Arquivo mensais:dezembro 2019

ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO PARAGUAI ENSEJA DECRETO PRESIDENCIAL

Prefeito Chico Brasileiro e presidente do Paraguai em abordagens diferenciadas para combater a dengue que prolifera. Cada um a seu modo.

Presidente do Paraguai Mario Abdo Benítez preocupado com o aumento de casos de dengue (mais notadamente em regiões fronteiriças) baixou decreto visando combater o mosquito causador da doença.

Já aqui em Foz do Iguaçu onde os casos aumentam, o prefeito Chico prefere outra abordagem mais cômoda: Distribuir dinheiro público ás mídias “cooptadas” para dizerem que está tudo ás mil maravilhas…

Acorda Foz do Iguaçu!

Veja o decreto do presidente Paraguaio

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Juíza suspeita de vender sentenças na BA era ‘corpo estranho’ no fórum, diz PF

A juíza Marivalda Almeida Moutinho, afastada das funções por ordem do ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça na Operação Faroeste – investigação sobre suposto esquema de venda de sentenças no Tribunal de Justiça da Bahia -, era um ‘corpo estranho’ nos dois fóruns onde deveria atuar. Segundo a investigação, quando Marivalda estava presente se fazia acompanhar de uma escolta ‘desproporcional e incomum’.

As informações constam de relatório com resultados de buscas e apreensões da Polícia Federal realizadas no dia 19 de novembro contra magistrados e advogados baianos. Por ordem de Og Fernandes, seis juízes foram alijados de suas funções por 90 dias, inclusive o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador Gesivaldo Britto.

Dois magistrados estão presos, a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e o juiz Sérgio Humberto Quadros. A Operação Faroeste investiga venda de sentenças em processos de grilagem de 800 mil hectares de terras no oeste do estado.

No Fórum de Formosa do Rio Preto, município localizado a 1026 quilômetros de Salvador, os agentes da Polícia Federal encontraram o gabinete com ‘poucos documentos que remontem à presença’ de Marivalda Moutinho.

As câmeras de segurança mostraram que a última vez que a magistrada esteve presente no local foi no período de 21 a 25 de outubro. Na sala de audiências, os sinais de presença de Marivalda ‘são igualmente pouco perceptivos’.

Leia mais (conteúdo Estadão)

 

Na margem de erro

Datafolha vê rejeição estável a Bolsonaro em meio a melhora incerta da economia

Editorial Folha de São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro cumprimenta apoiadores e fala com a imprensa ao sair do Palácio da Alvorada – Pedro Ladeira – 2.nov.19/Folhapress

São sutis os movimentos do eleitorado neste primeiro ano do mandato de Jair Bolsonaro. A despeito da propensão do presidente ao conflito permanente e do avanço de uma agenda econômica controvertida e ambiciosa, seus índices de aprovação e rejeição não tiveram alterações bruscas.

Conforme pesquisa realizada pelo Datafolha na quinta e na sexta-feira (5 e 6), 30% dos brasileiros aptos a votar consideram o governo ótimo ou bom. O percentual é semelhante aos apurados em abril (32%), no início de julho (33%) e no final de agosto (29%).

Trata-se de uma proporção modesta para quem se saiu vitorioso nas urnas há cerca de um ano. A esta altura de seus governos, o tucano Fernando Henrique Cardoso e o petista Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, contavam com popularidade na casa dos 40%.

Em certa medida, o fenômeno atual é explicável pelo grau inusual de polarização ideológica vigente na sociedade. Mas enganou-se quem imaginou que Bolsonaro moderaria discurso e prática em busca do centro político, como fizera Lula, partindo da esquerda, no início da década passada.

Em vez disso, o mandatário se mantém aferrado às diatribes de campanha —ou talvez seja mais preciso dizer que se mantém em campanha. Hostiliza, a todo momento e a qualquer pretexto, políticos, imprensa, artistas, ambientalistas e o que quer julgue fazer parte do establishment.

