Arquivo mensais:janeiro 2019

Petrobras se desfaz da refinaria de Pasadena, alvo da Lava Jato

Depois de investir US$ 1,18 bilhão, estatal vende o negócio para a Chevron por US$ 562 milhões

Refinaria de Pasadena, da Petrobras
Foto: Agência Petrobras / Agência Petrobras
Refinaria de Pasadena, da Petrobras Foto: Agência Petrobras / Agência Petrobras

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta quarta-feira a venda da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, para a francesa Chevron por US$ 562 milhões, cerca de R$ 2 bilhões. É o capítulo final de um dos projetos mais polêmicos da estatal, alvo da Operação Lava-Jato.

O negócio inclui todo o sistema de infraestrutura, tanques com capacidade de armazenamento de 5,1 milhões de barris de petróleo e derivados, estoques associados e um terminal marítimo, considerado o principal atrativo por sua localização vantajosa. A unidade tem capacidade de processar 110 mil barris por dia. 

Irregularidades

A venda de Pasadena é o desfecho de um projeto cercado de irregularidades que causaram um prejuízo milionário à estatal, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU). A Petrobras comprou, em 2006, uma fatia de 50% na refinaria da belga Astra Oil por US$ 360 milhões. O valor era bem superior ao pago, um ano antes, pela belga Astra Oil para ficar com toda a unidade: US$ 42,5 milhões. Os gastos com a refinaria aumentariam anos depois, quando a Petrobras se desentendeu com a Astra, e uma decisão judicial a obrigou a comprar a participação da sócia. No total, Pasadena custou à Petrobras US$ 1,18 bilhão, cerca de R$ 4,4 bilhões no câmbio de ontem.

O caso ganhou repercussão nacional porque a compra foi realizada quando a ex-presidente Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil, era presidente do Conselho da Petrobras. O negócio fazia parte de uma estratégia da Petrobras de se internacionalizar no mercado de combustíveis e Dilma disse ter dado o aval ao negócio baseada em um resumo executivo falho apresentado pelo ex-diretor Internacional Nestor Cerveró, um dos primeiros executivos da estatal presos na Lava-Jato.

À Justiça, Cerveró disse que Dilma sabia de todos os detalhes do negócio, que envolveu a arrecadação de propina para políticos. Ela sempre negou

Em comunicado ao mercado, a Petrobras também informou que fez nesta quarta o pagamento de US$ 682,6 milhões (cerca de R$ 2,5 bilhões) para um fundo que investirá em projetos anticorrupção, no âmbito de um acordo firmado com o Ministério Público Federal em setembro de 2018. A cifra representa 80% do valor do acordo firmado pela estatal com autoridades dos EUA para cessar ações relacionadas ao esquema de corrupção desvendado pela Lava-Jato.

PITACO: Aguarda-se se os larápios que compraram essa “lata velha” serão responsabilizados criminalmente.

STF reconhece que Barroso pode julgar casos das operações Integração I e II

Caso Beto Richa não volta mais para as mãos do ministro Gilmar Mendes

A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) Foto: Nelson Jr /SCO/ STF

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux afirmou que o ministro Luís Roberto Barroso é o competente “para processar e julgar todos os pedidos feitos ao STF, vinculados às operações Integração I e II, e as demais que lhes sejam conexas, independentemente das classes processuais que se lhe atribuam os interessados”.

Fux também determinou que estará caracterizada a violação da competência de Barroso, caso outro ministro da Corte decida pela soltura de qualquer réu da operação. Sendo assim, todos os pedidos relacionados às referidas investigações deverão ser distribuídos por prevenção ao ministro que tem a relatoria do caso. Foi reconhecido que a relatoria da operação Integração é do ministro Luís Barroso, e não do ministro Gilmar Mendes.

A decisão atende a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), alegando que diante das decretações de prisões do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) e do seu contador, Dirceu Pupo Ferreira, havia necessidade de que a presidência do Supremo firmasse qual era o ministro competente. No parecer endereçado à Corte Suprema, Raquel Dodge alegou que a competência para todos os feitos relacionados à operação Integração era de Luis Roberto Barroso que, em agosto de 2018, recebeu por sorteio uma reclamação que alegou descumprimento da Súmula Vinculante nº 14, que foi o primeiro pedido relacionado às investigações da Integração.

