Cidadão Honorário Rogério Romano Bonato é chamado de mentiroso na capa do Jornal Primeira Linha

O Jornal Primeira Linha (que circula há 29 anos na fronteira com um único CNPJ, registre-se!) trouxe na edição desta quinta (30) matéria alusiva a mentira deslavada que o Cidadão Honorário Rogério Romano Bonato aplicou nos leitores do seu jornal Gazeta sobre ter sido inocentado pela Justiça Federal das acusações de falcatruas no Festivais de Humor.

Leiam abaixo a coluna do Bonato escrita em 2015 mentindo para seus leitores:

E abaixo você confere a matéria na íntegra do Jornal Primeira Linha. Boa leitura.

“Cidadão Honorário de Foz mente sobre condenação

“Rogério Bonato falseou informação se incluindo como inocentado ao noticiar a absolvição do Cartunista Ziraldo”

O evento ficou conhecido no meio cultural como: “Festhumor – o Salão de Humor de Foz do Iguaçu que virou piada”O Superior Tribunal de Justiça, em decisão no último dia 14 deste mês (agosto) manteve a condenação contra o promotor e idealizador do evento Festhumor – Festival Internacional de Humor Gráfico das Cataratas – Rogério Romano Bonato e outros. A decisão foi do Ministro relator OG Fernandes que confirmou a existência de uma série de irregularidades, como obtenção de vantagens ilícitas em favor de alguns participantes e integrantes da comissão organizadora. Para o STJ as normas foram intencionalmente violadas, pelo fato de que a empresa vencedora pertencia ao réu Rogério Romano Bonato, que foi o idealizador do evento e participou ativamente na realização do mesmo. 
Em 2015, na edição de número 8195, do Jornal “A Gazeta do Iguaçu”, Bonato falseou informação ao noticiar a absolvição do Cartunista Ziraldo pela Justiça Federal, dando a entender que ele também havia sido inocentado. Em sua coluna na página a4 (ver fac-símile) disse: “Eu nunca tive dúvidas da nossa inocência. Sempre acreditei que éramos inocentes. Nada fizemos a não ser ajudar a cidade a se livrar da mentira (…). tomara que a cidade aprenda e se cuide mais, se livrando de vez quem vive de atrapalhar”. Na data, o nome de Bonato constava no expediente como Diretor Geral do jornal. Sua falsa declaração enganou empresários, leitores do jornal conhecido como “Gazetinha” e possivelmente os integrantes da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu que o homenagearam com o Título de Cidadão Honorário da Cidade. 
No processo, o primeiro fato diz respeito à ausência de documento comprobatório de regularidade fiscal da empresa Artenatural Agência de Publicidade e Propaganda Ltda., pertencente aos imputados Rogério Romano Bonato e Arlete Andrion Bonato, que restou vencedora da licitação na modalidade carta convite nº 3, de 12 de novembro 2003, e não comprovou a regularidade fiscal,infringindo o art. 29 da Lei nº 8.666/93.
Para o ministro ficou comprovado que no Terceiro Festival de Humor, a Comissão Permanente de Licitação da Fundação Iguassu de Turismo e Eventos, organizadora do Festival de Humor, confeccionou um edital de licitação na modalidade carta convite sem exigir o documento que comprovasse a regularidade fiscal das empresas candidatas. 
Ficou também comprovado que a empresa Zélio Arte Programação Visual S/A Ltda., foi contratada por meio do Contrato nº 15/03, pelo valor de R$ 50.000,00, tendo como objeto a prestação de serviços de relações públicas e de comunicação. O contrato estabelecia a obrigação da empresa de indicar 27 profissionais, que seriam os palestrantes e artistas gráficos para atender à programação científica distribuído em sete palestras e sete workshops com show arte. Estabelecia também que ‘a contratação e pagamento seriam realizados pela empresa Contratada e sem nenhum ônus ou vínculo com a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos’ e que os custos operacionais globais destinavam-se também às despesas de deslocamento, alimentação, alojamento, diárias, locação de equipamentos. Os valores referentes a esse contrato foram pagos com recursos municipais. Contudo, a Fundação utilizou recursos federais no total de R$ 28.000,00 provenientes do Convênio com a Embratur para remunerar todos os palestrantes do evento a título de ‘diárias’, alcançando a cada um, inclusive ao próprio Zélio, a quantia certa de R$ 1.037,00, o que deveria ser custeado pela empresa contratada.
No processo ficou comprovado que a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos, através da Comissão Permanente de Licitação composta pelos mesmos membros que realizaram o Festival de Humor, contratou diversas empresas para prestarem serviços de mesma natureza, os quais poderiam ser aglutinados numa só contratação ou em poucas contratações, não sendo então caso de dispensa de licitação em razão do baixo valor.
A Ação civil pública foi movida pela Controladoria Geral da União ao constatar irregularidades na prestação de contas do convênio número 77/2003 celebrado entre a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos e o Instituto Brasileiro de Turismo – Embratur. 
Em 20 de outubro de 2015, o Tribunal de Justiça da 4ª. Região publicou a decisão de absolvição de três acusados: Ziraldo Alves Pinto; Arlete Andrion Bonato e Fabricio da Costa Vinci, mantendo a condenação dos demais envolvidos. Paralelamente ao conhecimento das falcatruas, o evento ficou conhecido no meio cultural como: “Festhumor – o Salão de Humor de Foz do Iguaçu que virou piada”.

Fonte: Da Redação

PITACO: Vai completar três décadas que brado deste despretensioso blog que o Bonato é chegado numa mentira. E o que é pior, mente, para os leitores do seu jornal, para a cidade, sem o menor constrangimento. Vergonha na cara nunca foi seu forte.
Agora, urge-se saber quem será o vereador que irá propugnar para que o título de Cidadão Honorário, que o vereador Márcio Rosa (PSD) deu a esse indivíduo condenado por improbidade administrativa (duas vezes!), seja devolvido aos anais da Câmara Municipal. Esse aleijão legislativo precisa ser extirpado. Quem se habilita?

 

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