Surge testemunha bombástica no caso do Ademir morto na aduna

Um ano e três meses após a morte do vendedor Ademir Gonçalves Costa, o caso segue sem respostas concretas sobre o que de fato aconteceu no dia 28 de janeiro de 2017, durante uma abordagem realizada por servidores da Receita Federal na aduana da Ponte Internacional da Amizade. Diversos laudos e muitas vertentes, mas nenhum foi capaz de definir até o momento qual teria sido a verdadeira causa mortis da vítima, apontada preliminarmente como intoxicação exógena. Na tarde de ontem (13) os advogados de defesa da família, Almir Santos, André Vitorassi e Wilson Neres convocaram uma coletiva de imprensa para esclarecer o andamento do processo. Na oportunidade também foi apresentada uma testemunha que teria auxiliado na preparação do corpo. O depoimento, segundo os advogados, pode mudar o rumo das investigações.

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