Investigação da Lava-Jato mira bancos do Brasil e do Paraguai

Entre 2014 e 2016, Banco Paulista trouxe do paraguaio Basa R$ 6,7 bilhões em espécie dentro de aviões fretados
Operação da Lava Jato mira Banco Paulista Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
Operação da Lava Jato mira Banco Paulista Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

SÃO PAULO — Desconhecido do grande público mas com sede em um suntuoso edifício da Avenida Brigadeiro Faria Lima, coração financeiro de São Paulo, o Banco Paulista será alvo de escrutínio daLava-Jato por causa do registro, em apenas três anos, de uma proeza: entre 2014 e 2016, a instituição financeira trouxe para o país em aviões fretados R$ 6,7 bilhões em espécie .

Se esse montante tivesse sido transportado em notas de R$ 50 e de uma só vez, teria ocupado todo o compartimento de cargas de um Boeing 737. A maior parte desta operação de importação de moeda foi feita com o paraguaio Banco Basa, antigo Amambay, que pertence à família do ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes.

Vai encarar?

É dada a largada para as eleições 2020! Neste ato estarão presentes os deputados Arilson e professor Lemos! É o momento para o PT de Foz do Iguaçu somar com os companheiros e companheiras progressistas!!!
Estaremos nos filiando neste evento.

PITACO: Nota publicada n facebook do PT de Foz do Iguaçu.

PITACO II: O Hamilton Serighelle unha e carne com o Beto Richa do PSDB, disse que vai filiar-se ao PT para sair candidato a prefeito de Foz do Iguaçu. Então, tá.

Só no aguardo

A se julgar pela resposta da ex-governadora Cida Borghetti, sobre a negativa de sua aposentadoria após oito meses no cargo, ela deverá ir à justiça para obter os mais de R$ 30 mil mensais.

“A assessoria informa que a ex-governadora Cida Borghetti aguarda que o governador Ratinho Jr oriente a Procuradoria Geral do Estado sobre a sua decisão e o Estado responda ao pedido administrativo”, diz a nota. Se Cida Borghetti for à justiça, estará renunciando à carreira política, consideram alguns.
Aliás, a propósito da manutenção da aposentadoria de ex-governadores, não pesou apenas a questão da legalidade da retroatividade. Luiz Fernando Pereira, filho do ex-governador Mário Pereira,
Filho de Mário Pereira, teria ajudado no lobby na Alep.

PITACO: E o nosso deputado soldado Fruet (PROS) como teria votado nesse imbróglio do fim das aposentadorias dos ex-governadores? Dizem que ele saiu do plenário da Alep para nao votar. Eu, sinceramente, nao acredito.

As duas bandeiras do deputado Vermelho: Abertura da estrada do Colono e jogatina

Com cinco meses de mandato na Câmara Federal o deputado Vermelho (PSD) já disse á que veio:

Quer a reabertura da Estrada do Colono e, pasmem!, a reabertura da jogatina no país. Para isso conta com os préstimos de seu principal cabo eleitoral, o Bonato, que não se cansa de publicar no corvo ás maravilhas que a jogatina pode trazer ao país. Todo dia tem notinha. E o Bonato tem sim uma grande simpatia pelo jogo, vejamos:

Lá trás no final dos anos 80 Bonato juntou-se ao Bovino, o representante dos bicheiros cariocas em Foz do Iguaçu e trataram de montar um cassino clandestino nas imediações da Itaipu, onde hoje funciona o Sindicato dos Eletricitários do Paulo Assis Sepp. Na noite de estreia ao invés de aparecer os otários para jogar, apareceu a Polícia Federal que encanou os organizadores. Já contei isso uma vez. E o Bovino (que não me deixa mentir apesar de estar sob sete palmos de terra) foi que me contou, rindo ás bandeiras despregadas… Bovino em vida sempre foi um bom gaiato. Lembro-me como se fosse hoje.

