Arquivo mensais:março 2019

Barbara Gancia narra sua história com o alcoolismo em ‘A Saideira’

Acabei de ler, gostei, e vou recomentar.

Você que costuma “lavar o peritônio”, com uma geladinha todo dia, deveria ler esse livro… v

Vamos ao livro da Gancia (ex-alcoolista) coisa raríssima.

Segundo a jornalista, livro mostra a alcoólatras que existe vida sem a bebida. ‘Não parei de beber antes porque achava que minha vida seria baixo-astral. Descobri que não: dá para ser mais feliz’

Eduardo Knapp/divulgação
“Ainda é difícil, porque sempre voltam momentos ruins do passado” (foto: Eduardo Knapp/divulgação)

“Está mais do que na hora de falar sobre o alcoolismo no Brasil”, diz a jornalista Barbara Gancia. Ela narra sua história com a doença nas páginas de A saideira – Uma dose de esperança depois de anos lutando contra a dependência, lançado pela Editora Planeta. O livro perpassa aos 30 anos em que a autora viveu a compulsão, com direito a relatos de situações degradantes, além do processo de tratamento e os últimos 11 anos em que se mantém sóbria.

Ainda quando integrava o sofá do programa Saia justa, no canal GNT, Barbara percebeu que famosos brasileiros não compartilham suas experiências de dependência em drogas. O tema, afinal, ainda é um tabu. “Minha mãe e meu pai já morreram, então não há ninguém que possa se magoar com meus relatos”, afirma.

No livro, ela relembra momentos polêmicos de sua carreira motivados pelo consumo de álcool, como o episódio com o político Mário Covas, em que enfiou uma caneta no ouvido do então prefeito de São Paulo, durante apuração de desfile de escolas de samba de Carnaval. A publicação também reúne passagens peculiares com personalidades como Ayrton Senna, Clodovil e o ex-Beatle George Harrison.

Em passagens domésticas, perdeu a visão do olho direito e já acordou sobre uma poça de sangue, com um corte na cabeça, sem se lembrar o que havia acontecido. “Sempre bebi de forma espalhafatosa. Um dia, Ruy Castro (jornalista e biógrafo, que assina o texto da quarta capa de A saideira) me armou uma cilada, me levando a uma clínica com ele. Foi quando me dei conta de que tinha um problema e quis fazer algo a respeito”, conta Barbara. Leia o livro.

A SAIDEIRA

. De Barbara Gancia
. Editora Planeta
. 280 páginas
. R$ 49,90

 

Partido Progressista na mira de alça do Bolsonaro

O MAL DA GENERALIZAÇÃO 

Da coluna Radar de VEJA da semana.

Quando disse que o Congresso insiste na velha política, Bolsonaro referia-se ao PP, de Ciro Nogueira. Nas conversas com interlocutores do presidente, o partido não tem a menor vergonha de falar em postos que disponham de recursos

Quadro grave

A proposta: alem de efetuar a tal Lava Jato da Educação, o governo está fazendo uma devassa  na Saúde, antes administrada pelo PP. Os casos são escabrosos.

PITACO: A saúde foi gerida pelo PP na pessoa do então ministro Ricardo Barros ( o leitão vesgo), no governo Dilma Roussef. Portanto, que ponha as barbas de molho…

BONATO COSPE NO PRATO QUE COMEU

A foto acima mostra notinha publicada no bico do corvo da Gazeta neste final de semana atacando o Ermínio Gatti

Durante mais de duas décadas, Rogério Bonato incensou o empresário Ermínio Gatti na fronteira. Até os cachorros de rua sabem disso. O “puxa saquismo” chegou á ponto de em 2009 Rogério escrever o livro (Gato Preto, Gato Branco – O Retrato de um amigo) que foi comemorado com lauda feijoada no hotel Carimã. Esse mesmo hotel onde Bonato frequentava com frequência para encher a pança proeminente. Até um dos capítulos da papagaiada denominada festival de humor aconteceu no hotel Carimã. Ermínio e Bonato sempre foram unha e carne, a ponto de, no final dos anos 90, Ermínio ter comprado as cotas do Bento Vidal e Mário Boff na Gazeta e chamou quem para dirigir o jornal? Bingo! Rogério Bonato. Que não passava de um colunista meia boca do jornaleco. E lá ficou o Bonato dirigindo o jornal a ponto de chamá-lo de “os olhos da fronteira” e que valeria 10 milhões de dólares (ufânico esse individuo chegado numa mentira…). E o que aconteceu depois de mais de uma década de o Bonato dirigir o jornal? Quebrou!
Hoje o Bonato, subestimando a inteligência alheia, escreve que quem quebrou o jornal foi o Rosalvo Tavares um aventureiro de Cascavel que pousou na fronteira e arrendou o jornal por dois anos. Saiu por decisão judicial. Ermínio teve novamente a posse do jornal. E quem seguiu dirigindo o jornal? Ele, o Bonato! Para facilitar as coisas entendeu de colocar seu filho Fabinho, o little orange, como diretor. O resto vocês sabem, o jornal fechou ás portas, deixando um caminhão de passivo descoberto. Só de ações trabalhistas são mais de 40. E o que fez o Bonato? Abriu outro duas quadras acima (com o nome Gazeta Dário) e colocou no nome de seu filho. E como as coisas continuaram pretas, decidiu celebrar parceria com o deputado Vermelho, onde passou a constar no expediente o nome do filho do mesmo chamado Matheus, o “little red”, na condição de diretor adjunto. Portanto, “little orange e little red” são os donos do jornal que continua padecendo de claudicação intermitente. Para continuarem a usar a impressora do jornal e usar o nome Gazeta, fez-se contrato em que ele deveria pagar certa importância mensal. Pagou? Não! Ação  judicial (que vai despenar o corvo) toma forma no fórum de Justiça. Questão de dias o deputado Vermelho terá que enfiar a mão no bolso para bancar essa conta, mesmo porque o Bonato segue quebradíssimo. O filho que cumpre pena por embriagues ao volante segue na mesma vertente.  Rememorando: Bonato coleciona três condenações por improbidades administrativas, com direitos políticos suspensos por muito e muitos anos. Não pode votar, e nem ser votado (caso o vereador Márcio Rosa entre numas de lançá-lo candidato a qualquer coisa). Acabou para o Bonato que completou 60 anos com esse currículo invejável. Lembrando que tudo que esse indivíduo inventou na vida, deu errado. Cinco restaurantes, agencia de publicidade, artista plástico (a Justiça eleitoral confiscou todos os quadros), fez um filme que foi um fracasso retumbante (tadinho do Mário Du Trevor, o artista principal, deve ter morrido de desgosto…). Tudo que o Bonato dirigiu desandou, porque teria sido diferente com a Gazeta?