A controvérsia teve início em setembro do ano passado, após o ministro Gilmar Mendes determinar a soltura de 16 presos provisórios da operação Integração II, atendendo pedido da defesa do investigado José Richa Filho, que ajuizou uma reclamação direta a Gilmar Mendes, sem passar pelas regras ordinárias de sorteio e distribuição.

Por nota, a PGR afirmou que, desta forma, o destino de Richa não volta para as mão de Gilmar Mendes. “Assim, diferentemente do que tem circulado em alguns sites, a decisão sobre soltura de Beto Richa e demais investigados, da operação Integração, não volta para Gilmar Mendes.  Possivelmente, a notícia equivocada tem origem na decisão do ministro Fux na Reclamação nº 32081, apresentada diretamente ao ministro Gilmar Mendes pelo investigado Jose Richa Filho em setembro de 2018. Nesta reclamação, Fux alegou que a distribuição por prevenção a Gilmar Mendes foi regular porque o investigado alegava violação de uma decisão anterior do próprio ministro. Isso não significa, porém, que Gilmar Mendes será o responsável pelos inquéritos das operações Integração ou Rádio Patrulha”.

PITACO: Essa notícia vai azedar mais ainda a vida do Betinho que continua em prisão especial em alojamento da PM. Não sei porque esses privilégios para quem é apontado como um grande corrupto pelo MPF.

Justiça solta assaltantes presos em flagrante em banco com mala de dinheiro e pé de cabra

Juíza alega que bandidos armados ‘não têm alto grau de periculosidade’

Os moradores alertaram a polícia, que prederam os bandidos em flagrante. (Foto: Djalma Malaquias/site Banda B)

A informação é quase inacreditável, não fosse no Brasil: a juíza Carolina Maia Almeida, da 2ª Vara Criminal de São José dos Pinhais (PR), concedeu liberdade a três assaltantes presos em flagrante, segunda-feira (28), no interior de uma agência do banco Bradesco, após terem arrombado o local. Com os bandidos foram encontrados uma mala com R$465.180,00, em espécie, e dois revólveres. Presos, eles foram levados a audiência de custódia, cuja conclusão é chocante. Especialmente para os moradores da região, que suspeitaram do barulho na agência e chamaram a Polícia Militar, que realizou o flagrante.

Os assaltantes, segundo relato da própria juíza em sua decisão, “utilizaram-se de uma makita, pé de cabra e máquina de corte para entrar no banco e arrombar o cofre”. Apesar disso, e com parecer favorável do ministério público, os criminosos Alexsandro da Silva, Dione Maiko Inacio e Jackson Gonçalves Martins ganharam “liberdade provisória”.

A magistrada alega em sua decisão que a decretação da prisão preventiva dos bandidos seria “desproporcional” porque, “se condenados”, cumpririam pena de 2 a 8 anos de reclusão. “Tal delito não se reveste de especial gravidade”, afirma a juíza em sua sentença chocante, “uma vez que não foi cometido com o emprego de violência, o que demonstra que os flagranteados não apresentam alto grau de periculosidade”, apesar de terem sido presos com o produto do roubo e os instrumentos utilizados no arrombamento, para além de revólveres. “Assim, sua segregação provisória não se faz necessária à garantia da ordem pública”, determinou.

A sentença absurda
Leia a íntegra da sentença da titular da 2ª Vara Criminal de São José dos Pinhais:

