Arquivo mensais:agosto 2017

Espaço do Leitor

Legislativo Confuso

Há tempos, venho acompanhando suas sensatas opiniões no que diz respeito, a esse poder constituído e confuso de nossa cidade, o LEGISLATIVO.
REALMENTE fui pessoalmente no gabinete do Vereador Dr. Brito e constatei esse fato; um cidadão chamado Cazuza, dentro da sala do referido Vereador, tomando um belo café, desfrutando de um ambiente climatizado, computadores, telefones, enquanto o POVO padecendo lá fora, andando em um sol escaldante, tendo que pagar por seu cafézinho diário, enquanto esse cidadão desfruta das regalias que o dinheiro do povo BANCA.
É uma vergonha, estamos falando de um PODER CONSTITUÍDO, não de um prostíbulo, o pior é ver a passividade desse Vereador Dr. Brito referente a essa vergonhosa situação. Esse tal de Cazuza, sem nenhum cargo no legislativo segue usufruindo das benesses do local, ele teria sido o incentivador para que o referido Vereador, criasse a CPI do transporte público visando ficar na mídia e posteriormente cacifar-se para lançar sua candidatura a deputado. Porém, essa CPI não resultará em NADA, estão engambelando o povo.
Foi preciso um cidadão comum, pobre, verificar que a frota de ônibus está vencida, não podendo circular, enquanto o Vereador Dr. Brito, apenas faz seu SHOW, e em paralelo segue sendo investigado na Polícia Federal por suspeita de compras de votos na última eleição.  Á iniciativa partiu do Justiça Eleitoral, como o Hlucas, este importante veículo de comunicação, com a credibilidade que lhe é peculiar, vem repetindo exaustivamente.
O pior é saber da concordância do Presidente do Legislativo Sr. ROGÉRIO QUADROS, dos quadros do PTB, o mesmo segue presenciando essa absurda situação com o nosso dinheiro, porém, como um bom “conchavista” segue com o seu olhar de “paisagem”. Este vereador ainda não deu explicação convincente ao povo de Foz do Iguaçu sobre a denúncia de o jornal A Gazeta de que recebera proventos ilegais enquanto policial civil e vereador. O jornal ficou um mês martelando o assunto e de repete emudeceu. Nunca mais tocou no assunto. Será porque o “Vermelho”, presidente do PTB no município, tornou-se sócio do jornal? Será que o presidente Rogério Quadros não estaria prevaricando ao não tomar providências quanto ao vereador Protetor Jorge (do seu mesmo partido PTB) que segue no cargo mesmo com a suspensão dos direitos políticos por oito anos, determinado pelo STJ?   Sem falar que o presidente empregou inúmeros cargos comissionados na casa deste mesmo PTB. Encheu a panela!
Lucas, continue nos ajudando, eu irei levar ao conhecimento do Ministério Público essa absurda situação, não demorará, a festa acabará.

Agradecido,

Francisco.

PITACO: Leitor antenado este né?

 

Pergunte quem é coxa e amante na delação da Odebrecht?, diz advogado sobre Gleisi

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Nas entrevistas que deu após depoimento no STF, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) culpou o doleiro Alberto Youssef e o advogado Figueiredo Bastos pela denúncia da qual é ré na Operação Lava Jato.
O advogado, em entrevista a rádio Jovem Pan, devolveu: “pergunte para ela quem é coxa e amante na delação da Odebrecht?”.

Veja o vídeo 

 

A tolice do cobre

Editorial, Folha de S, Paulo

O governo de Michel Temer (PMDB), em seu afã de fabricar boas novas para estimular a economia, cometeu erros primários na extinção da Reserva Nacional de Cobre e seus Associados (Renca). Como dividendos, colheu apenas uma enorme —e exagerada— reação negativa na opinião pública.

Com a ajuda de celebridades, espalhou-se o rastilho de indignação com o suposto “leilão” da Amazônia para a iniciativa privada. Um juiz federal se apressou a suspender o decreto presidencial, nesta quarta-feira (30), por entender que faltou ouvir o Congresso.

