Arquivo mensais:agosto 2018

Grande quantidade de carvão vegetal, lanternas e eletrônicos em fundo falso são apreendidos na Ponte Internacional da Amizade

Nesta quarta e quinta-feira (29 e 30), na Aduana da Ponte Internacional da Amizade, no âmbito da Operação Fronteira Integrada, ação conjunta entre servidores da Receita Federal, policiais do BPFron e da Força Nacional resultou na apreensão de uma grande quantidade de carvão vegetal, lanternas e eletrônicos.A primeira abordagem ocorreu por volta das 19h00 a uma caminhonete com placas paraguaias ocupada apenas pelo motorista, um homem paraguaio. Em inspeção de rotina, suspeitou-se do nervosismo do condutor. Diante do fato, foi iniciada uma vistoria no veículo, onde foram encontrados 23 sacos de carvão vegetal na parte traseira da caminhonete, sem nenhuma documentação de importação.

Após pesagem, os sacos de carvão apreendidos totalizaram aproximadamente 250 kg. A caminhonete e o condutor foram liberados, porém, será enviada ao Ministério Público uma Representação Fiscal para Fins Penais para apuração dos ilícitos.

Já na manhã desta quinta-feira (30), por volta das 6h, foi abordado um ônibus de turismo com placas de Santa Cruz do Sul/RS. No ônibus estavam o motorista e apenas um passageiro, um homem de 48 anos. Durante fiscalização no bagageiro, foram encontradas diversas sacolas com mercadorias descaminhadas, em sua maioria lanternas recarregáveis e canhões de luz. O passageiro, dono das mercadorias, afirmou que os itens seriam transportados para a cidade de Venâncio Aires/RS com a finalidade de abastecer algumas lojas da região.

A mercadoria apreendida contabilizou aproximadamente R$ 4 mil e o passageiro liberado, porém, será enviada ao Ministério Público uma Representação Fiscal para Fins Penais para apuração dos ilícitos.

        Em seguida, próximo das 10h, um táxi paraguaio foi parado pela fiscalização. Nele estavam o condutor paraguaio e três viajantes brasileiros. Durante inspeção, constatou-se que todos os passageiros estavam com mercadorias dentro da cota de isenção, porém o para-choques traseiro do táxi levantou suspeita dos servidores por parecer adulterado. Após desmontar o para-choques, foram encontrados diversos eletrônicos de alto valor ocultos em um fundo falso. Mais especificamente havia dois notebooks, um tablet, dois smartphones, além de 10 relógios inteligentes que foram avaliados em aproximadamente R$ 32 mil.

        As mercadorias foram apreendidas juntamente com o veículo. Já o taxista e os ocupantes foram liberados, porém serão enviadas ao Ministério Público Representações Fiscais para Fins Penais para apuração dos ilícitos.

Receita Federal apreende no 1º Semestre de 2018 mais de R$ 3 milhões em mercadorias contidas em remessas postais irregulares na região de Foz do Iguaçu

 

A Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Alfândega de Foz do Iguaçu realizou, neste primeiro semestre de 2018, diversas operações em agências postais da região de Foz do Iguaçu as quais resultaram na apreensão de grande quantidade de mercadorias irregulares.

As operações foram realizadas em agências postais localizadas em Foz do Iguaçu, Guaíra, Medianeira, Matelândia e São Miguel do Itaipu. As apreensões foram motivadas pela não comprovação de importação regular das mercadorias, seja pela falta de nota fiscal ou outro documento comprovatório de regularidade fiscal, como pela apresentação de documentos comprobatórios suspeitos de serem falsos ou inidôneos. Todos os volumes são trazidos para a sede da Alfândega de Foz para verificação minuciosa tanto do conteúdo quanto da documentação referente à postagem. A grande maioria destas encomendas acaba sendo apreendida definitivamente após a comprovação inequívoca de ilícito. Apenas uma pequena parte está de acordo com a legislação e acaba sendo liberada para seguir o fluxo normal de entrega das agências postais.

Neste 1º semestre de 2018 foram realizadas 34 operações que resultaram na apreensão definitivamente de 10.940 encomendas/volumes que totalizaram um valor aproximando de R$3 milhões.

 

Cidadão Honorário Rogério Romano Bonato é chamado de mentiroso na capa do Jornal Primeira Linha

O Jornal Primeira Linha (que circula há 29 anos na fronteira com um único CNPJ, registre-se!) trouxe na edição desta quinta (30) matéria alusiva a mentira deslavada que o Cidadão Honorário Rogério Romano Bonato aplicou nos leitores do seu jornal Gazeta sobre ter sido inocentado pela Justiça Federal das acusações de falcatruas no Festivais de Humor.

