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Fábio Assunção vira réu 3 anos após confusão em festa. Entenda

O ator tem até 10 dias para justificar as atitudes praticadas em 2017 antes que o julgamento aconteça

Fábio Assunção
O ator Fábio Assunção virou réu três anos após se envolver em uma confusão em uma festa no município de Arcoverde, Pernambuco. Ele foi acusado de quatro crimes e deverá responder por dano, resistência à prisão, desobediência e desacato, de acordo com o jornal O Dia.

Ele deixou a prisão depois de pagar fiança no valor de R$ 9.370, ainda segundo O Dia. Agora, o global tem até 10 dias para prestar esclarecimentos à Justiça a respeito das denúncias antes que o julgamento aconteça.

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PF em tempos de coronavírus mantém forte ritmo de atividades (Período – 05/03/2020 a 09/04/2020)

Curitiba/PR – A Polícia Federal apesar das restrições impostas pelos cuidados com a pandemia do COVID-19, informa um balanço das últimas semanas na área de polícia judiciária no Estado do Paraná:
Nesta segunda-feira (06/04) a PF indiciou mais três pessoas pela prática do crime internacional de armas de fogo, e ao total chegam a 31 os suspeitos indiciados, envolvidos na Operação Gun Express, que foi deflagrada no dia 05 de março de 2020 quando cumpriu 72 mandados judiciais em nove estados do Brasil, apreendendo cerca de 150 mil reais, 23 veículos, três armas de fogo, dezenas de aparelhos celulares, tabletes, computadores, relógios e documentos falsos.
O grupo suspeito é investigado por remeter e transportar armas de fogo, acessórios e munições do Paraguai para destinatários residentes na Bahia e Rio Grande do Norte.
Já no dia 07/04, no âmbito da Operação Tangram, deflagrada em 20 de dezembro de 2019, a PF, utilizando técnicas de exame pericial com base nos bancos federais e estaduais de perfis genéticos, identificou três suspeitos de roubo à Caixa Econômica Federal em três cidades do Paraná: Curitiba, Arapongas e Rolândia. As ações criminosas foram praticadas de forma violenta, incluindo uso de forte armamento e troca de tiros com equipes policiais.
Além das operações Gun Express e Tangram, diversas outras ocorrências seguem fazendo parte dos trabalhos no período, com os seguintes destaques:
– Polícia Federal encaminha cerca de 40 paraguaios para deportação na Ponte Internacional da Amizade após serem flagrados tentando enviar cerca de 6 toneladas de mercadorias brasileiras para o lado paraguaio, num porto clandestino conhecido como Porto da Escadinha, em Foz do Iguaçu;
– A PF, em conjunto com a Receita Federal, apreendeu uma tonelada de cocaína no Porto de Paranaguá;
– Foram presas 11 pessoas por tráfico de drogas em Foz do Iguaçu; 3 por Moeda falsa – (sendo 2 em Arapongas e 1 em Ibiporã); 1 por crime ambiental em Curitiba e 1 por saque fraudulento no PIS junto à CEF em Ponta Grossa, num total de 190 prisões em flagrante no Estado nesse período.
– No âmbito da Operação Hórus, nas regiões de fronteira de Foz do Iguaçu e Guaíra, foram presas 9 pessoas, e apreendidos: 14 caminhões, 11 carros, 11 embarcações, 200 kg de maconha, 460 kg de agrotóxicos e 5010 caixas de cigarros (250.500 maços), gerando um prejuízo estimado ao crime organizado em mais de 12 milhões e meio de reais, só em cigarros.

Com assessoria.

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Decreto do prefeito Chico Brasileiro permite abertura parcial do comécio

Prefeito Chico Brasileiro baixa decreto “suavizando” o confinamento social referente ao comércio. Veja abaixo alguns segmentos que poderão operar com restrições a partir de segunda-feira (13).

(-) óticas
-) lavanderias
-) barbearias e salões de beleza
-) chaveiros
-) floriculturas
-) gráficas
-) clínicas médias e similares, psicológicas, odontológicas, fisioterápicas, fonoaudiólogas, nutricionistas e personal trainer
-) lojas comerciais diversas com, no máximo, 150 metros quadrados
-) somente com agendamento e/ou tele-entrega: lojas de materiais de construção, vidraçarias, oficinas mecânicas, manutenção, reparação, e comércio de peças e automóveis, comércio e oficinas de refrigeração, bicicletárias,
-) atelier de costura
-) escritórios de profissionais liberais
-) imobiliárias
-) lojas de tecidos)

PITACO: vai aqui uma informação  ao Chico: em 24 hs as mortes no Brasil aumentaram 18%.

