Arquivo mensais:outubro 2018

OLHA O QUANTO AVANÇAMOS! SE LIGA NESSA LIMPEZA! ESTÃO FORA:

-Dilma Rousseff (PT-MG);
-Lindbergh Farias (PT-RJ);
-Eduardo Suplicy (PT-SP);
-Jorge Viana (PT-AC),
-Delcidio do Amaral (PTC-MS);
-Fernando Pimentel (PT-MG);
-Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM);
– Fernando Collor (PTC-AL);
-Roseana Sarney (MDB-MA);
-Sarney Filho (MDB-MA);
-Edison Lobão (MDB-MA);
-Valdir Raupp (MDB-RO);
-Eunício Oliveira (MDB-CE);
-Romero Jucá (MDB-RR);
-Beto Richa (PSDB-PR);
-Marconi Perillo (PSDB-GO);
-Roberto Requião (MDB-PR);
-Cassio Cunha Lima (PSDB-PB);
-Garibaldi Alves Filho (MDB-RN);
-Marco Antonio Cabral (MDB-RJ), filho do presidiário Sergio Cabral;
-Daniele Cunha (MDB-RJ), filha do presidiário Eduardo Cunha;
-Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha do ex-presidiário Roberto Jefferson;
-Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), irmão do presidiário Geddel Vieira Lima;
-Leonardo Picciani (MDB-RJ), filho do preso domiciliar Jorge Picciani;
-Boulos – Fora
-Ciro Gomes – Fora
-Marina – Fora
-Lula – dentro (da cadeia)
 -Haddad – Fora

Isso não foi uma eleição. Foi um exorcismo! AMÉM!

 

Prefeito de Cascavel afasta professora da rede de ensino que dava educação sexual ás crianças

O prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, determinou nesta terça-feira, 30, o imediato afastamento de uma professora da escola municipal Aníbal Lopes da Silva, após ela divulgar no Facebook fotos de uma aula de educação sexual para crianças. “Eu determinei o afastamento imediato e abertura de sindicância para ver se houve negligência da diretora da escola; Isso é absurdo!”, disse Paranhos.

 

Moro topa conversar


“O juiz Sérgio Moro é um símbolo aqui no Brasil”, afirma Bolsonaro Foto: Marcos Oliveira Agência Senado

O juiz federal Sérgio Moro afirmou estar honrado pela menção de seu nome pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para compor seu governo, e afirmou que vai pensar sobre o caso.

Afirmação ocorreu nesta terça-feira (30), por meio de nota. “Sobre a menção pública pelo Sr. Presidente eleito ao meu nome para compor o Supremo Tribunal Federal quando houver vaga ou para ser indicado para Ministro da Justiça em sua gestão, apenas tenho a dizer publicamente que fico honrado com a lembrança. Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão”.

Na segunda-feira (29), Bolsonaro disse em rede nacional que vai convidar o juiz federal Sérgio Moro para fazer parte de seu governo. “Pretendo convidá-lo para o Ministério da Justiça, ou seria no futuro, abrindo uma vaga no Supremo Tribunal Federal, na qual melhor ele achasse que poderia trabalhar para o Brasil”.

Para Bolsonaro o juiz é um homem com o passado exemplar no combate à corrupção. “O juiz Sérgio Moro é um símbolo aqui no Brasil. Eu costumo dizer que é um homem que perdeu sua liberdade no combate à corrupção. Ele não pode mais ir à padaria sozinho ou ir passear com a família no shopping sem ter aparato de segurança ao lado. É um homem que tem que ter o trabalho reconhecido”.

 

Receita de Bololô!

Guedes chuta Onyx para demarcar grande área

Os zagueiros de times de várzea cultivam uma regra segundo a qual a primeira entrada no adversário deve ser na canela. Não há melhor maneira de demonstrar quem manda nas cercanias da grande área. Em matéria de reforma da Previdência, o economista Paulo Guedes, com quem Jair Bolsonaro mantém um “casamento hétero”, tem no deputado Onyx Lorenzoni, futuro chefe da Casa Civil, seu problema mais imediato. Com uma canelada, retirou-o de campo.

”Houve gente do próprio futuro governo falando que não tem pressa de fazer reforma da Previdência”, disse o futuro ministro da Economia. “Esse jornalista que fez a pergunta está dizendo que o Onyx, que é coordenador político, falou de banda cambial. Ao mesmo tempo, está dizendo que o Onyx falou que não tem pressa na Previdência. Aí o mercado cai. Estão assustados por quê? É um político falando de economia. É a mesma coisa do que eu sair falando de política. Não dá certo, né?”.