Leiam abaixo a coluna do Bonato escrita em 2015 mentindo para seus leitores:

E abaixo você confere a matéria na íntegra do Jornal Primeira Linha. Boa leitura.

“Cidadão Honorário de Foz mente sobre condenação

“Rogério Bonato falseou informação se incluindo como inocentado ao noticiar a absolvição do Cartunista Ziraldo”

O evento ficou conhecido no meio cultural como: “Festhumor – o Salão de Humor de Foz do Iguaçu que virou piada”O Superior Tribunal de Justiça, em decisão no último dia 14 deste mês (agosto) manteve a condenação contra o promotor e idealizador do evento Festhumor – Festival Internacional de Humor Gráfico das Cataratas – Rogério Romano Bonato e outros. A decisão foi do Ministro relator OG Fernandes que confirmou a existência de uma série de irregularidades, como obtenção de vantagens ilícitas em favor de alguns participantes e integrantes da comissão organizadora. Para o STJ as normas foram intencionalmente violadas, pelo fato de que a empresa vencedora pertencia ao réu Rogério Romano Bonato, que foi o idealizador do evento e participou ativamente na realização do mesmo. 
Em 2015, na edição de número 8195, do Jornal “A Gazeta do Iguaçu”, Bonato falseou informação ao noticiar a absolvição do Cartunista Ziraldo pela Justiça Federal, dando a entender que ele também havia sido inocentado. Em sua coluna na página a4 (ver fac-símile) disse: “Eu nunca tive dúvidas da nossa inocência. Sempre acreditei que éramos inocentes. Nada fizemos a não ser ajudar a cidade a se livrar da mentira (…). tomara que a cidade aprenda e se cuide mais, se livrando de vez quem vive de atrapalhar”. Na data, o nome de Bonato constava no expediente como Diretor Geral do jornal. Sua falsa declaração enganou empresários, leitores do jornal conhecido como “Gazetinha” e possivelmente os integrantes da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu que o homenagearam com o Título de Cidadão Honorário da Cidade. 
No processo, o primeiro fato diz respeito à ausência de documento comprobatório de regularidade fiscal da empresa Artenatural Agência de Publicidade e Propaganda Ltda., pertencente aos imputados Rogério Romano Bonato e Arlete Andrion Bonato, que restou vencedora da licitação na modalidade carta convite nº 3, de 12 de novembro 2003, e não comprovou a regularidade fiscal,infringindo o art. 29 da Lei nº 8.666/93.
Para o ministro ficou comprovado que no Terceiro Festival de Humor, a Comissão Permanente de Licitação da Fundação Iguassu de Turismo e Eventos, organizadora do Festival de Humor, confeccionou um edital de licitação na modalidade carta convite sem exigir o documento que comprovasse a regularidade fiscal das empresas candidatas. 
Ficou também comprovado que a empresa Zélio Arte Programação Visual S/A Ltda., foi contratada por meio do Contrato nº 15/03, pelo valor de R$ 50.000,00, tendo como objeto a prestação de serviços de relações públicas e de comunicação. O contrato estabelecia a obrigação da empresa de indicar 27 profissionais, que seriam os palestrantes e artistas gráficos para atender à programação científica distribuído em sete palestras e sete workshops com show arte. Estabelecia também que ‘a contratação e pagamento seriam realizados pela empresa Contratada e sem nenhum ônus ou vínculo com a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos’ e que os custos operacionais globais destinavam-se também às despesas de deslocamento, alimentação, alojamento, diárias, locação de equipamentos. Os valores referentes a esse contrato foram pagos com recursos municipais. Contudo, a Fundação utilizou recursos federais no total de R$ 28.000,00 provenientes do Convênio com a Embratur para remunerar todos os palestrantes do evento a título de ‘diárias’, alcançando a cada um, inclusive ao próprio Zélio, a quantia certa de R$ 1.037,00, o que deveria ser custeado pela empresa contratada.
No processo ficou comprovado que a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos, através da Comissão Permanente de Licitação composta pelos mesmos membros que realizaram o Festival de Humor, contratou diversas empresas para prestarem serviços de mesma natureza, os quais poderiam ser aglutinados numa só contratação ou em poucas contratações, não sendo então caso de dispensa de licitação em razão do baixo valor.
A Ação civil pública foi movida pela Controladoria Geral da União ao constatar irregularidades na prestação de contas do convênio número 77/2003 celebrado entre a Fundação Iguassu de Turismo e Eventos e o Instituto Brasileiro de Turismo – Embratur. 
Em 20 de outubro de 2015, o Tribunal de Justiça da 4ª. Região publicou a decisão de absolvição de três acusados: Ziraldo Alves Pinto; Arlete Andrion Bonato e Fabricio da Costa Vinci, mantendo a condenação dos demais envolvidos. Paralelamente ao conhecimento das falcatruas, o evento ficou conhecido no meio cultural como: “Festhumor – o Salão de Humor de Foz do Iguaçu que virou piada”.