O Planalto se viu acusado de liberar para destruição uma área preservada de floresta amazônica do tamanho do Espírito Santo.

A Renca nunca foi uma reserva ambiental, mas sim mineral. Criada por decreto em 1984, no período militar, objetivava manter controle estatal sobre depósitos de cobre, tântalo, ouro e outros metais.

Pode ter ajudado a coibir o desmatamento na região, mas não foi tão eficiente: há nela cerca de mil garimpeiros ilegais e 28 pistas de pouso clandestinas, segundo o Ministério de Minas e Energia.

A área coincide com a de nove unidades de conservação (UCs), criadas após a declaração da Renca. O decreto original de Temer ressalvava que prevaleceria a legislação ambiental incidente, mas não cuidou de consultar, antes de baixá-lo, a pasta do Meio Ambiente.

Uma secretaria do ministério havia preparado, em 2016, nota técnica contrária ao fim da Renca, por considerar que estimularia influxo populacional e desmatamento. Só após a onda de protestos o ministro Sarney Filho (PV) foi chamado para ajudar a apagar o incêndio.

O Planalto produziu então outro decreto, explicitando salvaguardas ambientais. O texto esclarece, por exemplo, que por ora não estarão previstas novas atividades de pesquisa e lavra dentro das UCs.

Em termos formais, a extinção não parece tão ameaçadora quanto se alardeou. Seria ingênuo, contudo, considerar inócua a medida.

O governo Temer tem patrocinado vários retrocessos na regulamentação ambiental. Além disso, a crise orçamentária no setor público reduziu sobremaneira sua capacidade de fiscalizar abusos.

O Planalto reincide no equívoco palmar de lançar medidas controversas sobre questões complexas, de afogadilho e sem os devidos esclarecimentos à sociedade.

Bomba – Alexandre Romano, o amante da senadora Gleisi Hoffmann

Bomba - Alexandre Romano, o amante da senadora Gleisi Hoffmann

Cenários rocambolescos costumam testemunhar cenas picantes (mesmo que recheadas de pecado), de amor. É o caso do Gstaad Palace, nos Alpes suíços. Ali, onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. Era sexo selvagem. Ela arranhava, mordia, fazia escorrer filetes de sangue do peito de Alexandre Romano. Depois, para saciar a sede, vinhos e champanhes finíssimos.

Leia mais 

 

TRF 4 DETERMINA QUE JUIZ ABRA SIGILO DOS VÍDEOS OCULTOS DAS DELAÇÕES NA OPERAÇÃO PECÚLIO

Todos os arquivos audiovisuais com as delações feitas pelos 12 envolvidos na Operação Pecúlio devem ser anexados imediatamente ao processo. A determinação ao juiz da 3ª Vara Federal, Pedro Aguirre, é da lavra do TRF 4  atendendo recurso liminar da defesa do ex-prefeito Reni Pereira.
Com isso, as gravações em vídeo das delações, até então mantidas sob sigilo, serão disponibilizadas nos autos do processo.
Quem atendeu ao apelo da defesa de Reni é o juiz federal convocado, Gerson Luiz Rocha, do TRF, que foi relator do pedido de habeas corpus com pedido liminar assinado por Rodrigo Sánchez Rios, advogado do ex-prefeito. Sánchez recorreu ao tribunal após o juiz Pedro Carvalho Aguirre indeferir pedido nesta vertente.
O advogado alegou que estava havendo “expressa ofensa aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, bem como da Súmula Vinculante nº 14 do Supremo Tribunal Federal”.
Consta nesta Súmula Vinculante que “é direito do defensor, no interesse do representado, ter acesso amplo aos elementos de prova que, já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao exercício do direito de defesa”.
Segundo Sánchez, com as mídias “será possível a averiguação de alguns aspectos, como eventuais divergências de interpretação entre o que fora verbalizado e o que foi reduzido a termo; a harmonia nas declarações proferidas por um mesmo acusado; e a realização de um ato único e linear”.

