EX-VEREADOR PAULO ROCHA É CONDENADO A 6,2 ANOS DE PRISÃO POR PECULATO

 

Ex-vereador Paulo Rocha é condenado a 6,2 anos de prisão por peculato

No final da tarde de ontem, quarta-feira 07 de fevereiro de 2018, o ex-vereador Paulo Rocha foi condenado a seis anos e dois meses de prisão pelo crime de peculato, pela justiça estadual em 1º grau.

Segundo a denuncia formulada pelo Ministério Público Estadual, o vereador Paulo Rocha quando exercia o mandato legislativo, teria se apoderado de parte do salário de seu assessor parlamentar nos anos de 2013 e 2014 e o cumprimento da pena seria no regime semi-aberto.

O assessor parlamentar Alexandro Rodrigues Paredes, que também foi condenado a cinco anos de prisão que seria cumprido no regime semi-aberto.

Os dois foram condenados pelo juiz Glaucio Marcos Simões da 2ª Vara Criminal de Foz do Iguaçu. Os condenados podem recorrer da decisão.

AGENTE PENITENCIÁRIO É DETIDO SUSPEITO DE REPASSAR “KIT CADEIA” PARA DETENTOS

Agente penitenciário é detido suspeito de repassar “kit cadeia” para detentos

Um agente penitenciário, identificado pelas iniciais V.M., de 42 anos de idade, foi detido por policiais militares do 14º BPM de Foz do Iguaçu, quando o Diretor da Penitenciaria e também o chefe de segurança e o militar de serviço na unidade prisional procederam uma nova revista aos itens que deveriam ser entregues ao detento identificado como Jhonatan Stachim nesta quarta-feira, 07 de fevereiro de 2018, sendo encontrado celulares, fumo e outros itens conhecidos como “Kit Cadeia” sendo o agente penitenciário responsável pela revista detido, suspeito de facilitar a entrada de telefones celulares e de fumo para presos da Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu 2 (PEF2).

Segundo a direção da unidade, o “kit cadeia” foi levado até a penitenciária pela mulher de um dos presos. As bolsas com cerca de 20 telefones, carregadores, isqueiros, fumo e lâminas de barbear, explicou, deveriam ter sido revistadas como os demais produtos entregues por familiares aos detentos todas as quartas-feiras, o que não foi feito.

O crime foi descoberto depois de um dos agentes desconfiar da atitude da mulher, que quando chegou à unidade pediu para falar com o suspeito, para quem entregou o material.

O agente trabalha na PEF 2 desde 2008. Ele foi encaminhado para a delegacia da Polícia Civil, onde foi ouvido e liberado após assinar um Termo Circunstanciado. Uma investigação interna também vai apurar o caso.

O suspeito deve responder por facilitação e prevaricação, crime cometido por agente público que se vale da função para benefício próprio.

Em nota, o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) declarou condenar “toda e qualquer prática ilegal e que atente contra a segurança dos próprios agentes penitenciários, inclusive, maculando a imagem desses servidores públicos sérios e comprometidos com a segurança de toda sociedade”.

Com Tribuna Popular

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