Processo: 0001223-95.2019.8.16.0035
Classe Processual: Auto de Prisão em Flagrante
Assunto Principal: Prisão em flagrante
Data da Infração: 28/01/2019
Vítima(s): BANCO BRADESCO
Flagranteado(s): ALEXSANDRO DA SILVA
DIONE MAIKO INACIO
JACKSON GONÇALVES MARTINS
Cuida-se de comunicação da prisão em flagrante de Alexsandro da Silva, Dione Maiko Inacio e
Jackson Gonçalves Martins pela prática, em tese, do crime previsto no art. 155, § 4º, incisos I e IV, na
forma do art. 14, inciso II, do Código Penal.
O Ministério Público manifestou-se pela concessão de liberdade provisória com aplicação de medidas cautelares.
Decido.
Verifica-se que o auto de prisão em flagrante está formalmente em ordem, nos termos do art. 304 e
seguintes, do Código de Processo Penal.
No que tange à situação de flagrância, esta resta evidenciada vez que os indicados foram flagrados, no interior do Banco Bradesco, após terem arrombado o local para adentrar. Os flagranteados foram encontrados no cofre do Banco e já tinham colocado em uma mala R$ 465.180,00, em espécie e dois revólveres. Os flagranteados utilizaram-se de uma makita, pé de cabra e máquina de corte para entrar no banco e arrombar o cofre.
Assim, verifica-se a prisão foi efetuada legalmente, nos termos do art. 304 do Código de Processo Penal, razão pela qual HOMOLOGO o presente auto de prisão em flagrante.
Considerando-se o disposto no art. 310 do Código de Processo Penal, passo a analisar a necessidade de manutenção da custódia cautelar.
De acordo com o caput do artigo 312 do mesmo Código, são requisitos para a decretação da prisão
preventiva prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria, aliados à presença de um dos pressupostos enumerados no mesmo artigo que justifiquem a medida, quais sejam: a) garantia da ordem pública; b) garantia da ordem econ familiar contra mulher, criança, adolescente, idoso ou pessoa enferma; d) existência de dúvida acerca da identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la. Deve obrigatoriamente estar presente uma das referidas hipóteses para que seja viável a decretação da prisão preventiva.
O caráter subsidiário da prisão preventiva foi enunciado de forma expressa no §6º do artigo 282 do
Código de Processo Penal e em outras normas do CPP. Assim, apenas nos casos em que não for cabível a aplicação, isolada ou cumulativa, de alguma das outras medidas cautelares enumeradas nos artigos 319 e 320 do CPP é que será possível a decretação da prisão preventiva.
A aplicação das medidas cautelares diversas da prisão, por sua vez, dever considerar: a) a necessidade para aplicação da lei penal, para a investigação criminal e, nos casos expressamente previstos, para evitar a prática de infrações penais; e b) a adequação da medida à gravidade do crime, às circunstâncias do fato e às condições pessoais do indiciado ou acusado.
O delito imputado comina pena de 2 a 8 anos de reclusão.
Tal delito não se reveste de especial gravidade, uma vez que não foi cometido com o emprego de
violência, o que demonstra que os flagranteados não apresentam alto grau de periculosidade
Assim, sua segregação provisória não se faz necessária à garantia da ordem pública.
A par disso, não há elementos objetivos aptos a evidenciar que os acusados, em liberdade, frustrarão a aplicação da lei penal ou causará transtornos à instrução processual.
Registre-se, ademais, que a decretação da prisão preventiva, no presente caso, seria desproporcional, pois caso os suspeitos sejam condenados pela prática do crime imputado, não cumprirão a pena em regime fechado, não sendo razoável, desta forma, que aguardem o transcurso do processo na prisão.
A aplicação das medidas cautelares previstas no art. 319 do CPP mostra-se adequada à gravidade do crime praticado e suficiente para garantir a aplicação da lei penal.
Ante o exposto, com fundamento no art. 321 do CPP, concedo LIBERDADE PROVISÓRIA a
Alexsandro da Silva, Dione Maiko Inacio e Jackson Gonçalves Martins, impondo ao acusado, com
fundamento no art. 282 e 319 do CPP, as seguintes medidas cautelares:
I –obrigação de manter o endereço atualizado junto a este Juízo;
II- Proibição de sair da Comarca onde reside, por período superior a 8 dias, sem comunicar a este Juízo.
Os flagranteados deverão ser advertidos de que, caso descumpram alguma das condições impostas, poderá ser decretada as suas prisões preventivas (art. 282, §4º e art. 312, parágrafo único, do CPP).
Registre-se que a concessão da liberdade está sendo feita sem designação de audiência de custódia, pois em razão da dificuldade de se promover imediatamente a escolta dos presos, o ato somente poderia ser realizado amanhã, sendo mais benéfico aos acusados serem desde logo postos em liberdade, pois preenchem as condições para tanto.
Não obstante, deverá constar dos alvarás ou termo de compromisso que caso os acusados tenham sofrido tortura ou maus tratos desde o momento que foram detidos até a efetivação de suas solturas poderão comunicar a ocorrência imediatamente a esse Juízo ou ao Ministério Público.
Assim, expeçam-se alvarás de soltura, não albergandos estes a prisão por outros delitos, devendo ser
observado o item 6.14.2.5 do Provimento nº 224 da Corregedoria Geral de Justiça e incluída a advertência acima descrita.
Oficie-se a Vara Criminal Araucária informando sobre as prisões em flagrante de ALEXSANDRO DA
Documento assinado digitalmente, conforme MP nº 2.200-2/2001, Lei nº 11.419/2006, resolução do Projudi, do TJPR/OE Validação deste em https://projudi.tjpr.jus.br/projudi/ – Identificador: PJ6EE 7CBPJ EABWL 9LZ3K PROJUDI – Processo: 0001223-95.2019.8.16.0035 – Ref. mov. 39.1 – Assinado digitalmente por Carolina Maia Almeida:12862 29/01/2019: HOMOLOGADA A PRISÃO EM FLAGRANTE. Arq: Decisão SILVA e DIONE MAYKO INÁCIO e a 2ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, sobre a prisão de JACKSON GONÇALVES MARTINS.
Ciência ao Ministério Público.
Intimem-se.
São José dos Pinhais, data constante do sistema.
Carolina Maia Almeida
Juíza de Direito

