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Justiça suspende investigação da Polícia Civil sobre morte de jornalista na Praça da Espanha, em Curitiba

Andrei Francisquini tentou fugir de uma abordagem de policiais militares, em Curitiba, segundo a polícia — Foto: Tonny Mattoso/RPC

Andrei Francisquini tentou fugir de uma abordagem de policiais militares, em Curitiba, segundo a polícia — Foto: Tonny Mattoso/RPC

O juiz substituto Sergio Bernardinetti, da Vara da Auditoria da Justiça Militar, decretou a nulidade e trancou o inquérito da Polícia Civil que investiga a morte do jornalista Andrei Francisquini, de 35 anos, em maio deste ano, na Praça da Espanha, em Curitiba, após uma abordagem policial.

Conforme a decisão liminar desta terça-feira (13), cabe à Polícia Militar (PM) investigar crimes envolvendo policiais militares e que há previsão constitucional para isso.

“Tratando-se de crime militar, ainda que a competência para processamento e julgamento seja da Justiça Comum, há necessidade de instauração de inquérito policial militar, obviamente, pela Polícia Militar”, afirmou.

A Polícia Militar (PM) concluiu o Inquérito Policial Militar (IPM), em julho, e sugeriu arquivar o caso. Na segunda-feira (12), o promotor Misael Duarte Pimenta Neto arquivou a investigação no âmbito militar e encaminhou para a Justiça Comum.

A conclusão do IPM foi assinada pelo 1º tenente Flares Frederico Boell. No documento, o encarregado concluiu que há indícios de crime por parte dos três soldados envolvidos, mas que não houve transgressão disciplinar por parte deles.

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