Veja o decreto abaixo:

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Coronavírus: Paraguai bloqueia corredor de pedestres na Ponte da Amizade com barreira de ferro na fronteira com o Brasil

Grupo de 51 paraguaios não consegue deixar o Brasil pela Ponte da Amizade

Grupo de 51 paraguaios não consegue deixar o Brasil pela Ponte da Amizade

O corredor de pedestres da Ponte Internacional da Amizade, em Cidade del Leste, no Paraguai, que liga a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, está fechado por uma barreira de ferro nesta quinta-feira (9).

O portão móvel foi instalado pela Marinha paraguaia, no corredor da ponte, sentido o Paraguai. A medida foi tomada na quarta-feira (8) após o presidente do país, Mario Abdo Benítez, prorrogar a quarentena por mais oito dias, até 19 de abril, para evitar a propagação do novo coronavírus.

De acordo com o Ministério da Saúde do Paraguai, o país tem 119 casos confirmados e cinco pessoas morreram vítimas da Covid-19.

A barreira tem o objetivo de evitar o ingresso de estrangeiros e paraguaios em Cidade del Leste, conforme a administração da Aduana do município.

Barrados

Grupo de 51 pessoas aguardavam liberação das autoridades paraguaias para entrar em Cidade del Leste, nesta quinta-feira (9), na Ponte da Amizade — Foto: RPC/Reprodução

Grupo de 51 pessoas aguardavam liberação das autoridades paraguaias para entrar em Cidade del Leste, nesta quinta-feira (9), na Ponte da Amizade — Foto: RPC/Reprodução

Um grupo de 51 paraguaios chegou de ônibus a Foz do Iguaçu na madrugada desta quinta-feira e, até a última atualização desta reportagem, não tinham conseguido deixar o Brasil.

Com a ponte fechada, eles ficaram em território paraguaio, mas sem poder entrar em Cidade del Leste.

Segundo eles, a maioria trabalhava em lojas de São Paulo (SP), mas ficaram sem emprego diante da pandemia do novo coronavírus.

Conforme as autoridades brasileiras, o grupo podia usar o banheiro e tomar água na Aduana, em Foz do Iguaçu. Entretanto, não era permitido o retorno deles para o Brasil, pois a entrada de estrangeiros no país está suspensa.

As 51 pessoas, entre elas crianças, esperavam pela liberação de entrada no Paraguai na Ponte da Amizade.

A Marinha paraguaia informou que aguarda instruções para saber se libera ou não a entrada do grupo em Cidade del Leste.

Com RPC

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Desembargador Siro Darlan é afastado do TJ-RJ, alvo de operação da PF

O filho do desembargador foi preso durante a operação, sendo os dois são acusados de integrar organização criminosa que comercializaria decisões judiciais

Siro Darlan ainda não se pronunciou sobre o afastamento (Foto: Agência Brasil)

O Superior Tribunal de Justiça afasta o desembargador Siro Darlan temporariamente das funções no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O magistrado é acusado de integrar uma organização criminosa que comercializaria decisões judiciais.

Nesta quinta-feira (9), a Polícia Federal prendeu o filho de Siro Darlan e outras três pessoas. A corporação cumpriu ainda 15 mandados de busca e apreensão, na segunda fase da Operação Plantão. Por causa da pandemia de Covid-19, a PF disse que as prisões serão convertidas para o regime domiciliar.

Cerca de 60 agentes foram as ruas do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

De acordo com a Polícia Federal, os suspeitos vendiam decisões da Justiça para milicianos e investigados por crimes de corrupção e tráfico de drogas. De acordo com a denúncia, houve pagamento de até R$ 1 milhão em vantagens indevidas para soltura de investigados.

A PF também ressaltou a importância da ação, mesmo em tempo de pandemia, pois os alvos causam danos a credibilidade do judiciário fluminense.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva e ativa, cujas penas, somadas, ultrapassam vinte anos de reclusão.

 

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Entenda a polêmica sobre a liberação da hidroxicloroquina no país

Ministro Luiz Henrique Mandetta disse que não mudará o protocolo antes de evidências científicas robustas sobre segurança da droga

comprimidos em fundo azul

O Ministério da Saúde indica o uso cloroquina e hidroxicloroquina apenas para pacientes diagnosticados com a Covid-19 que estejam internados com quadro grave de saúde. O ministro Luiz Henrique Mandetta disse que não mudará o protocolo antes de evidências científicas robustas sobre segurança e eficácia da droga para pacientes leves, mas observou que médicos têm o direito de receitar esse tratamento, assumindo riscos e eventuais responsabilidades.

