Arquivo mensais:setembro 2017

Mandaram a operação Publicano chocar no STJ

Advogados de defesa dos réus da operação Publicano, da lavra do Ministério Público Estadual, conseguiram remeter o processo para o STJ, que decidirá quem vai julgar o caso: Se o juízo de primeira instância em Londrina ou o próprio STJ. O fato deu-se porque o governador Beto Richa vem sendo amplamente citado nos autos. A Publicano combateu uma quadrilha de auditores fiscais que agiam dentro da Receita Estadual. Coisa do arco da velha. Á decisão desagradou profundamente o MP. Agora a bichinha vai ficar chocando na gaveta do esquecimento do STJ por alguns anos.

A ilusão do Trem Pé Vermelho

(por Ruth Bolognese) – O que seria a locomotiva da campanha da vice-governadora Cida Borghetti ao governo, o famoso Trem Pé Vermelho, não vai sair do papel. Mesmo ligando Londrina a Maringá e passando por 13 ricas cidades do Norte e Noroeste do Paraná, é inviável, caro e sem demanda para justificar o investimento.

Não adianta nada a Belezura jogar seu charme e prever que as famílias sairão de suas cidades, pegarão um trem confortável e barato e viajarão , felizes, pelas belas paisagens do Paraná. O Trem Pé Vermelho custará R$1.8 bilhões, sem o material rodante, mais que o dobro do custo previsto pelos estudos realizados até agora.

No Brasil em crise, o BNDES, único banco oficial que poderia bancar parte do investimento, fechou as torneiras. E nem iria financiar uma obra que vai exigir subsídios governamentais para as passagens nos próximos 60 anos, pelo menos, para se tornar rentável. Pior do que isso, a demanda de passageiros é baixa e a conta custo-benefício não fecha nunca.

Belezura vai ter que achar outro projeto para sustentar a campanha eleitoral do ano que vem.

PITACO: A belezura, quando estava no Pros foi no bico doce do Cazuza, chamando-o de “homem muito preparado”. Cazuza falou pra ela que era graduado pela Unila… kkkkk

PECÚLIO MUDOU A SISTEMÁTICA DAS AUDIÊNCIAS

Juiz da Pecúlio doutor Pedro Aguirre entendeu de prosseguir com as audiências no caso do Reni Pereira, mas de forma diferenciada. Desde a semana passada essas audiências estão sendo feitas numa sala pequena da sede da Justiça Eleitoral onde só podem participar os advogados de defesa do réu e os depoentes. A imprensa não gostou, porque não podemos mais assistir ás sessões, e assim, não podemos informar á sociedade. Os depoentes quando saem não querem papo com nenhum jornalista. Advogados de outros réus também ficaram á ver navios..

E segue a procissão…

OPERAÇÃO DA PF EM CIMA DE CASAS DE CAMBIO

Deixou várias agencias tradicionais da cidade de porta fechada nesta quinta (28). Todo mundo com cara de guri cagado…

Quanto aos dois presos nada de dizerem os nomes… Você sabe?

Entenda o caso:

A legislação estabelece que, independentemente do valor da operação de câmbio, qualquer agente autorizado a comprar e vender moeda estrangeira, inclusive as agências de turismo que funcionam precariamente, deve identificar cabalmente os seus clientes e registrar todas as suas operações no Sistema Integrado de Registro de Operações de Câmbio (SISBACEN).
As provas produzidas no curso da operação demonstraram que as agências de turismo investigadas, atuavam sistematicamente à margem da lei. Elas não exigiam dos seus clientes documentos de identificação pessoal, não contabilizavam e nem comunicavam ao Banco Central a grande maioria das suas operações de câmbio.
O conteúdo da investigação será compartilhado com o Banco Central do Brasil, autarquia que fiscaliza as instituições que operam no mercado de câmbio.

Com assessoria da PF

CÚMULO DA VERGONHA:

Ser roubado por 13 anos por gente que nem sabe falsificar recibos…

TAL PAI, TAL FILHO

Filho de Romero Jucá acusado de rapinar 32 milhões. A fruta não cai longe do pé.