Guedes defende que o futuro governo Bolsonaro comece a reformar a Previdência ainda neste ano, aprovando parte do projeto enviado ao Congresso por Michel Temer. Onyx tem ojeriza à proposta. Na comissão especial da Câmara que discutiu o texto, ele tachou de “terrorismo demográfico” a estatística oficial sobre envelhecimento da população. Chegou mesmo a contestar no ano passado a existência de déficit previdenciário. O que há, disse Onyx, é uma confusão contábil entre as contas da Previdência e da assistência social. (veja no vídeo abaixo)

Ao inaugurar a fase de transição de governo com um lance de zagueiro de campinho de várzea, Paulo Guedes revela um estilo. Diante da necessidade de gerenciar uma ruína fiscal, concluiu que seu maior excesso seria a moderação com um coordenador político que deixa o futuro governo sem nexo. Entretanto, há um problema: o ‘Posto Ipiranga’ de Bolsonaro pode ser bambambã em economia. Mas não tem um mísero voto no Congresso. É Onyx quem terá de seduzir deputados e senadores.

A sedução será feita “sem toma-lá-dá-cá”, declara Bolsonaro a torto e a direito. Beleza. Agora só falta operar o milagre de transformar caneladas em votos nos plenários da Câmara e do Senado. Onyx não está sozinho. Eleito senador por São Paulo, o atual deputado Major Olimpio também torpedeia as mexidas previdenciárias propostas sob Temer. Ouça abaixo trecho de entrevista concedida pelo novo senado ao UOL nesta segunda-feira.

Com Josias de Souza

BOAS NOVAS

O Brasil tem hoje 29 ministérios, com Bolsonaro esse número deve reduzir de 16 a 15 ministérios. Redução de gastos é a palavra mágica do novo governo. Um excelente começo, registre-se.

VÊNUS PLATINADA DEVE PERDER

Na entrevista ao jornal nacional desta segunda Bolsonaro voltou a relembrar que as fantásticas verbas publicitarias da União dirigidas a Globo serão revistas… Ai, ai, ai…

FALA MANSA ALUGA SALA

Fala mansa aluga sala para advogados no seu escritório ao lado do MPF. Detalhe: o rebaixamento da calçada que ele fez para transformar em garagem para clientes ficou barato. O Foztrans não teve tutano para reprimir. Quem duvida é só ir lá e comprovar.
Bom Dia Fernando Maraninchi.

MULTA DO DARLON CHEGOU

A multa aplicada pela Secretaria da Fazenda Municipal ao Bar Usina, do Darlon Dutra na Vila A, ficou em 100 Ufir. Isso dá perto de 8 mil reais. Funcionava com música ao vivo sem ter autorização para tal.  Será que ele vai pagar? Sem não tiver o dim-dIm quem sabe o Vermelho empresta?

OLIVEIRINHA PELA BOLA SETE


Oliveirinha com o “professor” Sergio que fez uma merreca de votos (18 mil) para a Alep. Outro mandado ao pijama pelas urnas. Aliás, passa da hora do Sergio voltar ás salas de aulas, não é?

O Oliveirinha (o serial killer do vernáculo) é fã do Darlon, nessa condição poderia emprestar as oito mil pilas? Oliveirinha virou figurão da área dos seguros, dizem que está bombando. Isso é bom porque a ação por improbidade administrativa que o MP requereu contra ele por ter arrancado dinheiro do Budel enquanto presidente da Câmara Municipal (que lhe custou a exoneração dos quadros da prefeitura á bem do serviço público), se condenar, a multa será pesadíssima. Dizem que até o seu “cafofo” foi penhorado pela dona Justa. Será?

 

Gastos de campanha chegaram a R$ 2 bilhões nas eleições 2018

Previsão é que o número seja ainda maior, já que o prazo final para a prestação de contas é o próximo 17 de novembro

(Fotos: divulgação)

Os gastos com a publicidade de papel e na produção de programas de rádio e televisão para as eleições deste ano custaram, até o momento, R$ 2,013 bilhões. Os valores foram declarados pelos candidatos até a última sexta-feira (26), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A previsão, contudo, é que o número seja ainda maior, já que o prazo final para a prestação de contas à Justiça Eleitoral é o próximo 17 de novembro.