PITACO: Para este despretensioso blog se o jogo for regulamentado no país (a igreja Católica e os Evangélicos são visceralmente contra) trará junto tudo que não presta como a agiotagem, prostituição, drogas, desestruturamento da célula familiar e vai por aí afora. Jogo é coisa de quem não tem mais o que fazer. Oxalá nunca mais se instale oficialmente no país. É a nossa opinião.

E POR FALAR NO BONATO

Se você seguir o endereço do jornaleco Gazeta Diário no expediente verá que sua redação funciona na rua Bartolomeu de Gusmão (no centro entre as avenida Brasil e Almirante Barroso) dará com o nariz na porta. A patota se pirulitou do local onde estava desde 2017. É que as coisas estão complicadas para a empresa jornalistica (que segundo um despacho de juiz federal não passa de uma sucessora da Gazeta antiga que foi á breca). As mais de 40 ações na Justiça do Trabalho que tramitam devem cair no colo do Bonato e do seu filho o “little orange”.  Mas se você for oficial de Justiça ou coisa que o valha e quiser achar o novo endereço da tchurma basta dar uma vasculhada no Parque Monjolo que encontra. Juntou-se redação e gráfica num barracão lúgubre como mostra a foto abaixo:

PITACO II: Segundo uma linguinha descobriu, o jornaleco, para sobreviver aos tempo de internet,  demitiu quase todos os funcionário restando uns três ou quatro. Adotaram a prática do “home office” onde o colaborador trabalha em casa e manda via e-mail para a “redação” o material solicitado. E nessa as famosas “visitas á redação” foram pro vinagre.
Quem diria, o jornal que chegou a valer 10 milhões de dólares (nas palavras do Bonato) e que seria os olhos da fronteira, acabou nisso. Num galpão mal-ajambrado.

VERA VERÃO PERDEU

Vereador Marcelo Marcolino Moura (será que vive “marcando touca”?) tinha como sonho de consumo virar o líder do prefeito Chico Na Câmara Municipal. Mas não deu liga, Chico optou pelo Rogério Quadros (PTB) seria influencia do Vermelho? Uma fonte nos disse que o Chico acha o Vera Verão muito espaçoso e não seria apto para a função. Tadinho do Marcelo Marcolino. Perdeu de novo.

E por falar no gajo vamos esclarecer uma coisa referente ao processo de “marcação de votos” no legislativo em que o Marcelo acabou condenado por improbidade administrativa. Quando recorreram, o TJ-PR mandou o processo voltar a 2ª Vara Fazendária para ser processado novamente. Do zero. Seguiu o principio da ampla defesa e do contraditório.
Motivo: uma das testemunhas arroladas pelo MP chamada José Reis (o Cazuza, de triste lembrança) não foi ouvido. É mole? Agora para achar o Cazuza tá fácil, basta dirigir-se á PEF 1.

EX-VEREADOR PROTETOR JORGE

Neste domingo bati com o ex-vereador Protetor Jorge na feirinha da JK. Ele estão macambúzio, triste por ter perdido a cadeira no legislativo por conta de uma condenação por improbidade administrativa quando foi diretor de Saúde em Santa Terezinha de Itaipu. Me disse, inclusive, que foi expulso do PTB. Agora vejamos:
Quem de fato controla o PTB na fronteira é o deputado Vermelho (que assinou ficha no PSD) mas continua dando as cartas nos Trabalhistas. E sabem quem continua, oficialmente, presidindo o PTB na fronteira? Bingo! O Eduardo Teixeira, o Fraldão. Vou peguntar: uma pessoa que cumpriu pena devido á condenação criminal pode seguir presidindo partido político? Como fica então o principio da Moralidade insculpido no artigo 37º da Constituição Federal? Quem tem que ver isso é o MP. Apenas damos ás dicas.

Amém!

