Arquivo mensais:fevereiro 2018

STF CONDENA SENADOR ACIR GURGACZ A PRISÃO E PERDA DE MANDATO

Saída do cargo deve ser submetida à análise do Senado.

A primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) condenou o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) por crime contra o sistema financeiro nacional a quatro anos e seis meses de prisão em regime semiaberto e perda do mandato, que deve ser submetida à análise do Senado.

Os ministros também decidiram que ele deve perder os direitos políticos e pagar multa. O senador foi absolvido da denúncia por crime de peculato.

De acordo com a PGR (Procuradoria-Geral da República), entre 2003 e 2004 Gurgacz obteve financiamento junto ao Banco da Amazônia mediante fraude.


O senador Acir Gurgacz é oriundo de renomada família de empresários de Cascavel

O dinheiro serviria para renovar a frota de ônibus da Eucatur, uma empresa de transporte cuja filial era gerida por ele mesmo.

De acordo com a denúncia, o senador teria se apropriado de R$ 525 mil da verba de R$ 1,5 milhão liberada pelo banco. O restante da quantia, segundo a PGR, foi usado para comprar ônibus usados, e a prestação de contas foi feita com a apresentação de notas fiscais falsas.

O delito foi enquadrado como desvio de finalidade de recursos provenientes de financiamento concedido por instituição financeira oficial. Ele foi condenado por esse crime.

Relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação do senador com o argumento de que os valores deveriam ter sido integralmente aplicados na compra de veículos novos, uma vez que o financiamento do banco serviria para renovar a frota da empresa. Ele foi acompanhado pela maioria dos magistrados.

 

 

Atlético pagava “blogueiro” pra defender cartolas e atacar críticos; Clube se pronuncia

Clube desembolsou R$ 72 mil pra pagar blogueiro Robson Cerizza, dono do blog Olho no Lance

Por Gazeta do Povo 

Postagem no Twitter revelou o contrato com o blogueiro. Foto: Reprodução/Twitter

Uma postagem no perfil do Twitter Anonymous_CAP trouxe à luz um contrato de prestações de serviços um tanto quanto peculiar. Na lista de pagamentos de Atlético, consta um valor mensal R$ 6 mil pago a Robson Cerizza por serviços de consultoria de comunicação ao Conselho Deliberativo. No total, durante 2017, o “consultor” recebeu a bolada de R$ 72 mil.

O que seria, no entanto, um simples trabalho de comunicação, chama a atenção quando se liga Cerizza ao codinome Izzy Rock, blogueiro dado aos elogios rasgados à atual gestão do clube. Em entrevista à Gazeta do Povo, Cerizza confirmou a existência do contrato com o Furacão, mas não conseguiu indicar nenhum trabalho feito que tenha sido publicado, seja por meio das redes sociais, seja pelo site de clube. Há, apenas, textos na seção “Voz do Sócio”.

“Sobre o trabalho que desenvolvi pro Atlético, cabe só mim e ao Atlético, é uma coisa nossa. Sigilo em termos porque é uma questão de ética de trabalho”, comentou sobre os serviços prestados. “Tem bastante coisa, mas não vou divulgar, é uma coisa entre eu (sic) e o Atlético”.

Olho no lance

Anonymous_CAP também publicou cópia da folha de pagamento. Foto: Reprodução/Twitter

Anonymous_CAP também publicou cópia da folha de pagamento. Foto: Reprodução/Twitter

Desde 2015, Cerizza mantém o blog “Olho no Lance”, onde publica textos sobre o Atlético e temas sobre o município de Colombo. Nos posts assinados com o nome do blog, ele faz propaganda do clube e elogios à administração, enquanto dispara contra a imprensa e até contra torcedores do próprio Atlético. Não há indicação, no entanto, de que se trate de conteúdo financiado pelo Furacão.

O contrato, em tese, terminou no final deste mês, mas em um post recente, de 8 de fevereiro, ele publicou um material sob o título “Porque (sic) necessitamos de títulos?”: “Não pergunte o que o Atlético pode fazer por ti, mas sim o que você pode fazer por esse clube e sem esperar retorno, pois quem ama faz de coração e não por ganância e ambição”.