Justiça acata denúncia contra Luiz Estevão em ação por corrupção

Processo diz respeito à operação que encontrou chocolate e café na cela do empresário. Defesa diz estar confiante na absolvição

Daniel Ferreira/Metrópoles

A Vara Criminal de São Sebastião acatou denúncia do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e tornou o empresário Luiz Estevão réu em ação por corrupção. Ele é acusado de oferecer vantagens a servidores do Centro de Detenção Provisória (CDP), no Complexo Penitenciário da Papuda, em troca de regalias.

Além do ex-senador, são réus na mesma ação por corrupção os agentes penitenciários Fernando Alves Dias, Rogério Serrano dos Santos, Diogo Ernesto de Jesus e Vitor Espíndola Sales de Souza. Os dois últimos respondem por prevaricação (quando o servidor público deixa de cumprir suas funções com objetivo de obter vantagem).

A denúncia contra o ex-senador e seu suposto envolvimento com servidores do presídio foi feita em 2016, de forma anônima, à Vara de Execuções Penais (VEP). Na ocasião, o denunciante informou que havia “regalias promovidas por servidores públicos do sistema penitenciário a presos de notório poder econômico e influência política”. A Justiça autorizou que fossem realizadas interceptações telefônicas e expediu mandados de buscas e apreensão.

Em janeiro de 2017, durante uma inspeção na cela em que o ex-senador dividia com Henrique Pizzolato (ex-diretor do Banco do Brasil foi condenado no mensalão do PT), na Ala B do Bloco 5 do CPD, foram recolhidos uma barra de chocolate, cafeteira e cápsulas de café.

Após a inspeção, a Justiça determinou que Luiz Estevão ficasse isolado por “falta disciplinar” e o diretor do CDP, Diogo Ernesto de Jesus, acabou sendo exonerado.

Posteriormente, o inquérito instaurado naquela ocasião foi arquivado, sob argumento de que os itens apreendidos teriam adentrado a cela dele com permissão dos agentes da direção da unidade prisional”.

Em troca de ter acesso a esses alimentos, segundo a denúncia do MPDFT, Luiz Estevão teria doado a cessão de um lote no Entorno do DF a um agente penitenciário. A ação também cita que o servidor teria pedido emprego para a irmã dele nas empresas do ex-senador, assim como o apenado teria se valido de seu site, este Metrópoles, para publicar duas notas sobre evento que reunia criadores de curiós.

Absolvição
A defesa de Luiz Estevão afirmou ter certeza de que seu cliente será absolvido pela Justiça. O Metrópoles destaca que não é parte na ação. A funcionária em questão é repórter contratada pelo portal desde agosto de 2016. Profissional que já publicou 9.069 matérias até hoje. O site publica toda a sorte de assuntos em seus 180 posts diários, que versam sobre política, economia, saúde, segurança, educação, beleza, gastronomia, celebridades e PETs.

Luiz Estevão cumpre pena desde 8 de março de 2016 por crimes atribuídos à construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

Com Metropóles

Práticas da Medicina Veterinária no Hospital Veterinário UDC

Estudantes têm acesso a casos reais desde o 1º período. Os atendimentos são feitos em animais de pequeno e grande porte.

Os estudantes de Medicina Veterinária do Centro Universitário UDC têm à disposição um Hospital Veterinário que foi criado para atender às necessidades dos universitários, e que também oferece à comunidade serviços veterinários e informações científicas proveniente de estudos de casos e projetos de extensão.