Conforme as declarações feitas até o momento, 20%, cerca de R$ 400 milhões, foram utilizados para pagar publicidade por material impresso, já 14%, R$ 283 milhões, foram destinados para produção de programas de rádio, televisão e internet.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), declarou até a última sexta, despesas totais de R$ 1,7 milhão. Já o opositor, Fernando Haddad (PT), declarou R$ 34 milhões em despesas. O candidato que mais gastou até o momento foi Geraldo Alckmin (PSDB) que declarou despesas de R$ 53,35 milhões.

Conforme o TSE, cada campanha tem um limite de gastos e varia de acordo com o cargo disputado pelos candidatos. Quando se trata de presidente da República, cada campanha pode gastar até R$ 70 milhões no primeiro turno das eleições. Já aqueles candidatos que chegarem ao segundo turno podem utilizar mais R$ 35 milhões para campanhas.

Quando se fala dos candidatos do Governo e do Senado, o limite é de até R$ 5,6 milhões. Para deputado federal, o limite é de R$ 2,5 milhões e para deputado estadual é de R$ 1 milhão.

Recordar é viver…

O trio maravilha que jogou todas as fichas no Haddad e foram ao divã…

A propósito: Gilmar Piolla (PV) apoiou o Haddad,  Nilton Bobato (PCdoB) que também apoiou o Haddad, e prefeito Chico Brasileiro (PSD) que xingou o presidente eleito de lixo, foram ao divã.

Da série: Ajoelhou, tem que rezar.

NOME AOS BOIS

Me pediram os nomes dos três servidores do Detran de Foz do Iguaçu que foram denunciados pelo MP, no cível e no criminal,  pelos crimes de falsificação de documentos públicos e inserção de dados falsos em sistema de informações. São eles: Ana Christina Fernandes Schmidt, José Paulo Fernandes e Norivaldo Tescke. Tiveram a petulância de falsificar a assinatura da chefe da 16ª Ciretran senhora honradíssima Marta Matkievicz. Os denunciados foram afastados e seguem respondendo aos dois processos.

MARCELO ANGELI

Azedinha publicou que o Marcelo Angeli (do que veve?) teris sido uma especie de coordenador da campanha do Bolsonaro na fronteira. Acionamos Curitiba para checar a informação com os caciques do PSL no Estado. Ninguém sabe dessa informação sobre o Marcelo Angeli, por lá. O Cássio Lobato que saiu a deputado federal pelo partido do presidente eleito disse a mesma coisa. Marcelo Angeli seria uma espécie de “estranho no ninho”?

AZEDINHA ATOLADA EM DÍVIDAS RESSUSCITA O CONSELHO EDITORIAL

E por falar na azedinha, mais uma vez decidiu-se reabilitar o conselho editorial, cujos membros são o Bonato, João Adelino, e o filho do Vermelho, doravante little RED. Deve ser pedreira criar conselho editorial para um jornaleco chinfrim que não tira mil exemplares diários, sem falar da abissal dívida não honrada até o presente momento. A Justiça do Trabalho disse que o Bonato e seu jornaleco são solidários com todas as pendengas trabalhistas em curso. E como o Vermelho, através do little RED, se tornou sócio, passa também, automaticamente, a responder pelos papagaios. Se se somar todos os passivos chega-se a uns 10 milhões de reais. E o gatão só de boa com a sua glamorosa japa. Impostos não recolhidos, etc, etc.

PS: O Bonato segue condenado com transito em julgado por improbidade administrativa nas marmeladas dos festivais de humor. Tem que pagar uma baba de multa, mas não tem aonde cair morto. Não pagará. Mas o diploma de cidadão horário que recebeu do vereador Marcio Rosa foi á cabeceira da cama. Grande honraria para quem foi condenado e não honra suas dívidas, né seo Márcio?

 

OPINIÃO

* Carlos Eduardo de Santi

De volta para o futuro

Os alfarrábios registram que, em 1983, num programa de televisão da Rede Bandeirantes, o ex-senador alagoano Teotônio Vilela teria lançado a ideia de criar um movimento a favor de eleições diretas para a Presidência da República. O Regime Militar durava 19 anos até aquele momento. O Brasil vivia tempos difíceis, ainda com forte repressão às liberdades individuais, restrição aos direitos políticos, perseguição policial aos opositores e censura à imprensa. A economia estava em frangalhos, com grave recessão e inflação assustadora (que batia na casa dos 100% ao ano). Naquele mesmo ano, na região metropolitana do Recife/PE, houve a primeira manifestação pública em favor das eleições, após a qual se seguiram outras, voluntárias e organizadas, num crescente, incorporando entidades de classe e sindicatos por todo o país, e todos os (ainda poucos) partidos políticos de oposição ao Regime, dando origem ao movimento popular conhecido como Diretas Já!

