Arquivo mensais:janeiro 2017

OPERAÇÃO PECÚLIO: PF CONCLUI INQUÉRITOS DA 5ª E 6ª FASES E INDICIA 53

Conclusões sobre esquema de corrupção devem ser entregues à Justiça.

Ex-prefeito Reni Pereira (PSB) voltou a ser apontado como líder do grupo.

Do G1 PR

Reni Pereira (Foto: Felipe Gusinski/Cohapar/Divulgação)O ex-prefeito de Foz do Iguaçu Reni Pereira (PSB) foi preso durante a 4ª fase da Operação Pecúlio; ele é apontado como líder do grupo criminoso que atuava na administração municipal

A Polícia Federal concluiu os inquéritos da 5ª e 6ª fases da Operação Pecúlio, que investiga um suposto esquema de corrução na Prefeitura e na Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. No documento de 322 páginas, 83 pessoas foram indiciadas, entre elas o ex-prefeito Reni Pereira (PSB), apontado como líder da organização criminosa, vereadores, ex-vereadores, ex-secretários municipais e empresários, alguns já réus na ação penal que corre na Justiça Federal.

Nas últimas duas fases, batizadas de Nipoti 1 e 2, foram presos 12 dos 15 então vereadores da cidade, além de empresários e ex-agentes políticos. As investigações apontaram o pagamento de uma espécie de “mensalinho” aos parlamentares em troca de apoio político na Câmara para os projetos de interesse da prefeitura. Em troca, aponta a PF, eram negociados cargos para familiares na administração e em empresas terceirizadas.

Outro esquema seria o de recebimento de propina para privilegiar o pagamento de empresas com contratos com a administração local envolvendo o então presidente da Câmara, Fernando Duso (PT).

O relatório conclusivo aponta que “a  organização ramificava-se partindo do topo  da cadeia de comando da municipalidade, passando então pelas  secretarias e autarquias, diretores e demais ocupantes de cargos comissionados, além de agentes externos aqui representados por empresários de vários setores, de forma a  dar plena vazão às demandas ilícitas, cujo objetivo principal era a captação de recursos desviados dos cofres da prefeitura de Foz do Iguaçu/PR”.

De acordo com o delegado Fábio Tamura, responsável pelas investigações, os indiciados devem responder pelos crimes de fraude a licitação e corrupção.

“Algumas das pessoas cujas condutas foram investigadas integravam uma complexa  organização criminosa, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens de natureza econômica e pessoal, mediante a prática de graves infrações penais, tais como corrupção ativa, passiva, peculato, dentre outras correlatas”, destaca o documento.

Com a conclusão dos inquéritos, caberá agora ao Ministério Público Federal (MPF) formular a denúncia e encaminhá-la ou não à Justiça Federal.

Procurado, o advogado do ex-prefeito informou que Reni Pereira está à disposição das autoridades e que aguarda a manifestação do MPF. E, a defesa dos demais suspeitos negam as acusações. A maioria diz que foram feitas em delações premiadas sem provas.

Nas duas fases, 28 suspeitos foram presos. Vinte continuam na cadeia, entre eles dez ex-vereadores preventivamente desde o dia 15 de dezembro de 2016. Cinco deles foram reeleitos e tomaram posse do cargo no dia 18, após determinação judicial.

Operação Pecúlio
As investigações da PF que levaram à deflagração da Operação Pecúlio, no dia 19 de abril de 2016, indicam um esquema de corrupção na Prefeitura de Foz do Iguaçu envolvendo fraudes em licitações para a contratação de obras de pavimentação e de serviços na área da saúde.

De acordo com o MPF, a organização criminosa era comandada pelo prefeito afastado Reni Pereira (PSB), que chegou a cumprir prisão domiciliar por 106 dias. Doze presos preventivamente deixaram a prisão depois de assinarem acordos de delação premiada. Além de empresários e do prefeito, foram presos secretários, diretores e servidores de carreira.

Além dos vereadores, três dos 85 réus da ação penal que resultou da operação permanecem presos. Eles respondem, entre outros, pelos crimes de peculato, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa e fraude em licitações.

De cabeça raspada, Eike vai para Bangu

Empresário de estimação

Eike Batista (Foto: Reuters)
Eike Batista (Foto: Reuters) 

Mary Zaidan

Em março de 2010, o ranking de bilionários da revista Forbes anunciava um feito extraordinário: Eike Batista subira 53 posições em apenas um ano, tornando-se o oitavo homem mais rico do mundo. Um vencedor, um exemplo – “nosso padrão, nossa expectativa, o orgulho do Brasil”, segundo a ex-presidente Dilma Rousseff.

