Rapapé

Bobato,  Joel de Lima e Jorge Samek fazendo salamaleques para Dilma Rousseff

PITACO: Faltou Rosângela Silva, a Janis querida de Lula, a JANJA que tomou um chá de sumiço.

Chefias regionais

Começam a ser conhecidos os novos chefes de escritórios regionais do Instituto Ambiental do Paraná. O de Maringá deve ser definido hoje. Há um brigueiro pela indicação do novo chefe.

O secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Márcio Nunes, teria preferência por Renato Dalla Costa; o deputado estadual Tiago Amaral defende o nome de Edson Palotta Netto, ex-prefeito de Santa Fé e até recentemente chefe regional do Instituto das Águas do Paraná em Maringá; e outros deputados querem o geógrafo Herman Vargas (Biopuster).
Além de Everton Luiz da Costa Souza, diretor-presidente que acumula também o comando do Instituto das Águas do Paraná e o Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná, foram nomeados chefes de escritórios regionais: Felipe Furquim de Oliveira (Umuarama), Carlos Antonio Pittom (Foz do Iguaçu), José Ewerling (União da Vitória), Marcelo de Mattos (Irati), Walter Helmuth Echert Junior (Londrina), Lucas Umbria (Curitiba), Fabiano Viudes (Campo Mourão), Marlize da Cruz (Cascavel), Elmiro Genero (Pitanga) Taciano Cesar Freire Maranhão (Toledo) e Marcos Antonio Pinto (Jacarezinho). Valmir Tasca foi nomeado chefe de gabinete e Dirceu Abati chefe do escritório regional da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos em Francisco Beltrão.

PITACO: Pitton aqui.

 

Paraguai, “paraíso” para o terrorismo

O Paraguai continua sendo um “paraíso fiscal para o terrorismo” e, com o novo governo, não mudou muito; eles até querem colocar um suposto narcotraficista como o “rei” da CDE, a “cidade do crime”, disse o analista internacional Emanuele Ottolenghi.

Com ABC Color

“Aqueles que vêm para o Paraguai para investir e fazer negócios deve saber que o sistema financeiro, o sistema do país, ética pública, que o nível de corrupção são tais que representam riscos para os investidores e bancos internacionais , ” disse Emanuele Ottolenghi , um renomado analista político e de segurança nos Estados Unidos, ratificação previsto no novo artigo  ao reiterar que o Paraguai ainda é um refúgio para criminosos organizados e até mesmo terroristas como o Hezbollah.

Ele insistiu que, apesar de alguns bons discursos e algumas apreensões importantes, especialmente de cocaína, este governo não avançou realmente na reversão do esquema que continua a corromper as autoridades do Estado e permite que os imigrantes ilegais operem.

“Eu acho que o problema é o nível muito baixo de integridade pública dos governantes no Paraguai. Com todo o respeito, você terá um presidente que se esquece de celebrar o aniversário de 30 anos de democracia, ter um vice-presidente que quer impor um narcopolítico como prefeito da segunda maior cidade do país “, ele questionou, citando o caso do deputado Ulises Quintana.

Ele foi especialmente crítico do vice-presidente Hugo Velázquez e da situação do deputado Quintana, preso em Viñas Cue por supostas ligações com Reinaldo Javier “Cucho” Cabaña.

“Toda essa história que está acontecendo em Ciudad del Este, com a pressão para o Ministério Público sobre a situação do deputado Quintana, é uma vergonha. É algo que não pode acontecer em um país democrático. Que o vice-presidente tome o direito de interferir publicamente para apoiar um político suspeito de ser um narcotráfico, mudando-o para ser o rei da cidade do crime, “ele atacou.

Ele considerou que a situação em nosso país é agravada pela gestão anterior de Horacio Cartes, na qual ele acredita que não houve uma luta direta contra o contrabando de cigarros e drogas, a julgar pelos resultados.

“Durante o governo de Cartes, a impunidade no tráfico de cigarros era evidente”, disse ele, acrescentando que isso era lógico, por causa dos conflitos de interesse que ele teve como um dos principais produtores das marcas contrabandeadas.

