o nosso comércio gira em todo da atividade turística”, lembrou Freire.

De acordo com Freire, mais de mil estabelecimentos comerciais serão afetados com o baixo número de turistas. Ele alerta para o risco de demissões caso a greve dos educadores continue. “São mais de 10 mil trabalhadores que atuam diretamente com o turismo. Se os turistas não descerem ao Litoral, muitos correm o risco de perder o emprego e alguns comerciantes fecharem as portas”, alertou.

 

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02jun

O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró pediu à Justiça para ser transferido para o Complexo Médico Penal do Paraná. Ele está preso desde janeiro deste ano na Polícia Federal, em Curitiba, base das investigações da Operação Lava Jato. “O pedido se justifica ante as reiteradas manifestações do Departamento de Polícia Federal de Curitiba – Paraná nesse sentido, com as quais anui o peticionário”, diz o documento subscrito pelo advogado Edson Ribeiro, que defende o ex-diretor. As informações são do Estadão.

Nas últimas semanas, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, mandou transferir muitos outros acusados para o Complexo Médico Penal, situado na região metropolitana de Curitiba. O juiz atendeu pedido da Polícia Federal, que alegou não ter espaço suficiente para alojar todos os réus da Lava Jato.

Cerveró respondia a dois processos no âmbito da Lava Jato. Na semana passada, ele foi condenado pela Justiça Federal em uma das ações, a cinco anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro na compra de apartamento de luxo em Ipanema, zona Sul do Rio, hoje avaliado em R$ 7,5 milhões.

A sentença é do juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato. Moro decretou também confisco do imóvel que, segundo o Ministério Público Federal foi adquirido “com produto de crimes de corrupção” na Petrobras.

Para ocultar “a origem e natureza criminosa dos valores envolvidos na aquisição, bem como o real titular dos valores e do imóvel”, Nestor Cerveró constituiu, de acordo com a denúncia da força tarefa da Lava Jato, em 12 de abril de 2007, a empresa Jolmey Sociedad Anonima no Uruguai.

Em 7 de novembro de 2008, o ex-diretor da estatal montou uma subsidiária da Jolmey no Brasil, a Jolmey do Brasil Administradora de Bens Ltda. O capital da empresa brasileira foi constituído por investimento direto da Jolmey, ingressando cerca de R$ 2,6 milhões do exterior. Desse total, R$ 1,53 milhão foram utilizados para aquisição do imóvel e o restante para reforma do imóvel e pagamentos de tributos e honorários advocatícios.

 

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02jun

O tempo passa, a Lusitana roda, e o tamanho do problema só aumenta

Justiça (Foto: Arquivo Google)


Ricardo Noblat

O filho do ministro Aroldo Cedraz, presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), foi citado na delação premiada do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, sob a suspeita de ter vendido informações privilegiadas do tribunal, informa O Globo.

Tiago Cedraz, advogado, 33 anos, atua em Brasília e tem vasta carteira de clientes. Preso até outro dia, Ricardo é apontado como o chefe do clube das empreiteiras envolvidas com a corrupção na Petrobras. Está contando à Justiça parte do que sabe.

Algumas dezenas de vezes, o presidente do TCU deixou de participar de julgamentos por se declarar suspeito. Não participou de nenhum onde seu filho ou o escritório dele fosse parte interessada. Muito bem. Mas e daí?

Trata-se de uma questão que o Judiciário evita enfrentar para valer – o conflito nem sempre bem resolvido entre ministros de tribunais superiores e seus filhos advogados. Joaquim Barbosa assumiu a presidência do Supremo prometendo abrir a discussão a respeito.

Nem ele teve coragem de fazê-lo.

O tempo passa, a Lusitana roda, e o tamanho do problema só aumenta.

