Damares Alves será cidadã benemérita do Paraná

Na falta de coisa mais útil para fazer pelos paranaenses o deputado Delegado Francischini (PSL) entrou numa de conceder o titulo de cidadã benemérita do Parana á ministra Damares que não cessa de produzir frases ás mais estrambólicas possíveis. Vejamos:

Damares disse que já viu Jesus Cristo numa goiabeira; pregou que os meninos devem vestir azul e as meninas, rosa; é crítica dos desenhos animados do Pica Pau e Popeye; já se apresentou como mestre em Direito e Educação (sem ter a titulação); e afirmou certa vez que o que mudará o Brasil não é a política, mas sim a igreja. Essa é, em poucas linhas, a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro, a paranaense Damares Rodrigues Alves.

Nascida em Paranaguá, ela poderá receber o título de cidadã benemérita do Paraná se for aprovado projeto de lei apresentado nesta segunda-feira (10), na Assembleia Legislativa, pelo deputado Delegado Francischini (PSL), ex-secretário da Segurança Pública. Na justificativa, o parlamentar escreveu que Damares desenvolve amplo trabalho “em prol da proteção das mulheres, da infância, do combate à pedofilia e da promoção dos direitos humanos”.  Todavia, não há na justificativa menção a trabalhos realizados pela pasta da ministra no Paraná.

Damares graduou-se em Direito e Pedagogia pela Faculdade de Direito de São Carlos (SP) e pela Faculdade Pio Décimo, respectivamente, e foi pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular e da Igreja Batista. Era assessora parlamentar, em Brasília, antes de virar ministra do governo Bolsonaro.

 

1 pensou em “Damares Alves será cidadã benemérita do Paraná

  1. Domingo Fernandez

    Graduou-se em Direito pela extinta FADISC (Faculdades Integradas de São Carlos), instituição descredenciada pelo MEC em 2011 e proibida de realizar exames vestibulares desde 2012, também teve seu registro na OAB cassado, não consta que foi aprovada em concurso público para trabalhar no Congresso (por 20 anos) e “adotou” uma criança indígena que possui avó e mãe vivas, sem nenhuma documentação que legalize a “adoção”! Que belo currículo para receber uma homenagem em nosso Estado!

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