O SUPER INVESTIGADOR DO LEGISLATIVO

Vereador Brito mandou o Cazuza fazer vídeo e jogar no You Tube (a nova invenção do Cazuza) para explicar pra patuleia  a participação dele no protesto da Avenida Andradina. Vou dizer o que penso disso:
Políticos deveriam perder essa mania de explorar a miséria alheia. O caso da Andradina eclodiu porque o poder público não teve competência para fazer calçadas no local.  E o vereador Brito ao dirigir-se ao local pode ter criado falsas esperanças naquela comunidade carente, mesmo porque, vereador não faz obras, isso é mister do executivo.
Foz do Iguaçu anda cansada de tantos proselitismos políticos.

Á propósito: Cazuza, assessor do Brito, saberia nos dizer quantos projetos de lei o Brito já emplacou? Criou alguma lei de interesse coletivo?

DELEGADO FALOU A RÁDIO BAND FM

Nesta quinta (28) a delegada de polícia doutora Araci Carmen Costa Vargas falou á rádio Band FM sobre a matéria publicada ontem neste espaço da senhora que se viu impedida de fazer transplante de rim por desídia de servidores públicos de nossa cidade. Confirmou que inquérito policial será instalado para apurar a triste ocorrência.

VOU METER A MINHA COLHER DE PAU NESTE IMBRÓGLIO DO AÉCIO NEVES E O STF

Acho que o STF agiu muito bem ao julgar o caso do senador Aécio. Explico:
Quando o Aécio foi pilhado no grampo do Joesley Batista pedindo 2 milhões de reais, e o primo do Aécio foi filmado enchendo uma mala com parte da propina, o senado federal deveria mandar, imediatamente, o Aécio ao Conselho de Ética da casa. Como não o fizeram porque ali impera o espírito de corpo, não se corta na própria carne, e nessa o STF, provocado pela PGR, julgou o caso. E julgou muito bem! O Aécio não reúne mais condições de continuar senador da República! STF mandou o dublê de playboy e senador ficar em casa á noite, pianinho, pianinho. Demorô!
Na minha ótica deveria estar preso, para conhecer o cheiro do boi, já que, reza á lenda, gosta de cheirar…

A política nacional chegou ao fundo do poço.  Uma lástima!

VAR SER CRUEL

Dizer que o Bonato abandonou o curso de Direito da Unifoz porque não aguentou o rigor das aulas de Direito Constitucional do professor Renan Fava.

Então, tá.

QUE DUREZA!

Duro de engolir ser governado por um sacripanta que tem 97% de desaprovação. Acorda Brasil!

 

 

Prêmio Comunique-se 2017: revelados os “Monstros Sagrados do Jornalismo”

Brincando com o tema aterrorizante, a premiação realizada em São Paulo contou com a voz (em versão sombria) de Cid Moreira e teve início com pocket show de Nikki Goulart, sósia de Michael Jackson. No meio da cerimônia, mais uma participação especial: Fabio Brazza, músico e improvisador que faz sucesso entre monstros do futebol e milhões de internautas. Ao fim, o encontro conduzido por Felipe Andreoli, Serginho Groisman, Fernanda Gentil, Celso Zucatelli, Fábio Porchat e Thalita Oliveira elevou mais três jornalistas a condição de “Mestres do Jornalismo”: Carlos Alberto Sardenberg (‘Economia – Mídia Falada’), Mauro Beting (‘Esportes – Mídia Escrita’) e Ricardo Boechat (‘Nacional – Mídia Falada’).

Para relacionar, de modo lúdico, o mundo de quem atua na imprensa com o terror e monstrengos, todos os ambientes do Tom Brasil foram parar nas trevas. Localizada na zona sul da capital paulista, a casa de shows teve até a fachada personalizada, além de contar com “fantasmas” espalhados pelos quatro cantos do espaço, que contou uma tenebrosa sala de imprensa, uma assustadora recepção, um pavoroso foyer, estranhos objetivos pendurados nas paredes e um instigante palco. Tudo para levar os convidados para um verdadeiro castelo mal-assombrado.


(Imagem: Mara Garcia)

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Dois em cana: Polícia Federal e Receita Federal deflagram Operação Confraria Cataratas

Na manhã desta quinta-feira, dia 28 de setembro de 2017, a Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram a Operação Confraria Cataratas, com o propósito de combater a prática irregular de câmbio de moedas estrangeiras em Foz do Iguaçu/PR.

Foram cumpridas 33 ordens judiciais expedidas pela 23ª Vara Federal de Curitiba/PR, sendo 2 mandados de prisão temporária, 2  mandados de condução coercitiva e 29 mandados de busca e apreensão. A operação contou com a participação de 140 servidores da Polícia Federal e 30 servidores da Receita Federal. Os investigados responderão pelos crimes de gestão temerária e de contabilidade paralela (caixa dois), ambos previstos na Lei nº 7.492, de1986.