“No caso de Cartes era evidente, porque o presidente responsável pelo combate ao tráfico cigarro é o maior proprietário de cigarros que chegam de todo o hemisfério ilegalmente, em seguida, teve um enorme problema que não pode ser tocado. Agora eu acho que você pode tocar mais, mas eu não acho que os níveis de apreensão de cigarros contrabandeados mudaram tão dramaticamente “, disse ele.

Relatórios e pareceres Ottolenghi já geraram confrontos com o governo, mesmo gerando uma resposta do ministro das Relações Exteriores Luis Castiglioni e como os dados quase anecdótico- foi bloqueada no Twitter pelo vice-presidente.

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Lei da Câmara impõe tempo limite para prefeitura atender população na saúde

Norma aprovada e promulgada pela Câmara em 2018 terá efeitos válidos a partir de julho deste ano

Lei da Câmara impõe tempo limite para prefeitura atender população na saúde

 

O tempo máximo de espera para realização de procedimentos médicos nas unidades da rede pública de saúde em Foz do Iguaçu agora será limitado. Em 2018 a Câmara Municipal de Foz do Iguaçu aprovou uma Lei (4.629/2018), apresentada por meio de projeto do vereador João Miranda (PSD), que estabelece limite de tempo na fila de espera da saúde.

“Devemos ter toda atenção aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Todos nós devemos ser bem atendidos. Por isso, venho em defesa desse povo que sofre. Muitas pessoas ficam esperando dois até quatro anos na fila de espera de uma cirurgia”, enfatizou o vereador João Miranda, autor da proposta aprovada por unanimidade.

Por força dessa lei, as unidades da rede pública são obrigadas a realizar o atendimento aos usuários do SUS com tempo máximo de espera: 15 dias para exames médicos; 30 dias para consulta e 3 dias para consulta para idosos, valetudinários, portadores de necessidades especiais e gestantes, quando não for o caso de internamento imediato.

A exceção da lei se dá apenas para unidades de terapia intensiva e casos considerados de urgência e emergência que exijam atendimento imediato. Quando o usuário for criança com idade inferior a dez anos ou portador de doença grave, os prazos previstos neste artigo ficam reduzidos em 1/3.

A Legislação foi publicada em 18 de julho no Diário Oficial do Município, após promulgação da Câmara. Nesta data, a lei entrou em vigor, mas conforme o artigo 3° as unidades da rede pública de saúde têm prazo de 12 meses para adequação. Decorrido o tempo, os efeitos da lei passam a valer em julho deste ano.

Com assessoria 

PITACO: Essa Lei é flagrantemente inconstitucional. Se bater á porta do Judiciário será derrubada no ato.

PRAGA DE VÓ

E segue a maldição dos festivais de humor que o sargento Garcia inventou. Passados 14 anos da lambança eis que surge mais noticias envolvendo seus principais protagonistas. Parece praga de vó. A nota da hora dá conta que o TRF 4 decidiu que a suspensão dos direitos políticos do Paulo McD & cia (Bonato  e Ziraldo incluídos) por oito anos foi muito rigorosa, e num ato de gratidão baixou penalização para três anos.
Tradução: Paulo continua com os direitos políticos suspensos. E arqueado sob os rigores da lei da ficha limpa. Portanto, nada a comemorar. E segue a procissão…

A fenomenal fortuna do casal Gilmar e Guiomar

Não obstante serem casados em regime de Separação de Bens, o casal Gilmar Mendes e Guiomar costuma fazer negócios em conjunto e é dono de um vastíssimo patrimônio.

A Revista Crusoé, num excelente trabalho de reportagem, conseguiu enumerar uma boa parte dos bens, algo realmente impressionante, que inclui casas, apartamentos, fazendas, rebanhos de gado e cotas de participação societária numa faculdade – ele é sócio do IDP – e num escritório de advocacia – ela é sócia do escritório Sergio Bermudes, um dos maiores do país.

Veja abaixo a imensa relação:

Um apartamento em Lisboa de 137 metros quadrados e nove cômodos. A localização é impecável. Uma das regiões mais nobres da capital de Portugal. Segundo estimativas de especialista ouvidos pela revista, deve valer em torno de 1 milhão de euros (cerca de 4,2 milhões de reais).

