Arquivo mensais:maio 2018

Os bons companheiros…

Prefeito Chico Brasileiro (PSD), Vermelho (PSD de Curitiba, frise-se) e o Eduardo Teixeira (PTB) o Fraldão, todos  cheios de caras e bocas… Felizes da vida…
Como o Vermelho é candidato a deputado federal daqui a pouco vai surgir um gaiato e dizer que está fazendo propaganda eleitoral antecipada… Olho vivo que cavalo não desce escadas…

E na foto acima temos o diretor financeiro do Fozhabita Adriano Rorato (antes assessor do Coquinho que entrou em cana na Pecúlio) e o Fraldão, presidente. Até o presente momento a dupla dinâmica não deu um piu sobre a acusação de terem superfaturado compras para o Fozhabita. Estão pianinhos, pianinhos… (mas mal sabem eles que uma super rebordosa está embrionando-se…)

STJ concede liberdade ao prefeito afastado de Santa Terezinha de Itaipu Claudio Eberhard (PSDB)

STJ em liminar libertou o prefeito afastado de Santa Terezinha de Itaipu Claudio Eberhard que estava preso desde o dia nove do mês corrente. Saiu junto o vereador “Bim” e os outros três presos. Todos sofreram restrições. No caso do Claudio manteve-se o afastamento da prefeitura e proibição de frequentar órgãos públicos. Detalhe: O TJ-PR indeferiu o pedido de soltura, mas os advogados peticionaram, concomitantemente, ao STJ que atendeu o pedido da defesa. Normal, todos seguirão respondendo ao processo em liberdade. Quanto a carreira política do Claudio tudo é uma incógnita. Só o tempo dirá se  conseguirá dar a volta por cima.

E o Legislativo?

Câmara Municipal de Sta. Terezinha é composta por nove vereadores, dos quais seis são apoiadores do Claudio. Pergunta-se:
Dado a gravidade do ocorrido com o prefeito afastado, que permaneceu preso por três semanas, acusado pelo GAECO de crimes graves contra a administração pública, não seria o caso de a Câmara Municipal abrir uma comissão processante? Ou seguirão pianinhos? Com á palavra os nove representantes do Povo de Santa Terezinha de Itaipu.

Saindo da Petrobras, Pedro Parente já tem novo emprego

Pivô do caos deve virar o CEO da BRF, onde já preside o conselho

Na BRF, dona da Sadia e Perigão, Parente não aumentará os preços diariamente: no setor privado, quem explora o cliente é punido com perda de mercado. (Foto: Fabio R. Pozzebom/ABr)

Após incendiar o País com dolarização dos combustíveis, reajustados diariamente desde julho de 2017, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, tem novo emprego garantido. Ele deve assumir o comando da BRF (Brazilian Foods), que controla marcas de alimentos como Sadia e Perdigão. Parente já é presidente do conselho de administração da BRF, do qual o empresário Abílio Diniz se desligou em abril passado.

No novo emprego, Parente não aplicará aos frangos da Sadia e nem aos presuntos da Perdigão a política de reajustes diários de preços.

Parente não reajustaria produtos da BRF todo dia temendo as leis da concorrência: exploração do cliente é punida com perda de mercado.

A gestão de Parente piorou a asfixia do etanol: a Petrobras não quer que combustível limpo, renovável e nacional concorra com a gasolina.

PITACO: Para mim esse cara deveria ser preso, e não os caminhoneiros.

No escurinho do cinema…

Enquanto está todo mundo ligado em caminhões, greves, desabastecimentos, e o escambau, o ministro Gilmar Mendes, o “Soltador Geral da República”, solta mais dois acusados de corrupção. Do jeito que ele gosta…

A impressão que fica é que o Gilmar está de pirraça com o Juiz Bretas do Rio de Janeiro. Gilmar tem soltado quase todos os presos do Bretas nos últimos tempos. Não demora manda o Sergio Cabral pra casa…

Gilmar Mendes manda soltar dois acusados de corrupção no Rio

Os dois presos são investigados pela Operação Pão Nosso da PF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu hoje (28) liberdade a dois presos da Operação Pão Nosso, ocorrida em abril, que investigou desvios de recursos públicos na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), durante a gestão do ex-governador Sérgio Cabral. Ambos foram presos por determinação do juiz federal Marcelo Bretas.

Com a decisão do ministro, serão libertados o doleiro Sérgio Roberto Pinto da Silva e o ex-diretor da Seap Cesar Rubens Monteiro de Carvalho. Em troca da concessão de liberdade, os acusados deverão cumprir medidas cautelares, como proibição de manter contato com outros investigados, deixar o país em autorização e deverá entregar o passaporte em 48 horas.

De acordo com as investigações, as irregularidades foram iniciadas no Projeto Pão-Escola, cujo objetivo era a ressocialização dos presos, e envolveram empresas que teriam repassado propina ao ex-governador. No mês passado, com base nas acusações do Ministério Público Federal (MPF), Cabral se tornou réu pela 23ª vez pelos crimes de corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Justiça do Rio de Janeiro. O ex-governador está preso desde novembro de 2016.

Passageiros de motocicleta são apreendidos com maconha durante Operação Muralha

Na noite desta segunda-feira (28), no âmbito da Operação Muralha, ação conjunta entre servidores da Receita Federal e policiais do BPFron resultou na apreensão de maconha com ocupantes de uma motocicleta.

