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Pode isso, Bolsonaro?

Do blog do Tupan 

O clima está quente no PSL de Foz do Iguaçu, já que o atual presidente do partido do presidente Jair Bolsonaro na cidade, Ranieri Alberton Marchiori, já foi filiado ao PT de Lula e Gleisi Hoffmann, no início dos anos 2000.

Para os aliados de Bolsonaro, o ex-petista desqualifica o partido em Foz.

A situação de Marchioro esquentou as redes sociais neste final de semana com muitos pedidos intervenção da direção estadual no diretório iguaçuense.

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Vídeo de segurança mostra mulher assaltando um posto de combustíveis na Avenida Felipe Wandscher.

A polícia procura essa mulher que assalta o comércio em Foz do Iguaçu. Se você conhecê-la denuncie. Já assaltou dois locais.

https://www.facebook.com/PrimeiraLinha/videos/461696394386893/

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‘Não existem documentos (dizendo) se matou ou não matou. Isso é balela’, diz Bolsonaro

Na segunda, presidente afirmou que poderia ‘contar a verdade’ sobre a morte do pai do presidente da OAB

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que não existem documentos que possam comprovar como se deu a morte do pai do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)Felipe Santa Cruz, durante a ditadura militar, e questionou a veracidade dos documentos produzidos pela Comissão Nacional da Verdade, criada pela ex-presidente Dilma Rousseff.

Felipe é filho de Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira, integrante do grupo Ação Popular (AP), organização contrária ao regime militar. Ele foi preso pelo governo em 1974 e nunca mais foi visto.

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O presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia na Vila Militar, em Deodoro, no Rio.  Foto: Marcos Corrêa/PR

“Nós queremos desvendar crimes. A questão de 1964, não existem documentos (dizendo) se matou, não matou, isso aí é balela. […] Você quer documento para isso, meu Deus do céu. Documento é quando você casa, você se divorcia. Eles têm documentos dizendo o contrário?”, disse Bolsonaro hoje pela manhã ao deixar o Palácio da Alvorada após se reunir com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Ontem, Bolsonaro afirmou que poderia “contar a verdade” sobre a morte do pai de Felipe e depois apresentou uma versão sobre o fato que não tem respaldo em informações oficiais. O presidente afirmou inicialmente que tinha ciência de como Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira “desapareceu no período militar”.

Depois, disse que o militante foi morto por correligionários na década de 1970. A declaração contraria uma lei vigente e uma decisão judicial que reconhecem a responsabilidade da União no sequestro e desaparecimento do então estudante de direito em 1974.

Felipe Santa Cruz anunciou ainda ontem que irá ao Supremo Tribunal Federal pedir que Bolsonaro diga o que sabe sobre o desaparecimento do seu pai. Questionado se daria explicações perante a Suprema Corte, o presidente tergiversou. “O que eu sei é que não tem nada escrito de que foi isso ou foi aquilo. O meu sentimento é esse”, disse.

Também perguntado se a sua tese não contrariava informações levantadas pela Comissão Nacional da Verdade, Bolsonaro afirmou que o órgão tinha sete integrantes indicados pela ex-presidente Dilma Rousseff. “Você acredita em Comissão da Verdade? Você acredita no PT?”, disse.

Perguntado se poderia contestar oficialmente os documentos da comissão, Bolsonaro afirmou que não pretende “mexer no passado”. “Pretendo respeitar a lei da anistia de 1979, é o meu sentimento, tem que ser respeitado. Até que os militares foram além do que o pessoal queria. (A abertura) Foi ampla, geral e irrestrita por exigência dos militares”, disse.

O presidente citou ainda casos não correlatos, como o do assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel, e a morte do jornalista Vladimir Herzog durante a ditadura. Ele afirmou que outro jornalista chamado Régis também morreu na época, mas que o caso não é questionado porque ele teria sido morto pela esquerda.