As investigações, iniciadas em 2016, tiveram como foco agências de câmbio e turismo que, a despeito de possuírem autorização provisória para operar no mercado de câmbio em Foz do Iguaçu/PR, não comunicavam ao Banco Central a maior parte das suas operações de compra e venda de moedas estrangeiras.

Nome da operação
Em 2009, as agências investigadas reuniram-se e pleitearam ao Banco Central autorização para a criação de uma corretora de câmbio em Foz do Iguaçu/PR cujo nome seria “Cataratas Corretora de Câmbio S.A”. O capital social exigido para a constituição de uma corretora é elevado, sendo esse o fato que motivou as agências a realizarem esse pleito conjuntamente.

O pedido de autorização para a constituição e funcionamento da “Cataratas Corretora de Câmbio S.A”. ainda não foi julgado pelo Banco Central, razão pela qual as agências vêm realizando suas atividades precariamente desde 2009.

O termo confraria diz respeito a uma associação de pessoas que adotam o mesmo ofício, profissão ou modo de vida. Levando em conta que as provas produzidas ao longo da investigação revelaram que as agências atuam nos mesmos moldes, comprando e vendendo moedas estrangeiras à margem da lei, a operação foi batizada “Confraria Cataratas”.

Entenda o caso
A legislação estabelece que, independentemente do valor da operação de câmbio, qualquer agente autorizado a comprar e vender moeda estrangeira, inclusive as agências de turismo que funcionam precariamente, deve identificar cabalmente os seus clientes e registrar todas as suas operações no Sistema Integrado de Registro de Operações de Câmbio (SISBACEN).

As provas produzidas no curso da operação demonstraram que as agências de turismo investigadas, sistematicamente, atuavam à margem da lei. Elas não exigiam dos seus clientes documentos de identificação pessoal e, ainda, não contabilizavam e nem comunicavam ao Banco Central a grande maioria das suas operações de câmbio.
 
O conteúdo da investigação será compartilhado com o Banco Central do Brasil, autarquia que fiscaliza as instituições que operam no mercado de câmbio.
A coletiva de imprensa será realizada às 15h00, na sede da Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR, com a participação de representantes da Polícia Federal e da Receita Federal.


Com assessoria da PF e RFB

OPINIÃO

* Carlos Eduardo de Santi

Deus e o diabo na Terra Brasilis

Circula nas redes sociais um vídeo onde um cidadão com jeitão de militar, porém à paisana, aparece em um telão concedendo uma suposta entrevista a jornalistas do Jornal das Dez, do canal pago Globo News. Durante quase quatro minutos o sujeito discorre com singular didatismo sobre o papel das Forças Armadas na manutenção da estabilidade de um país, faz um contraponto entre intervenção e ditadura militar e finaliza com o argumento de que todo governo é uma concessão do Poder Armado, sem a qual não há governo democrático. Trata-se, no entanto, de uma montagem, que aproveita a polêmica causada pela fala do general Antônio Hamilton Mourão, há duas semanas, em uma palestra em Brasília, quando disse que “seus companheiros do Alto Comando do Exército” entendiam que uma intervenção militar poderia ser adotada, caso o Poder Judiciário não solucionasse o problema político do país, envolto em um mar de lama de corrupção.

É notória a escalada popular em apoio a uma ação incisiva das Forças Armadas – que, aliás, ocupa o topo na lista de instituições confiáveis pelo povo brasileiro – a fim de conter o descalabro político em que nos encontramos. De norte a sul, a figura polêmica e caricata do militar da reserva e deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), com sua postura “linha dura”, tem recebido cada vez mais manifestações calorosas de incentivo a uma eventual candidatura à Presidência da República em 2018. O silêncio dos militares (só quebrado após o episódio do general Mourão, ainda assim, de forma contida e não punitiva ao mesmo) soa ensurdecedor aos meios de comunicação e gera pavor entre os intelectuais e a classe artística, escaldados pelos 20 anos aterrorizantes da Ditadura Militar que ainda reverberam na memória recente do Brasil.