CONTRADIÇÕES NAS OITIVAS

No pedido, o advogado de Reni argumentou que “a partir da realização das audiências de instrução com a oitiva dos réus colaboradores e testemunhas de defesa, verificou-se diversas contradições e inconsistências nos termos narrados pelos colaboradores em seus respectivos termos escritos”.
De fato o Ministério Público Federal optou por reduzir a termo as declarações dos delatores. Entretanto, no TRF, o juiz Gerson Luiz Rocha, citou que a Lei da Delação prevê que “o acordo de colaboração premiada” deixa de ser sigiloso assim que recebida a denúncia.
Ao final da decisão, o magistrado escreveu:
“Nesse contexto, entendo que havendo registros audiovisuais dos depoimentos prestados pelos doze réus colaboradores em sede de acordo de delação premiada, estes devem ser disponibilizados às partes que assim desejarem”.

Abaixo o despacho do TRF 4

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Com Tribuna Popular

VOCÊ SABIA?

Os conselheiros de Administração da Itaipu Binacional no lado paraguaio ganham o dobro que no Brasil? Por que o ABC Color explica:

Paraguayos reciben el doble – Un dato que llama la atención es la diferencia de salarios que hay entre los miembros del Consejo de Administración de Itaipú de ambas márgenes. En la planilla del lado brasileño figuran con una asignación de 27.061,89 reales, unos G. 46.005.213. Pero en el de la margen paraguaya, los consejeros figuran con un salario de G. 82,5 millones. Según la justificación oficial, en nuestro país se estableció que la función es de “tiempo completo”, y en Brasil no, donde consideran la paga como una “dieta” o un suplemento.
Veja a matéria AQUI
Pitaco: Aqui você encontra os salários de todo mundo – paraguaios e brasileiros.

Funaro confirma que vendeu silêncio a Joesley

Josias de Souza

Num dos depoimentos que integram o seu acordo de colaboração judicial, o operador de propinas Lúcio Funaro confirmou à Procuradoria-Geral da República que recebeu dinheiro do empresário Joesley Batista, sócio da JBS, para não revelar atos de corrupção. Na segunda denúncia contra o presidente da República, por obstrução de Justiça, o procurador-geral Rodrigo Janot sustentará que Joesley comprou o silêncio de Funaro e do ex-deputado Eduardo Cunha com o aval de Michel Temer.

A notícia sobre o conteúdo do depoimento de Funaro foi veiculada pelo repórter Jailton de Carvalho no site do Globo. A Procuradoria vinculará as revelações do novo delator com a gravação da conversa que Joesley manteve com Temer no Palácio do Jaburu. Para os investigadores, ações compra compra da língua de Funaro estão insinuadas no seguinte trecho do áudio tóxico:

— Joesley – Como o senhor “tá” nessa situação toda do Eduardo (Cunha), não sei o quê, Lava-Jato..

— Temer – O Eduardo resolveu me fustigar, né. Você viu que..

— Joesley – Eu não sei, como tá essa relação?

— Temer – (inaudível) O (Sergio) Moro indeferiu 21 perguntas dele (Cunha) que não tinham nada a ver com a defesa dele, era para me trutar. Eu não fiz nada (inaudível)… No Supremo Tribunal Federal (inaudível).

— Joesley – Eu queria falar assim… Dentro do possível, eu fiz o máximo que deu ali, zerei tudo. O que tinha de alguma pendência daqui para ali (com Cunha), zerou toda. E ele (Cunha) foi firme em cima. Já tava lá, veio, cobrou, tal tal tal, pronto. Eu acelerei o passo e tirei da frente. O outro menino, companheiro dele que tá aqui, que o (ex-ministro) Geddel (Vieira Lima) sempre tava…

— Temer: Lúcio Funaro…

— Joesley: Isso… O Geddel que andava sempre ali, mas o Geddel perguntou, mas com esse negócio eu perdi o contato, porque ele virou investigado. Agora eu não posso também…

— Temer: É, é complicado, né, é complicado…

— Joesley: Agora, eu não posso encontrar ele.

— Temer: Isso é obstrução de justiça, viu?

