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Desembargador vota por anular quebra de sigilos de Flávio Bolsonaro

Segue muito difícil tentar-se elucidar-se as possíveis “rachadinhas” da dupla Fabrício Queiroz/Flávio Bolsonato

Foi suspensa a sessão na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que julga a decisão de primeira instância que quebrou os sigilos bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro, dentro da investigação sobre a rachadinha na Alerj.

A suspensão ocorreu depois do voto do desembargador José Carlos Amado, relator da ação. Ele julgou a favor da anulação, argumentando que Flávio deveria ter sido intimado a depor, antes de o MP ter quebrado os sigilos. Os procuradores alegam que o filho de Bolsonaro não quis prestar depoimento, justificativa aceita pelo juiz de primeira instância, Flávio Itabaiana, mas o desembargador julgo que Itabaiana “pode ter sido induzido a erro”.

Na sessão de hoje, o desembargador manteve o compartilhamento de dados pelo Coaf com o Ministério Público, negando um outro habeas corpus apresentado pela defesa de Flávio.

 

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