A população, que apoiara a assunção dos militares ao poder, em 1964, não mais suportava o Regime imposto pelos militares. Era hora de mudar radicalmente de posição.

O movimento pelas Diretas agregou diversos setores da sociedade brasileira. Participaram além de lideranças políticas e sindicais, civis, artísticas, estudantis e jornalísticas. Líderes como Tancredo Neves, Leonel Brizola, Miguel Arraes, André Franco Montoro, Dante de Oliveira e Ulysses Guimarães (apelidado de Senhor Diretas) formaram a Frente Liberal, que, embora não tenha conseguido derrubar o sistema de eleição indireta, conseguiu eleger Tancredo presidente pelo Colégio Eleitoral (as primeiras eleições diretas ocorreriam somente quatro anos mais tarde). Próximo da posse, Tancredo causou a primeira decepção popular ao anunciar em seu ministério lideranças da antiga Arena, partido da base militar. Horas antes de tomar posse, em março de 1985, porém, o político mineiro foi internado às pressas (morreria pouco mais de um mês depois), deixando para o seu vice, José Sarney (vejam só!), recém egresso da Arena, a responsabilidade de iniciar o período democrático conhecido como Nova República.

A democracia se consolidaria no país com a formação da Assembleia Nacional Constituinte, em 1987, responsável por formular a nova Constituição Federal (conhecida como Constituição Cidadã), sendo promulgada por Ulysses Guimarães no ano seguinte.

Estamos 30 anos adiante dessa história. As eminências políticas da época – dentre elas Lula e Fernando Henrique Cardoso – comandaram nosso país desde então. A trinca (P)MDB-PSDB-PT governou quase ininterruptamente (a exceção dos dois anos e meio do governo Fernando Collor de Mello) por três décadas. Em 2013, movimentos populares contra a corrupção legada pelo PT de Lula levaram milhões de pessoas às ruas em todo o país. A economia em frangalhos (!) e o “estelionato” eleitoral praticado por Dilma Rousseff para se reeleger em 2014, que lhe exigiu fazer operações orçamentárias não previstas na legislação (o que se convencionou chamar de “pedaladas fiscais”), culminaram na sua cassação pelo Congresso Nacional, dois anos mais tarde, sendo sucedida por seu vice, o antigo e impopular aliado Michel Temer.

As manifestações nas ruas desta vez não tiveram lideranças com a mesma expressão de outrora (até porque foram fechados os palanques a políticos oportunistas). Movimento difuso, ganhou contornos mais definidos em dois grupos contrários ao status quo atual: Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua. Os anseios da população desta vez também eram outros: combater a corrupção, estabelecer práticas políticas com ética e tornar o Estado desinchado e eficiente. Essas manifestações populares, assim como as do passado, também foram turbulentas (houve até enfrentamentos de grupos anarquistas alcunhados de black blocs) e encurralaram a velha guarda da Política contra a parede.

A população, que apoiara a redemocratização do país, em 1985, não mais suportava o sistema implementado pela Esquerda. Era hora de mudar radicalmente de posição. Foi por isso que o povo elegeu Jair Bolsonaro (que, à mínima semelhança de Tancredo, quase foi vitimado de morte na iminência de ascender ao poder).

Apesar de não ter recebido nenhum nome conveniente pela mídia, a expressão popular em favor do ex-capitão do Exército, cujos feitos em prol da democracia passam longe dos de seu colega Tancredo Neves, foi genuína e extremamente democrática – aliás, como há muito não se via em uma eleição. Bolsonaro ainda cogita nomes para compor o seu ministério. Talvez comecem aí as frustrações de seus eleitores (ou não). O fato é que daqui para frente a história terá de ser reescrita.

Depois de dois anos de um governo tampão, enfim, habemus presidentum!

Carlos Eduardo de Santi é médico veterinário, graduado em Gestão Pública, pós-graduado em Vigilância Sanitária, foi coordenador da Vigilância Sanitária e diretor de Atenção Básica na Prefeitura de Foz do Iguaçu. Servidor público de carreira desde 2000, atualmente é estudante de mestrado especial em Políticas Públicas e Desenvolvimento pela Universidade da Integração Latino-Americana (Unila) e exerce a chefia do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).