O ministro alertou que o uso profilático, como prevenção, não é recomendado. Ele diz que metade da população não vai ter a doença. Dos que tiverem, a maioria vai ser assintomático, vai criar anticorpos e não saberá se teve ou não a covid-19. Dos que tiverem sintomas, ele diz, 85% vai ficar bem sem nenhum tipo de remédio, “tomando chá, ou tomando placebo, farinha”.

O uso desses dois medicamentos tem sido constantemente defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), apesar de especialistas avisarem que os resultados com o uso da substância são preliminares, e que casos individuais de sucesso não são suficientes para determinar se o tratamento é seguro em escala maior.

“Atualmente a cloroquina e a hidroxicloroquina são medicamentos registrados pela Agência para o tratamento da artrite, lúpus eritematoso, doenças fotossensíveis e malária. Apesar de dados promissores, ainda não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da covid-19”, informou a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao Estado nesta terça-feira.

A Anvisa também liberou a cloroquina e a hidroxicloroquina para pesquisas clínicas que estão testando a eficácia do medicamento para pacientes com covid-19. O primeiro estudo clínico do País a testar o uso da hidroxicloroquina para tratamento de infecção pelo coronavírus terá seus resultados divulgados em dois ou três meses e envolverá 1,3 mil pacientes e 70 hospitais.

A iniciativa, batizada de Coalizão Covid Brasil, está sendo coordenada pelos Hospitais do Coração (HCor), Albert Einstein e Sírio-Libanês em parceria com a Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet) e o Ministério da Saúde. O laboratório EMS participará das pesquisas com a doação de parte dos medicamentos que serão utilizados na investigação.

No último sábado, a Food and Drug Administration (FDA) emitiu comunicado em que aprovou emergencialmente e de forma limitada o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina nos Estados Unidos. A medida atende pressão feita pelo presidente Donald Trump e vai na contramão das recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, já declarou em algumas ocasiões que não recomenda o uso de remédios não testados contra o coronavírus, esclarecendo que ainda não há tratamento comprovadamente eficaz contra o vírus e pedindo ações coordenadas entre os países.

“O uso não testado de medicamentos sem evidências corretas pode gerar falsas esperanças, causar mais mal do que bem e provocar a escassez de medicamentos essenciais necessários para tratar outras doenças”, advertiu ele.

Com Estadão

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Pela 1ª vez, Bolsonaro se solidariza com vítimas de Covid-19

O presidente afirmou, em novo pronunciamento, que respeita os prefeitos e governadores

Jair Bolsonaro

O presidente
Jair Bolsonaro (sem partido), em novo pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, na noite desta quarta-feira (08/04), solidarizou, pela primeira vez, com as vítimas do coronavírus.

O pronunciamento foi feito no dia em que o país bateu um novo recorde de número de mortos – 133 – em decorrência da Covid-19, o que levou o total de vítimas a 800, com 15.927 casos confirmados e taxa de letalidade de 5%.

Bolsonaro passou as últimas semanas em constante tensão com seu ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a quem ameaçou de demissão, pressionou para passar a defender o chamado isolamento vertical (proteção específica aos chamados grupos de risco, como idosos e portadores de doenças crônicas) e trombou sobre o uso abrangente da hidroxicloroquina em pacientes da Covid-19 – mesmo ainda sem estudos científicos devidamente validados sobre a eficácia da droga.

Os pronunciamentos anteriores

Até esta quarta, Bolsonaro havia realizado quatro pronunciamentos para falar sobre o novo coronavírus. Na primeira ocasião, em 6 de março, o presidente disse: “Ainda que o problema possa se agravar, não há motivo para pânico. Seguir rigorosamente as recomendações dos especialistas é a melhor medida de prevenção”.

No segundo pronunciamento, realizado na semana seguinte, Bolsonaro disse que as manifestações marcadas para o dia 15 de março, em sua defesa e que incorporavam bandeiras a favor do fechamento do Congresso Nacional e contra o Supremo Tribunal Federal, eram “movimentos espontâneos e legítimos” e que demonstravam o “amadurecimento da democracia presidencialista”, além de serem “expressões evidentes de nossa liberdade”.

“Precisam, no entanto, diante dos fatos recentes, ser repensados”, disse o titular do Planalto. Apesar do pedido, o próprio Bolsonaro compareceu às manifestações e cumprimentou apoiadores, mesmo estando sob quarentena.

Na terceira fala à população, feita em 24 de março, Bolsonaro pediu “volta à normalidade” em meio à pandemia do coronavírus e o fim do “confinamento em massa”. E afirmou que os meios de comunicação espalharam “pavor”. Na ocasião, o chefe do Executivo chamou o coronavírus de “gripezinha” e “resfriadinho”.

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