Uma casa no Lago Norte, em Brasília, avaliada em 1,4 milhão de reais.

Uma mansão às margens do Lago Paranoá, com jardins bem cuidados que abrigam emas, lembrando os gramados extensos do Palácio da Alvorada.

Guiomar ainda tem 3 milhões de reais, em valor de mercado, em imóveis localizados na parte sul da cidade. São duas salas comerciais pequenas, com cerca de 30 metros quadrados cada, em áreas nobres de Brasília. É proprietária também de um flat, de valor estimado em 400 mil reais, e uma casa no Lago Sul, onde um imóvel vale pelo menos 1,6 milhões de reais.

Gilmar, por sua vez, tem duas casas no Lago Norte de Brasília. Terrenos em duas áreas que se valorizaram com a expansão da cidade e um apartamento de 1 milhão de reais localizado na Asa Norte, outra zona nobre da cidade.

Gilmar também coleciona obras de arte. É dono de quadros e esculturas de artistas celebrados. Um de seus prediletos é Alfredo Ceschiatti (1918-1989), o escultor mineiro cujas obras ornamentam os mais importantes palácios de Brasília.

Gilmar tem como o seu negócio mais lucrativo, o IDP. O Instituto Brasiliense de Direito Público. Uma faculdade de direito relevante no mercado. Na sociedade, o ministro é dono de pelo menos 6 milhões de reais em cotas.

No Mato Grosso, o ministro é proprietário de três fazendas, cada uma com cerca de 5 mil hectares. Fazenda Santa Cecília, Fazenda Jaó e Fazenda Estreito do Rio Claro.

Gilmar tem um rebanho de pelo menos 1000 cabeças de gado.

Sem dúvida, um casal altamente privilegiado e bafejado pela sorte.

Fonte: Revista Crusoé

Oito funcionários da Vale são presos em investigação sobre rompimento da barragem de Brumadinho

Dois executivos, dois gerentes e quatro técnicos são investigados por suspeita de autoria ou participação em centenas de homicídios, por crimes ambientais e de falsidade ideológica

Imagem de um capacete da Vale tirada 20 dias após a tragédia na mina Córrego do Feijão.

Imagem de um capacete da Vale tirada 20 dias após a tragédia na mina Córrego do Feijão. DOUGLAS MAGNO AFP

Oito funcionários da mineradora Vale envolvidos no trabalho de monitoramento da estabilidade da barragem I, que rompeu em Brumadinho e deixou pelo menos 166 mortos e 155 desaparecidos, foram detidos provisoriamente na manhã desta sexta-feira em uma operação policial realizada em três estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Também foram realizadas buscas e apreensões de documentos nas casas de quatro funcionários da empresa alemã Tuv Sud, que produziu os últimos laudos de estabilidade da barragem.

As prisões provisórias visam apurar a participação e a responsabilidade dos oito funcionários no rompimento das barragens da Mina do Feijão. Os oito funcionários da mineradora deverão ficar presos por até 30 dias e poderão responder por homicídio, crime ambiental e falsidade ideológica, se as autoridades confirmarem as suspeitas dos investigadores. Entre as pessoas detidas nesta sexta-feira, está o gerente Alexandre de Paula Campanha. O engenheiro Makoto Namba, que trabalha na empresa alemã Tuv Sud, relatou ter se sentido pressionado por ele a atestar a estabilidade da barragem que rompeu em depoimento à Polícia Federal obtido pelo G1.

Também está detido o gerente Joaquim Pedro de Toledo, que teria recebido um e-mail do geólogo Cesar Augusto Grandchump, que foi preso no início do mês e já foi libertado,  sobre problemas de drenagem identificados por ele em junho do ano passado. Além deles, foram presos Renzo Albieri Guimarães Carvalho, Cristina Heloíza da Silva Malheiros, Artur Bastos Ribeiro, Marilene Christina Oliveira Lopes de Assis Araújo, Hélio Márcio Lopes da Cerqueira e Felipe Figueiredo Rocha.

