Band fala em “agravamento da crise econômica” e deixa de transmitir o Brasileirão

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Logo para a transmissão futebolística da Band neste ano (Imagem: Divulgação)

Com a Rede Globo sendo a detentora dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro na televisão aberta, a Band vinha ao longo dos últimos anos dando espaço para o evento esportivo por meio de acordo com o veículo de comunicação mantido pela família Marinho. O tempo de parceria – na verdade, compra para compartilhamento para exibições dos jogos – foi comentado pela direção da Bandeirantes. De acordo com o comunicado oficial, o formato resultou em “mútuos benefícios e em perfeita sintonia”.

No material divulgado à imprensa, a Band não comenta como ficará a grade do canal a partir do dia 14 de maio, quando o Brasileirão terá início. Conforme acordado com a Globo, a emissora exibia, até a edição 2015 da competição, partidas realizadas nas noites de quarta-feira e nas tardes de domingo. Na Band, assim como na Globo, eram feitas duas transmissões simultâneas: uma para os torcedores de São Paulo e parte da rede; outra para o público carioca e restante da rede.

Confira, abaixo, a íntegra da nota divulgada pela Band:

Campeonato Brasileiro de Futebol Série A 2016

Durante as últimas dez temporadas, Band e Globo caminharam lado a lado na exibição do Campeonato Brasileiro de Futebol da Série A, com mútuos benefícios e em perfeita sintonia.

Contudo, em que pese o enorme esforço de ambas as empresas para viabilizarem a continuidade da exposição conjunta dessa competição, o agravamento da crise econômica impediu a Band de prosseguir com esse licenciamento, a partir da temporada 2016.

Globo e Band reiteram que essa decisão foi tomada em comum acordo e dentro do mais elevado espírito de cooperação que caracteriza seu relacionamento de muitas décadas e que prossegue em outros eventos esportivos e institucionais.

Assessoria de Comunicação Band

Cerveró disse que pagou propina de R$ 5,5 milhões a Renan, Jader e Delcídio

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O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse, em delação premiada, que pagou propina no valor de US$ 5,5 milhões ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e aos senadores Jader Barbalho (PMDB-PA) e Delcídio Amaral (ex-PT-MS). Em troca, teria recebido apoio para se manter na Diretoria Internacional da Petrobras. O pagamento teria sido realizado em um jantar na casa de Jader, em Brasília. As informações são de Carolina Brígido n’O Globo.

A promessa do pagamento de propina teria sido acertada também em um jantar na casa de Jader, em 2006, no qual também estariam presentes Renan, o ex-senador Sérgio Machado e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na ocasião, Cerveró prometeu pagar US$ 6 milhões aos políticos do PMDB. Eles gastariam o dinheiro em campanhas eleitorais.

O dinheiro da propina teria sido proveniente de contratos firmados pela Petrobras nas aquisições de dois navios-sonda. Também na delação, Cerveró disse que o negócio rendeu propinas no valor total de US$ 20 milhões. Do total, US$ 5 milhões teriam ido para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que responde a inquérito no STF por conta dos indícios de recebimento de propina. O restante do dinheiro desviado do contrato é alvo de investigação conduzida pelo juiz federal Sérgio Moro, que comanda a Lava-Jato no Paraná.

Na delação, Cerveró também disse que repassou US$ 800 milhões de dólares a Delcídio Amaral, para serem gastos na campanha para o governador de Mato Grosso do Sul em 2006.

 

 

 

Itaipu tem o melhor quadrimestre da história em produção de energia

Hidreletrica
A usina hidrelétrica de Itaipu registrou neste ano o melhor quadrimestre de produção de energia desde quando entrou em operação, em maio de 1984. De janeiro a abril de 2016, a usina produziu 34,4 milhões de megawatts­hora (MWh), volume 2,2% superior ao recorde obtido em 2013 e 17% acima do registrado em igual período de 2015.

