Arquivo mensais:fevereiro 2017

Uma olhada ao SISFRON, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras do Brasil

É uma obra de grande porte e complexidade, para ser implementada pelo Exército Brasileiro ao longo de 10 anos, abrangendo quase 17 mil km de fronteiras terrestres com 11 países.

O SISFRON recebeu antenas satelitais integradas ao Sistema de Comunicações Militares Integradas por Satélite para emprego na região de fronteiras. (Foto: Roberto Caiafa)

O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) não é apenas uma necessidade militar, mas uma política de Estado delineada na Estratégia Nacional de Defesa (END) implementada em 2008, e claramente de natureza multidisciplinar e interagências governamentais.

Como resultado das entregas tecnológicas promovidas pelo SISFRON, o COBRA 1.0 inclui fuzil, câmera de combate, capacete com visão noturna, sistema Molles de acessórios táticos e exoesqueleto de proteção de membros e extremidades. (Foto: Roberto Caiafa)

O fato de sua construção e gerenciamento serem de responsabilidade do Exército Brasileiro (EB), como principal operador, é fácil de ser explicado. O EB é a instituição nacional com maior capilaridade em toda a extensão do território nacional, em especial ao longo dos 16.886 km da zona de fronteira onde operam 87 organizações militares . Seu embasamento jurídico está atrelado à Constituição Federal brasileira, que estabelece como ação subsidiária das Forças Armadas atuar, por meio de ações preventivas e repressivas, na faixa de fronteira, contra delitos transfronteiriços e ambientais, e no Decreto 6.703, que instituiu a END.

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EDITORIAL DO JORNAL CORREIO DO POVO – LARANJEIRAS DO SUL

 Futebol de campo pode voltar em Laranjeiras?

   O exemplo de Verê pode servir à muitas cidades da Cantu


O dia 8 de fevereiro de 2017, vai passar a ser um dia histórico na pequena Verê. Nesta data, o presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Pereira Cury, assinou a filiação do Verê Futebol Clube à FPF, dando condições para que o clube ingresse na disputa da 3 divisão do futebol profissional paranaense. Eles irão disputar a categoria sub-19, e priorizam as categorias de base e a revelação de talentos.

Atualmente com 64 anos, Verê tem 7879 habitantes. O nome Verê vem do indígena caingangue “Viry”, que foi um cacique dos índios de Guarapuava, região histórica de Palmas. Seu significado na linguística caingangue é: “sempre, eternamente”. Mas diferentemente da cidade de Guarapuava, Verê optou por investir no futebol de campo, ao invés do futebol de salão.
E essa escolha tem se mostrado muito acertada. Apesar de toda a dor e tragédia vividas, Chapecó segue em frente e a Chap virou símbolo de solidariedade e resiliência.

O futebol de campo está na essência do povo brasileiro. Qualquer terreno baldio e uma bola velha, fazem a alegria da piazada por horas a fio. Os talentos estão por aí, buscando que haja organização, planejamento e boa vontade para despertar um Messi ou um Neimar. Mas alguém precisa reunir os fios soltos e dar “tratos à bola”, isto é fazer acontecer.

Se você for ao Rio Grande do Sul, não vão te perguntar: pra qual time você torce. A pergunta será mais direta: tu é Inter ou Grêmio? Isso na capital. Porque no interior ninguém terá dúvidas de que se você mora em São Leopoldo será torcedor do Aimoré, ou do Brasil, se mora em Pelotas ou do glorioso Juventude se for de Caxias do Sul. O ponto aqui é que futebol de campo une, traz um senso de cidadania e pertencimento, de orgulho da sua terra. E pode ser um negócio lucrativo também.

Laranjeiras já teve dias de festa e glória com o Operário. Seja este, seja outro nome que venha a ser adotado, o bom exemplo vindo de Verê, pode ressuscitar a nossa paixão por termos novamente um time.
Queremos com este editorial provocar a reflexão, por isso fica a pergunta, é possível Laranjeiras, ou qualquer outra cidade da Cantu, ter um time profissional de futebol de campo também? Vamos voltar ao tema.

 

Justiça confirma DEM na coligação de Chico Brasileiro

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A coligação “Foz Levada a Sério” assegurou, em medida liminar da Justiça Eleitoral, a participação do DEM na chapa liderada pelo candidato a prefeito Chico Brasileiro (PSD), conforme decisão da convenção municipal do partido, em Foz do Iguaçu, na última sexta-feira.

Com isso, o tempo do horário eleitoral gratuito destinado ao DEM será contado para a coligação de Chico Brasileiro durante o sorteio da ordem dos programas partidários que irão ao ar a partir da próxima segunda-feira, dia 27.

Segundo a juíza eleitoral Juliana Arantes Zanin Vieira, somente a coligação “Foz Levada a Sério” apresentou os documentos comprobatórios da decisão dos filiados ao DEM em Foz do Iguaçu de apoiar Chico Brasileiro. O DEM já havia participado da chapa de Brasileiro nas eleições de outubro passado.“Apenas a Coligação Foz Levada a Sério apresentou a ata da Convenção de escolha do apoiamento aos candidatos em atendimento ao que determina o artigo 8° da Resolução do TSE”, anotou a magistrada responsável pela Junta Eleitoral de Foz e que irá conduzir as novas eleições que ocorrerão no próximo dia 2 de abril.A coligação “Foz Acima de Tudo” apresentou apenas uma carta da Executiva Estadual do DEM determinando que o partido participasse desse grupo. A juíza, porém, explica que uma decisão desse porte deve partir da Executiva Nacional e deve ser comunicada ao Diretório Municipal.

“Portanto, para a realização do sorteio e distribuição do horário eleitoral em reunião designada para o dia 23 de fevereiro de 2017, determino seja incluído o Partido Democratas como pertencente à Coligação Foz Levada a Sério”, decidiu no despacho liminar.

PITACO: Dentro deste raciocínio da ínclita Magistrada tratamento similar pode ser adotado no imbróglio PMDB apoiando o Phelipe Mansur (REDE) e que está sendo questionado pelo PMDB estadual via Requião.