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DATAFOLHA – 80% dizem desconfiar de declarações de Bolsonaro, diz Datafolha

Segundo pesquisa, 43% nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% confiam às vezes; 19% confiam sempre

Uma parcela de 80% da população diz ao menos desconfiar das declarações do presidente Jair Bolsonaro, aponta a mais recente pesquisa do Datafolha.

Segundo levantamento nacional realizado na última quinta-feira (5) e sexta-feira (6), 43% dos entrevistados disseram que nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% declararam confiar às vezes. Já os que dizem confiar sempre são 19% dos entrevistados —1% não soube responder.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

O resultado da avaliação do presidente será publicado neste domingo (8) na Folha.

O presidente Jair Bolsonaro fala com jornalistas no Palácio da Alvorada
O presidente Jair Bolsonaro fala com jornalistas no Palácio da Alvorada – Antonio Cruz – 2.nov.19/Agência Brasil

Desde o meio do ano, Bolsonaro incorporou à sua rotina manifestações quase diárias a jornalistas, especialmente em frente ao Palácio da Alvorada, o que aumentou a repercussão de suas declarações.

Foi em um desses episódios, por exemplo, em que fez comentários que contribuíram para uma crise diplomática relacionada às queimadas na Amazônia.

Em novembro, levantamento feito pela Folha mostrou que o presidente dá ao menos uma declaração falsa ou imprecisa a cada quatro dias. Os dados estão reunidos no Bolsonômetro, ferramenta que reúne afirmações do presidente checadas e contextualizadas pela Folha desde o início do mandato.

Na pesquisa desta semana, o Datafolha também questionou os entrevistados sobre como veem as atitudes de Bolsonaro, considerando o cargo que ele ocupa.

Um total de 28% disse que em nenhuma situação ele se comporta como um presidente deveria se comportar, enquanto outros 28% afirmaram que, na maioria das vezes, ele se comporta de acordo com o cargo que ocupa.

Para 25%, em algumas situações ele se comporta adequadamente, mas, na maioria, não. Outros 14% afirmaram que as atitudes são adequadas em “todas as ocasiões”.

Os números são mais favoráveis ao presidente entre entrevistados com 60 anos ou mais ou que tenham renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos.  A aprovação a Bolsonaro nesse item cai entre moradores da região Nordeste.

Mulher é presa tentando entrar com maconha na cadeia de Foz do Iguaçu, diz polícia

Mulher estava com maconha escondida em partes íntimas, segundo a polícia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Mulher estava com maconha escondida em partes íntimas, segundo a polícia — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma mulher foi presa neste sábado (7) tentando entrar com maconha e fumo na cadeia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, de acordo com a Polícia Civil. Ela estava com 120g da droga nas partes íntimas, segundo a polícia.

A mulher passou por um escaneamento corporal, que indicou uma alteração na imagem. Ela foi levada para uma unidade hospitalar. No local, a mulher confessou que estava com a droga introduzida no corpo, informou a polícia.

Ela contou que visitaria o marido na cadeia. A mulher vai responder por tráfico de drogas e também ficará proibida de visitar unidades prisionais do estado, conforme a polícia.

Depois de 27 horas, homem escondido em forro de motel de Foz do Iguaçu se entrega à polícia

Situação começou por volta das 6h de sexta-feira (6) após colchão de um dos quartos ser incendiado. Homem era foragido do sistema penitenciário estadual.

Homem que estava escondido em forro de motel se entrega — Foto: Marcos Landim/RPC

Homem que estava escondido em forro de motel se entrega — Foto: Marcos Landim/RPC

O homem armado que estava escondido no forro de um motel em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, se entregou à Polícia Militar (PM) na manhã deste sábado (7). As negociações duraram 27 horas.

Vanderlei Carlos Xavier da Silva, de 43 anos, é foragido do sistema penitenciário estadual. Ele escapou da Penitenciária Central do Estado há cerca de três meses junto com outros cinco presos.

Na manhã de sexta-feira (6), ele ateou fogo na cama de um dos quartos do motel e atirou quando os bombeiros chegaram ao local para apagar as chamas.