De acordo com Itaipu Binacional, empresa responsável pela hidrelétrica, o volume produzido no primeiro quadrimestre deste ano pela usina equivale ao consumo da região Sul do país por cinco meses ou ao de todo o Brasil durante cerca de um mês.

Fonte: Brasil Energia

Denúncia contra Lula tem o peso de uma lápide

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Josias de Souza

O cronista Nelson Rodrigues ensinou que a morte é anterior a si mesma. Começa antes, muito antes. É todo um lento, suave, maravilhoso processo. O sujeito já começou a morrer e não sabe. Tome-se o caso de Lula. Fenece politicamente desde 2005, quando explodiu o mensalão. Mas demorou dez anos para que a Procuradoria-Geral da República providenciasse a lápide.

Veio na forma de uma denúncia e de uma petição ao STF. Na denúncia, o procurador-geral pede a conversão de Lula em réu por ter tentado comprar o silêncio do delator Nestor Cerveró. Na petição, requisita a inclusão de Lula e outras 29 pessoas no “quadrilhão”, como é conhecido o principal inquérito da Lava Jato. Nesse texto, Janot esculpiu um epitáfio com cara de óbvio:

“Essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse.”

A conclusão do procurador-geral elimina uma excentricidade dos governos do PT. Está chegando ao fim a era da corrupção acéfala. Janot fez, finalmente, justiça a Lula, protegendo-o de si mesmo. A pose de Lula diante da roubalheira não fazia jus à sua fama.

O mal dos partidos políticos, como se sabe, é que eles têm excesso de cabeças e carência de miolos. O PT sofre da mesma carência, mas com uma cabeça só. Desde que empinou a tese do “não sabia”, Lula vinha renegando sua condição de cérebro solitário do PT. Reivindicava o papel de cego atoleimado.

Se aceitar a denúncia da Procuradoria, o STF não irá apenas transformar Lula em réu. Restabelecerá a lógica, acomodando o personagem no topo da hierarquia da quadrilha.

Mirando para baixo, Janot disparou várias balas que muitos davam como perdidas. Requereu a inclusão no inquérito do “quadrilhão” de vários nomões do PT, do PMDB e da vizinhança de Dilma.

Gente como os ministros palacianos Jaques Wagner, Ricardo Berzoini e Edinho Silva; os ex-ministros Erenice Guerra, Antonio Palocci e Henrique Alves; os senadores Jader Barbalho e Delcídio Amaral; o deputado Eduardo Cunha… De quebra, foi alvejado o principal assessor de Dilma, Giles Azevedo.

Como se fosse pouco, Janot requereu a abertura de inquérito contra a própria Dilma, o advogado-geral do impeachment, José Eduardo Cardozo e, de novo, Lula. Acusa-os de tentar obstruir as investigações.

No início de março, quando foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento à Polícia Federal por ordem do juiz Sérgio Moro, Lula reagiu com uma entrevista de timbre viperino. “Se quiseram matar a jararaca, não bateram na cabeça, bateram no rabo, porque a jararaca está viva.” Pois bem. Janot acertou a cabeça da víbora.

Lula estava zonzo desde o dia em que o doutor Moro atrapalhou sua nomeação para a Casa Civil jogando no ventilador os diálogos vadios captados em grampos legais. Numa conversa com Dilma, a jararaca destilara todo o seu veneno:

“Nós temos uma Suprema Corte totalmente acovardada, nós temos um Superior Tribunal de Justiça totalmente acovardado, um Parlamento totalmente acovardado. […] Nós temos um presidente da Câmara fodido, um presidente do Senado fodido. Não sei quantos parlamentares ameaçados. E fica todo mundo no compasso de que vai acontecer um milagre e vai todo mundo se salvar…”

Depois disso, a Suprema Corte avalizou o rito do impeachment, o presidente da Câmara coordenou a goleada de 376 X 137, o presidente do Senado passou a flertar com o vice-presidente “conspirador”, os parlamentares traem madame gostosamente e Lula revela-se uma cobra sem veneno. Tornando-se réu, talvez chegue a 2018 mai perto da cadeia do que das urnas.