Para Bolsonaro, a OAB também não tem interesse em que se desvende quem seriam os mandantes do ataque feito por Adélio Bispo a ele durante a campanha eleitoral. “A OAB não quer que se chegue aos mandantes da tentativa de homicídio minha. Tanto é que entraram com uma ação e o telefone dos advogados está lacrado. Porque se chegar lá, com certeza vai se chegar aos mandantes. Não é muito estranho, quatro advogados? Um chega de helicóptero em menos de 24h”, disse.

A Polícia Federal encerrou as investigações e concluiu que Adélio agiu sozinho e o considerou inimputável por ter problemas mentais.

Com Estadão.

 

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Investigados ‘aumentavam tipo de lesão’ para fraudar DPVAT no Paraná, diz delegado

Investigação da Polícia Civil aponta que nove pessoas presas ontem (terça-feira, 30), em uma operação, fraudaram pelo menos 365 indenizações do Seguro DPVAT no Paraná. Entre os presos, está o diretor do Instituto Médico-Legal de Umuarama. Segundo a polícia, ao longo de cinco meses de investigações, foi identificada fraude que teria causado prejuízo superior a R$ 1 milhão.

O grupo investigado por fraudar pedidos do Seguro DPVAT em Umuarama teria atuado em três núcleos distintos. A irregularidade teria tido início pela atuação de um funcionário de um hospital. Esse suspeito direcionaria as vítimas de acidentes de trânsito que passavam pelo pronto atendimento a uma empresa que realizava os pedidos de DPVAT. Segundo a polícia, essa pessoa repassava os nomes e contatos das vítimas para a empresa entrar em contato e captar clientes.

O delegado Gustavo Mendes Marques de Brito destacou que esse funcionário também era responsável por falsificar prontuários médicos ao aumentar o tipo de lesão sofrida pela vítima. Essa informação sustentava um pedido de valor de seguro maior.

“Cinco pessoas ligadas a uma empresa intermediária, um escritório de assessoria DPVAT foram presas. Além de uma pessoa que trabalha em um hospital da cidade e que era responsável por direcionar acidentados para o escritório, além de falsificar alguns prontuários médicos para fazer com que os acidentados pudessem receber valor maior do que o realmente devido. Servidores do IML de Umuarama que também tinham ligação com essa empresa na medida em que facilitava a marcação de perícias dos acidentados desse escritório, além de fraudar o laudo de lesão corporal, fazendo constar no laudo uma lesão maior do que efetivamente a pessoa sofreu por ocasião do acidente automobilístico”, afirma o delegado.

Segundo a polícia, a fraude ainda tinha o apoio de uma recepcionista terceirizada e de um médico legista do IML. Essa funcionária marcava uma quantidade grande de perícias de pessoas que sofreram acidente de trânsito no mesmo dia com o médico legista investigado. A polícia afirma que a empresa exigia o repasse de 30% do valor solicitado ao DPVAT pelo segurado. O esquema criminoso foi descoberto pela própria seguradora. Em uma auditoria interna, a empresa cruzou informações internas de protocolos e descobriu que os laudos de um hospital de Umuarama e do IML estavam fraudados. Ao menos 80 prontuários tinham a mesma numeração. O relatório dessa investigação foi repassado à Polícia Civil.

As empresas envolvidas informaram que os funcionários presos foram afastados. As defesas dos dois médicos investigados negam que eles tenham participação em crimes ou fraudes, mas informaram que ainda não tiveram acesso ao processo que é sigiloso.

Com o Bem Paraná

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Argentino é flagrado tentando embarcar com 1,8 kg de cocaína preso ao corpo

A droga estava presa às pernas do estrangeiro e foi identificada com a ajuda de um 'bodyscan' — Foto: Polícia Federal/Divulgação

A droga estava presa às pernas do estrangeiro e foi identificada com a ajuda de um ‘bodyscan’ — Foto: Polícia Federal/Divulgação

Um argentino de 41 anos foi flagrado na manhã desta terça-feira (30) tentando embarcar com cerca de 1,8 kg de cocaína preso ao corpo no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Segundo a Polícia Federal, o estrangeiro seguiria para Lisboa, em Portugal, com escala em Guarulhos (SP).