Na última postagem do Atlético no Twitter, um vídeo do lateral Carleto incentivando a troca de Timemanias pelos torcedores, uma série de comentários cobra uma posição da diretoria. “Quantas timemanias eu preciso pra virar blogueiro do Atlético? E ganhar 6 conto por mês?”, aponta um, para uma sequência de reclamações. Diante do alcance, o perfil Anonymous_CAP não deixou mais visível as postagens com o contrato.

Na tarde desta terça-feira (27) o Atlético emitiu uma nota oficial, onde não nega o contrato, mas acusa a divulgação de “criminosa”.

O Clube Atlético Paranaense comunica, por dever de transparência aos seus Sócios e torcedores, que a recente publicação de um Contrato de Prestação de Serviços envolvendo um colaborador do Clube é criminosa, pois reproduz documento privado, com cláusula de confidencialidade, e expõe de forma danosa a vida do profissional, notadamente pela leviana tentativa de associação entre as matérias que publica em seu “blog” pessoal e a consultoria de comunicação que presta ao Clube.

Importa manifestar ainda que o objeto e conteúdo do referido contrato são plenamente lícitos e sujeitos à política de Compliance e de Auditoria, realizada por auditores externos independentes, sendo anualmente submetidos a aprovação colegiada via Conselho Deliberativo.

Por fim, informa que o “vazamento” de forma tendenciosa e política do referido documento configura conduta criminosa, sendo que já estão sendo adotadas todas as medidas cabíveis, interna e externamente, para fins de apuração e devida responsabilização dos envolvidos pela indevida divulgação.

 

O japa da sucuri vai trabalhar para o Odebrecht

Bela Megale conversou com o recém-aposentado Japonês da Federal.

Ele contou que “abrirá com um sócio uma empresa de consultoria e segurança, mas não quer detalhar o escopo de trabalho, possíveis clientes e prospecções”.

A repórter de O Globo escreveu que “representantes da OAS, empreiteira que tem Léo Pinheiro entre os sócios, um dos presos na carceragem de Curitiba, relataram que o executivo já falou sobre os planos do agente e manifestou interesse em contratar a empresa de Ishii para atuar na área de segurança do grupo. O policial não comenta o caso.”

Vale contrata empresa de Beltrame para prestar consultoria na área de segurança

Mais um Federal na iniciativa privada. O delegado Sergio Beltrame está com a Vale do Rio Doce
Beltrame é ex-secretário de Segurança do Rio Foto: Fernando Lemos / 21.09.2015

Menos de dois meses depois de deixar a Secretaria estadual de Segurança do Rio, cargo que ocupou por uma década, José Mariano Beltrame tem um novo emprego. A mineradora Vale anunciou a contratação de uma empresa de consultoria gerenciada pelo ex-secretário para prestar serviços na área de segurança tanto no Brasil quanto no exterior.

A confirmação do nome de Beltrame como consultor foi feito por intermédio de um comunicado interno distribuído entre funcionários da Vale. No texto, consta que a empresa de consultoria “apoiará a área de Segurança Corporativa na elaboração de planos táticos” em todas as regiões onde a mineradora mantém operações, além de “auxiliar no relacionamento com autoridades locais de segurança pública” e “contribuir para a construção do Plano Diretor de Segurança”, a partir de visitas a operações da Vale no Brasil e em Moçambique. A mensagem traz ainda uma declaração de Clovis Torres, diretor-executivo de Recursos Humanos, Sustentabilidade, Integridade Corporativa e Consultoria Geral da mineradora:

“O objetivo de trazer José Mariano Beltrame para trabalhar conosco é auxiliar na atuação preventiva para garantir a segurança e integridade de todos os nossos empregados, prestadores de serviços e visitantes, em linha com os nossos valores ‘A vida em primeiro lugar’ e ‘Agir de Forma Correta’. Devemos também zelar pelo patrimônio da nossa empresa”, afirmou Clovis.