Quanto a Dilma, ninguém estranharia se o noticiário sobre sua Presidência migrasse da editoria de política para o espaço que os jornais reservam aos avisos fúnebres. Os curiosos lêem compulsivamente, à espera de uma surpresa agradável. Jurada de morte, madame tenta se convencer de que ainda está cheia de vida. Mas todos sabem, inclusive seus aliados, que, mais dia menos dia, acaba o seu dia a dia. Tudo passa, exceto o PMDB, que é imortal.

 

À caça do poderoso chefão da roubalheira

 

Ricardo Noblat

Quer sinais mais indesmentíveis do fim de um ciclo político?

O Procurador-Geral da República Rodrigo Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal pedido de abertura de inquérito para investigar a presidente Dilma, o ex-presidente Lula e o Advogado-Geral da União José Eduardo Cardozo por suspeita de obstrução da Lava-Jato;

No chamado inquérito-mãe da Lava-Jato que tramita no Supremo e apura a roubalheira na Petrobras, Janot escreveu: “Pelo panorama dos elementos probatórios colhidos até aqui e descritos ao longo dessa manifestação, essa organização criminosa jamais poderia ter funcionado por tantos anos e de uma forma tão ampla e agressiva no âmbito do governo federal sem que o ex-presidente Lula dela participasse”;

Janot pediu ao Supremo que transforme Lula em réu sob a acusação de que tentou comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró;

Na próxima sexta-feira, por 16 votos contra cinco, a Comissão Especial do Impeachment recomendará ao Senado que aceite julgar Dilma por crime de responsabilidade, o que poderá resultar na cassação do seu mandato e dos seus direitos políticos;

Na próxima quarta-feira, dia 11, possivelmente por 60 votos contra 21, o Senado aceitará a recomendação de julgar Dilma. Ela então se afastará do cargo automaticamente, e deverá ser julgada em um prazo máximo de 180 dias. O vice-presidente Michel Temer a substituirá, demitindo todos os atuais ministros e nomeando outros.

Desta forma, chegará ao fim o ciclo de 13 anos do PT no poder – o mais longo ciclo de um partido político desde a instauração da República no Brasil.

Até aqui, Lula tentou escapar dos efeitos desastrosos da Lava-Jato sobre sua imagem com o argumento de que o juiz Sérgio Moro o persegue.

Doravante terá de arranjar outra desculpa. Quem o denunciou como o eventual cabeça da organização criminosa que saqueou a Petrobras foi o Procurador-Geral da República, nomeado por Dilma.

É o procurador que quer investigá-lo por tentar comprar o silêncio de Cerveró e obstruir a Justiça se fazendo nomear por Dilma para chefiar a Casa Civil da presidência da República.

Lula já não poderá mais dizer que a Lava-Jato se limita a apurar crimes cometidos pelo PT e o governo. Janot denunciou parlamentares de vários partidos, inclusive do PMDB e do PSDB.

Os mensaleiros acabaram condenados pelo Supremo sem que fosse apontado na ocasião o líder da “sofisticada organização criminosa” que tentou controlar parte do aparelho do Estado.

Mas o mensalão e o petrolão foram uma coisa só, reconhece Janot. E, como tal, a chefia do esquema responsável pelo maior escândalo de corrupção da história do país deve ter sido exercida por uma única pessoa.

Quem?

O futuro dirá.

PGR acusa Cunha de liderar célula criminosa em Furnas

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusou o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de liderar uma célula criminosa em Furnas, empresa subsidiária da Eletrobras investigada na Operação Lava Jato. A conclusão do procurador está no pedido de abertura de um inquérito contra Cunha, feito ontem ao Supremo. As informações são da IstoÉ.

