Arquivo mensais:junho 2018

Advogados do ex-vereador Edílio Dallagnol entram com pedido de HC no TRF 4

Edílio Dallagnol vai tentar novamente

Advogados Rodrigo Duarte & Kaio Veloso impetraram no TRF 4 pedido de HC para seus cliente ex-vereador Edílio Dallagnol no sentido de neutralizar ás restrições impostas ao mesmo. Lembrando que Dallagnol teve o mandato cassado pela Câmara Municipal de vereadores. Ele foi reeleito mas não levou.

Clique no link abaixo:

HC.TRF4.Edílio2018.RetornoVereança.docx

 

PTI lamenta acidente com funcionário terceirizado

“O Parque Tecnológico Itaipu (PTI), que faz a gestão do Complexo Turístico Itaipu (CTI), lamenta o acidente ocorrido na manhã desta quinta-feira, 28, por volta das 9h30, com o funcionário Daniel Machado, 27 anos, do Macuco EcoAventura e Turismo. Ele desapareceu logo depois de cair no Lago de Itaipu após fazer uma atividade de manutenção no píer do barco Kattamam. Neste momento, a área está isolada por questão de segurança. Bombeiros e mergulhadores estão fazendo buscas no local. Todas as visitas ao Porto Kattamaram foram suspensas. Novas informações em breve” 

PITACO: O barco em tela pertence ao Ademir Fernandes dos Santos, o empresário  que também  controla o passeio Macuco Safari, uma das jóias da coroa da tríplice fronteira. Uma espécie de mina de ouro. Essa não foi a primeira vez que o Ademir teve que lidar com a morte de colaborador (s). Retrocedamos no tempo que faz bem:
Início dos anos 2000 um gravíssimo acidente ocorreu no Macuco Safari ceifando a vida de sete pessoas. Dois barcos colidiram-se de frente matando na hora cinco turistas estrangeiros e os dois pilotos dos barcos. O acidente foi causado pela imperícia de um dos pilotos. A perícia deixou isso patente. Por conta da tragédia o atrativo turístico ficou suspenso pela Marinha do Brasil por mais de um ano. Várias ações por danos morais foram propostas. No criminal ninguém foi punido (mistério…)

MPF quer saber da Ilha do Sol em Sertanópolis do Iguaçu

No presente momento o Ademir Ferreira enfrenta outra situação no mínimo curiosa: O MPF emitiu ofício pedindo á empresa do mesmo que informe imediatamente ás condições que tem com o Parque Nacional (Instituto Chico Mendes) sobre a exploração de um destino turístico chamado Ilha do Sol localizado no município de Serranópolis do Iguaçu. Nesta ilha que tem um quilometro de diâmetro, barcos do Ademir fazem passeios turístico deste os anos 60. Seria uma espécie de Capitania Hereditária? É isso que o MPF quer saber.

Dia de visita

Hoje tem Martinho da Vila visitando o ex-presidente Lula, preso em Curitiba há mais de 80 dias.

Há quem pergunte: quando o casal Barros vai visitar o ex-companheiro?

PP afasta o deputado federal José Otávio Germano

Foto: Reprodução / TV Novo Tempo

O Partido Progressista afastou o deputado federal José Otávio Germano, após transexuais protestarem em frente ao prédio do político, cobrando uma suposta dívida. O caso chegou a ser mediado pela Brigada Militar.

Em nota, divulgada nesta quinta-feira, o PP afirmou que, devido aos fatos “lamentáveis no campo da moral e da ética”, decidiu “afastar, desde já, o Deputado Federal José Otávio Germano das atividades partidárias e das funções exercidas na Comissão Executiva e no Diretório Estadual dos Progressistas”.

 

 

Sufoco!

Sem candidato, 41% mantêm a sucessão aberta

Ibope informa que a taxa de eleitores sem candidato ao Planalto é notável: 41%. Esse bloco divide-se entre os 33% que planejam desperdiçar o voto (brancos ou nulos) e os 8% que não têm ideia do que fazer com ele (não sabem ou não responderam). Os dados revelam que, a apenas quatro meses da eleição, a disputa pela poltrona de presidente da República está aberta.

A pesquisa mostra que o quadro é estacionário. Na liderança, o ficha-suja Lula (33%) deve ser excluído da urna pela Justiça Eleitoral. No cenário sem o pajé petista, Jair Bolsonaro (17%) e Marina Silva (13%) aparecem estatisticamente empatados. A sondagem tem margem de erro de dois pontos. Assim, se ele estiver no piso da margem e ela no teto, os dois estarão juntos na casa dos 15%.

Abaixo da dupla, surgem, também em situação de empate, Ciro Gomes (8%) e Geraldo Alckmin (6%). Segue-se um bololô de candidatos que, se serve para alguma coisa, é para demonstrar que o processo eleitoral está prestes a ser depurado. A lógica indica que a lista de presidenciáveis vai murchar —até por uma questão de sobrevivência.