No hospital, os estudantes do Centro Universitário UDC vivenciam casos com todo tipo de animais de grande porte como os equinos e bovinos; os de pequeno porte como cães e gatos; bem como os chamados exóticos como furões, répteis, aves, iguanas entre outros.

Universitários praticam desde o 1º período no Hospital Veterinário UDC

Como o objetivo é que os estudantes de Medicina Veterinária do Centro Universitário UDC tenham contato com o maior número de casuísticas possível, a Clínica oferece consultas, exames laboratoriais parasitológico e patológicos, exames de imagem com Raio X e Ultrassonografia, aplicação de medicamentos e realização de cirurgias em 02 Centros Cirúrgicos.

As ações são realizadas por médicos veterinários que são professores do curso e acompanhadas pelos universitários estagiários desde o 1º até o 10º período. Os estudantes dos primeiros períodos observam e auxiliam os Professores. Já os mais avançados são orientados e supervisionados pelos médicos-professores e efetivamente praticam os procedimentos nos pacientes.

Todos os alunos de Medicina Veterinária do Centro Universitário UDC podem participar do estágio. Segundo o Coordenador do Curso Professor Ricardo Clasta, “Em todos os procedimentos a participação dos alunos é indispensável, eles auxiliam os Professores e aprendem praticando”.

Instalações e equipamentos do Hospital Veterinário UDC

Além dos laboratórios multidisciplinares ofertados no Centro Universitário UDC unidade Vila A, os alunos têm a disposição na Clínica laboratórios de análises parasitológico e patológicos. No local os estudantes realizam a análise de amostras dos pacientes e conseguem avaliar melhor cada caso.

Há também a oferta de diagnóstico por imagens através de equipamentos modernos e poderosos. O Ultrasson é o ACUSON X300 System da Siemens, que pode realizar exames em animais e em seres humanos, pois, é multi-frequêncial, já o aparelho de Raio X Multix B, é uma das melhores tecnologias da atualidade e possui uma precisão poderosa. Equipamentos de ultrasson portáteis também são utilizados, grande parte nas avaliações de grandes animais.

Exames que auxiliam nos exames clínicos gerais realizados nos consultórios disponíveis para as consultas de animais de pequeno porte.

Centro de Atendimento de Animais de Grande Porte do Hospital Veterinário UDC

No Centro de Atendimento de Animais de Grande Porte, os acadêmicos participam de aulas práticas, consultas, avaliações, exames e cirurgias.

O Consultório dos Animais de Grande Porte fica na parte externa da Clínica totalmente adaptada para essas espécies. Os primeiros atendimentos ocorrem neste local, onde os estudantes podem acompanhar todo o exame clínico geral. Ali também é feita a coleta de materiais, como sangue, urina, etc, que são analisadas de imediato.

As cirurgias nos “grandes” são realizadas no Centro Cirúrgico 02, próprio para essas espécies.

Os alunos menos graduados assistem às cirurgias em uma sala separada por um vidro estéril para evitar contaminação. Já os acadêmicos do 5ª período para frente, paramentados para os procedimentos, participam das cirurgias. O local é amplamente equipado com modernos instrumentos de anestesia, respiradores, mesa cirúrgica especial, iluminação e todos os equipamentos necessários para atender os casos.

Atendimento

Vale lembrar que as consultas são com horário marcado ou de emergência, ocorrendo sempre em horário comercial. Os valores de consultas, procedimentos, exames e cirurgias são compatíveis com os praticados no mercado de Foz do Iguaçu, já que o projeto não pretende criar concorrência com as clínicas da cidade.

Nota máxima

O Ministério da Educação visitou o Centro Universitário UDC, inclusive o Hospital Veterinário UDC e concedeu a nota global 5, nota máxima!

UDC é um mundo do conhecimento infinito!

Agende uma prova e faça parte desse universo.

Venha ser UDC!

UDC global. Internacional!

Com assessoria da UDC

Giacobo pode não ser mais o mesmo

Pelo visto aquela sorte que fez o Giacobo ganhar na loteria doze vezes pode estar lhe abandonando

O deputado Fernando Giacobo (PR-PR) sofre resistência na Câmara como primeiro-secretário da Mesa-Diretora.
Com a reeleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o natural é também sua recondução ao cargo, mas, longe de ser unanimidade, há uma movimentação para lançar outro candidato do PR ao cargo.
Segundo o que diz a coluna Radar, o estilo ‘durão’ não agrada a todos.

(Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados)

PSD NA FRONTEIRA ESTÁ PRESTES A VIRAR SUCO

O presidente do PSD na fronteira (Eliseu Moura) caiu do galho. Cantamos essa bola quando relatamos aquela cavernosa reunião no hotel Recanto. Roda junto a diretoria que ele tem na Secretária de Esportes do Sapia (que vai rodar também, só que não de imediato).

A rigor, pode-se dizer que o PSD na cidade virou um balaio de gatos. Ninguém se entende. Segue sem comando. E os gatilhos detonadores desta situação pode ser os três deputados federais que gravitam no entorno de Foz do Iguaçu: Vermelho PSD (de Salto do Lontra), Giacobo PR, que apesar de ter título de Foz não é daqui, e o Evandro Roman também PSD, outro paraquedista de Cascavel e arredores. Se esse gente não se entender o PSD se transforma no MDB do tio Dobrandino que virou suco.

Operação prende cinco engenheiros responsáveis por barragem de Brumadinho que cedeu

A Polícia Federal prendeu na manhã desta terça-feira (29) cinco engenheiros que teriam responsabilidade pela barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que cedeu na sexta-feira (25) e matou ao menos 65 pessoas – outras 279 continuam desaparecidas. A operação contou com participação do MP-MG (Ministério Público do Estado de Minas Gerais) e do MPF (Ministério Público Federal).

Três dos presos são funcionários da Vale, empresa que administra a barragem. Eles seriam diretamente envolvidos e responsáveis pelo empreendimento minerário e seu licenciamento. Os outros dois detidos são engenheiros terceirizados que atestaram a estabilidade da barragem, de acordo com o MP-MG, em data recente.

As prisões são temporárias e tem prazo de 30 dias. Neste período, os cinco deverão prestar depoimento aos órgãos, que apuram a responsabilidade criminal pelo rompimento das barragens. Enquanto os engenheiros da Vale foram presos em Minas Gerais, os terceirizados foram detidos em São Paulo.

Outros cinco mandados de busca e apreensão também foram cumpridos, inclusive na sede da Vale em Nova Lima (MG), e em uma empresa que prestou serviços de consultoria na área de barragens, com escritório em São Paulo.

Em nota, a Vale afirmou que está colaborando com as autoridades e vai contribuir com as investigações para apurar as responsabilidades pelo rompimento da barragem, assim como oferecer apoio às famílias atingidas. Ontem, a empresa afirmou que daria R$ 100 mil a cada família que teve um parente morto na tragédia – segundo a empresa, trata-se de doação, e não de indenização.

Primo era ‘banco de propina’ de ex-governador do Paraná, diz MPF

Luiz Abi Antoun é apontado como um dos operadores financeiros do esquema — Foto: Reprodução/GloboNews

Luiz Abi Antoun é apontado como um dos operadores financeiros do esquema

O primo do ex-governador Beto Richa (PSDB), Luiz Abi Antoun, tinha um papel importante no esquema criminoso envolvendo as concessionárias de pedágio e o governo do estado. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Abi Antoun “era uma espécie de banco de propina do ex-governador do Paraná”.

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), “no decorrer das investigações, concluiu-se que os esquemas de corrupção se complementavam e a propina das concessionárias era distribuída em entregas mensais para diversos agentes públicos e Luiz Abi Antoun era responsável por repassar valores em proveito do ex-governador Beto Richa”. Abi Antoun está no Líbano e não tem previsão de volta ao Brasil.

A conclusão faz parte de uma das duas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal (MPF) do Paraná, na segunda-feira (28), sobre um esquema de corrupção que desviou R$ 8,4 bilhões por meio do aumento de tarifas de pedágio do Anel de Integração e de obras rodoviárias não executadas.

A denúncia afirma que “o terceiro núcleo da organização criminosa era integrado por diversas pessoas, entre elas Luiz Abi Antoun, que atuavam como verdadeiros operadores financeiros”.

“A investigação concluiu que o dinheiro das concessões era entregue à Luis Abi Antoun que por sua vez repassava para Dirceu Pupo Ferreira, que por sua vez fazia o processo de lavagem de dinheiro”, detalhou o procurador Diogo Castor de Mattos.