“Sabemos que a organização criminosa é complexa e que, tudo indica, operou muitos anos  por meio de variados esquemas estabelecidos dentro de Furnas e da própria Câmara dos Deputados, entre outros órgãos públicos. Essa célula tem como um dos seus líderes o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro.”, afirma Janot.

Janot afirma que Cunha, conforme depoimento de delação premiada do senador sem partido Delcídio do Amaral (MS), atuou na Câmara para alterar a legislação do setor elétrico, entre 2007 e 2008, a fim de favorecer a empresa Serra da Carioca II, na venda de ações para Furnas, e o doleiro Lúcio Funaro, considerado operador financeiro de Cunha, por desvio de dinheiro em contratos de Furnas.

No mesmo depoimento, Delcídio relatou que Eduardo Cunha tinha pessoas indicadas em Furnas. Segundo ele, Cunha usava requerimentos para convocar empresários que tinham contratos com a estatal. “Este procedimento de fazer requerimentos e usar expedientes parlamentares é muito comum do Eduardo Cunha”, destacou outro trecho.

Mulher e filho de Lula pedem indenização por conversas divulgadas

A ex-primeira-dama Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Lula, o filho do casal, Fábio Luís Lula da Silva e a nora deles, Renata Moreira entraram com um pedido de indenização contra a União. O motivo é a divulgação de suas conversas telefônicas pelo juiz Sergio Moro. Na ocasião, o juiz responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, incluiu no inquérito que tramita em Curitiba diversas interceptações telefônicas do ex-presidente. As informações são do Estadão/Folha de S. Paulo.

Entre as conversas divulgadas encontravam-se trechos de diálogos da esposa, do filho e da nora de Lula. Em nota, os advogados de Marisa afirmam que, “além da ilegalidade da própria interceptação telefônica, a legislação prevê que o material desta decorrente deve ser mantido em sigilo”. A ação foi distribuída no dia 26 de abril. O valor total da causa é de R$ 300 mil, e a Justiça já determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifeste a respeito.

 

 

 

 

 

 

Ânimo! Só faltam mais sete dias…

José Nêumanne

Ao contrário do que se imagina e muito se cita em discursos e textos clássicos ou comuns, a matriz do pensamento da esquerda ocidental contemporânea não é mais o comunismo de Marx e Engels nem a teoria da revolução proletária de Lenin. Mas se inspira numa frase do filósofo existencialista francês Jean­-Paul Sartre: “O inferno são os outros”. Ante a angústia de ter de decidir como viver a própria vida, o ser humano, como fica explícito em sua peça Huis Clos (Entre Quatro Paredes), habitua-­se a delegar ao “outro” a responsabilidade pela própria existência. A militância esquerdista, desde a adesão do pai do existencialismo à tirania pós-­stalinista do chinês Mao Tsé-­tung, assumiu a fraqueza humana como justificativa para as próprias vilezas.

 

Mesmo não sendo o autor de O Ser e o Nada o melhor exemplo de caráter ilibado, seria injusto conceber que ele possa ser o maior responsável pelo comportamento do lulodilmopetismo na exacerbação amoral e imoral desse raciocínio. Como Lula se orgulha de detestar ler e Dilma tem dificuldade de entender o que ouve, lê e repete, é mais sensato constatar que esse paradigma da apropriação do bem que o outro faz e da responsabilidade deste sobre os próprios delitos é um acréscimo prático às lições de Nicolau Maquiavel aos cruéis príncipes da Florença renascentista. Durante a bonança da primeira gestão Lula, os benéficos resultados da revolução social planejada, gerada, produzida e gerida nas administrações de Itamar Franco e Fernando Henrique foram tratados como “herança maldita”. E os bens causados pelo equilíbrio fiscal e monetário, incluídos no legado “bendito” do padim dos oprimidos.

Apresentada a conta dos frutos podres desse pomar, onde foram queimados em fogo­-fátuo o suor e as lágrimas dos desvalidos, especialmente dos 10,9% de desempregados, hoje eles passam a usar mentiras maledicentes contra quem ouse denunciar seus crimes. E a tratar suas vítimas como cúmplices no que as prejudicaram, forçando­-as a perdoá­-los.