O então megaempresário, que já criara constrangimentos ao petismo – além de dívidas impagáveis que todos os brasileiros já estão pagando -, quebrou um ano depois dos elogios de Dilma. Agora, diante de um mandado de prisão, é uma bomba que pode detonar a qualquer momento. Daquelas que o alto comando petista preferia ver protegida pela cidadania alemã de Eike.

Assim como tudo que se refere a Eike, a história de sua prisão também é megalômana, digna de best-sellers. Envolve política e corrupção, milhares de dólares, ouro, fuga, dupla nacionalidade, Interpol.

Alvo da operação Eficiência da Polícia Federal, Eike foi delatado por dois doleiros aos procuradores da Lava-Jato, no Rio de Janeiro. Apurou-se que ele pagou US$ 16,5 milhões de propina ao ex-governador Sérgio Cabral, hoje na penitenciária de Bangu. A transação teria sido feita em 2011, por meio de uma triangulação entre bancos do Panamá e do Uruguai, maquiada por um contrato de venda de uma mina de ouro.

Dois dias antes de o mandado de prisão ser expedido, Eike embarcou para os Estados Unidos – a negócios, segundo seus advogados – usando seu passaporte alemão. Simplesmente espetacular.

Como se sabe, Eike não está só.

Trazê-lo à tona pode fazer com que a Lava-Jato encaixe mais peças no sofisticado quebra-cabeça que tem revelado a institucionalização da corrupção no país desde as primeiras incursões do mensalão, vista hoje como um ensaio de amadores.

As palavras dele podem corroborar com informações coletadas em arquivos e delações de dirigentes de outras empresas pagadoras de propinas. Dinheiro farto para engordar campanhas eleitorais, assegurar maioria parlamentar, rechear bolsos, garantir conforto e delícias de inescrupulosos.

Mesmo que Eike nada fale, só a expedição do mandado de prisão escancara a criminosa associação da corrupção com a política de campeões nacionais, cuja conta, estima-se, supera R$ 200 bilhões, só no BNDES.

Dinheiro que garantiu o posto de homem mais rico do Brasil para Eike e fez a fortuna de escolhidos de Lula e Dilma. Dinheiro que não financiou milhares de empreendedores capazes de amenizar a crise e o desemprego. Dinheiro que está sendo pago por todos os brasileiros.

A lista dos amigos campeões não é extensa. São empresas frequentes no rol de escândalos ou de grandes devedores. Ou nos dois.

Nela, incluem-se empréstimos à criminosa confessa Odebrecht, à Friboi, enrolada com o José Carlos Bumlai, amigo de Lula, à Fibria e à Lactos Brasil. Também está a falida megaoperadora de telefonia Oi, que manteve negócios suspeitos com a Gamecorp de Fábio Luís, filho de Lula. E instalou uma estação de rádio base (Erb), antena exclusiva próxima ao sítio de Atibaia que Lula garante que não é dele, mas que, como no lobo da história infantil, tem olhos, focinho e boca que remetem ao ex.

Eike conseguiu torrar R$ 20 bilhões do BNDES.

Cinco meses depois de frequentar pela primeira vez o top ten da Forbes, o empresário de estimação do PT, a quem Lula conferiu privilégios de interlocução antes mesmo de fazer o seu primeiro discurso na ONU, arrematou em um leilão beneficente o terno que o ex usou na posse, em 2003. Pagou R$ 500 mil.

Queria moldar a imagem de empresário do bem. E, assim como Lula, usou o chapéu alheio.

Lava Jato pode consagrar ou arruinar Supremo

Confrontados com o descalabro exposto nos depoimentos dos 77 delatores da Odebrecht, os ministros do Supremo Tribunal Federal deveriam esquecer a Constituição e o Código Penal por um instante, para se concentrar num conto de Ernest Hemingway. Chama-se ‘As Neves do Kilimanjaro’. Começa com um esclarecimento:

“Kilimanjaro é uma montanha coberta de neve, a 6 mil metros de altitude, e diz-se que é a montanha mais alta da África”, anotou Hemingway. “O seu pico ocidental chama-se ‘Ngàge Ngài’, a Casa de Deus. Junto a este pico encontra-se a carcaça de um leopardo. Ninguém ainda conseguiu explicar o que procurava o leopardo naquela altitude.”

O leopardo do conto serve de metáfora para muita coisa. Tanto pode simbolizar a busca romântica pelo inalcançável como pode representar o espírito de aventura levado às fronteiras do paroxismo.