A droga foi descoberta com a ajuda de um “bodyscan” (escâner de corpo) depois de o comportamento dele chamar a atenção dos policiais federais.

Aos agentes, o estrangeiro disse que mora em Buenos Aires e que foi recrutado por outro argentino para fazer o transporte da cocaína do Paraguai até a Europa.

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 José Alexandre Saraiva lança obra “Labiata” em Foz do Iguaçu

Noites de autógrafos serão realizadas dias 30/07 na Livraria Curitiba do Shopping Estação, dia 13/08 no Centro de Letras do Paraná e dia 23/08 no shopping Catuaí

Épico nordestino a viajar pelas mais recônditas paragens do mundo onde nasceram Graciliano Ramos, Lampião, Ariano Suassuna, João Cabral de Mello Neto, Hermeto Pascoal, Jorge Amado, Augusto dos Anjos e outros gênios das letras e do cancioneiro nacional, a obra “De Labiata a Lagoa da Canoa passando por Tacaratu, via Quipapá ou Caruaru”, do escritor, jornalista e advogado José Alexandre Saraiva, terá novos eventos de lançamento em Curitiba e em Foz do Iguaçu.

O primeiro será nesta terça-feira (30/07), na Livraria Curitiba do Shopping Estação, no centro da capital, a partir das 19h. Dia 13/08, a sessão de autógrafos será no Centro de Letras do Paraná, também em Curitiba. E, no dia 23 de agosto, o lançamento acontece na Livraria Curitiba do Shopping Catuaí Palladium, em Foz.

A obra – “De Labiata a Lagoa da Canoa passando por Tacaratu, via Quipapá ou Caruaru” é uma viagem histórica, poética e musical pelo Nordeste brasileiro.  O relato – que Saraiva, pernambucano radicado em Curitiba, chama de “minirromance desmontável” – é recheado de referências aos ícones artísticos das localidades por onde vai passando o protagonista Derinho, personagem que conduz o leitor pelo sertão, brejo e matas nordestinas.

Labiata é na verdade o nome de uma orquídea rara que brota pela caatinga e, na obra, empresta seu nome à cidade de Panelas – um recanto serrano na zona do agreste pernambucano, quase na divisa com Alagoas, onde Saraiva nasceu e palco da Guerra dos Cabanos na década de 1830.

A obra conta com ilustrações em xilogravuras do conceituado artista e cordelista pernambucano J. Borges e traz, ainda, um CD com músicas próprias do autor e de artistas convidados. Xotes, frevos, choros, baiões, maracatus e mazurcas servem de trilha sonora para o livro e conversam perfeitamente com a narrativa.

Dentre os músicos convidados estão Hermeto Pascoal, Quinteto Violado, Sebastião Tapajós, Gegê Felix, Oliveira de Panelas, Luciano Magno, João do Pife, DerinhoSantos, Brito Lucena, Walter Silva, Carneirinho do Acordeon, João Marques dos Santos, Dalva Diniz e Grupo Cultural Walê Fulni-ô, além de vários músicos nascidos ou radicados no Paraná, destacando-se: Raymundo Rolim, Ivan Graciano, Cabelo, Aline Morena, Marcelinho Cigano, Artur Luiz, Ricardo Cabral, Campinense, Alê Maceió, Aramis Teixeira Mendes, Gerson Bientinez, Lusemar, Oliveira Jr., Selpa, João Pedro Teixeira, Cida Airam, Alvaro Ramos, Ezequiel Piaz, Rogéria Holtz, Belém, Fábio Hess, Tampinha, Zezinho do Pandeiro, Tarzan, Vinícius Chamorro, Marinho Gallera, César Matoso e Marcinho do Cavaco.

FOZ DO IGUAÇU

23/08, sexta, a partir das 19h, na Livraria Curitiba do Shopping Catuaí Palladium

Quer saber mais?  www.delabiataalagoadacanoa.com.br