Sua rejeição mostrou elevação gradual de abril a agosto, quando a parcela dos que acham o governo ruim ou péssimo passou de 30% a 38%. Essa tendência parece agora estancada, com a taxa em 36%.

A estabilidade não deixa de ser notável num período em que se aprovou uma profunda reforma previdenciária —e diante da ampla percepção, também constatada pelo Datafolha, de que o presidente não se comporta de acordo com o cargo e de que a imagem do país no exterior piorou.

Entretanto também se nota, pela primeira vez no ano, alguma alta do otimismo com a economia. Hoje, 43% dos eleitores acredita que a situação vai melhorar, ante 40% em agosto; a avaliação positiva da política econômica subiu de 20% para 25%, movimento que não se estendeu a outras áreas do governo.

Há razões a sustentá-lo. A queda da inflação e dos juros tem facilitado, enfim, a expansão do crédito e do consumo; o desemprego cai, embora lentamente; os investimentos privados, ainda muito deprimidos, estão aumentando.

Tais fatores encorajam projeções de um crescimento do PIB acima de 2% em 2020, após três anos na casa de 1%. A margem de erro nesse caso, porém, é elevada, ainda mais no imprevisível governo Bolsonaro.

A DELAÇÃO QUE ASSOMBRA O PODER

E tem potencial para revelar as entranhas do Judiciário.

Um antigo fantasma voltou a assombrar o poder.

Orlando Diniz, ex-todo poderoso da Fecomércio do Rio de Janeiro, preso em 2018 e solto por ordem de Gilmar Mendes, retomou as conversas para uma delação.

O eventual acordo tem potencial para começar a revelar as entranhas do Judiciário.

Diniz já começou a contar, por exemplo, como despejou 180 milhões de reais em bancas de advocacia para obter ganhos em causas de seu interesse que corriam em tribunais superiores de Brasília.

Em alguns casos, havia laços diretos entre o advogado e um magistrado da corte.

É o caso do advogado Tiago Cedraz e seu pai, o ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União.

A atuação do advogado, segundo o candidato a delator, é narrada a seguir, em trecho da reportagem exclusiva de Fabio Serapião, que teve acesso a parte da proposta de delação de Orlando Diniz:

“Um contrato foi firmado entre o advogado [Tiago Cedraz] e a Fecomércio. O valor: 13 milhões de reais. No capítulo da delação, porém, Orlando Diniz conta que Tiago Cedraz não fez ‘nenhum trabalho jurídico’. Afirma ele: ‘Na contratação de Tiago Cedraz, apesar do objeto ser a atuação nos processos da briga política (STJ), Tiago, de fato, atuaria nos processos do TCU…”

Outro personagem de peso do mundo jurídico que surge na proposta de delação é Cesar Asfor Rocha, ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, que já é alvo da Justiça.

No trecho a seguir, o candidato a delator narra o envolvimento de Asfor Rocha no caso:

“Tiago comentou que costumava ter acordo com Cesar Asfor: Tiago fazia contratos com objeto para atuar no STJ e TJRJ, mas, na verdade, atuava no TCU; Cesar Asfor fazia contratos para atuar no TCU e, na verdade, atuava no STJ”, afirma Orlando Diniz…”

  • FONTE: ANTAGONISTA

Os comerciantes pedem uma única taxa de fronteira de 4%

O duty free no Brasil já é realidade, e a Câmara de Comércio da CDE insiste em combatê-los No país vizinho, eles terão uma taxa de 6% e, portanto, solicitarão uma tarifa única de importação de 4%. Adicione também 220 produtos à lista de 160 incluídos no regime de exceção turística. Se não reagirem, alertam que o emprego cairá nas quatro principais cidades fronteiriças. Com ABC Color 

PAI PATRÃO

O chinfrim sempre na contra-mão da história. Ao invés de encaminhar o “little orange” para uma faculdade para preparar-se para enfrentar o mercado de trabalho com lisura e competência optou por carreá-lo aos seus enroladíssimos business. O do momento diz respeito a uma possível fraude contratual. O advogado da causa contrária não costuma perder pendengas judiciais. O chinfrim, inculto até a medula, não conheceu a obra laureada dos irmãos Taviani, “Pai Patrão”.

