Arquivo mensais:maio 2019

Vídeo mostra acidente que envolveu viatura da PM em São Miguel do Iguaçu

 

Um vídeo de uma câmera de vigilância flagrou o exato momento da colisão que envolveu uma viatura da Polícia Militar de Missal e um veículo, em um acidente que foi registrado na manhã desta quinta-feira (30), em São Miguel do Iguaçu.No vídeo é possível observar que o veículo Corsa trafegava pela Euclides da Cunha quando a viatura da PM avançou a preferencial.

Com o impacto da colisão ambos os veículos foram parar na calçada e um dos policiais, que estava no banco de trás da viatura, acabou sendo arremessado para fora do veículo.

O Soldado Flores, sofreu ferimentos graves, com suspeita de traumatismo craniano, e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado ao Hospital, sendo que os demais envolvidos sofreram ferimentos leves.

Uma viatura da Guarda Municipal que fazia patrulhamento pelo bairro estava a poucos metros do local da colisão, e chegou no local no momento do acidente e auxiliou no atendimento.

Justiça condena os ex-promotores Leonardo Bandarra e Deborah Guerner

Com essa condenação, enfim, eles perdem os cargos e param de receber salários

Bandarra e Deborah foram condenados pelos crimes de violação de sigilo funcional e concussão. Jorge Guerner também foi condenado, pela prática do crime de receptação. Todos foram absolvidos da acusação de formação de quadrilha.

Esse julgamento teve início em janeiro, porém o pedido de vista da desembargadora Maria dos Carmo Cardoso, adiou a decisão por quatro meses. A maior da Corte Especial seguiu o voto do relator, o desembargador federal Kassio Nunes Marques favorável às condenações.

Sendo assim, ficaram as penas de 7 anos e 7 meses de reclusão para Leonardo Banderra; Deborah Guerner foi condenado a 7 anos e 9 meses de reclusão e Jorge Guerner recebeu a condenação de 1 ano e 4 meses de reclusão. Com a condenação, enfim, eles perdem os cargos e param de receber salários.

Cabe recurso à decisão do TRF-1 nos tribunais superiores.

Entenda o caso

Segundo a denúncia do MPF, os procuradores chantagearam diversos personagens do escândalo que ficou conhecido como Mensalão do DEM. Sendo assim, eles extorquiram o então governador do DF, José Roberto Arruda, pedido o valor de R$ 2 milhões para manter o sigilo de um vídeo em que Arruda aparecia contando cédulas de dinheiro, que seriam oriundos de propina.

Cobraram R$ 1,6 milhão de Durval Barbosa para avisar sobre as ações da Justiça. Desta forma o ex-secretário do Governo Arruda teve tempo para esconder provas e documentos sobre desvios em contratos do Governo do Distrito Federal com empresas de informática. Depois disso, os dois ex-procuradores continuaram com a extorsão, dessa vez solicitando o pagamento mensal de integrantes do governo para vazar informações sigilosas sobre a Operação Caixa de Pandora.

Caixa de Pandora

O processo é referente à Operação Caixa de Pandora, que apura crimes de corrupção envolvendo o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda.

Deflagrada pela Polícia Federal em 2009, a Operação Caixa de Pandora investigou a distribuição de recursos ilegais à base aliada do Governo do Distrito Federal. Segundo as investigações, Arruda, na época governador do DF, chefiava um esquema de cobrança de propina de empresas de informática que tinham contrato com o Executivo. O dinheiro era usado para comprar apoio de deputados distritais.

Durval Barbosa foi o delator do escândalo que ficou conhecido como “Mensalão do DEM”, as imagens feitas por Durval foram o estopim para a deflagração da Operação Caixa de Pandora, que culminou na prisão de José Roberto Arruda.

Nas imagens Arruda aparece recebendo maços de dinheiro, montante de R$ 50 mil, o episódio ficou conhecido como a “Farra dos Panetones”. Na época o ex-governador tentou emplacar a desculpa de que o dinheiro que apareceu nas imagens era para comprar panetones para as famílias carentes do Distrito Federal.

Contrabando é encontrado dentro de carros transportados por carreta cegonha

Veículo foi abordado no fim da manhã desta quinta-feira (30) próximo à praça de pedágio da Br-277 em São Miguel do Iguaçu durante ação da Operação Muralha.

Veículo que transportava os carros onde o contrabando foi encontrado foi abordado em São Miguel do Iguaçu — Foto: Receita Federal/Divulgação

Veículo que transportava os carros onde o contrabando foi encontrado foi abordado em São Miguel do Iguaçu — Foto: Receita Federal/Divulgação

Agentes da Receita Federal encontraram produtos contrabandeados escondidos dentro de carros que estavam sendo transportados em uma carreta cegonha.

O veículo com placas de Curitiba foi abordado pelos fiscais pouco antes da barreira montada na praça de pedágio da BR-277 em São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná. O motorista ainda tentou fugir, mas foi perseguido e parado.

A apreensão faz parte da Operação Muralha, ação conjunta com o Batalhão de Fronteira (BPFron) e o Exército para o reforço no combate a crimes contra o contrabando, o tráfico de drogas e de armas na região da fronteira.