O comunicado é encerrado com um breve currículo do ex-secretário de Segurança: “Beltrame é formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria, em Administração de Empresas e em Administração Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especializou-se em Inteligência Estratégica na Universidade Salgado de Oliveira e na Escola Superior de Guerra. Fez curso de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública e de Análise de Dados de Inteligência Policial.”

Beltrame assumiu a Secretaria de Segurança do Rio em 2007, no início do primeiro mandato do então governador Sérgio Cabral, e permaneceu no cargo também após a eleição de Pezão como sucessor. A principal bandeira de suas gestão foram as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), instaladas em dezenas de comunidades. O ex-secretário deixou o posto em meio ao aumentos dos índices de violência a uma grave crise financeira, com atrasos de pagamento para agentes de segurança. Ele foi substituído por um de seus homens fortes, Roberto Sá.

Detalhe – depois da gestão dos Policiais Federais Sergio Beltrame, Fernando Francisquini e Wagner Mesquita nas Secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e Paraná acabou o ‘tchan’ de que eles FEDERAIS são os bambambãs do setor.

 
Bastou a intervenção no Rio de Janeiro depois de mais de 8 anos de Sergio Beltrame para virar pó este dogma purificado.
 
Nem para o Ministério de Segurança servem ou foram indicados.

Prazo de inscrição para concurso da Prefeitura de Foz do Iguaçu termina nesta quarta

No total, são 134 vagas; salários para os cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior variam de R$ 1.014,00 a R$ 3.584,54.

As provas do concurso público da Prefeitura de Foz do Iguaçu devem ser aplicadas no dia 15 de abril (Foto: Prefeitura de Foz do Iguaçu/Divulgação)

As provas do concurso público da Prefeitura de Foz do Iguaçu devem ser aplicadas no dia 15 de abril (Foto: Prefeitura de Foz do Iguaçu/Divulgação)

Os salários para os cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior variam de R$ 1.014,00 a R$ 3.584,54.

De acordo com o edital 001/01/2018, as provas devem ser aplicadas no dia 15 de abril.

Confira as vagas:

  • analista de sistemas júnior
  • arquiteto júnior
  • biólogo júnior
  • cirurgião dentista júnior
  • enfermeiro júnior
  • enfermeiro do trabalho júnior
  • engenheiro agrônomo júnior
  • engenheiro civil júnior
  • engenheiro eletricista júnior
  • fiscal de tributos júnior
  • fisioterapeuta júnior
  • médico do trabalho júnior
  • nutricionista júnior,
  • professor de educação física nível 2
  • sanitarista júnior
  • técnico em turismo
  • técnico em enfermagem
  • técnico em segurança do trabalho
  • agente fiscal de preceitos júnior
  • assistente técnico fazendário júnior
  • auxiliar de enfermagem júnior
  • auxiliar de saúde bucal júnior
  • auxiliar de turismo
  • auxiliar de turismo bilíngue
  • operador de computador júnior
  • professor nível 1
  • programador de computador júnior
  • motorista de veículos pesados 1
  • agente comunitário de saúde

Mais informações pode ser obtidas no site da organizadora do concurso.

Troca no comando da Polícia Federal afirma força de Raul Jungmann

Raul Jungmann fez questão de anunciar a troca no comando da PF no mesmo dia em que tomou posse no novo cargo – antes que fosse levado a dar explicações sobre os movimentos ou declarações de Segovia.

Em menos de quatro meses no cargo, Segovia se envolveu em polêmicas em razão de declarações, como aquela de que não via materialidade no caso da mala com R$ 500 mil carregada por Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor de Temer.

E, mais recentemente, em entrevista à agência Reuters, que tentou corrigir afirmando que “a tendência” era pelo arquivamento do inquérito sobre normas para portos, no chamado caso Rodrimar.

No Palácio do Planalto, a avaliação é a de que Jungmann, como novo ministro, deve ter autonomia para montar sua equipe, apesar da simpatia do núcleo no governo por Segovia.

