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A verificar

Chega de Curitiba uma informação curiosa. Na sede da Copel, no elegante bairro do Batel, na Coronel Dulcídio, uma reunião sigilosa traçou novos rumos para a Copel Telecom, que é controlada pela Copel.

Segundo um dos participantes, orientação que teria vindo do Palácio Iguaçu, com as bênçãos do deputado federal Ricardo Barros, marido da governador Cida Borghetti, determinou a transferência de R$ 2,5 milhões da conta de marketing para conta de marketing de produtos. Esta operação permitiria a flexibilização de uso dos recursos mesmo em meio às proibições da legislação específica do período eleitoral.

Mas a segunda ordem é ainda mais agressiva. Determinou a realização de um estudo de uma Oferta Pública Inicial (usualmente referida como IPO, do inglês Initial Public Offering), um tipo de oferta pública em que as ações de uma empresa são vendidas ao público em geral numa bolsa de valores pela primeira vez. É o processo pelo qual uma empresa se torna numa empresa de capital aberto. Em outras palavras, uma privatização.
O estudo sugerido é para três volumes de emissão; 10%, 30% e 49%. O IPO, em um dos percentuais, seria iniciado logo após as eleições.

 

PIB miúdo joga cal sobre ocaso de Michel Temer

Antes de sofrer uma pane moral em 17 de maio de 2017, quando o grampo do Jaburu escalou as manchetes, Michel Temer desenhava nas conversas com empresários e congressistas um cenário triunfante para a sucessão de 2018. Previa que, neste segundo semestre do ano eleitoral, a economia estaria crescendo na casa dos 3%, com aumento da renda e queda do desemprego. Em relatóriodivulgado nesta sexta-feira, a equipe econômica do governo confirma que a realidade atrapalhou a fantasia presidencial.

Ecoando estimativas já feitas pelo Banco Central, o documento reduz de 2,5% para 1,6% a previsão oficial de crescimento do PIB. O mercado já projeta 1,5%, com viés de baixa. Quanto à inflação, o relatório do governo anota que deve subir de 3,4% para 4,2%. Tudo isso contra um pano de fundo tisnado pela precarização do trabalho e pela presença de mais de 13 milhões de brasileiros no olho da rua.

Temer chegou a sonhar com a reeleição. Imaginou que passaria à posteridade como presidente das reformas. Reformou a própria biografia, piorando-a. Descerá a rampa como o presidente mais impopular da história. Com sorte, viverá o resto dos seus dias no ostracismo. Com azar, será recolhido pelos rapazes da Polícia Federal para uma escala no inferno. Nesse cenário aterrador, o PIB miúdo de 2018 cai sobre o ocaso de Temer como uma espécie de pá de cal. Parte do pó cai sobre a campanha presidencial do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

Três maiores rivais de Ciro são : Ciro, Ciro e Ciro

Ciro Gomes perseguia três objetivos na primeira fase da campanha presidencial: 1) Atrair um pedaço do eleitorado órfão de Lula, sem avalizar o discurso petista que reduz toda corrupção a uma perseguição lavatista; 2) Firmar-se como o anti-Temer, sem fechar as portas para uma aliança que lhe permitisse ocupar um pedaço do tempo de TV do governista centrão; 3) Trazer sua língua na coleira. Consideradas as circunstâncias, parecia uma estratégia de profissional. Que Ciro executou com um amadorismo que não orna com a experiência de quem disputa o Planalto pela terceira vez.

Até o início da semana, Ciro parecia ter encontrado a trilha que conduz ao segundo turno. Nesta sexta-feira, o candidato foi aclamado na convenção do PDT sem um nome para acomodar na vice e sem aliados para levar a bordo. Ao discursar, soou como um personagem desnorteado. É cedo para fazer avaliações peremptórias. Mas as aparências indicam que, se não encontrar uma forma de domar a si mesmo, Ciro tomará novamente o atalho que vai dar no brejo.

Na prática, a campanha de Ciro começou no dia em que Lula foi preso. Caiu-lhe no colo, por gravidade, um pedaço do eleitorado da divindade inelegível do PT —o suficiente para vitaminá-lo nas pesquisas, colocando-o numa posição numericamente à frente de Geraldo Alckmin, com vista para os calcanhares de Marina Silva e Jair Bolsonaro. Com o tempo de propaganda do PP e do Solidariedade, que considerava no papo, Ciro chegaria à convenção triunfante. Em vez disso, colocou suas diatribes verbais a serviço de Alckmin, empurrando o dote eletrônico do centrão para o rival.

Pode-se dizer que Ciro não faz o primeiro turno dos seus sonhos. Mas há males que vêm para pior. Se não conseguir costurar uma aliança com o PSB e o PCdoB, o candidato do PDT terá conseguido a façanha de realizar os seus piores pesadelos. Como que farejando o cheiro de queimado, Ciro retomou o discurso que o aproxima da estrela vermelha do PT, distanciando-o do pedaço do eleitorado que ele terá de disputar com Alckmin: algo como um terço dos brasileiros que, entre irados e desalentados, se declaram sem candidato.

”Depois de tudo que houve com o ex-presidente Lula, nossa responsabilidade aumenta muito”, disse Ciro na convenção. ”São 207 milhões de pessoas que temos que vestir, que empregar, garantir que se alimentem e que tenham um cuidado médico decente. Todas elas já viram no passado recente que é possível ser diferente quando o governo é conectado com o povo.” Na noite da véspera, discursando para uma plateia de sindicalistas, Ciro já havia flertado com a adesão ao slogan petista do “Lula Livre”.