A abordagem ocorreu por volta das 19h, nas proximidades da praça de pedágio de São Miguel do Iguaçu, e foi realizada a uma motocicleta que transitavam pela margem da rodovia BR-277. Durante revista pessoal nos ocupantes da motocicleta, foram localizados alguns tabletes de substancia análoga a maconha, ocultos ao corpo dos indivíduos. Ao todo havia 6,225kg com o condutor, um homem de 32 anos natural de Foz do Iguaçu, e mais de 5,000kg com a passageira, uma jovem de 17 anos também natural de Foz, totalizando 11,225 kg.

O condutor da motocicleta foi preso e encaminhado, juntamente com a menor de idade e o entorpecente, para a Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Iguaçu para os procedimentos legais cabíveis.

 

Nelson Meurer é primeiro deputado condenado pelo STF na Lava Jato

Deputado foi condenado pela Segunda Turma pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de receber propina de esquema na Petrobras.

O deputado Nelson Meurer em reunião de comissão na Câmara em dezembro de 2013 (Foto: Viola Junior/Câmara dos Deputados)

O deputado Nelson Meurer em reunião de comissão na Câmara em dezembro de 2013 (Foto: Viola Junior/Câmara dos Deputados)

A Segunda Turma condenou nesta terça-feira (29) o deputado Nelson Meurer (PP-PR), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele é o primeiro político com foro privilegiado condenado pelo STF na Operação Lava Jato.

Para os cinco ministros que formam o colegiado, ele cometeu crimes por receber “periodicamente” e com ajuda dos filhos, “vantagens indevidas que lhe eram disponibilizadas por Paulo Roberto Costa [ex-diretor da Petrobras]” e intermediadas pelo doleiro Alberto Youssef.

A pena para Meurer fixada pelos ministros será de 13 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, além de multa de cerca de R$ 322 mil, em valores que ainda precisam ser corrigidos pela inflação.

Os ministros também entenderam que dois filhos do parlamentar – Cristiano Meurer e Nelson Meurer Júnior – cometeram o crime de corrupção passiva. Mas absolveram os filhos da acusação de lavagem de dinheiro.

Nelson Meurer Júnior foi condenado a 4 anos, 9 meses e 18 dias de prisão em regime semiaberto, além de multa de cerca de R$ 56 mil, que ainda será corrigida pela inflação.

Já Cristiano Meurer foi condenado a 3 anos e 4 meses de prisão. Ele, porém, não terá de cumprir a pena, já que os ministros declararam que o crime prescreveu.

A Segunda Turma determinou ainda por unanimidade que Nelson Meurer e os filhos paguem indenização, para Petrobras, no valor de R$ 5 milhões.

O relator propôs pagamento de mais R$ 5 milhões como pagamento de danos morais coletivos, para ressarcimento à sociedade pelos crimes. Mas, por 3 votos a 2, a Segunda Turma rejeitou mais essa multa por considerar que isso deve ser feito em ação civil pública.

Não há previsão para início do cumprimento da pena. Isso porque a decisão desta terça ainda precisa ser publicada, o que pode levar até 60 dias.

A defesa pode, então, apresentar os chamados embargos de declaração, e a PGR precisa se manifestar. Só então esse recurso será julgado. A decisão precisará ser publicada e, quando ocorrer, ainda cabem os segundos embargos.

A jurisprudência do STF tem sido ordenar a execução de pena após os segundos embargos.

Lava Jato

A ação penal contra Meurer é a primeira da Lava Jato a ser julgada no tribunal. O caso teve início há três anos, quando a primeira leva de inquéritos sobre a operação chegou ao Supremo.

A defesa do deputado contesta as acusações contidas na denúncia da Procuradoria Geral da República e diz que não há elementos para justificar condenação.

Segundo a denúncia feita pela Procuradoria Geral da República, Meurer teria recebido R$ 29,7 milhões em 99 repasses mensais de R$ 300 mil, operacionalizados pelo doleiro Alberto Youssef.

Conforme o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, as provas nos autos mostram que o deputado recebeu, “periodicamente” e com ajuda dos filhos, “vantagens indevidas que lhe eram disponibilizadas por Paulo Roberto Costa [ex-diretor da Petrobras]” e intermediadas pelo doleiro Alberto Youssef.

O relator afirmou ainda que a quebra de sigilo bancário de Nelson Meurer evidenciou dezenas de “depósitos fracionados” em uma conta corrente do deputado. Para Fachin, as quantias são incompatíveis com a renda do parlamentar.

Doação oficial

A denúncia também dizia que Meurer recebeu R$ 500 mil de propina disfarçada de doação eleitoral oficial. No julgamento, porém, a maioria dos ministros considerou que não havia provas de que a doação foi corrupção.

Votaram nesse sentido os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes. Foram vencidos Edson Fachin e Celso de Mello.

“Não é como se o candidato tivesse sido flagrado recebendo uma mala cheia de dólares na madrugada. Uma doação feita às claras tem verniz na legalidade. No caso concreto, não há prova de nexo de pagamento em esquema criminoso”, disse Gilmar Mendes ao desempatar.

O deputado, ainda de acordo com a denúncia, também teria recebido outros R$ 4 milhões em espécie para a campanha. Os cinco ministros absolveram Nelson Meurer dessa acusação.

PITACO: Gleisi Hoffmann será a próxima a ser julgada. E depois o deputado Alfredo Kaefer (PSL).

Com G 1 PR