“Todos são diretamente envolvidos na segurança e estabilidade da Barragem I, rompida no dia 25/01/2019”, aponta a nota do Ministério Público de Minas Gerais, que solicitou as prisões à Justiça, sem identificar a função de cada funcionário no monitoramento da barragem. “As prisões temporárias foram decretadas pelo prazo de 30 dias, tendo em vista fundadas razões de autoria ou participação dos investigados na prática de centenas de crimes de homicídio qualificado, considerados hediondo. Todos os presos serão ouvidos pelo Ministério Público Estadual, em Belo Horizonte. Também são apurados crimes ambientais e de falsidade ideológica”, acrescenta a nota.

A mesma operação resultou em buscas de apreensões realizadas nas casas de quatro funcionários da empresa TÜV SÜD em São Paulo e Belo Horizonte: um diretor, um gerente e dois integrantes do corpo técnico. O nome desses funcionários não foram divulgados pelo Ministério Público. Também foi cumprido mandado de busca e apreensão na sede da Vale, no Rio de Janeiro. Esses documentos serão analisados pelo MPMG.

As duas empresas envolvidas na operação policial foram procuradas pelo EL PAÍS. Em nota sobre as prisões de seus funcionários, a Vale diz que “está colaborando plenamente com as autoridades e permanecerá contribuindo com as investigações para a apuração dos fatos, juntamente com o apoio incondicional às famílias atingidas”. Já a empresa alemã responsável pelos laudos de estabilidade, a TÜV SÜD, diz que “mantém sua posição de não comentar sobre as investigações”.

Outros três funcionários da Vale e dois engenheiros da TÜV SÜD já haviam sido detidos no dia 29 de janeiro para investigação em participação ou autoria nos crimes relacionados ao desastre de Brumadinho. Após uma semana presos, o Superior Tribunal de Justiça decidiu libertá-los por não oferecerem riscos à investigação. Os engenheiros Makoto Manba e André Jum Yassuda assinaram laudos feitos pela empresa alemã TÜV-SÜD em junho e setembro de 2018, garantindo as condições de segurança da barragem. Também assinou o laudo de estabilidade o geólogo César Augusto Paulino Grandchamp, funcionário da Vale. Os outros detidos à época foram os gerentes da mineradora responsáveis por regular o licenciamento e monitorar o funcionamento das estruturas da barragem: o gerente de meio ambiente, saúde e segurança da mineradora, Ricardo de Oliveira, e o gerente executivo operacional responsável pelo complexo minerário Paraopeba, Rodrigo Artur Gomes Melo.

CONHEÇA A LISTA DOS FUNCIONÁRIOS DA VALE DETIDOS

  • Joaquim Pedro de Toledo
  • Renzo Albieri Guimarães Carvalho
  • Cristina Heloíza da Silva Malheiros
  • Artur Bastos Ribeiro
  • Alexandre de Paula Campanha
  • Marilene Christina Oliveira Lopes de Assis Araújo
  • Hélio Márcio Lopes da Cerqueira
  • Felipe Figueiredo Rocha

Delator da Lava Jato diz que entregou R$ 100 mil ’em mãos’ a Guto Silva da Casa Civil do Ratinho

 

 

 

Ratinho com o seu Chefe da Casa Civil, Guto Silva que foi parar na boca do jacaré

Nelson Leal Júnior declarou ao Ministério Público Federal que deputado Guto Silva (PSD) recebeu valor em 2014, quando era parlamentar na Assembleia Legislativa, no prédio do DER do Paraná

O ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER-PR) Nelson Leal Júnior, delator da Operação Lava Jato, afirmou ao Ministério Público Federal que entregou R$ 100 mil, em mãos, ao deputado Guto Silva (PSD) em 2014. Desde janeiro deste ano, Guto Silva é secretário da Casa Civil do governador Ratinho Júnior (PSD), no Paraná.
Segundo Nelson Leal Júnior, naquele ano, o valor foi solicitado por José Richa Filho, o Pepe Richa, irmão do ex-governador do Estado Beto Richa (PSDB), ao então presidente da Econorte, Helio Ogama – também delator. A Lava Jato afirma que Nelson Leal Júnior era o principal responsável pelo esquema fraudulento no DER-PR.

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