O Supremo, como se sabe, é o cume da Justiça brasileira. Seus ministros acham que estão sentados à mão direita de Deus. Num instante em que a deduragem dos corruptores confessos da Odebrecht empurra mais de uma centena de encrencados na Lava Jato para dentro dos escaninhos da Suprema Corte, cabe aos ministros interrogar os seus botões: o que fazem tantos gatunos da política no ponto mais alto do Poder Judiciário?

Num país marcado pela corrupção desenfreada, os gatunos da Lava Jato beneficados com o chamado foro privilegiado simbolizam o sentimento de impunidade cultivado pela oligarquia política. Que pode virar instinto suicida se o Supremo for capaz de dar uma resposta à altura do desafio.

Um bom começo seria a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, homologar até terça-feira (31) todos os acordos de delação. Isso liberaria a força-tarefa da Lava Jato para abrir os inquéritos que transformarão indícios em provas.

De resto, será necessário que o ministro sorteado para substituir Teori Zavascki na relatoria da Lava Jato se convença da importância do seu papel. Seja o seco Celso de Mello, o melífluo Ricardo Lewandowski ou qualquer outro, o novo relator precisa entender que a conjuntura cobra do STF um rigor compatível com a desfaçatez.

No futuro, quando os arqueólogos forem escavar esse pedaço da história nacional, encontrarão sob os escombros de um Brasil remoto carcaças que serão tão inexplicáveis quanto a do leopardo de Hemingway. Resta saber se serão as carcaças de gatunos suicidas ou de magistrados que não se deram ao respeito. A Lava Jato pode consagrar ou arruinar o Supremo.

POUPEM A NOSSA INTELIGÊNCIA

O texto abaixo é da lavra do médico psiquiatra José Elias Aiex Neto. Na primeira parte ele analisa a chagada ao poder de Donald Trump. Na segunda parte deu uma reprimenda no ex-prefeito Paulo McD que anda mais folgado do que charuto em boca de bêbado.
Confira que vale a pena:

Nos últimos dias venho me sentindo agredido em minha inteligência, e acredito que muitos amigos devam sentir o mesmo, com os seguintes fatos:
-brasileiro elogiando o Trump, que tem como meta tornar os EUA ainda mais forte, como se a maior potência do globo já não fosse forte o suficiente. E o que é pior, é que a política externa do Trump simplesmente ignora o Brasil. Brasileiro que o elogia ou não tem nenhum sentimento patriótico ou é um deslumbrado que ainda acha que os EUA são os “mocinhos” dos filmes de far west.
-gente achando normal os dados publicados recentemente dizendo que os OITO homens mais ricos do mundo acumulam juntos uma fortuna equivalente à metade da população da terra, ou seja, TRÊS BILHÕES E MEIO DE PESSOAS.
-gente achando normal que os SEIS homens mais ricos do Brasil tenham juntos o equivalente ao patrimônio de CEM MILHÕES DE BRASILEIROS. Alguns ainda elogiam suas “capacidades de trabalho”. No caso do Brasil, é emblemático que os TRÊS homens mais ricos sejam os sócios da AMBEV, que fabrica bebidas alcoólicas e não deixa o país promover nenhuma campanha de prevenção do alcoolismo, sendo que 7% da nossa população é considerada alcóolatra.
-gente que não se preocupa com o fato de saber que o ano de 2016 foi o terceiro mais quente da história e que o Trump vai boicotar os acordos celebrados pelos diversos países do mundo para reduzir o aquecimento global através do controle da emissão de poluentes.
-ter que continuar ouvindo ou lendo o Paulo Mac Donald dizendo que é inocente e que existe uma ORCRIM instalada em Foz. Todo mundo sabe que o Reni montou um esquema criminoso para saquear a prefeitura. Só que isso já foi desmontado, e a cidade anseia para votar em um novo prefeito. Paulo está prejudicando a cidade com sua insistência em recorrer às últimas instâncias judiciais para reverter a sua condenação como ficha suja. E usa o argumento de que existe uma ORCRIM, como se na cidade não existissem outras pessoas que não fazem parte dela, e que podem vir a ser bons prefeitos. Além do mais, muitas das práticas do Reni também foram rotina na administração do Paulo. Ou será que a cidade esqueceu do malfadado “Acordo caracú” (termo criado pelo ex-vereador Djalma Pastorello para adjetivar a nomeação, por Paulo Mac Donald, de 59 pessoas indicadas pelos vereadores para ocuparem cargos de confiança na prefeitura). Por tal acordo, foram nomeados filha de vereador, cunhada de outro, etc…Nada diferente do que o Reni fazia. Além do mais, quem se esqueceu do vídeo em que aparecia o ex-presidente da Foztrans na gestão Paulo, o falecido engenheiro Oda achacando o dono da Trans Balan, senhor Alamini, em nome do Paulo? Este último alegou que o vídeo era uma montagem, sendo que a Polícia federal periciou o mesmo e concluiu que era verdadeiro.
Poupe os cidadãos desta cidade de mais sofrimento, Paulo. Deixe a cidade escolher um novo prefeito e contribua com propostas novas para melhorar a nossa realidade, ao invés de ficar martelando sobre um tema que já está sendo superado pelos nossos habitantes.
P.S.: Paulo, pare de falar que a cidade está arruinada. A iniciativa privada de Foz tem mostrado que está acreditando nela, sendo que é evidente o desenvolvimento da cidade. Basta ver o número de construções sendo erguidas em nossa cidade. Basta ver os hotéis, restaurantes e shoppings que estão sendo inaugurados. Se tivermos um bom administrador e a Câmara Municipal tomar vergonha na cara, o futuro de Foz será cada vez mais radiante. Eu acredito nisso!!!!