Para o MPF, “Luiz Abi Antoun era o caixa geral de propinas do ex-governador”. Na denúncia, os procuradores apontam ainda que Nelson Leal Júnior contou, em delação, que “parte dos recursos ilícitos arrecadados no esquema geral de propinas com as concessionárias de pedágio era enviada ao Paraguai” e que, no começo de 2018, soube que Abi Antoun iria até o país vizinho buscar recursos para a campanha de Pepe Richa à Câmara dos Deputados e de Beto Richa ao Senado em 2018″.

Na delação de Nelson Leal Júnior, ex-diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagens do Paraná (DER-PR), Luiz Abi Antoun é identificado como o principal operador de recursos ilícitos para campanha recebidos pelo ex-governador.

Luiz Abi Antoun teria participado do esquema no período de governo de Beto Richa até junho de 2015, quando foi preso temporariamente e condenado na operação Voldemort do Grupo de Atuação Especial do Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em Londrina. Ele também é réu na Operação Publicano, que investiga o recebimento de propina em uma esquema de corrupção entre agentes da Receita Estadual.

Abi Antoun foi preso novamente na Operação Rádio Patrulha em setembro de 2018. Ele e outras 11 pessoas respondem por fraude nas licitações para manutenção de estradas rurais do Paraná.

Entre os acusados está o ex-governador Beto Richa, que é primo de Abi Antoun. Os dois foram soltos por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Dias depois, Luiz Abi Antoun viajou para o Líbano. Ele deveria ter retornado ao Brasil no dia 6 de outubro, mas até hoje não voltou.

De acordo com o advogado, Abi está em tratamento médico no Líbano e sá volta quando tiver alta. Luiz Abi Antoun tem um apartamento no centro de Londrina, mas não é visto desde setembro de 2018.

Luiz Abi Antoun não está entre os denunciados do Ministério Público Federal. De acordo com os procuradores, essa é uma estratégia da acusação.

“Neste momento foram denunciados pessoas ligadas aos núcleos empresarial e público, ainda falta o núcleo financeiro. Tem dezenas de pessoas envolvidas e, como uma estratégia do órgão acusador geralmente não se oferece denúncia de uma vez só contra 50 pessoas. Dessa forma se tem uma fluidez melhor na instrução processual”, explicou o procurador Diogo Castor de Mattos.

A defesa de Luiz Abi Antoun informou que o cliente está consciente da sua condição de inocência, que provavelmente teve seu nome envolvido para que o colaborador obtivesse bons benefícios e assim se livrasse dos crimes que cometeu. Sobre a viagem ao Líbano, o advogado afirmou que assim que tiver liberação médica, Luiz Abi Antoun retornará ao Brasil.

PITACO: E como ninguém se lembrou de confiscar o passaporte do Abi, ele se pirulitou para o Líbano e aqui nunca mais põe os pezinhos

PROPINA PARA CABELEIRA, LIGADO A RICHA, DESDE 1999

É a conclusão a que procuradores do Paraná chegaram
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo
O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

Procuradores da República no Paraná concluíram que Antônio Carlos Cabral Queiroz, conhecido como Cabeleira e ligado ao ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), recebia propina desde 1999. Na segunda-feira (28), Richa, Cabeleira e outras 31 pessoas foram denunciados pelo Ministério Público Federal por desvio de recursos em contratos de pedágio no estado.

Do Murilo Ramos

Mercadoria é encontrada em fundo falso na Ponte da Amizade

Nesta terça-feira (29), no âmbito da Operação Fronteira Integrada, ação conjunta entre servidores da Receita Federal de Foz do Iguaçu, com reforço de servidores da DRF/Fortaleza e DRF/João Pessoa, e Força Nacional resultou na apreensão de mercadorias em fundo falso.A ação ocorreu por volta das 5h, quando um táxi com placas paraguaias foi abordado ao atravessar a aduana no sentido Brasil. O veículo estava ocupado apenas pelo condutor. Após verificação minuciosa, foram encontrados 45 pacotes com display para celulares e tablets em um fundo falso localizado atrás do painel do veículo. Ao ser questionado, o condutor informou que estava apenas realizando o transporte das mercadorias e que as levaria para Foz do Iguaçu/PR.

Os itens e o veículo foram apreendidos e o homem liberado, porém será enviada ao Ministério Público representação fiscal para fins penais para apuração dos ilícitos. Estima-se que o valor total das mercadorias R$ 30 mil reais.