LANÇAMENTO DA 6ª CORRIDA UNIVERSITÁRIA COM CAMINHADA E PASSEIO CICLÍSTICO

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SERVIÇO: 
EVENTO: Lançamento da 6ª Corrida Universitária com Caminhada e Passeio Ciclístico.
DATA: 31 de agosto 2016.
HORÁRIO: 10:30 horas.
LOCAL: Sala de Conferências UDC Centro. 


RELEASE – 6ª CORRIDA UNIVERSITÁRIA COM CAMINHADA E PASSEIO CICLÍSTICO 
Com o objetivo de contribuir com o meio ambiente e incentivar a busca por práticas que dão um upgrade na qualidade de vida, o Grupo UDC lança nessa quarta-feira (31) às 10:30 da manhã a 6ª Corrida Universitária com Caminhada e Passeio Ciclístico. 
Participarão do evento: Foztrans, Guarda Municipal, ACORREFOZ, 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado, 9° Grupamento de Bombeiros, Capitania Fluvial do Rio Paraná, 14º Batalhão da Polícia Militar, Sesc, Secretaria de Esportes, RPC, Pet Tosa, Bicicletaria Iguaçu e ACCI.   
O evento, que já é tradicional no meio acadêmico e comunidade tem por finalidade o incentivo à corrida de rua, na busca de lazer e saúde utilizando práticas saudáveis e divertidas. 
Cada prova terá um percurso diferente que será apresentado durante o lançamento. 

Atenciosamente 

Patricia Lass Weisheimer 
Dep. Comunicação UDC
9962-4059

Parente de Richa é condenado a 13 anos de prisão por fraudes em licitação

Luiz Abi Antoun terá de pagar multa de R$ 171,6 mil, além de 3,5% do valor do contrato que teria sido fraudado, no valor de R$ 45 mil

Gazeta do Povo

Luiz Abi Antoun é acusado de ser o mentor de um esquema que teria fraudado licitações do governo do Paraná. | Gilberto Abelha/Jornal de Londrina

Luiz Abi Antoun é acusado de ser o mentor de um esquema que teria fraudado licitações do governo do Paraná. Gilberto Abelha/Jornal de Londrina

O empresário Luiz Abi Antoun, parente do governador Beto Richa (PSDB), foi condenado a oito anos e cinco meses de reclusão (cuja pena deverá começar a ser cumprida em regime fechado). O réu recebeu ainda pena de cinco anos de detenção (que poderá ser cumprida em regime semiaberto) e multa, totalizando 13 anos e cinco meses de prisão.

Ele havia sido preso em março do ano passado, na Operação Voldemort, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Antoun era acusado de ser o mentor de um esquema que teria fraudado licitações no governo do estado. Outras seis pessoas também foram condenadas.

A decisão foi proferida nesta segunda-feira (29), pelo juiz Juliano Nanuncio, da 3ª Vara Criminal de Londrina, que considerou que os crimes do qual Antoun era acusado foram comprovados materialmente. O magistrado destacou que o réu agiu tendo “conhecimento da ilicitude” e que se valeu “de seu capital e influência política para enriquecer-se em prejuízo ao erário, fraudando certames públicos e superfaturando preços”.

O juiz reconheceu na sentença que a empresa vencedora da licitação fraudada – a Providence Auto Center – pertencia, de fato, a Antoun, que teria utilizado “laranjas”. “[Antoun] valendo-se de seu capital e influência política para enriquecer enriquecer-se em prejuízo ao erário, constituindo uma pessoa jurídica em nome de terceiro”, consta de sentença.

A Providence foi contratada emergencialmente em dezembro de 2014, por R$ 1,5 milhão, por meio de uma licitação realizada pelo Departamento de Transportes, vinculado à Secretaria de Administração e Previdência (Seap). Pelo contrato – que se tornou alvo da Operação Voldemort – a Providence deveria fazer a manutenção em veículos oficiais na região de Londrina, no Norte do estado.

Penas

Antoun foi condenado por integrar organização criminosa, por falsidade ideológica e por fraudar a Lei de Licitações (nº 8.666/1993). Pelo primeiro crime, a pena foi estipulada em seis anos e um mês de prisão. Para o crime de falsidade ideológica, o réu foi condenado a dois anos e quatro meses de reclusão. Segundo a decisão, o réu deve começar a cumprir a pena por esses crimes em regime fechado.

Delegacia prende em flagrante por tráfico de drogas, homem suspeito de homicídio

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No final da manhã desta segunda-feira (29), investigadores da Delegacia de Homicídios prenderam em flagrante pela prática do crime de tráfico de drogas João Jefferson Palma, 30 anos e Emerson Junior Lourenço, 36 anos, no bairro Morumbi.