PITACO: Este escrito do Aiex corrobora o que o Língua escreveu dia desses sobre este mesmo cidadão. Paulo dando uma de bom Samaritano com um baita de um telhado de vidro.

ABRIU A PORTEIRA

A 27 de janeiro de 1997, a Câmara dos Deputados aprovou em 1º turno a emenda da reeleição. Foram 326 votos a favor, 28 a mais do que o mínimo necessário. Os votos contrários não passaram de 17. A proposta assegurava ao presidente Fernando Henrique Cardoso o direito de disputar mais um mandato.

UM FIES PARA O EX-MINISTRO DE LULA

O Antagonista

A inadimplência do Fies não está relacionada apenas ao desemprego, mas a diversas falhas de concepção do programa. Na verdade, parece ter sido criado para financiar indiretamente instituições privadas amigas do governo petista.

Até 2015, o governo injetou R$ 50 bilhões nessas instituições.

Um levantamento do analista Tiago Ring mostra que a Kroton foi a instituição mais beneficiada pelo Fies. A Kroton é de Walfrido Mares Guia, o ex-ministro de Lula que sempre lhe empresta o jatinho.

O Fies merece uma investigação própria: o ‘Fiesão’ ou ‘Walfridão’.

O ‘timing’ para prender Lula

O delegado da Polícia Federal Igor Romário de Paula deu uma entrevista ao UOL.

Vejam o que ele diz sobre o ‘timing’ para prender Lula.

“É complicado falar em perder timing. Os requisitos para uma prisão preventiva são bastante objetivos. Lá atrás, na fase 24 da Lava Jato, quando houve a representação do Ministério Público (pela condução coercitiva de Lula, em março), não existiam os requisitos para um pedido de prisão do ex-presidente. Não acho que a gente perdeu o timing. Esse timing pode ser daqui a 30 dias, a 60 dias. A investigação que envolve o ex-presidente Lula é muito ampla.”

E mais:

“O timing pode ser daqui a pouco. Não vejo nem perda de tempo nem condescendência com o fato de se tratar um ex-presidente. O próprio juiz Sergio Moro já mostrou que ele não leva isso em consideração quando toma suas decisões. Esse timing pode ser mais para frente, pode não ser aqui, pode aparecer nas investigações que acontecem em Brasília.”

PALOCCI MANDOU DUDA ACERTAR CONTA COM EMÍLIO

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Sobrou pra cabeça do petista Angelo Vanhoni (demorô!)

Em sua proposta de delação, Duda Mendonça contou que foi orientado por Antonio Palocci a procurar Emílio Odebrecht para quitar uma dívida de R$ 15 milhões das campanhas de Marta Suplicy, Fernando Pimentel, João Paulo e Angelo Vanhoni, em 2004.

“Duda reuniu-se com o dono da empreiteira e passou o recado ao ministro da Fazenda. Emílio disse que toparia pagar a dívida desde que Palocci fizesse esse pedido pessoalmente”, publica a Veja.

Os dois se encontraram num hangar do aeroporto de Congonhas e acertaram que a Odebrecht quitaria o débito numa conta no exterior.

Prefeita Inês da Saúde e o mais do mesmo…

E a prefeita “tampão” Inês da Saúde, teve um rompante de lucidez, ao decretar uma espécie de “mutirão da limpeza” no município. A ordem é cortar tudo que é mato que vem sendo motivo de matérias diárias na RPC. Inês tem que dar tratos á bola para fazer algo diferenciado e que marque sua fugaz passagem pelo executivo. Esse mais do mesmo não vale. Tamos carecas de ver isso, que, a rigor, não dá em nada. Mais um marketing idêntico ao que o prefeito João Dória realiza em São Paulo. Balela para inglês ver.