 

 

Com o Boca Aberta, ao lado do Marreta

Boca Aberta é liso como quiabo

Do correspondente em Brasília

O deputado federal Boca Aberta (PROS/PR) contratou a esposa do ex-chefe de gabinete de André Vargas Ilário (PT), o midiático André Guimarães, que fora denunciado num rolo com a Caixa Econômica Federal e patrocínios, além de condenado pela Justiça Eleitoral de Londrina por crimes eleitorais. Trata-se de Luciane Aparecida de Souza, que está lotada no quarto melhor cargo do gabinete em Brasília, sobre a rubrica de secretária parlamentar (SP20). Ela está abaixo de Everton ‘Marreta Branca’ Assis, o assessor que grava os vídeos do notório parlamentar de Londrina.

Do Zé Beto

 

A delação de Dario Messer e seus familiares

Dario Messer o Rei dos doleiros prestes a fazer delação premiada…

Do blog de Lauro Jardim em O Globo

A casa está perto de cair para quem durante décadas operou com Dario Messer, o doleiro dos doleiros, foragido desde maio do ano passado, quando foi deflagrada a Operação Câmbio, Desligo, uma das fases da Lava-Jato fluminense.

Messer está fechando sua delação premiada com o MPF. Mais do que isso: sua mulher, Rosane, e os filhos Dan, Denise e Deborah e até um genro já estão com suas delações assinadas e homologadas pela Justiça.

No acordo negociado para Dario, R$ 240 milhões terão que ser pagos. Sua mulher e filhos também serão multados em pelo menos outros R$ 200 milhões. O pagamento, neste caso, será em dinheiro, joias e obras de arte.

Estima-se que Dario Messer tenha aberto 3 mil offshores em 52 países. O banco que controlava em Antígua, o Evergreen, tinha 429 clientes entre políticos, esportistas e empresários.

O cerco sobre Dario Messer se fechou em várias frentes. Num acordo da Justiça brasileira com a do Paraguai (Dario tem dupla nacionalidade, brasileira e paraguaia), ficou definido que os cerca de R$ 410 milhões que o doleiro possui naquele país serão bloqueados. Metade desse valor será repatriado para o Brasil, a partir de uma decisão do juiz Marcelo Bretas.

PITACO: Será que tem membros de famílias influentes de Foz do Iguaçu que vão perder o sono depois de ler essa nota? Hummm….

 

303 ações trabalhistas na Justiça podem levar Gazeta do Povo a prejuízo de R$ 100 milhões

Com 303 certidões positivas de ações trabalhistas do primeiro grau, registradas no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região – PR, o Grupo GRPCOM, que administra as empresas Editora Gazeta do Povo, Editora o Estado do Paraná e Sociedade Rádio Emissora Paranaense (TV Canal 12), contabiliza mais um rombo superior a R$ 100 milhões só em trabalhistas em aberto.
Este volume de ações e passivo deverá resultar na demissão de mais de 80 pessoas, segundo fontes do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná, o que aumentaria ainda mais a dívida do Grupo de Comunicação que vem amargando prejuízos desde 2010 e já teve que se desfazer de sete empresas da área jornalística.

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Risco de desgoverno

Crescem sinais de alarme com a desarticulação de Bolsonaro, que precisa evitar crise maior

Jair Bolsonaro, em seu primeiro compromisso internacional como presidente do Brasil, em Davos, em janeiro
Jair Bolsonaro, em seu primeiro compromisso internacional como presidente do Brasil, em Davos, em janeiro – Fabrice Coffrini – 22.jan.2019/AFP

 

Havia esperança no início do mandato de Jair Bolsonaro (PSL). Quando o presidente tomou posse, 65% dos brasileiros acreditavam em um governo ótimo ou bom, otimismo considerável para um país que saíra dividido da eleição acirrada.

A confiança de consumidores e empresários aumentara, como costuma ocorrer quando se escolhe um novo mandatário. Preços e taxas do mercado financeiro refletiam a crença de que assumia um governo capaz de implementar reformas e destravar o crescimento.

Menos de cinco meses depois, difundem-se sinais de frustração —e o sentimento vai rapidamente  se aproximando do alarme. O desgaste político recrudesce, as expectativas econômicas se deterioram, a tensão financeira é crescente.

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