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02jun

Editorial, Estadão

Documento interno da corrente do PT da qual Lula é o mandachuva, a ser apresentado no Congresso do partido que se reúne este mês em Salvador, proclama: “Não se pode fazer da necessidade de sanear a situação fiscal a ocasião para a apologia de uma política econômica conservadora, cujas consequências bem conhecemos”. A crise em que o projeto de poder de Lula mergulhou o País sugere, porém, que a forma mais adequada de colocar a questão é outra: não se pode fazer da necessidade de defender conquistas sociais a ocasião para a apologia de uma política econômica populista e irresponsável cujas consequências, que bem conhecemos, é o empobrecimento geral.

Não passam de pura encenação e de mero jogo de disputa de poder os arreganhos dos lulopetistas contra o projeto de ajuste fiscal coordenado, em nome da presidente da República, pelo ministro Joaquim Levy. Ninguém no PT ignora que o futuro do partido depende da capacidade do governo, pelo qual o partido é responsável, de corrigir os próprios erros para promover a recuperação da economia e a retomada do crescimento, condição essencial à garantia e ampliação de conquistas sociais. Ninguém, no PT de Lula, ignora que a gravidade da situação exige o remédio amargo do corte de despesas e aumento de taxas e tributos, agora, indispensáveis para o saneamento das contas públicas. Ninguém no PT de Lula – como, de resto, todos os brasileiros, à exceção talvez da militância acrítica e da massa sindical manipulada – ignora que o ajuste fiscal exige sacrifícios do conjunto da sociedade e não apenas dos mais pobres,
embora seja sensato e justo cuidar para que o impacto sobre estes últimos seja o menor possível.

Mas o lulopetismo está comprometido, muito mais do que com a defesa de causas populares das quais se proclama patrono exclusivo, com sua própria ambição de permanecer no poder a qualquer custo. Por isso não se peja de, sendo o partido do governo, posar de opositor às medidas que o governo propõe para tirar o País do buraco no qual o lançou.

A estratégia lulopetista consiste em atacar Joaquim Levy, o “mão de tesoura”, o “neoliberal”, o “representante dos banqueiros”, na tentativa de vê-lo substituído pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, antigo e competente membro do quadro petista, saudado como “desenvolvimentista”. Supondo que Dilma Rousseff se deixe pressionar a ponto de promover essa troca, o que ocorrerá? Nelson Barbosa vai rasgar o programa de ajuste fiscal que ajudou Levy a elaborar e está ajudando a implantar, independentemente de eventuais divergências pontuais com o parceiro? Dilma Rousseff, que claramente apoia o trabalho que seu ministro da Fazenda desenvolve em seu nome, vai pedir desculpas ao PT e abandonar a “política econômica conservadora”?

Se o comando da equipe econômica viesse a ser assumido por alguém indicado pelo PT – na hipótese aparentemente improvável de que, por qualquer razão, Joaquim Levy deixasse o cargo –, é difícil de acreditar que, no essencial, alguma coisa mudasse. O discurso oficial seria certamente “adaptado” às tradicionais bandeiras petistas, mas o programa de ajuste permaneceria basicamente o mesmo, por absoluta falta de alternativa. E, docemente constrangidos, os petistas assumiriam a mesma postura pragmática que adotaram no primeiro mandato de Lula, quando as bases para seu ambicioso programa social foram garantidas pela estrita observância dos fundamentos do Plano Real e Lula e o PT faturaram alto com os resultados obtidos.

De qualquer modo, um problema sério estaria criado. Quando nomeou Joaquim Levy, a presidente da República tinha em mente a intenção de conquistar a confiança e o apoio do mercado para o desafio de recolocar o País na trilha do crescimento. É certo que os agentes financeiros e econômicos, daqui e de fora, considerariam uma eventual reviravolta dessa natureza um retrocesso definitivamente comprometedor da credibilidade do governo Dilma.

Aos trancos e barrancos o governo tem conseguido aprovar no Congresso as propostas para o reajuste fiscal. Se tudo der certo, todos ganham, inclusive o PT. Mas Lula continua pescando em águas turvas para poder botar em Dilma a culpa de tudo o que der errado.