CORVO FOFOQUEIRO

E o bicho asqueroso criado pelo gordoidão não para de vociferar (sempre por notinha cifradas, o modus operandi padrão do muquirana) quanto a rapaziada da imprensa que se enrolou nas verbas publicitárias da prefeitura. Então vamos lá: Como é público e notório o gordoidão tem um jornal na mão, e nessa condição recebeu um monte de verbas publicitárias desta mesma prefeitura, entretanto, não satisfeito abriu um blog (que duvido que alguém tenha lido) e nessa condição passou a receber, também,  verbas publicitárias. Ou seja, recebia pelo jornal e pelo blog. (agora que o bagulho azedou o blog desapareceu do ar!). Pode isso Arnaldo?

PITACO: qualquer semelhança com o Cazuza que também abriu um jornaleco (que só circula em épocas eleitorais) e dois blogs, o que oportunizou que recebesse uma senhora bufunfa da Câmara Municipal, pode não ser mera coincidência…

PITACO II: O blog Boca Maldita (publicado na azedinha e no blog do Cazuza) também foi citado na investigação da PF sobre verbas publicitárias, mas isso o corvo não abre o bico. Fica pianinho, pianinho… Quem edita esse blog é o jornalista Ronildo “passado” Pimentel, de Curitiba, amigo do “Bob Cuspe”, o Zé Beto Maciel, que também amarrou o burro na capital.

ESPINAFRADA

Quem recebeu uma espinafrada do médico José Aiex neste sábado na banca do Abel foi o Paulo McD. Paulo, agora travestido de colunista da azedinha, vem repetindo, como papagaio, a sua indignação com a ORCRIM que se instalou na administração do Reni Pereira. Ninguém aguenta mais tanta lenga-lenga do mesmo tema. E o corvo, repicando, dando aquela ajudazinha marota como se o seu criador (gordoidão) fosse a personificação do bem.

TULIO BANDEIRA E A OAB DO PARANÁ

A OAB de Curitiba peticionou no processo da Pecúlio para que a Justiça Federal (Juízo da VEP) conceda ao advogado Tulio Bandeira (que se encontra preso preventivamente no compelxo penal médico de Pinhais) prisão especial em sala do Estado Maior devido a sua condição de advogado.  Doutor capa preta ainda não se manifestou.

E A VEREADORA ANICE?

E a OAB de Foz do Iguaçu, consultada, informou que advogados que não exercem a profissão não têm o direito a sala especial. Nesta vertente como fica o caso da vereadora Anice Nagib que é advogada, mas não exercia o mister, preferindo enveredar pela política? Ela continua presa preventivamente numa sala do 14ª Batalhão da PM na fronteira. Lembrando que o STJ em vários julgados também emitiu o mesmo parecer. Para ser considerado advogado, tem que estar exercendo a função, se for licenciado não pode ter essa regalia.

VOLTA AOS TRABALHOS DO LEGISLATIVO

Na próxima quinta (2) o legislativo de Foz do Iguaçu volta aos trabalhos com cinco suplentes mostrando a que vieram. Quanto aos cinco vereadores reeleitos, e presos, estão fazendo das tripas coração para pagar os advogados. É um tal de vender veículos, imóveis, bicicletas, papagaios, cachorros e o escambau. Vale também uma visitinha dos parentes aos agiotas da fronteira. Que dureza!

DIA D DOS PRESOS DA PECÚLIO NO TRF 4

Neste 31 de janeiro (terça-feira) o TRF 4 julga o mérito de vários pedidos de habeas corpus dos presos da Pecúlio. Alguns advogados da terrinha estarão lá para fazer manifestação oral.

CASO GRAVÍSSIMO OCORRIDO NA ADUANA BRASIL/PARAGUAI

Neste domingo soube-se que um jovem ao passar de motocicleta pela Aduana Brasil/Paraguai teria morrido em consequência da abordagem violenta que teria recebido de um servidor da Receita Federal. Este caso, pela forma como ocorreu vai ganhar a mídia nacional. Gravíssimo! (o caso está relatado pela companheira do falecido nesta edição do blog).

QUANDO SERÁ QUE AS MÁS NOTÍCIAS CESSARÃO?

Nos últimos meses Foz do Iguaçu vem sendo tomada por um surto de violência insuportável. Alguma coisa tem que se feita, urgente. Os iguaçuenses estão no seu limite, e os programas policialescos estão fazendo á festa. Até quando?