Acolitada por Lula e repetindo o discurso à Goebbels do marqueteiro João Patinhas Santana, Dilma vendeu o paraíso na terra na campanha pela reeleição, em 2014. Mas desde o primeiro dia do segundo governo iniciou a transferência para os derrotados da própria culpa pelo inferno da maior crise econômica da História. O PT e seus aliados formaram, em 13 anos e quatro meses de desgoverno, uma organização criminosa que esvaziou os cofres da República, feito um Robin Hood às avessas. Assim, a crise moral que assolou as máquinas burocráticas federal e estaduais, roendo as conquistas do Plano Real, a maior revolução social da História, produziu a maior crise econômica de todos os tempos.

Flagrado tapando, de forma ilícita, rombos do Tesouro com saques em aberto em bancos públicos, o bando no poder, sob o comando de madama, cometeu crimes de responsabilidade e tornou o impeachment dela uma urgência para a salvação nacional. Ao longo dos quatro anos do primeiro mandato, ela moeu a maioria no Congresso, herdada do antecessor e padroeiro, com sua inusitada incapacidade de conviver com membros de outros Poderes, gerada no ventre da serpente de seu trato truculento e intolerável com outrem.

Demonstrando enorme desapreço pela Constituição, revelado quando só a assinaram a contragosto, seus correligionários petistas tentaram, em vão, espalhar pelo mundo a hipótese estapafúrdia de que “impeachment sem crime é golpe”. Esse slogan parte de duas mentiras grosseiras: a de que ela é inocente e a da possibilidade de êxito de uma conspiração tramada nos porões (como os da tortura na ditadura militar) por 61% da população, representada por milhões nas ruas, 69% dos deputados federais, 61% dos senadores (conforme revela o placar do Estadão publicado nesta edição) e pela maioria do Supremo Tribunal Federal (STF).

O absurdo, que chacoalha o esqueleto de Aristóteles, não resiste a fatos. Os brasileiros que querem apeá-­la do poder são em maior número do que o total dos que nela votaram. A oposição, que ela acusa de culpa pela crise por ter aprovado pautas-­bombas que tornaram inviável seu insustentável ajuste (?) fiscal, é minoria insignificante no Congresso. E dos 11 juízes do Supremo, oito foram nomeados por Lula e por ela.

A insistência com que sua defesa mente tira a harmonia do samba de uma nota só do “golpe”. José Eduardo Cardozo, advogado­-geral da União, de fato seu causídico pessoal, já arengou tanto no Congresso, no STF e na “mídia” que merece uma citação no Guinness como o mais loquaz camicase na história dos “golpes”.

Não só de acusações à oposição sobrevive sem governar o atual desgoverno. Quem não apoia tal desvario tem sido açoitado no pelourinho petralha. A professora da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Janaína Paschoal teve de explicar à “bancada do chororô” na comissão de impeachment no Senado por que defendeu um procurador que bateu na mulher. Seus detratores, que ainda a acusaram de ser “tucana”, não refutaram um só argumento válido à acusação por ela lida. Nem se lembraram da sentença romana de que acusados devem gozar da presunção de inocência, tão citada pelo PT para defender cúmplices na roubalheira.

Na dita sessão, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, chamou os brasileiros de caloteiros, ao perguntar quem nunca deixou de pagar uma conta, ousando comparar a irresponsabilidade da chefona com o estado de extrema necessidade do desempregado que não consegue manter o crédito na praça porque perdeu o salário. Ocupada em contar reses, não sabe que ninguém entende mais de crédito do que o pobre, incapaz de sobreviver sem ele.

Contra tantas ignomínias, com as quais Sartre nada tem que ver, há uma salvação: o emprego de Dilma e o protagonismo de seu partido estão a sete dias do fim anunciado. Amém!