Fonte: Da Redação

PITACO: Vai completar três décadas que brado deste despretensioso blog que o Bonato é chegado numa mentira. E o que é pior, mente, para os leitores do seu jornal, para a cidade, sem o menor constrangimento. Vergonha na cara nunca foi seu forte.
Agora, urge-se saber quem será o vereador que irá propugnar para que o título de Cidadão Honorário, que o vereador Márcio Rosa (PSD) deu a esse indivíduo condenado por improbidade administrativa (duas vezes!), seja devolvido aos anais da Câmara Municipal. Esse aleijão legislativo precisa ser extirpado. Quem se habilita?

 

Infiltrado!

Lama ocupou 62% do tempo de Alckmin no JN

Na entrevista que concedeu ao Jornal Nacional, Geraldo Alckmin tentou apresentar-se como candidato transformador pelo menos 18 vezes. Fez isso nas dez passagens em que repetiu a palavra “reforma”, seis das quais no plural. Ou nas oito ocasiões em que pronunciou os vocábulos “mudar” ou “mudanças”. A despeito do esforço, o presidenciável tucano revelou-se diante das câmeras uma novidade com aparência de pão dormido. Numa conversa de 27 minutos, a lama ocupou 62% do tempo.

Nos primeiros 17 minutos, Renata Vasconcelos e William Bonner abriram diante de Alckmin o gavetão das pendências tucanas: a companhia tóxica do centrão, com seus 41 caciques enrolados na Lava Jato; a convivência partidária com o réu Aécio Neves e o presidiário Eduardo Azeredo; a verba suja da Odebrecht, supostamente coletada pelo cunhado; o ex-secretário do governo paulista preso por desvios no Rodoanel; o operador Paulo Preto, com R$ 113 milhões escondidos no estrangeiro…

A reunião das encrencas apresentou ao pedaço despolitizado da audiência um fenômeno pós-Lava Jato: o fim da blindagem do tucanato. A cada nova resposta, Alckmin exibia ao telespectador a ferrugem que levou o PSDB a replicar a estratégia do PT. Antes, os tucanos acusavam os petistas de proteger corruptos. Agora, os petistas sustentam que protetores de corruptos são os tucanos. E a plateia fica autorizada a concluir que os dois lados estão cobertos de razão.

“Todos os partidos têm bons quadros”, disse Alckmin sobre sua aliança com o centrão. Aécio “foi afastado da presidência do partido”, alegou, como se ninguém tivesse notado que o achacador de Joesley Batista deixou o comando do partido voluntariamente. Azeredo “vai pedir o seu desligamento”, declarou o candidato, abstendo-se de explicar por que o preso continua ocupando uma cadeira na Executiva Nacional do PSDB.

“É mentira”, afirmou Alckmin sobre a delação em que executivos da Odebrecht revelaram a transferência de R$ 10,3 milhões do departamento de propinas da empreiteira para suas arcas eleitorais. O candidato levou a mão ao fogo por Laurence Casagrande, o ex-secretário preso: “É um homem sério”. Tomou distância de Paulo Preto, o operador do tucanato paulista: “Já estava fora do governo quando eu assumi.”

Se a entrevista de Alckmin teve alguma utilidade foi para demonstrar duas coisas: 1) O partido fundado por Franco Montoro, Mário Covas e Fernando Henrique Cardoso fracassou na tarefa de formar novos quadros. Preocupou-se tanto em desconstruir Lula e seus súditos que esqueceu de reconstruir sua própria imagem. 2) Dezesseis anos depois de ter sido retirado do Planalto, falta ao PSDB uma agenda capaz de oferecer ao eleitorado a matéria-prima mais escassa no mercado eleitoral: esperança.

Cavalgando a inépcia dos rivais emplumados, Lula dá as cartas a partir da cadeia. E Jair Bolsonaro sapateia sobre Alckmin até em São Paulo, ameaçando desfazer o Fla-Flu que transformou as últimas seis sucessões presidenciais numa disputa particular entre PSDB e PT. Candidato dos sonhos da banca, Alckmin coleciona índices pífios nas pesquisas. Aposta que conseguirá chamar a atenção dos eleitores plantando bananeira no latifúndio televisivo que obteve graças à aliança com o rebotalho do centrão.