Os investigadores realizavam diligências com a finalidade de localizar o autor do crime de homicídio ocorrido na manhã desta segunda-feira (29) que vitimou Eickson Vasques Piega, 23 anos de idade e na residência do principal suspeito do crime de homicídio, João Jefferson Palma, localizada na Rua Olímpico nº 1010, os policiais civis localizaram João e Emerson em um dos cômodos da residência pesando o entorpecente para transportá-lo em um veículo Ford/Fiesta.

Na Delegacia a droga foi pesada e totalizou 180,6 kg (ceno e oitenta quilos e seiscentos gramas). Os envolvidos foram encaminhados para o Delegado de plantão da 6ª Subdivisão Policial.

Quanto à investigação do crime de homicídio, o Delegado Titular da Delegacia de Homicídios disse: “Obtivemos informações anônimas das pessoas da região e pelo 0800-643-2977 que dão conta que João Jefferson Palma foi o autor do crime de homicídio que vitimou Eickson Vasques Piega nesta madrugada. Contudo, para prendermos alguém em flagrante ou representarmos pela prisão cautelar é necessário mais provas, razão pela qual entendemos que ainda não há indícios suficientes de autoria. Desta forma, precisamos de mais provas e contamos com o apoio da população para encerrarmos essa investigação ainda nesta semana”.

POLÍCIA CIVIL PRENDE HOMEM NO BAIRRO SÃO SEBASTIÃO 

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Na tarde desta segunda-feira (29), investigadores da equipe Charlie/G.D.E realizaram o cumprimento do mandado de prisão expedido pela Vara de Execuções Penais de Foz do Iguaçu, bem como o flagrante pela prática de posse irregular de arma de fogo em desfavor de Edgar Roberto Benitez, 24 anos de idade, no bairro São Sebastião.

Os investigadores receberam denúncias de que no Condomínio Grande Lago a pessoa de Edgar estaria ameaçando com uma arma de fogo os vizinhos, bem como estaria dando ordens para que os condôminos permanecessem em suas residências a partir de um determinado horário, prática conhecida como “toque de recolher” e a partir de então aliciava adolescentes moradores do local para realizarem a venda de drogas.

Após alguns dias realizando diligências, na data de hoje os investigadores lograram êxito em localizar Edgar Roberto em seu próprio apartamento no referido condomínio. No local, além de localizarem um revólver calibre 32 constataram que o mesmo possuía um mandado de prisão motivado pela revogação do benefício.

Diante dos fatos, Edgar Roberto foi encaminhado a Delegacia de Polícia onde foi dado fiel cumprimento ao mandado de prisão e a autoridade policial lavrou o flagrante delito pela prática do crime de porte ilegal de arma de fogo. Posteriormente, este foi encaminhado a carceragem provisória da 6ª Subdivisão Policial onde permanecerá à disposição da justiça.

APREENSÃO DE ENTORPECENTE

Às 21h, a Polícia Militar recebeu a informação que na rua Jorge Sanwais havia uma pessoa comercializando entorpecente e que ele teria saído da penitenciária há pouco tempo. Uma equipe da Rocam avistou um indivíduo que tentou fugir da abordagem. Com ele foram encontradas 44 pedras de crack que totalizou 9g.. O homem preso tentou ainda destruir as pedras de crack, pisando nelas.

VEÍCULO RECUPERADO

Às 20h do dia 26, um policial de folga consultou uma placa de uma motocicleta pelo seu celular. Ela constava como sendo furtada. O policial solicitou apoio para a abordagem. Os policiais abordaram o adolescente de 17 anos que informou que havia pego a moto em uma dívida de aproximadamente R$ 490,00.

 

ADOLESCENTE SÃO APREENDIDOS APÓS ROUBO

Às 11h50, ocorreu um roubo na rua Madalena Sotelo no bairro Porto Belo. A vítima relatou que estava sentada na sala de casa, juntamente com a sua filha, quando um indivíduo adentrou a residência apontando uma arma e solicitou que entregasse dinheiro.

Uma equipe da RPA fez diligência e avistou um adolescente de 17 anos saindo de um matagal nas proximidades. Ele informou que participou do roubo e indicou onde estava o outro autor. Os policiais deslocaram até a rua Ouro Preto na Vila C, onde estava outro adolescente de mesma idade. Os pertences das vítimas estavam escondidos em uma mochila em um matagal.