Entre os produtos apreendidos estão eletrônicos, equipamentos de informática, relógios e perfumes trazidos ilegalmente do Paraguai. As mercadorias foram avaliadas em R$ 110 mil.

Além de responder pelo crime de descaminho, o dono do veículo pode ser multado em R$ 15 mil pelo transporte dos produtos.

Entre os produtos apreendidos estão eletrônicos, equipamentos de informática, relógios e perfumes trazidos ilegalmente do Paraguai — Foto: Receita Federal/Divulgação

Entre os produtos apreendidos estão eletrônicos, equipamentos de informática, relógios e perfumes trazidos ilegalmente do Paraguai — Foto: Receita Federal/Divulgação

 

 

André Vargas, de novo na pista

Cláudio Osti informa que quem pensa que quase três anos de cana cumprindo pena por ter sido pego na Lava Jato afastou definitivamente o ex-deputado federal do PT André Vargas da política engana-se.

Liberado em outubro do ano passado pela juíza Luciani de Lourdes Tesseroli Maronezi, da  2ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, Vargas passou meses em sua casa em Londrina recebendo os poucos amigos que sobraram e evitando ser visto em público.

Agora esta fase parece ter acabado. Nas últimas semanas ele passou a fazer algo que gosta demais da conta: articulação política. Tem se reunido com prefeitos da região para conversar sobre política, futuro etc.

André Vargas (Foto: Agência Câmara)

MP requer a perda do mandato da vereadora Rosane Bonho (PP)

Promotor Marcos Cristiano quer a perda do mandato da vereadora Rosane Bonho

Promotor de Justiça Marcos Cristiano, irresignado, pois na sentença que condenou a  vereadora Rosane Bonho (PP) (suplente do Queiroga) por falsidade ideológica (em mais de um ano) não deu a perda do mandato. Neste diapasão apela a douta juíza que reconsidere a sentença e dê a perda do mandato da vereadora condenada. Se a juíza indeferir o promotor agrava ao TJ. Tá tipo assim, se correr o bicho pega,  se ficar o bicho come…

Leia o despacho abaixo:

EmbargosdeDeclaracao02915510.2018.

Miliciano preso no DF por grilagem de terras é tio de Michelle BolsonaroMiliciano preso no DF por grilagem de terras é tio de Michelle Bolsonaro

Um dos sete policiais militares presos nesta quarta-feira (29/05) por integrarem uma milícia com atuação na região do Sol Nascente, em Ceilândia, é tio da primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro. O 1º sargento João Batista Firmo Ferreira foi um dos alvos da Operação Horus, que investiga PMs por crimes de loteamento irregular do solo, extorsão e até homicídio, relacionados à grilagem de terras. O militar reformado é irmão de Maria das Graças, mãe de Michelle. A família da primeira-dama mora na região do Sol Nascente.

A operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal, em parceria com a Coordenação Especial de Repressão à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes contra a Administração Pública e contra a Ordem Tributária da Polícia Civil DF e com a Corregedoria Militar do Distrito Federal.

Os sete sargentos presos são lotados ou já atuaram no 8º e no 10º Batalhão da Polícia Militar, unidades responsáveis pelo policiamento ostensivo na região do Sol Nascente. Além de Jorge Firmo Ferreira, foram presos e denunciados pelo Ministério Público do DF os sargentos Jorge Alves dos Santos, Agnaldo Figueiredo de Assis, Francisco Carlos da Silva Cardoso, José Deli Pereira da Gama, Paulo Henrique da Silva e Jair Dias.

As investigações começaram em 2011, mas avançaram graças à participação de um colaborador, que integrou e liderou a quadrilha, mas resolveu ajudar na apuração para receber o benefício da redução da pena. Ele procurou a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da PCDF e detalhou o funcionamento da organização criminosa.

Com autorização judicial, as ligações telefônicas dos suspeitos foram interceptadas e as conversas revelaram a forma de atuação dos policiais militares responsáveis pela grilagem na região do Sol Nascente. A denúncia destaca que os dados obtidos com a quebra do sigilo bancário de João Firmo, autorizada pela Justiça, reforçam a ligação do PM com a organização criminosa. O órgão identificou duas transferências dele para Francisco Cardoso, outro integrante da suposta quadrilha de milicianos, em 27 de julho de 2015, que totalizaram R$ 8 mil.

O 1º sargento entrou na reserva da Polícia Militar em 16 de janeiro de 2017. Conforme o Portal da Transparência, a remuneração mensal dele é de R$ 8.227,68, fora benefícios.

Outro lado

Em nota, a Polícia Militar alegou ter colaborado com as investigações por meio da Corregedoria. A corporação acrescentou que instaurou procedimentos internos para apurar a conduta dos policiais. “Mas todos correm sob segredo de Justiça. Portanto, não podemos dar mais detalhes”, informou.

O Palácio do Planalto informou que não se pronunciará sobre o assunto. O Correio não conseguiu contato com a defesa de João Firmo Ferreira e dos outros acusados presos. O processo tramita em segredo de Justiça.

Fonte: Correio Brasiliense