 

 

 

 

 

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02jun

Fernando Nandé

Estava traduzindo mais uma fábula de Fedro (Os Cães Famintos) e deparei-me com a seguinte sentença: “Um plano estúpido não só carece de efeito, mas também arrasta os mortais à desgraça”; e Fedro nessa fábula demonstra a estupidez de dois ou mais cães famintos que, ao verem um pedaço de couro boiando no meio do rio, traçam o plano de sorver toda a água, até que o rio se esvazie e eles alcancem o que tanto desejam para saciar a fome. Evidente que os cães famintos morrem no final da história, nessa louca tentativa de tomar a água de um rio inteiro.

Ora, vamos trazer essa alegoria de Fedro para nossos dias e compará-la com a greve da APP-Sindicato, que parece ter optado por sorver a água do rio para atingir seu objetivo, o qual não é mais o salário em si, mas desgastar ao máximo o governo endemoniado na figura do governador tucano Beto Richa, patente nas palavras de ordem que pedem o seu impeachment.

Infelizmente, os dirigentes da APP ignoram uma coisa que os operários ingleses aprenderam já no início da Revolução Industrial: tão difícil quanto entrar em greve, é manter ou sair de uma greve, ainda mais quando a greve deixa sua pauta reivindicatória salarial e parte para a inconsequente greve política, por irresponsabilidade e debilidade de avaliação. Uma greve para derrubar governos, quaisquer governos, tem que ser, no mínimo, geral e de todos os trabalhadores. De resto, é insanidade apenas.

A APP foi feliz ao convocar a greve, duas por sinal, e mais feliz ainda ao obter durante o movimento a reação estúpida do Estado, conhecida como o “massacre do Centro Cívico”, um erro primário que deve custar ainda muito capital político para o governador Beto Richa, secretários de Estado e deputados da base aliada do governo. A partir desse momento, como era de se esperar, o movimento paredista ganhou músculos e agregou a si a volúvel opinião pública, informada por uma mídia que também se encontrava descontente com os nacos de verbas públicas de publicidade, que não estavam chegando como deveriam chegar fartamente a suas tesourarias.

Profundamente entusiasmada, a direção da APP resolveu prolongar a greve, crente que lutava contra uma máquina enfraquecida, porém desconsiderando essa máquina ainda era governo, com amplo apoio na Assembleia Legislativa e decisões favoráveis do Poder Judiciário e que, a volúvel opinião pública poderia se esquecer rapidamente do massacre e começar a pensar nas consequências de uma greve tão prolongada. De repente, alguém lembrou que a greve obrigaria um ano letivo que se estenderia até  2016; alguém lembrou dos vestibulandos que têm prova do Enem já marcadas para outubro e mais algumas no fim deste ano; outros lembraram que seus filhos estavam condenados ao ócio improdutivo em casa, com a perspectiva de ter os conteúdos repostos nas coxas, em calendários apressados e horários de aula reduzidos. Alguém lembrou que essas horas paradas poderiam ser descontadas e reduzir ainda mais o salário. Resultado, boa parte das escolas já funcionam, algumas na totalidade, outras parcialmente.

Ou seja, a greve tende a ser esvaziada por fadiga dos grevistas à medida que o tempo passa e o governo retoma o controle de si e da opinião pública. Nessas condições, o tempo não é o melhor aliado da greve, posto que, os interesses dos professores, dos alunos e dos pais são difusos. Se por um momento, durante a repercussão negativa do massacre, a APP contou com o apoio da opinião pública, agora já não conta mais, pois ela comporta-se como o vento, sopra para o lado que lhe convém e arrasta os incautos que desconsideram esse detalhe próprio dos confrontos reivindicatórios laborais.

Os dois cães famintos estão na beira do rio, o governo e a APP, e sofrerá menos aquele que souber desistir no momento exato do plano que julgavam inteligente. Ao ceder numa proposta salarial acima do que oferecia, embora parcelada, o governo parece ter desistido de sorver a água, confiante que está no revés da opinião pública. Agora resta a APP, caso o governo não volte a fazer bobagens, saber a hora de parar e negociar enquanto ainda tem forças.

