Justiça nega pedido do MP para vender objetos de luxo apreendidos de Beto Richa

Justiça negou o pedido feito pelo Ministério Público do Paraná para vender objetos de luxo apreendidos com o ex-governador Beto Richa — Foto: J.F.Diorio/Estadão Conteúdo

Justiça negou o pedido feito pelo Ministério Público do Paraná para vender objetos de luxo apreendidos com o ex-governador Beto Richa — Foto: J.F.Diorio/Estadão Conteúdo

A Justiça negou, nesta quarta-feira (17), o pedido feito pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) para vender objetos de luxo do ex-governador Beto Richa que foram apreendidos na data da prisão dele pela Operação Quadro Negro.

O pedido de alienação antecipada dos objetos foi proferido pelo juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da 9ª Vara Criminal de Curitiba.

“Embora o decurso do tempo possa causar certo desgaste em objetos pessoais, a natureza dos bens apreendidos (canetas, relógios, óculos, etc.) não apresenta característica de degradação significativa a ponto de justificar uma medida de natureza urgente”, considerou o juiz.

Beto Richa é réu em três processos da Operação Quadro Negro, que investiga desvios de mais de R$ 20 milhões de obras de construção e reformas de escolas estaduais do Paraná.

Ainda na decisão, a Justiça concedeu a restituição dos cintos e óculos de sol do ex-governador, apreendidos na ação, por considerar que são “bens pessoais de valor menos elevado”.

Na data da terceira prisão de Beto Richa, foram apreendidos óculos de sol, abotoaduras, canetas, relógios, prendedor de gravatas, cinto, correntes, pulseira, anel pertencentes ao ex-governador.

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