Na prévia do Jornal Nacional, o candidato tucano foi contestado mesmo naquilo que acha que fez de melhor: “A política de segurança de São Paulo é um exemplo”, declarou, em meio a questionamentos sobre a pujança do PCC, multinacional do crime sediada no Estado em que nenhum outro político governou por mais tempo do que Alckmin. A julgar pelo que o presidenciável tucano conseguiu exibir na entrevista, sua presença no segundo turno está garantida apenas até certo ponto. O ponto de interrogação.

Cheiro ruim vem do Pros

Aumenta o cheiro de ilicitude na doação de R$ 100 mil feita pelo deputado federal Toninho Wandscheer, presidente estadual do Pros, para a campanha do ex-vereador Boca Aberta, de Londrina, conforme apontado ontem por leitor do blog.

Além da estranheza de repassar um valor considerável para um suposto concorrente, ao mesmo tempo em que não arrecadou nenhum tostão para sua própria campanha, uma simples consulta à declaração de bens de Wandscheer mostra a impossibilidade da doação, em dinheiro, feito como pessoa física.
Somados os valores em dinheiro constantes de sua declaração entregue à Justiça Eleitoral, em espécie e os saldos espalhados por contas no Banco do Brasil e no Banco Itaú, eles totalizam a R$ 39.539,08, o que torna impossível a doação de outros R$ 60.460,92, porque simplesmente não foram declarados.
No mínimo, o candidato esqueceu-se de declarar o restante do dinheiro que completa os R$ 100 mil entregues ao londrinense Emerson Petriv. Os valores deveriam estar declarados, e não estão. A doação, portanto, cheira à ilegalidade.
Apesar da doação de Toninho Wandscheer, Boca Aberta é mais próximo ao maringaense Ricardo Barros (PP), que integra a mesma coligação para deputado federal.

PITACO: O Pros era o partido do Cazuza, logo, essa “catinga” é naturalíssima.

Jovem de 18 anos é presa com cocaína em aeroporto do Paraná

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (29), uma jovem de 18 anos que transportava mais de 2 kg de cocaína. O flagrante ocorreu no Aeroporto Internacional Cataratas, em Foz do Iguaçu.

Segundo a PF, policiais federais que trabalhavam na fiscalização de passageiros abordaram uma jovem na sala de embarque por volta das 6h. Eles suspeitavam do nervosismo da passageira e solicitaram que uma agente a revistasse. Durante a revista foram descobertos dois tabletes de cocaína escondidos na região do abdômen da passageira.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão em flagrante à jovem, que viajaria com destino a Brasília, onde mora. A presa e a droga foram encaminhadas à Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

Com Bonde

Ex-prefeito Samis da Silva tem os direitos políticos suspensos por três anos

O bicho pegou o babyssauro por improbidade administrativa. Agora é saber se ele poderá continuar tendo cargo comissionado no governo do Estado. Seria ficha suja.

Existe outra condenação do Samis na esfera criminal. Quatro anos e um mes no semi aberto. Quem cuida dos processos do Samis é o advogado Marcos Affornalli.

Assista a matéria da RPC sobre essa essa última rebordosa:

AQUI

Aeroporto de Foz do Iguaçu é o que mais cresce em número de passageiros no país

Terminal registrou aumento de 14% na quantidade de pessoas que embarcam e desembarcam, na comparação entre os 7 primeiros meses de 2018 e de 2017.

Aeroporto de Foz do Iguaçu é o que mais cresceu no país em número de passageiros (Foto: Infraero/Divulgação)

Aeroporto de Foz do Iguaçu é o que mais cresceu no país em número de passageiros (Foto: Infraero/Divulgação)

O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu registrou o maior crescimento de passageiros do país entre os sete primeiros meses deste ano, na comparação com 2017.

De acordo com dados da Infraero, o terminal registrou aumento de pouco mais de 14% entre os dois últimos anos.

De janeiro a julho, de 2018, 1.408.689 passageiros passaram pelo terminal em 2018, entre embarques e desembarques. No ano anterior, foram 1.234.053, no mesmo período.

Em compensação, o Aeroporto Afonso Pena, de Curitiba, foi o que registrou a maior queda — 7,2%. O número de passageiros na capital passou de 3.855.303, em 2017, para 3.575.390 em 2018.