A depuração é um imperativo político-monetário. O acesso dos partidos às verbas públicas do Fundo Partidário e à vitrine da propaganda no rádio e na TV é definido pelo tamanho das bancadas na Câmara. E as legendas, privadas das contribuições empresariais, vão priorizar a eleição para o Legislativo. A maioria não cogita esbanjar a verba do fundo eleitoral na campanha de presidenciáveis sem viabilidade eleitoral.

O cenário será outro em 6 de agosto, quando termina o prazo para a realização das convenções partidárias. Os franco-atiradores e os neófitos da campanha presidencial serão lançados ao mar. Em 15 de agosto, expira o prazo para o registro das candidaturas no TSE. E a Justiça Eleitoral terá de se manifestar sobre a inelegibilidade de Lula.

Até lá, o mercado das urnas se baseará mais em expectativas do que em fatos. E a expectativa, até o momento, é de uma eleição marcada pela falência do sistema político. Uma disputa em que mais de 40% do eleitorado não consegue enxergar uma porta de saída na antessala da eleição. Lula está empatado com os 33% de brancos e nulos. Sem ele, os candidatos que sobram estão abaixo desse patamar.

Na sucessão de 2014, pesquisa do Ibope computava apenas 8% de votos brancos e nulos na altura do mês de junho. Quer dizer: aumentou sensivelmente a taxa de indefinição. Eis a verdade insofismável: o grande protagonista de 2018 é o caldeirão em que se misturam os eleitores raivosos e desalentados. Os candidatos que sobrarem na pista terão de rebolar para conquistar essa gente. Vão abaixo os dados da pesquisa:

Cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

– Jair Bolsonaro (PSL): 17%
– Marina Silva (Rede): 13%
– Ciro Gomes (PDT): 8%
– Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
– Álvaro Dias (Podemos): 3%
– Fernando Collor de Mello (PTC): 2%
– Fernando Haddad (PT): 2%
– Flávio Rocha (PRB): 1%
– Guilherme Boulos (PSOL): 1%
– Henrique Meirelles (MDB): 1%
– João Amôedo (Novo): 1%
– Levy Fidelix (PRTB): 1%
– João Goulart Filho (PPL): 1%
– Manuela D’ Ávila (PC do B): 1%
– Rodrigo Maia (DEM): 1%
– Outro com menos de 1%: 1%
– Branco/nulo: 33%
– Não sabe/não respondeu: 8%

Cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva:

– Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 33%
– Jair Bolsonaro (PSL): 15%
– Marina Silva (Rede): 7%
– Ciro Gomes (PDT): 4%
– Geraldo Alckmin (PSDB): 4%
– Álvaro Dias (Podemos): 2%
– João Amoêdo (Novo): 1%
– Manuela D’Ávila (PC do B): 1%
– Fernando Collor de Mello (PTC): 1%
– Flávio Rocha (PRB): 1%
– Levy Fidelix (PRTB): 1%
– João Goulart Filho (PPL): 1%
– Outros com menos de 1%: 2%
– Branco/nulo: 22%
– Não sabe/não respondeu: 6%

Com Josias de Souza

Paraguai apreende R$ 5 milhões, mas a metade ‘sumiu’ na contagem

 

O jornal Vanguardia, maior diário de Alto Paraná, publicou um furo de reportagem ainda na noite de terça-feira 26 de junho de 2018 ao abordar a apreensão de R$ 5 milhões na Supercarretera de Itaipu.

O dinheiro estava acondicionado em  duas caixas de papelão. Já na quarta-feira 27 de junho de 2018, o Vanguardia noticiou que a metade do dinheiro “sumiu na contagem”.

O dinheiro, em notas de R$ 50 e de R$ 100 estava empacotado dentro de duas caixas de papelão. Durante a apreensão, o Vanguardia publicou as fotos do dinheiro que estava empilhado até o topo das caixas.

Depois da contagem foram divulgadas outras fotos, mostrando falhas entre os pacotes de dinheiro. (Jornal Gazeta Diário – Adelino de Souza Freelancer / Foto: Divulgação)

Delator da Caixa diz que Joel Malucelli pediu dados de conta para pagar propina; assista

Ex-superintendente de Fundos de Investimentos da Caixa, Roberto Carlos Madoglio sustenta que conversou sobre pagamento de “agrado” com Alexandre e Joel Malucelli

J. Malucelli entrou na mira da Lava Jato por suspeitas na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. | PAC/Governo Federal / Divulgação

J. Malucelli entrou na mira da Lava Jato por suspeitas na construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. PAC/Governo Federal / Divulgação

O ex-superintendente de Fundos de Investimentos da Caixa Econômica Federal (CEF) Roberto Carlos Madoglio, delator no âmbito da Operação Greenfield, disse que entregou ao próprio fundador do Grupo J.Malucelli, Joel Malucelli, o número da conta bancária na Suíça na qual receberia propina do empresário de Curitiba – aproximadamente R$ 500 mil. Joel Malucelli é suplente do senador Alvaro Dias (Podemos-PR), pré-candidato a presidente da República. A empresa nega “veementemente” as acusações e acrescenta que “não ofereceu qualquer vantagem indevida e que pauta suas operações pela ética e responsabilidade” (clique e confira o outro lado ).