A negociação

Durante o período de negociações, uma equipe especializada do Batalhão de Operações Especiais, as advogadas e familiares dele tentaram convencê-lo a deixar o local.

Em nenhum momento Vanderlei Carlos Xavier da Silva disse o motivo de ter ateado fogo e se escondido no motel, conforme a PM.

Silva se entregou por volta das 9h deste sábado. Ele foi atendido pelos bombeiros e levado à delegacia da Polícia Civil.

Prefeito Chico não foi convidado para a entrega do novo viaduto de Foz do Iguaçu

Governador Ratinho entregou nesta sexta-feira (6) o novo viaduto da BR 277. Veio com seu líder na Alep Hussein Backi, e mais três Secretários. Como verá no vídeo abaixo Ratinho citou o prefeito Chico, mas não o convidou para o ato. No mínimo estranho, afinal tanto o Ratinho como o Chico são do mesmo PSD.

Leitura: Ratinho não vai apoiar a tentativa de reeleição do Chico. Em uma análise mais popular: Chico foi parar na frigideira do Ratinho.

PITACO:  E como o Chico é pródigo em arrumar desculpas esfarrapadas deve dizer que estava viajando…

PITACO II: Não esqueçamos: quando o Chico era deputado chamou o Bolsonaro de “verme”  e “lixo”. Da Tribuna! Esse comportamento idiota  grudou na testa do Chico. Talvez se entenda assim porque porque o Ratinho quer distância…

Pesquisa coloca Bolsonaro à frente, ameaçado apenas por Moro e Lula

Pesquisa mostra que, se eleições presidenciais fossem hoje, Jair Bolsonaro seria o candidato mais forte

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (6/12) mostra que, caso as eleições presidenciais fossem hoje, o presidente Jair Bolsonaro conseguiria se reeleger na maioria dos cenários imaginados.

Os únicos nomes que poderiam ameaçá-lo são os do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Justiça, Sergio Moro, com quem empataria num eventual segundo turno (36% para cada).

Já Lula obteria um empate técnico com o atual presidente no primeiro turno — 32% para o atual chefe do Planalto contra os 29% do petista.

No segundo turno, Bolsonaro venceria por 45% a 40%, uma diferença um pouco menor do que observada em outubro, quando o resultado foi 46% a 38% (veja os cenários acessando a galeria de fotos abaixo).

A pesquisa foi realizada em parceria pela revista Veja e a FSB Pesquisa. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Ao todo, foram entrevistados 2 mil eleitores com idade a partir de 16 anos, nas 27 unidades da federação, entre os dias 29 de novembro a 2 de dezembro.

Primeiro turno 

No primeiro turno, Bolsonaro chegaria na frente de todos os adversários, incluindo o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Se o duelo deixasse Bolsonaro de lado e Moro entrasse em seu lugar,  o ex-juiz terminaria o primeiro turno à frente, empatando tecnicamente com Lula (32% a 29% para o ministro).

Apesar de não ter ainda se colocado como pré-candidato, o apresentador Luciano Huck aparece com destaque na pesquisa. Exceto nos cenários em que Lula aparece, o global surge empatado tecnicamente em segundo lugar, mostrando força para chegar ao segundo turno.

Segundo turno

No segundo turno, o cenário não varia: Bolsonaro continua sendo o preferido, ganhando também de Haddad, Doria e Huck.
Se a disputa de segundo turno fosse entre Huck e Haddad, o apresentador de tevê se sairia melhor com 39% contra 28% das intenções de voto. O petista também perde para Moro, de 52% contra 29%.

Entre Moro e Lula, a vitória para o ex-juiz, com 48% versus 39%.

Rejeição

A maior rejeição é de Haddad: 60% dos entrevistados dizem que não votariam “de jeito nenhum” no petista. Em seguida, vem Lula, com 56% das rejeições, e Ciro Gomes (PDT), com 54%.

