Conselho Editorial da azedinha sumiu do expediente

Semana passada comentamos que o jornaleco chinfrim do Bonato & Cia decidira restituir pela enésima vez o conselho editorial (provavelmente empolgados pela vitória do Vermelho). Designou-se para compô-lo, o Bonato (o eterno criador das coisas que nunca dão certo), o João Adelino (o rapaz do lote), e o filho do Vermelho, o Thadeu Veloso Maria, o “little Red”. O Fabinho, o “little Orange” continua sendo o diretor geral, mas pouco apita. Continua procurando o pokemon, mas nunca acha…
Dissemos na ocasião que o Bonato por estar com os direitos políticos suspensos não poderia  ser membro de conselho editorial de jornal. Até conclamei que alguma autoridade se manifestasse.
Isso posto, neste sábado encontro um exemplar da azedinha numa barbearia e ao folhear descubro que no expediente não constava mais o tal conselho editorial. Vazaram!

Lembrando que pessoas que ficam com os direitos políticos suspensos por condenações por improbidades, ou coisa que o valha, passam a ser cidadãos de segunda linha, meia boca… Uma coisa vergonhosa para quem tem isso na cara.

PITACO: Um gaiato que estava no salão gritou lá do fundo: Olha o Língua mais uma vez botando gosto ruim no angú do gordo. E boto mesmo, ele merece!

Abaixo o conceito de improbidade:

Abaixo uma fotinha do expediente de sábado mostrando que o conselho editorial foi pro vinagre.

E já que estamos tratando dessa gente descobrimos que o PFL no município foi parar sob o controle do grupo do Vermelho (titio Nadir Rafain foi escalado para presidi-lo). A ideia é ir preparando o couro do “little Red” para sair na disputa pela sucessão do Chico. Será?

TERÇA MÁGICA

Sessão desta terça na Câmara Municipal decidirá quem irá presidir o legislativo pelos próximos dois anos. Rogério Quadros (PTB) gostou do mingau e quer continuar. Eu, sinceramente, acredito que o Elizeu Liberato (PR) é um dos nomes mais probos daquela casa de leis. Ele deve disputar. Nunca vi o nome do Elizeu envolvido em nenhum malfeito. Aguardemos.

O CLÃ REQUIÃO NÃO QUER LARGAR O OSSO

Do Zé Beto

O que na teoria parecia uma campanha de oposição ou independente, na prática deixa o comando político, administrativo e financeiro do MDB nas mãos do clã.
Além de Arruda, sobrinho de Requião como presidente, o partido terá o filho de Requião, Maurício, como primeiro-secretário e a sobrinha do senador, Daniele, como tesoureira. O próprio Requião será vogal com direito a voto na executiva.
Como ensina o príncipe de Falconeri (no livro O leopardo), “tudo deve mudar para que tudo fique como está”.

 

 

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