— Joesley:  Isso, isso… O negócio dos vazamentos, o telefone lá do Eduardo, do — Geddel, volta e meia citava alguma coisa meio tangenciando a nós, a não sei o quê. Eu tô lá me defendendo. Como é que, o que eu mais ou menos dei conta de fazer até agora. Eu tô de bem com o Eduardo…

— Temer: Tem que manter isso, viu?

— Joesley: (inaudível) Todo mês, também…

— Temer: É… (inaudível)

Preso na penitenciária brasiliense da Papuda, Funaro já havia confirmado os pagamentos de Joesley em depoimentos que prestara antes de se tornar delator. Mas ele alegava que se tratava da quitação de uma dívida antiga. Coisa referente à suposta intermediação de negócios da JBS. Acertada a delação, Funaro modificou a prosa, para declarar que, de fato, comercializara o seu silêncio.

A nova versão combina mais com os fatos, pois a irmã do operador de propinas, Roberta Funaro, foi filmada em 18 de maio recebendo R$ 400 mil em dinheiro vivo das mãos de Ricardo Saud, executivo da JBS. Se o pagamento fosse lícito, raciocinam os investigadores, teria sido feito de outra maneira.

De resto, a delação de Funaro orna com a situação penal do ex-ministro Geddel Vieira Lima. Ele responde a inquérito por ter procurado a mulher de Funaro para, por meio dela, convencer o marido preso a não enveredear pelo caminho da delação. Não colou.

A despeito dos esforços da Procuradoria, são escassas as chances de a Câmara autorizar o Supremo a investigar Temer. Os cargos e as verbas manuseadas pelo Planalto já não conseguem mobilizar uma maioria de 308 votos para aprovar matérias como a reforma da Previdência. Mas o governo ainda é capaz de seduzir os 172 votos de que precisa para evitar que os rivais de Temer levem ao painel da Câmara os 341 votos exigidos para levar adiante uma investigação criminal contra o presidente.

 

UM CONDENADO POR LESÃO CORPORAL NO EVENTO QUE VISA COMBATER A VIOLÊNCIA

Nesta quarta (30) a Câmara Municipal engalanou-se para receber a cúpula da Segurança Pública do Estado.
Presentes o senhor Prefeito Chico Brasileiro, e o Secretário de Estado da Segurança Pública Wagner Mesquita, e demais responsáveis pela segurança pública no município e região.
Na pauta Segurança Pública.
Toda a imprensa se fez presente para documentar o ocorrido.

Estivemos lá e nos congratulamos com esses abnegados servidores públicos que laboram no sentido de tornar Foz do Iguaçu uma cidade menos violenta, isso é admirável. Congratulations!

O toque destoante foi a presença no local de um dublê de político/jornalista condenado por lesão corporal.
O individuo em tela agrediu fisicamente, de forma covarde e traiçoeira (tempos atrás) este editor que vos fala. O triste episódio teve como palco o meio da rua, exatamente na porta da Câmara Municipal de Foz. O desfecho do caso deu-se com a condenação do agressor há seis de meses de reclusão por lesões corporais, transformados na obrigação de prestar serviços comunitários, o que foi feito.
Volto ao tema por julgar oportuno, afinal, este mesmo agressor é atualmente um assíduo frequentador do gabinete de um vereador. Diz-se que seria uma espécie de alter ego do edil, tem tanta influência sobre o mesmo, que conseguiu emplacar sua mulher como assessora deste mesmo edil. Os outros dois assessores também foram de sua lavra.

Pergunta-se: será que este edil, médico, não sente-se constrangido em ter em sua convivência diária um indivíduo que já foi condenado por lesão corporal? Será que não lhe deixa desconfortável o fato de saber que este mesmo condenado por agressão estar sendo investigado, atualmente, por decisão do MP, por suposta extorsão envolvendo venda de vaga para candidatura na cidade. Além de ter sido denunciado pelo GAECO por tentar dar o golpe do seguro do veículo. 

Com vocês, os meus diletos 17 leitores, ás suas conclusões que julgarem pertinentes…

Vereador Brito e o Cazuza, os dois protagonistas da história relatada acima.

O vereador Brito é investigado pela PF por suspeita de compra de votos. Deve ser por isso que se dá tão bem com o Cazuza…