A menor reprovação é de Moro. Apenas 35% dos eleitores dizem que não votariam no ex-juiz. A de Bolsonaro é 48%. A pesquisa ainda mediu a aprovação do governo Bolsonaro e do Congresso Nacional e ministros.

 

Flávio aumentou o fundo eleitoral por engano? Conta outra

Filho do presidente votou por aumentar o fundo de dinheiro público para as eleições para R$ 3,8 bi. Depois se disse arrependido. Que lindo!

Rafaela Felicciano/Metrópoles


Alguém pode esperar cinco minutos de honestidade das gangues partidárias que mandam em tanta coisa dentro do
Congresso Nacional? Claro que não – não dá para esperar nem cinco segundos de comportamento honesto, pois essa gente tem um instinto natural tão forte para a prática do crime que rouba o erário automaticamente, sem falhar nunca.

Está passando dinheiro por aí? Então vamos roubar, e já, antes que apareça algum problema. Seu último golpe: a Comissão do Orçamento da Câmara, onde a maioria é formada por delinquentes, acaba de chutar para R$ 3,8 bilhões (1 bilhãozinho de dólares, só isso), a verba do “Fundo Partidário” para o ano que vem. Iam meter a mão em R$ 2 bilhões – o que já era um assalto horroroso. Mas conseguiram praticamente dobrar a aposta.

Esse dinheiro, que sai direto dos impostos que você paga todos os dias, não vai servir ao “financiamento democrático da atividade política”, ou a qualquer propósito de interesse público. Vai para o bolso dos chefes das gangues, sem fazer escala, e será gasto em exatamente tudo o que eles quiserem.

Achou ruim? Pois é pior do que você acha. A melhor parte dessa trapaça ficou a cargo de ninguém menos que o filho do presidente da República, nosso super-herói da luta “contra a corrupção” – e justo esse Flávio Bolsonaro, que parece não se contentar nunca em andar no lado escuro da rua; está sempre querendo algo mais.

Ele votou a favor do roubo, é claro, mas disse que foi por “engano”. Pode? Ele acha que pode: acabou se distraindo, coitado, e optou por enfiar a mão no seu bolso. “Agora não dá para voltar atrás”, lamentou-se Flavio. Claro que não dá: se desse, ele iria pensar em alguma outra saída. Foi exatamente por não isso que votou a favor do roubo.

Mas uma coisa a gente tem de reconhecer: o arrependimento foi lindo.

Do J.R. Guzzo.

REPERCUSSÃO

A OEA – Organização dos Estados Americanos – acaba de emitir nota condenando a ação policial em favela de Paraisópolis que deixou 9 mortos. Pede a reparação ás famílias das vítimas. Emenda na nota que os protocolos de segurança do governo de São Paulo (leia-se João Dória) deveriam ser revistos para evitar-se acontecimentos trágicos como o relatado.

PITACO: Esse acontecimento vai grudar no currículo do Dória quando ele quiser suceder o Bolsonaro. É preciso respeitar ás populações das periferias.

SURREAL

Casos de dengue aumentam quase 600% no Brasil. Principal causa: carência de saneamento público adequado. Em paralelo o TCU autoriza o STF a comprar lagostas e vinhos finos para o seus 11 ministros se empanturrarem. Muda Brasil!

 

Mãe e filho executados pelo trafico de drogas

IML identifica corpos como sendo mães e filho assassinados a tiros

No final da tarde desta quinta-feira, 05 de dezembro de 2019, o Instituto Médico Legal de Foz do Iguaçu procedeu a identificação oficial das duas vítimas de disparos de arma de fogo, mortos as margens da mata ciliar do Lago de Itaipu, na localidade conhecida como “pinheirinho”, na região de Três Lagoas.

As vítimas foram identificadas como sendo mãe e filho, sendo a professora aposentada Ana Borkowski e seu filho Francisco Arsenio Borkowski Gimenez, de 34 anos de idade, conhecido como “Chico”. O móvel do crime foi tráfico de drogas. O filho da Ana era dependente e estava devendo 30 mil ao tráfico, a mãe Ana só conseguiu 10 mil reais e assim ambos foram executados. Mundo cão esse das drogas.