Julgamento final do impeachment atrai mais de 60 jornalistas estrangeiros

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Imprensa internacional acompanha depoimento de Dilma (Imagem: Geraldo Magela/Agência Senado)

O trabalho da imprensa foi organizado pela Secretaria de Comunicação do Senado, que garantiu aos profissionais duas salas com linhas telefônicas para as transmissões ao vivo das emissoras de rádio e os espaços para os links das TVs. Ao todo, 1430 profissionais, entre repórteres, cinegrafistas, fotógrafos e radialistas estão credenciados para a sessão de julgamento.

Há jornalistas da Argentina, Venezuela, Espanha, Portugal, Japão, Holanda, Turquia, China, França, Estados Unidos, Alemanha, Qatar e Reino Unido. Para Ana Lúcia Novelli, da assessoria de imprensa do Senado, “o trabalho que está sendo feito é importante para garantir que os profissionais de imprensa brasileiros e estrangeiros possam realizar com tranquilidade o trabalho de cobertura do impeachment”.

Nesta segunda-feira, 29, Dilma comparece ao Senado para fazer um pronunciado e ser interrogada por parlamentares. A Agência France Presse, que conta com o correspondente Damian Wroclavscky no Brasil, chamou atenção para declaração da presidente, que saiu defesa própria antes de veredito: “votem contra meu impeachment”.

A agência pública de notícias argentina Telam, que enviou o repórter Pablo Lionel Giuliano para acompanhar o caso, classificou o depoimento de Dilma como “declaração histórica” e destacou em sua homepage que a ré reitera que é uma “vítima de golpe de um governo usurpador”.

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