Por isso, é um grande tabu discutir abertamente uma hipotética intervenção militar, com seus (poucos) prós e (muitos) contras. É imperativo lembrar, contudo, que essa situação política pré-falimentar, refletida econômica e socialmente na vida nacional, decorre da putrefação ética e moral dos Três Poderes Constituídos, cujo processo de decomposição foi acelerado nos 14 anos em que o Partido dos Trabalhadores esteve no Poder.

As recentes declarações do ex-braço direito de Lula, Antonio Palocci, ao Ministério Público Federal, acusando-o de ser o “chefão” da quadrilha que tomou de assalto nosso país, simbolizam o “fim de uma Era”. Sim, porque até então, apesar de alguns ex-aliados petistas terem colocado a boca no trombone por meio de delações premiadas, nenhum outro tem o peso político do ex-ministro dos governos Lula e Dilma. Palocci caiu em desgraça no partido depois que foi para trás das grades; mais do que isso, viu-se abandonado pelo companheiro de tantas lutas, que preferiu o distanciamento para evitar máculas à sua mítica imagem autoconstruída de “homem mais honesto do país”. Assim que Palocci abriu o bico, o PT deixou aflorar sua verve stalinista, segundo a qual todo oponente deve ser desqualificado e apagado da história.

Coincidentemente, estou finalizando a leitura do livro A herança de Stalin, do jornalista anglo-russo Owen Mattheus, que conta a história de três gerações de sua família ao longo do Século XX, na antiga União Soviética. Em meio a guerras externas e casos de amor, o autor descreve com uma translucidez impressionante os estratagemas empregados pelo governo totalitário comunista soviético, através de prisões compulsórias, de condenações com provas forjadas e da eliminação sumária de todos os que ousassem pensar ou agir contrariamente à ideologia imposta pelo regime. A centralização de diversos papéis nas mãos do Estado e a postura ditatorial de Josef Stálin fez com que os ideais socialistas da Revolução Russa, de igualdade e liberdade, se perdessem ao longo do tempo. Ainda assim, Stálin era visto por muitos soviéticos como um “deus” – isto porque havia um grande culto à personalidade do ditador, fruto de uma intensa propaganda estatal e nacionalista.

Revisitar a história nos faz muito bem. Neste caso, em especial, gera-nos imunidade contra políticos populistas e dissimulados, que utilizam o bolorento e fantasioso idealismo do “combate à pobreza” para alcançarem o poder e a retórica e a propaganda como meios para atingi-lo e nele se perpetuarem.

Como escreveu o agora ex-companheiro Antonio Palocci em carta ao Partido dos Trabalhadores, em que pediu a sua desfiliação, “chegou a hora da verdade” para “o retirante que escolheu navegar no terreno pantanoso do poder sem limites”, e de toda a sua malta.

Carlos Eduardo de Santi é médico veterinário, graduado em Tecnologia da Gestão Pública, pós-graduado em Vigilância Sanitária, foi coordenador da Vigilância Sanitária e diretor de Atenção Básica na Prefeitura de Foz do Iguaçu. Servidor público de carreira desde 2000, atualmente exerce a chefia do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ)

Viatura da Guarda Municipal pega fogo em via pública.

A Guarda Municipal de Foz agoniza, dentre as inúmeras mazelas que assolam a segurança pública municipal, o Língua vem denunciando frequentemente aqui, que apadrinhados políticos ocupam funções extremamente técnicas, e fazendo inúmeras lambanças.

Relembrando:

A competente equipe que gestiona a Guarda Municipal perdeu recursos do Poder Judiciário ao não entregar um projeto para receber recursos ao programa patrulha Maria da Penha.

O projeto K9, elogiado e reconhecido pela população é por outros órgãos foi encerrado.

A parceria de mais de 10 anos entre a GM e a Polícia Civil no atendimento às vítimas de violência junto a Delegacia da Mulher foi encerrada unilateralmente pelo comando da GM.

A falta de veículos em condições dignas de trabalho aos GMs na data de hoje (27) expôs os servidores a um incêndio em via pública. Colocando em risco a vida dos guardas.

10 meses de governo Chico/Bobato, já é hora de fazer mudanças e de comprar pelo menos novas viaturas para a GM atender a população.

Chico!!! O contrato de manutenção das câmeras de vídeo monitoramento parou de ser pago desde fevereiro, algo em torno de 50 mil reais mês.
Gaste esse dinheiro economizado, algo em torno de 500 mil na aquisição de novas viaturas.

Estamos de Olho!