PERGUNTAR  NÃO OFENDE

Individuo que vive trocando o nome do seu jornaleco, e dos diretores, tem condição de posar de formador de opinião?

NELSON JUSTUS SEGUE SUA TRIUNFANTE CAMINHADA LIVRE, LEVE, E SOLTO

Deputado Nelson Justus (DEM-PR) segue mais tranquilo que água de poço, mesmo sabendo-se que foi o presidente da Assembléia Legislativa foi quando ocorreu o escândalo dos “diários secretos  da Assembléia” denunciado pela Gazeta do Povo/RPC em 2010. O desvio descoberto foi de mais de R$ 200 milhões. O único que segue preso depois de ser condenado há mais de 30 anos é o Bibinho, diretor geral da casa na época dos fatos .

Pegunta-se: porque a Justiça não consegue chegar ao Nelson Justus?

DEPUTADO TONINHO WANDSCHEER  TOMOU CHÁ DE SUMIÇO DA FRONTEIRA

Toninho Wandscheer com o Cazuza ao fundo o presidente nacional do Pros Euripideus Junior que comprou dois aviões com a grana do fundo partidário

Na foto deputado federal Toninho Wandscheer comemorando sua entrada no Pros, depois de ser eleito pelo PT. Quem levou o Toninho para o Pros foi o Cazuza (que continua vendo o sol nasce quadrado da PEF 1). A ideia era lançar o Toninho á sucessão do Chico Brasileiro. Tudo ia bem até que a marvada operação Renitência eclodiu. De lá para cá Toninho nunca mais pisou na fronteira. Tomou chá de sumiço da terrinha onde o poste mija no cachorro.

ÁS RÁDIO PIRATAS CONTINUAM CHEGANDO Á FRONTEIRA

Esse despretensioso blog continua a ser o único veiculo que segue denunciado ás rádios piratas que proliferam na município. Á maioria dessas rádios colocam em risco o tráfego aéreo á medida que usam antenas na Argentina e Paraguai. Não possuem registro na Anatel, portanto, estão irregulares. Recentemente mais duas piratas instalaram-se na terrinha, a rádio Mix do dono do portal da cidade (Maicon Cubila) e a rádio Clube do H2Foz do Alexandre Palmar & cia. Tem-se a rádio Foz FM do José Paulo Franco Gasques que opera dentro do sindicato do Vitorassi. e tantas outras. O curioso é que esse pessoal continua recebendo verbas publicitárias de órgãos públicos como prefeitura de Foz do Iguaçu, governo do Estado e da Binacional. Desconcertante ver verbas públicas fomentando negócios irregulares.

Lá em são Paulo a PF não tolera rádios piratas como  pode ser ver AQUI 

PITACO: Porque será que a PF na fronteira deixa correr frouxo?

INSULTO TRIBUTÁRIO

O Brasil é realmente um país sui generis onde trabalhadores com salários baixíssimos pagam IMPOSTO DE RENDA. Que renda? Isso é um insulto tributário! É preciso sobretaxar as grandes fortunas (que sonegam muito…) e aliviar para os que trabalham para não morrer de fome! Muda Brasil!

VEJA PESQUISA DATAFOLHA SOBRE BOLSONARO

Clique AQUI

 

 

DATAFOLHA – 80% dizem desconfiar de declarações de Bolsonaro, diz Datafolha

Segundo pesquisa, 43% nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% confiam às vezes; 19% confiam sempre

Uma parcela de 80% da população diz ao menos desconfiar das declarações do presidente Jair Bolsonaro, aponta a mais recente pesquisa do Datafolha.

Segundo levantamento nacional realizado na última quinta-feira (5) e sexta-feira (6), 43% dos entrevistados disseram que nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% declararam confiar às vezes. Já os que dizem confiar sempre são 19% dos entrevistados —1% não soube responder.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

O resultado da avaliação do presidente será publicado neste domingo (8) na Folha.