Só que, reconhecem assessores do governo, as declarações geraram tanta polêmica que, em lugar de ajudar o governo, passaram a prejudicar o governo.

Esses assessores citam como exemplo a reação dentro da própria PF e também as novas decisões no STF como prorrogação do prazo para investigação no caso do inquérito sobre a Rodrimar e também no caso da doação de R$ 10 milhões pela Odebrecht à campanha do PMDB – nos dois casos, envolvendo o presidente Temer.

Assessores do presidente dizem que a carta branca dada a Jungmann para composição da equipe revela a preocupação do presidente com a área de segurança.

Esta passou a ser a principal bandeira do governo Temer depois de considerar vencida a tarefa de levar o país à retomada do crescimento da economia.

Visita ilustre a Assembleia Legislativa

Vereador Jhanke (Podemos) ladeado pelo Luiz (de chapéu) dono da conta resistência no facebook, que usa sala do vereador Brito no shopping Mercosul e o seu assessor Landerson Travensoli (também do resistência). Abaixo o outro assessor Marcelo Moura, todos em visita a Assembleia Legislativa nesta segunda (26). Que chique!

Será que viajaram com recursos próprios ou ás expensas do povo de Foz do Iguaçu?

PS: Landerson Travensoli é o que foi processado por homofobia no interior da Câmara Municipal. Pagou 30 cestas básicas e o processo foi ao arquivo.

ATENTADO AO EX-VEREADOR ADILSON RABELO COMPLETA 15 ANOS

Completou 15 anos que sicários contratados a peso de ouro balearam o ex-presidente da Câmara Municipal Adilson Rabelo. Os três mequetrefes que fizeram isso foram ao Tribunal do Júri, condenados, cumpriram suas penas e estão nas ruas. Adilson não morreu mas ficou tetraplégico. Segue levando vida vegetal.
O “empresário” Sérgio Dávila (apelidado de Sergio Arroz) foi condenado também pelo Tribunal do Júri há 16 anos de reclusão (sentença reformada pelo TJ-PR que baixou para 15 anos), Sergio fugiu para não cumprir a pena imposta. Desapareceu! Sergio foi processado e condenado como  a pessoa que contratou os atiradores. Mas a pergunta que não quer calar continua: Quem contratou o Sérgio Dávila?
Essa pergunta, uma espécie de “chaga”, que se recusa a fechar, precisa ser respondida. Oxalá, o seja, se algum dia conseguirem capturar o  Sergio Arroz. Ele precisa cumprir a sua pena e contar quem estava acima dele neste contrato macabro.

Governo do Paraná ignora o lado criminoso da fronteira

(por Ruth Bolognese) – A Polícia Rodoviária Federal apreendeu hoje na BR-116, Via Dutra, na Baixada Fluminense, um caminhão com 40 mil munições e 45 armas, entre fuzis carregadores e uma granada. Ia tudo para o Complexo da Maré. Origem: Foz do Iguaçu. A operação fez parte do processo de intervenção federal no Rio de Janeiro. Até cães farejadores foram utilizados.

É uma rotina a apreensão de armas e drogas que entram pela nossa fronteira com o Paraguai e vai direto para os morros do Rio de Janeiro. Uma das principais questões levantadas na intervenção do Exército na Segurança carioca foi a fronteira brasileira, ou paranaense, onde passa o contrabando que alimenta o crime em todo o país.

Mas o governo Beto Richa age como se o problema fosse apenas da Polícia Federal e do Exército, instituições constitucionalmente encarregadas pela vigilância nas fronteiras, e não uma questão pela qual o governo do Paraná também é responsável. Até agora não se ouviu uma palavra do governador ou do secretário de Segurança sobre o assunto.

Acompanhar o processo de intervenção no Rio de Janeiro no que diz respeito, especificamente, sobre a fronteira Brasil-Paraguai é função básica também do governo estadual. Justamente porque os carregamentos de armas e drogas que atravessam os mais de 700 quilômetros de estradas dentro do Paraná são potencialmente um perigo para a segurança dos paranaenses. E qualquer intervenção na fronteira em Foz do Iguaçu atinge o Paraná como um todo.