O “agrado”, nas palavras do delator, tinha relação com um aporte de cerca de R$ 300 milhões feito em 2009 pelo Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), ligado à Caixa, em usinas elétricas da J.Malucelli Energia, braço do Grupo J.Malucelli. A propina, ainda segundo o delator, teria sido oferecida pela primeira vez por Alexandre Malucelli, como já havia revelado a imprensa, no início do mês. Alexandre é filho de Joel e presidente do grupo desde 2013

EM VÍDEO: assista ao depoimento do delator que implica a J. Malucelli Energia

“É claro que não é correto, mas é normal no mercado. Ele [Alexandre Malucelli] foi direto [ao oferecer a propina]. Depois eu conversei com o Joel Malucelli, que foi para quem eu passei o número da conta na Suíça, em uma reunião em Curitiba”, disse Madoglio aos investigadores do Ministério Público Federal, em depoimento prestado em 9 de novembro de 2017.

A delação já foi homologada pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal, em Brasília, e envolve outros empresários. Mas, de modo geral, Madoglio afirma que ele próprio não exigia o pagamento de propina para liberar operações na Caixa e que os aportes feitos pelo FI-FGTS seguiam “trâmites normais”. No episódio envolvendo a J.Malucelli Energia, por exemplo, Madoglio sugere que o aporte se concretizaria com ou sem propina.

Madoglio também contou aos investigadores que não mantinha controle dos pagamentos recebidos e que, por isso, nem é capaz de apontar no seu extrato bancário qual teria sido a transferência relativa ao Grupo J.Malucelli. “Todas as transferências para essa conta na Suíça são pagamentos indevidos, mas não posso afirmar categoricamente qual foi a transferência do J.Malucelli. Esse é um dos casos que eu não tenho certeza absoluta que o depósito foi feito. Mas eu afirmo que nós tivemos as conversas”, explicou o delator, que se comprometeu no seu acordo de colaboração premiada a devolver quase R$ 40 milhões até dezembro de 2018. O valor é referente a todas as propinas que ele diz ter recebido de empresas.

Outro lado

Procurado pela Gazeta do Povo, o Grupo J.Malucelli se manifestou por meio de nota, na qual “declara veementemente que não ofereceu qualquer vantagem indevida e que pauta suas operações pela ética e responsabilidade”. “Basta observar com atenção a referida delação para verificar o quão absurda a mesma é, sem qualquer credibilidade, visando o delator atenuar eventuais delitos cometidos, envolvendo terceiros de forma aleatória”, diz o texto.

“O conteúdo da delação é todo vago, uma vez que o delator, por um lado atesta a regularidade da operação, e por outro, não sabe precisar nem onde nem quando a alegada conversa ocorreu, bem como não sabe precisar o valor ofertado e, declara ainda não ter como comprovar se o valor foi de fato pago. A J.Malucelli Energia informa ainda que todas as cláusulas do contrato estão sendo cumpridas e todos os investimentos aprovados e auditados por empresas internacionais de auditoria, sendo um dos ativos investidos pelo FI-FGTS com melhor retorno e segurança para o fundo. A empresa espera que o fato seja definitivamente esclarecido o mais rápido possível”, conclui a nota.

Assista ao depoimento do delator em vídeo

Justiceiros da fronteira estão todos no xilindró

D.H. deflagra operação que resultou na prisão de envolvidos em homicídio

Na manhã desta terça-feira (26), policiais da Delegacia de Homicídios (D.H.) deram início a uma operação que resultou no cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão em residências e comércios dos envolvidos, bem como o cumprimento de mandados de prisão em desfavor dos quatro envolvidos em um homicídio, onde vitimou a pessoa de MAYCON MARQUES VEIGA (32 anos).

O crime ocorreu em data de 08/05/2018 quando foi encontrado em meio a um matagal, em uma área rural ao final da Av. Felipe Wandscheer, localidade conhecida popularmente como “trevo da macumba”, o corpo de MAYCON, o qual apresentava perfurações provocadas por disparo de arma de fogo e, segundo as investigações, o motivo do crime tem relação com a participação de MAYCON em alguns furtos a comércios pertencentes a dois dos autores.

Durante o cumprimento dos mandados, foi localizado e apreendido em um dos estabelecimentos comerciais um “kit” de limpeza de arma de fogo. Os quatro envolvidos, Diogo dos Santos (20 anos), Kenio Eduardo Sandeski (22 anos), Thiago Blaum Taicico (29 anos) e Wagner Petry Lima (26 anos), foram presos e encaminhados a 6ª SDP, onde encontra-se a disposição da justiça.


KENIO EDUARDO SANDESKI           DIOGO DOS SANTOS


THIAGO BLAHUM TAICICO                WAGNER PETRY LIMA

PITACO: Parabéns a delegacia de Homicídios que deu uma rápida resposta a esse crime. Fazer justiça com as próprias mãos é a última coisa que Foz do Iguaçu necessita. É o fim da picada!