O presidente Jair Bolsonaro fala com jornalistas no Palácio da Alvorada
O presidente Jair Bolsonaro fala com jornalistas no Palácio da Alvorada – Antonio Cruz – 2.nov.19/Agência Brasil

Desde o meio do ano, Bolsonaro incorporou à sua rotina manifestações quase diárias a jornalistas, especialmente em frente ao Palácio da Alvorada, o que aumentou a repercussão de suas declarações.

Foi em um desses episódios, por exemplo, em que fez comentários que contribuíram para uma crise diplomática relacionada às queimadas na Amazônia.

Em novembro, levantamento feito pela Folha mostrou que o presidente dá ao menos uma declaração falsa ou imprecisa a cada quatro dias. Os dados estão reunidos no Bolsonômetro, ferramenta que reúne afirmações do presidente checadas e contextualizadas pela Folha desde o início do mandato.

Na pesquisa desta semana, o Datafolha também questionou os entrevistados sobre como veem as atitudes de Bolsonaro, considerando o cargo que ele ocupa.

Um total de 28% disse que em nenhuma situação ele se comporta como um presidente deveria se comportar, enquanto outros 28% afirmaram que, na maioria das vezes, ele se comporta de acordo com o cargo que ocupa.

Para 25%, em algumas situações ele se comporta adequadamente, mas, na maioria, não. Outros 14% afirmaram que as atitudes são adequadas em “todas as ocasiões”.

Os números são mais favoráveis ao presidente entre entrevistados com 60 anos ou mais ou que tenham renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos.  A aprovação a Bolsonaro nesse item cai entre moradores da região Nordeste.

Mulher é presa tentando entrar com maconha na cadeia de Foz do Iguaçu, diz polícia

Mulher estava com maconha escondida em partes íntimas, segundo a polícia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Mulher estava com maconha escondida em partes íntimas, segundo a polícia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma mulher foi presa neste sábado (7) tentando entrar com maconha e fumo na cadeia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, de acordo com a Polícia Civil. Ela estava com 120g da droga nas partes íntimas, segundo a polícia.

A mulher passou por um escaneamento corporal, que indicou uma alteração na imagem. Ela foi levada para uma unidade hospitalar. No local, a mulher confessou que estava com a droga introduzida no corpo, informou a polícia.

Ela contou que visitaria o marido na cadeia. A mulher vai responder por tráfico de drogas e também ficará proibida de visitar unidades prisionais do estado, conforme a polícia.

Depois de 27 horas, homem escondido em forro de motel de Foz do Iguaçu se entrega à polícia

Situação começou por volta das 6h de sexta-feira (6) após colchão de um dos quartos ser incendiado. Homem era foragido do sistema penitenciário estadual.

Homem que estava escondido em forro de motel se entrega — Foto: Marcos Landim/RPC

Homem que estava escondido em forro de motel se entrega — Foto: Marcos Landim/RPC

O homem armado que estava escondido no forro de um motel em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, se entregou à Polícia Militar (PM) na manhã deste sábado (7). As negociações duraram 27 horas.

Vanderlei Carlos Xavier da Silva, de 43 anos, é foragido do sistema penitenciário estadual. Ele escapou da Penitenciária Central do Estado há cerca de três meses junto com outros cinco presos.

Na manhã de sexta-feira (6), ele ateou fogo na cama de um dos quartos do motel e atirou quando os bombeiros chegaram ao local para apagar as chamas.

A negociação

Durante o período de negociações, uma equipe especializada do Batalhão de Operações Especiais, as advogadas e familiares dele tentaram convencê-lo a deixar o local.

Em nenhum momento Vanderlei Carlos Xavier da Silva disse o motivo de ter ateado fogo e se escondido no motel, conforme a PM.

Silva se entregou por volta das 9h deste sábado. Ele foi atendido pelos bombeiros e levado à delegacia da Polícia Civil.