Pelo jeito, o governador Beto Richa, que tem especial apreço pelos hotéis de luxo de Foz do Iguaçu, onde passa feriados prolongados com a família, só viu até agora o lado prazeroso da fronteira.

 

PRF apreende arsenal de guerra provavelmente oriundo do Paraguai, via Foz do Iguaçu

PRF apreende mais de 40 mil munições e 45 armas na Baixada Fluminense

Material iria para a favela da Nova Holanda, no Complexo da Maré, na Zona Norte da cidade. Motorista, 23 anos, foi preso em flagrante. Material vinha de Foz do Iguaçu, no Paraná.

Fuzis, pistolas e munição encontradas pela Polícia Rodoviária Federal no Rio

O arsenal de guerra seria entregue na favela da Nova Holanda, no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, segundo a PRF. No meio do material havia uma arma com um carregador dourado com a inscrição ‘RB da Clinica Nova Holanda’. De acordo com a assessoria da PRF, esse tipo de carregador cabe até 100 munições e é denominado ‘pente de goiabada’.

Leia mais 

Operação Nipoti: Justiça marca audiências de novas testemunhas de defesa

Depoimentos devem ser realizados entre os dias 19 de março e 20 de abril, no auditório da Justiça Federal em Foz do Iguaçu.

A Operação Nipoti foi deflagrada pela Polícia Federal de Foz do Iguaçu em dezembro de 2016, quando foram presos 12 dos 15 vereadores (Foto: Marcos Landim/RPC) A Operação Nipoti foi deflagrada pela Polícia Federal de Foz do Iguaçu em dezembro de 2016, quando foram presos 12 dos 15 vereadores (Foto: Marcos Landim/RPC)

As audiências das 5ª e 6ª fases da Operação Pecúlio, batizadas de Nipoti 1 e 2, devem ser retomadas no dia 19 de março.

As datas foram definidas pela juíza substituta da 3ª Vara Federal de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, Flavia Hora Oliveira de Mendonça.

Os cerca de 150 depoimentos de novas testemunhas de defesa dos réus serão realizados no auditório da Justiça Federal até o dia 20 de abril e divididos em dez audiências.

As primeiras testemunhas de defesa foram ouvidas em dezembro de 2017 e as de acusação, em maio.

Investigações

As investigações relacionadas a estas duas fases tratam de um suposto pagamento de propina para vereadores em troca de apoio político a projetos de interesse do ex-prefeito Reni Pereira (PSB).

A ação penal trata ainda de um esquema de favorecimento de credores da prefeitura.

Os réus são acusados pelo Ministério Público Federal (MPF) por crimes como corrupção passiva e ativa, oferecimento de vantagem indevida, irregularidades em licitações e usurpação do exercício da função pública.

Reni Pereira, apontado como líder da organização criminosa, ainda não foi ouvido em nenhuma das ações penais em que é réu. A defesa nega todas as acusações.

ADVOGADO DOS RÉUS PRESOS NA OPERAÇÃO RENITÊNCIA PEDE A REVOGAÇÃO DA PRISÃO PREVENTIVA

Advogado Oswaldo Loureiro, meu querido fala mansa, peticionou á 3ª Vara Criminal pedindo a revogação da prisão preventiva do vereador Brito, Cazuza, e Anderson. O trio maravilha que se encontra na PEF 1 acusados pelo MPF de um corolário de crimes. No caso do Cazuza fala mansa decidiu apelar para o estado precário de saúde do seu cliente. Ora, convenhamos, preso que fica doente da “cabeça” deve ser encaminhado a um manicômio judiciário. Esse é o lugar do Cazuza.
Enquanto escrevo essas mal traçadas linhas a juíza do caso ainda não havia se manifestado no pedido. Se se não deferir, o único caminho será o TRF 4. Fala mansa tá mais feliz que pinto no lixo…