José Nêumanne é jornalista, poeta e escritor

 

 

 

 

 

Colégio eleitoral iguaçuense minguou

Nesta quarta-feira foi o último dia concedido pelo TRE para as pessoas normalizarem seus títulos de eleitores, na chamada biometria, em Foz do Iguaçu.
No que pese o grande emprenho do pessoal da Justiça Eleitoral no município, em especial ao juiz Geraldo Dutra, estima-se que 20 mil pessoas deixaram de legalizar sua situação eleitoral. Isso vale dizer que não poderão votar, e, se precisarem tirar passaporte, fazer concurso público, etc, terão problemas, sem falar que deverão pagar multa para quem não vota.

EXECUTIVO ANUNCIA NOVO SECRETÁRIO DE OBRAS E DIRETOR DE PAVIMENTAÇÃO

O anúncio foi feito em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (04) no gabinete do executivo.

O encontro contou com a presença do Prefeito Reni Pereira, da Vice-Prefeita Ivone Barofaldi, Procuradoria e Controladoria Geral do Município e todos os Secretários Municipais.

A partir da publicação que deverá ser feita hoje em Diário Oficial, Luiz Roberto Volpi assume a Secretaria Municipal de Obras e  Rui Alberto Hauenstein a Diretoria de Pavimentação.

Luiz Roberto Volpi é engenheiro, servidor de carreira com 32 anos de serviços prestados na prefeitura.

Rui Aberto já trabalhou como Diretor de Pavimentação, atualmente exerce o cargo de Diretor de Novos Projetos, e agora vai acumular também a Diretoria de Pavimentação.

NO FOZTRANS

No Foztrans assumiu a cargo comissionado Larissa Mantovani, que era diretora financeira e braço direito do Budel. Agora é superintendente do órgão que fatura perto de 20 milhões/ano.

OLIVEIRINHA VAI SER ‘DEPENADO” DE NOVO

O depenador de coruja vai ser “depenado” novamente. Duas capivaras, uma cível e uma criminal foram propostas. Motivo: disse que determinado cidadão é corrupto. Como não tem como provar, vai pro vinagre de novo. O boçal acumula duas condenações oriundas da 2a Vara Criminal, uma de um ano, e outra de um ano e meio. Agora vem a terceira. Nesse batidão vai pro cadeião…
Ajoelhou, tem que rezar..

Polícia Federal apreende mais de 20 Kg de maconha, pneus e mercadorias

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A Polícia Federal, do Grupo de Polícia fazendária (GPFAZ), apreendeu na tarde de ontem, 03, aproximadamente 21 kg de maconha. Em outra diligencia, equipe da Base Estaleiro (NEPOM) apreendeu grande quantidade de pneus e mercadorias contrabandeadas do Paraguai.

Por volta das 17 hrs, servidores da Polícia Federal realizavam diligências na região da Vila Portes, quando avistaram duas caixas térmicas ao abandono no pátio de uma empresa de transporte coletivo. Ao realizarem revista, constataram que dentro das caixas havia vários tabletes embalados com papel de alumínio e plástico. Uma análise mais profunda mostrou que se tratava de maconha. A equipe Policial realizou várias buscas pelo local, porém não foi possível obter dados que levassem à prisão dos responsáveis pela droga.

Em outra ocorrência, por volta das 20:30hs, uma equipe da PF atuando na Base Estaleiro no Rio Paraná, nas regiões do Jupira e Beira Rio, apreendeu grande quantidade de pneus, eletrônicos e fardos de roupas contrabandeados do Paraguai. Não houve prisões.

A droga foi encaminhada à sede da PF em Foz, onde aguardará autorização para incineração. Os pneus e as mercadorias foram encaminhados à Receita Federal para apuração de valores.

TRIBUNAL FEDERAL DE PORTO ALEGRE NEGOU PEDIDO DE HABEAS CORPUS AO ‘MELQUE’ NESTA QUARTA-FEIRA

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Melque vai continuar preso.