Resumindo: Bonato cospe no prato que comeu. É um ingrato. Esqueceu tudo que o Gatti fez por ele em mais de duas décadas.
E como ele deu para atacar o amigo nos últimos tempos, pergunta-se:

Bonato mentiu no livro, ou está mentindo agora?

 

Lava Jato denuncia Temer por corrupção, peculato e lavagem de dinheiro

Temer e Moreira são alvo da Operação Descontaminação – desdobramento da Lava Jato. Ele foi preso no dia 21 quando saía de casa em São Paulo.

Igo Estrela/Metrópoles

O Ministério Público Federal, no Rio, denunciou criminalmente o ex-presidente Michel Temer (MDB), o ex-ministro Moreira Franco (Minas e Energia) e outros investigados por supostos desvios milionários nas obras da usina nuclear de Angra 3. Temer e Moreira são alvo da Operação Descontaminação – desdobramento da Lava Jato.

A Procuradoria da República apresentou duas acusações formais contra Michel Temer. Uma por corrupção e lavagem de dinheiro e outra por peculato e lavagem de dinheiro.

Temer foi preso no dia 21 quando saía de casa em São Paulo. O ex-presidente passou quatro dias recolhido na Superintendência da Polícia Federal do Rio em uma sala de 46m². Na segunda, 25, o desembargador Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2) mandou soltar o emedebista e outros sete alvos da Descontaminação.

Nesta quinta, 28, Temer tornou-se réu em ação criminal pela primeira vez por decisão da 15ª Vara Federal de Brasília. Neste caso, o ex-presidente é acusado por corrupção por causa da mala de R$ 500 mil.

 

Delator diz que entregou R$ 5 milhões para Crivella

“Apoio financeiro” ao atual prefeito do Rio teria começado há mais de uma década; ele nega.

Marcelo Crivella

Marcelo Crivella. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Tendo sido preso mais de uma vez pela força-tarefa da Lava-Jato, Jacob Barata Filho, chamado de “o rei do ônibus” no Rio de Janeiro, tem feito uma série de delações. Se comprovadas, elas podem ter um grande impacto no cenário político nacional.

Segundo a revista Veja, entre os 30 anexos da proposta de delação de Barata Filho, são ciados nomes de diferentes políticos, como o ex-governador Sérgio Cabral e o prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

O semanário revela que entre 2008 – quando foi candidato ao cargo pela segunda vez – a 2016, quando acabou eleito, Crivella recebeu mais de 5 milhões de reais de empresários de ônibus. Dentre as doações ilegais, chamadas por Barata Filho de “apoio financeiro”, 2 milhões de reais foram para o caixa dois da campanha.

O dinheiro, em espécie, foi entregue a Mauro Macedo, primo de Edir Macedo, e que trabalhava como tesoureiro da campanha de Crivella.

Em nota, o prefeito, reitera que “não recebeu doações de empresários do setor de ônibus, que não fez uso de caixa dois e que todas as suas contas de campanhas foram aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro”. Crivella denuncia ainda o que chama de “onda de denuncismo”, que “parece uma ação política orquestrada de forma sórdida”.

 

Resultado do leilão eletrônico de sucatas de veículos

A Alfândega da Receita Federal do Brasil em Foz do Iguaçu/PR finalizou nesta quarta-feira (27) o primeiro leilão eletrônico de sucatas de veículos apreendidos realizado no ano de 2019. A arrecadação resultou no valor de R$ 641.156,00.

Houve registro da participação de 42 proponentes no certame, sendo que, após a classificação (foram excluídos os licitantes com algum impedimento ou que tenham pendências fiscais) e ordenação das propostas, foram habilitados 21 licitantes para participação na fase de lances (desta fase participam os detentores da maior proposta e as propostas que alcançarem pelo menos 90% desse valor).

Todos os 49 lotes inicialmente oferecidos foram arrematados. O maior valor pago foi de R$ 37.500,00 e o menor valor pago foi de R$ 2.200,00.

O valor total arrecadado contém um ágio de 1.340,80% em relação ao valor de avaliação inicial dos bens. O valor médio de arrematação foi de aproximadamente R$ 13 mil por lote arrematado.

O montante arrecadado será destinado conforme determina a lei, sendo 60% para o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) e 40% para a Seguridade Social.