 

 

 

 

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02jun

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Durante a tarde de ontem, segunda-feira (01), policiais civis da equipe Echo/G.D.E, prenderam um homem autor de vários furtos a residências e estabelecimentos comerciais de Foz do Iguaçu e prenderam ainda em flagrante dois empresários da cidade que compravam os objetos furtados.

Através de uma denúncia anônima, via 197, os investigadores chegaram até a pessoa de nome Natalicio Soares de 26 anos, o qual estaria cometendo furtos de peças e revendendo à oficinas mecânicas de Foz do Iguaçu. Após a prisão de Natalicio, o mesmo acabou em depoimento confessando vários furtos e declinando aos policiais o local onde teria revendido os objetos furtados.

De posse das informações, os policiais diligenciaram até uma oficina, localizada na entrada da “Favela do Bolo”, no Bairro Vila Portes, onde foram recebidos por Elias Antonio Leiva Benitez, de 47 anos, vulgo “Cabelo”, dono da oficina, e ao ser informado das informações repassadas por Natalino, acabou por confessar aos policiais a compra de 03 baterias automotivas, 02 furadeiras e 01 makita, sendo que os produtos ainda estavam exposto a venda. Diante dos fatos, todos os objetos foram apreendidos e Elias Antonio autuado pelo crime de receptação de produto de crime.

Na sequência, os policiais foram até outra loja, localizada no Bairro Vila Portes, onde foram recebidos pelo proprietário, Khaled Mohamad Tarabayh, de 40 anos, o qual disse não lembrar ter comprado nenhum produto de Natalino. Sendo que os policiais levaram Natalino até a loja, onde ele apontou quais seriam os produtos vendidos por ele a Khaled Mohamad. Os objetos também foram apreendidos, e Khaled autuado pelo crime de receptação de produto de crime.

De posse de Natalino, os policiais encontraram outros objetos furtados, mas até o presente momento não localizou os devidos proprietários. Elias Antonio e Khaled Mohamad pagaram fiança e responderam pelo crime de receptação em liberdade. Natalicio Soares foi autuado pelo crime de furto qualificado e encaminhado a Cadeia Pública.

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02jun

Do UOL, em São Paulo

  • Blatter entregou ao cargo de presidente da FifaBlatter entregou ao cargo de presidente da Fifa

O presidente da Fifa Joseph Blatter renunciou ao cargo nesta terça-feira. O mandatário foi reeleito na semana passada e pediu para que uma nova eleição seja realizada. A decisão de deixar a Fifa ocorre em meio ao maior escândalo da entidade, que resultou na detenção de sete dirigentes às vésperas do pleito, que teve Blatter como vencedor.

”Um novo presidente será eleito para me suceder. Vou continuar a exercer minha função como presidente até um novo presidente ser escolhido”, afirmou Blatter em um pronunciamento realizado na sede da Fifa.

O anúncio de renúncia pegou de surpresa, ainda mais pelo fato de que Blatter havia pedido apoio de todos para governar mais um mandato na Fifa. Acusado de inúmeros envolvimentos em corrupção, Blatter negou a todos e inclusive atacou a ação da polícia norte-americana, que coordenou a prisão dos dirigentes.

“‘(Esta nova eleição) ocorrerá com tempo suficiente para se encontrar os novos candidados e que eles possam fazer suas candidaturas. Agora, estarei numa posição de focar em implementar ambiciosos protocolos de transparência e reformas para seguir o meu mandato”, afirmou Blatter.

“Meu mandato parece que não é mais apoiado por ninguém”, disse o suíço.

A data da nova eleição será definida pelo Comitê Executivo da entidade e pode ocorrer entre dezembro e março, em um congresso extraordinário. O processo de transição será comandado por Domenico Scala, membro do comitê.

A renúncia acontece em um momento em que até o braço direito de Blatter é acusado de corrupção. O secretário-geral Jerome Valcke é ivnestigado por suspeita de suborno em repasse de US$ 10 milhões feito pelo Comitê Organizador da Copa da África do Sul para a Concacaf, em 2010.

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