Acabou a instrução processual da Renitência

Nesta quinta e sexta feira a Justiça Federal, sob a batuta da doutora juíza Flávia de Mendonça, interrogou os seis réus do processo denominado operação Renitência, fruto da oitava fase da operação Pecúlio. Segundo o MPF essa operação combateu uma quadrilha especializada em fraudar licitações públicas nas áreas médicas no município, dentre outros crimes.  A juíza interrogou três mulheres e três homens, todos foram unânimes em negar as imputações ofertadas pelo MPF e Polícia Federal. A operação Renitência veio á luz em janeiro do ano em curso. No primeiro momento três pessoas foram presas preventivamente, o ex-vereador Luiz Brito, Cazuza, e o Anderson que trabalhava no hospital municipal. Brito e Anderson saíram da cadeia, Cazuza saiu e voltou, porque descumpriu medidas cautelares. Nesta sexta foi a vez do Brito ser interrogado. Negou tudo. Mas reconheceu que foi preso no passado. Rolo com vestibular. Dois momentos curiosos ocorreram quando a juíza advertiu o depoente de que tentar agredir agentes públicos com palavras (MPF e PF) são seria permitido. Brito engoliu e seco e se recompôs. No final dos trabalhos, outra ocorrência: Brito pediu a palavra, que lhe foi concedida, e deu para levantar a voz no que foi prontamente interrompido pela juíza lhe dizendo “baixe a voz que isso aqui não é uma tribuna de vereador!”. E assim encerrou os trabalhos. A Juíza abriu prazos para diligencias e alegações finais. Findo isso, no mais tardar, lá por dezembro, Papai Noel fará a entrega dos presentes ás seis crianças…

PITACO: A advogada Luzia Stoeberl defende o réu Cazuza (Luzia é esposa do ex-prefeito Samis da Silva). Doutora deverá entrar com novo pedido de HC para seu cliente sob o argumento de que a instrução processual findou-se. Pode até dar liga.
Amém!

 

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