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PF combate crimes contra a previdência na 2ª fase da Operação Recidiva

As investigações apontaram a existência de grande quantia de dinheiro oculta na casa de um dos investigados

Londrina/PR – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (12/2) mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal de Londrina/PR, na casa de um dos integrantes do grupo investigado no inquérito policial conhecido como OPERAÇÃO RECIDIVA. A operação contou com a colaboração da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Na 2ª fase da operação, em que foi realizada análise de todo o material apreendido na deflagração, além de outras diligências, a PF detectou indícios de que havia importante quantia em espécie, produto do crime, ainda em poder dos investigados, em locais especialmente preparados para a ocultação de dinheiro na casa de um dos alvos. A equipe conseguiu localizar valores que ainda serão contabilizados e apreendidos, os quais poderão retornar aos cofres públicos com o término do devido processo judicial.

Balanço da Fase 2 da Operação Recidiva, deflagrada nesta quarta (12). 

Agora na 2ª Fase da Operação Recidiva, que envolve toda a análise do material apreendido na deflagração, inclusive equipamentos eletrônicos, detectamos indícios de que havia importante quantia em espécie, produto do crime, ainda em poder dos investigados, em locais especialmente preparados para a ocultação de dinheiro na casa de um dos alvos.
Lembrando que a Operação Recidiva investiga grupo criminoso pela prática de estelionato previdenciário, art. 171. § 3º do CPB, com o uso de atestados médicos ideologicamente falsos, para o recebimento de auxílio doença, amparados pela ACP 5000702-09.2010.404.7000/PR., sendo que o prejuízo apurado até o momento já ultrapassa 5 milhões de reais.
A equipe localizou pouco mais de 200 mil reais na residência, sendo devidamente apreendidos R$ 190.645,00 que eram mantidos de forma oculta, inclusive em fundo falso de armário.
Os investigados responderão pelos crimes de estelionato previdenciário (Pena – reclusão, de um a cinco anos, aumentada de um terço), e organização criminosa (Pena – reclusão, de 3 (três) a 8 (oito) anos), sem prejuízo das penas correspondentes às demais infrações penais praticadas.), além de outros a serem revelados com a conclusão das investigações.

Com Comunicação Social da Polícia Federal em Londrina.

 

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