POLICIAMENTO EM LOCAL DE MORTE

Às 14h30, foi encontrado dentro da residência situada na Vila Miranda, um indivíduo caído ao chão com ferimentos de arma de fogo. O Siate esteve no local e constatou o óbito. A perícia constatou ferimento no peito e na cabeça por munição de calibre .40.

 POSSE ILEGAL DE ARMA DE FOGO

Às 20h do dia 27, uma pessoa fugiu ao reparar a presença policial na rua Idema, no conjunto Vale do Sol. O proprietário do terreno informou que havia uma passagem lateral que dava acesso a um cômodo onde reside seu filho. Os policiais realizaram buscas e encontraram uma pistola Taurus calibre 9mm, dentro do guarda roupas. O proprietário foi encaminhado para Delegacia da Polícia juntamente com a arma apreendida.

VEÍCULO FURTADO

Por volta da 1h do dia 28, havia um veículo em chamas na avenida Irio Manganelli. O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter o fogo. Após o término do atendimento foi constatado que o veículo estava completamente destruído. O automóvel Zafira havia sido furtado.

APREENSÃO DE ENTORPECENTE E PISTOLA CALIBRE 380

Às 00h10 do dia 28, policiais que estavam na Operação AIFU (Ação Integrada de Fiscalização Urbana) receberam a informação que estava ocorrendo o comércio de entorpecente em uma residência situada na avenida Andradina e que também haveria uma arma de fogo escondida. Os policiais abordaram a proprietária da residência, que autorizou a entrada, sendo encontrada embaixo do colchão, uma pistola Taurus calibre .380 com nove munições.  Atrás do fogão na parte de baixo, foi encontrado 28g de maconha. A proprietária disse ser usuária, e relatou que a arma não era sua, e que alguém havia escondido a arma durante a festa de comemoração de seu aniversário.

 

 

Deu ruim

Ministério da Saúde

De Leandro Mazzini, na coluna Esplanada:

Balançando no cargo, o desprestigiado ministro da Saúde, Ricardo Barros, preparou megaevento para balanço de 100 dias de sua gestão. Ninguém deu bola. Nem colegas.

Tem vida mais barata, mas não presta não…

Maria Victória-Grecia

Nas redes sociais não é difícil encontrar fotos da boa vida que leva a deputada estadual Maria Victória Borghetti Barros, candidata do PP à Prefeitura de Curitiba, principalmente em suas várias viagens a exterior.

Acima, em foto postada em julho de 2015, com uma amiga, a filha do ministro interino da Saúde e que viu seu patrimônio crescer mais de 5.000%, em apenas dois anos, aparece (esq.) com cigarro na mão no paradísiaco Manassu Beach Bar & Restaurant, na Grécia.

Por que Dilma será condenada pelo tribunal da história

Por Mario Sabino

Dilma Rousseff está no Senado enquanto escrevo.

No seu discurso de defesa, ela afirmou que não decretou a abertura de créditos suplementares sem autorização do Congresso e negou ter contraído empréstimos proibidos junto a bancos públicos, a fim de encobrir a cratera lunar nas contas do governo. Os seus crimes de responsabilidade são golpe da oposição, dos ex-aliados traidores, das elites econômicas e, como de hábito, da imprensa.

Para tentar suscitar compaixão nos seus juízes, a petista apelou às torturas sofridas durante o regime militar (que, não esqueçamos, ela queria ver substituído por uma ditadura comunista) e ao câncer do qual se curou (como se doença fosse certificado de idoneidade).

Agora, nas respostas às perguntas dos senadores, nem mesmo petistas e afins conseguem segurar-se nas cadeiras e fingir alguma atenção às suas falas desconexas. Preferem fazer selfies com Chico Buarque, na parte da galeria reservada aos convidados. Posso imaginar, aliás, o desespero de Chico Buarque. Ouvir Dilma Rousseff é pior do que ouvir a Ópera do Malandro.

Dilma é previsível, tentou ser patética, mas carece de sintaxe e, sobretudo, pathos. Não inspira simpatia ou comiseração. Pelas expressões dos senadores, desperta apenas estupor.

Sabemos que a petista é prova de que não é necessário ter carisma para ser eleito ou para governar. Sabemos que a sua vitória nas urnas é prova de como grande parte dos brasileiros é composta por bobocas. Dilma, contudo, atesta que, assim como uma obra de arte precisa de pathos para atravessar o tempo, um político dele necessita para ser absolvido, se não no presente, pela posteridade.

Por falta de pathos, ainda que fosse inocente, ela será julgada culpada no tribunal da história, não importam os documentários ou os livros que a pintarão como vítima.