Arquivo mensais:dezembro 2016

Eduardo Requião condenado

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A sentença, proferida no final do mês de outubro, mas tornada pública mais recentemente, prevê o pagamento de multa civil no valor de quinze vezes a remuneração recebida pelo réu (que deve corresponder ao valor da última remuneração bruta percebida, mês de referência setembro de 2008), devidamente atualizada de acordo com a última versão (dezembro de 2013) do manual de orientação de procedimentos para os cálculos na Justiça Federal; suspensão dos direitos políticos por três anos; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

“Por tudo que nos autos consta, vislumbro que o Sr. Eduardo Requião se omitiu, dolosamente, no seu dever de ofício, visando fim de índole privada e política. Utilizando sua posição como superintendente da APPA, Eduardo Requião ao deixar de cumprir dever de ofício, impediu, por longo período o embarque de soja transgênica no porto de Paranaguá em desrespeito às leis federais, em atenção a suas convicções a respeito do tema transgenia e orientações políticas. Há no caderno processual elementos suficientes para demonstrar a vontade livre e consciente na conduta do réu em ignorar a satisfação do interesse público, violando os princípios da legalidade, impessoalidade e lealdade à instituição norteadores da Administração Pública”.

FONTE 

TULIO BANDEIRA REQUER PRISÃO DOMICILIAR AO TRF 4

Advogado Tulio Bandeira, que está com prisão preventiva decretada, requereu ao desembargador relator da Pecúlio que reveja sua decisão e lhe conceda o direito de prisão domiciliar alegando problemas de saúde.

GERALDO BIESEK SE ENTREGA

E o ex-presidente da Fundação de Saúde Geraldo Biezek apresentou-se a Polícia Federal neste final de semana acompanhado de seu advogado. Biezek teve prisão temporária decretada pelo juiz Pedro Aguirre, da Pecúlio.

VEREADORA ANICE VAI CONTINUAR NA TRANCA

Vereadora Anice Nagib teve o pedido de prisão domiciliar indeferido pelo juiz doutor Pedro Aguirre, da Pecúlio. Alegou estar doente, entretanto, o magistrado asseverou que apenas um atestado médico não é suficiente para comprovar doença, e, se fosse o caso, deveria pedir para ser transferida ao complexo médico penal, e não para casa. Faiô!

PITACO: Bacana quando entra em cana a primeira coisa que acontece é ficar “dodói”.  A Justiça anda de antena em pé quanto a isso.

veja o despacho do Doutor Pedro Aguirre

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“A NOSSA VEREADORA”

As presas do pavilhão de mulheres do Cadeião quando apagam as luzes as 21 hs (e as carcereiras não entram mais na área) começam a gritar “a nossa vereadora!” referindo-se a vereadora Anice Nagib que se encontra presa no local.

ZÉ BONITINHO

O apelido do vereador Queiroga na quadrilha da Pecúlio era Zé Bonitinho

O PAULO NÃO SE ENTREGA

Paulo McD entrou com dois recursos contra decisão do TSE. Um no próprio TSE (infringentes) e outro no STF. Isso tem nome: Chicana! Visa retardar nova eleição em Foz do Iguaçu. Paulo é mestre no mister.

CHICO RECORREU

Chico Brasileiro também recorreu ao STF pedindo que seja declarado prefeito eleito.

CAZUZA E SUAS PRESEPADAS

Os três políticos que o Cazuza levou para o Pros, entraram em cana. A saber: vereador Zé Carlos, preso duas vezes. Vereador Rudinei, preso (detalhe: Zé Carlos e Rudinei deixaram o partido). Tulio Bandeira fugindo para não ser preso, mas deverá ser pela segunda vez.
Soubemos que a PF colocou o nome dele na relação dos procurados pela Interpol. E o Valter Ramirez, alcunhado “cururu”, foi um espécie de coordenador do Pros na city. Um baita de um vexame. A dupla Cazuza/Cururu é do peru! Ué, até rimou!
O pessoal do Pros em Brasília está de cabelo-em-pé com as gambiarras do seu articulador político na fronteira. Rebordosa á vista.

PATRÍCIA FOI PARA CASA

TRF 4 concedeu prisão monitorada para a ex secretaria de Saúde Patrícia Foster.

 

 

Feitiços delatados

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Mary Zaidan

Desde setembro de 2014, quando o juiz Sérgio Moro homologou a primeira delação premiada da Operação Lava Jato, a de Luccas Pace Júnior, assessor da doleira Nelma Kodama, todas as delações vêm a público, algumas até antes de serem oficializadas, protagonizando o escândalo da semana.

Nesse período, 70 réus viraram delatores, e outros quase 100, entre eles os 77 executivos da Odebrecht, começaram a falar. E, fora a estranha anulação do pré-acordo de Léo Pinheiro, da OAS, peça-chave para a investigação dos casos envolvendo o ex-presidente Lula, as delações têm sido utilíssimas para desbaratar as teias de corrupção que capturaram o Estado brasileiro.
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A farra dos marajás

Mais de 5 000 servidores federais recebem além do limite legal. A diferença daria para pagar por um mês a 400 000 aposentados que ganham salário mínimo

VEJA da semana

Desde a década de 80, quando um político alagoano se lançou no cenário nacional com a fantasia de “caçador de marajás”, o Brasil tenta acabar com a praga dos supersalários de uma minoria de servidores públicos. Até hoje, não deu certo. Na semana passada, o Senado deu um passo importante nessa direção ao aprovar um pacote de três projetos que passa a incluir no teto constitucional (33.763 reais mensais) a maioria dos penduricalhos desse grupo.

Um levantamento de VEJA entre todos os funcionários públicos da ativa do Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais mostra o tamanho do problema. A pesquisa identificou os 5.203 servidores que ganharam acima do teto em setembro. O prejuízo aos cofres públicos chega a 30 milhões de reais em um único mês. E isso sem contar aposentados, pensionistas, nem os três poderes nos níveis estadual e municipal. A diferença de 360 milhões de reais por ano daria para pagar por um mês a 400.000 aposentados que ganham o salário mínimo. Repetindo: 400.000.

Nos casos mais gritantes, um único servidor chegou a receber mais de 100 000 reais em um mês. Despontam entre os marajás figuras como o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira. O drible no teto constitucional ocorre, na maior parte das vezes, em razão de uma miríade de benefícios.

Pezão teve festas de réveillon pagas por Cabral

Pezão se hospedou no Hotel Portobello, em Mangaratiba, em pelo menos três ocasiões, com gastos de cerca de R$ 40 mil somente em diárias

O atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, pode estar em más lençóis. É que o ex-administrador estadual, Sérgio Cabral, bancou quatro festas de fim de ano de Pezão, de 2009 a 2012. Ele se hospedou no Hotel Portobello, em Mangaratiba, em pelo menos três ocasiões, com gastos de cerca de R$ 40 mil somente em diárias.

De acordo com informações do jornal O Globo, só a referência a pagamento feito por Cabral, nas notas anexadas a um dos processos decorrentes da Operação Calicute, no ano de 2010: R$ 5.660. Pezão informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar.

Entre os hóspedes que estiveram no resort na lista de Cabral, estão outros presos na Operação Calicute, como o ex-secretário de Obras, Hudson Braga, e Luiz Carlos Bezerra.