“O Brasil nunca será um país em paz enquanto o companheiro Luiz Inácio Lula da Silva não restaurar a sua liberdade”, afirmara, antes de criticar o vaivém de decisões judiciais que manteve o companheiro na cadeia em 8 de julho: “Aquele domingo foi uma das coisas que eu mais assustado assisti como um velho professor de direito. Como è que pode tanta aberração lidando com coisas graves como a liberdade do maior líder popular do país ou o próprio direito, regra de convivência que substitui a lei do mais forte, a prepotência da violência e o caos.”

Após cruzar toda a pré-campanha esquivando-se com maestria do discurso petista anti-Lava Jato, Ciro flerta perigosamente com o lero-lero que se opõe a uma operação anticorrupção que arrasta a simpatia da grossa maioria do eleitorado. Faz isso dias depois de ter chamado uma promotora de “filho da puta” (imaginava tratar-se de um homem) e de ter deixado no ar a ameaça de agir contra a autonomia do Ministério Público caso chegue à Presidência.

A eleição mais imprevisível desde a redemocratização continua em aberto. Nada está perdido. Mas se alguém perguntar ao correligionário mais estúpido de Ciro Gomes quais são os três maiores adversários do candidato do PDT, ele responderá: “Ciro, Ciro e Ciro”.

Com Josias de Souza.

Carrefour pode estar se instalando na fronteira

Na manhã desta sexta (20) policiais cumpriram, sem incidentes, o mandado judicial de desocupação de um imóvel sito na avenida JK esquina com Duque de Caxias, onde funcionou no passado o supermercado Lembrasul. O imóvel foi arrematado em leilão judicial por uma empresa ligada ao grupo supermercadista Carrefour. Logo, lícito concluir que poderemos ter a famosa grife de supermercados na terrinha abençoada… E porque não?

Justiça condena investigador da polícia civil de Foz do Iguaçu


Policial civil Paulo Bastolla pegou 4,5 anos de reclusão

No raiar do dia 5 de dezembro de 2017 o GAECO saiu ás ruas para cumprir cinco mandados Judiciais de busca e apressão em residências de policiais civis da fronteira.  Era a operação VANT, que levou esse nome porque investigava-se a atuação destes policiais, que estariam achacando muambeiros, e que diziam ás suas vítimas (contrabandistas de cigarros), que não adiantava chiar porque suas atividades haviam sido acompanhadas por essas traquitanas chamadas VANT. Coisa engenhosa…
Pois bem, ao cumprirem os mandados, em três casos reverteram-se em prisões por estarem os policiais em regime de flagrância. Os três policiais presos foram enviados á Curitiba onde ficaram uns meses até serem soltos pelo TJ-PR para responderem em liberdade
Neste 19 de julho o juizo da 1ª Vara Criminal sentenciou um dos réus no processo. Trata-se do investigador Paulo Fernando Smak Bastolla que pegou 4 (quatro) anos e 6 (seis) meses de reclusão, em regime semiaberto e 35 dias/multa, pelos crimes de posse irregular de assessórios de arma de fogo e fraude processual. Encontrou-se com Bastolla uma chave “micha”, utensílio que ladrões de veículos usam. Outro problema: Paulo danificou o seu celular na quina da mesa em presença dos policiais do GAECO quando foi abordado em sua residência. Cabe recurso da condenação. O MP também deverá recorrer da sentença. 

PITACO: Em sete meses a Juíza Danuza Zorzi Andrade, titular da 1ª Vara Criminal,  instruiu e sentenciou o processo. Foi rapidíssima no gatilho!
É esse tipo de Justiça que a população necessita. Congratulations!

Veja a sentença abaixo:

online (6)

CNJ arquiva processo contra Clayton Camargo por suspeita de tráfico de influência

Ex-presidente do TJ-PR era suspeito de ter usado o poder que tinha para indicação do filho ao TCE. Corregedoria considerou que não há elementos que comprovem isso.

Clayton Camargo, ex-presidente do TJ-PR, teve processo arquivado por suspeita de tráfico de influência (Foto: Divulgação/TJ-PR)

Clayton Camargo, ex-presidente do TJ-PR, teve processo arquivado por suspeita de tráfico de influência (Foto: Divulgação/TJ-PR)

O Conselho Nacional de Justiça arquivou um processo contra o desembargador Clayton Coutinho de Camargo, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), por suspeita de tráfico de influência.

O pedido de providência foi feito pela Corregedoria Nacional de Justiça e indicava que o desembargador teria praticado atos em favor do Poder Executivo em troca de apoio à indicação do filho, Fábio de Souza Camargo, para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR).

O responsável por analisar o caso, ministro João Otávio de Noronha, diz ter constatado, ao analisar os fatos, a “inexistência de elementos a corroborar a tese de que a nomeação de Fábio Camargo tenha ocorrido por influência do requerido”.

O corregedor ressalta que Fábio Camargo tinha “notória trajetória política”, o que o habilitava para o cargo em questão.

” (…) as circunstâncias fáticas não confirmam a promiscuidade entre os Poderes do Estado do Paraná, tampouco a atuação do requerido em desvio de finalidade e com violação da indisponibilidade do interesse público”, concluiu o ministro da Corregedoria.

O advogado de Clayton Camargo, Rodrigo Mudrovitsch, comemorou a decisão, por meio de nota. “As acusações atribuídas ao desembargador Clayton Camargo vêm, paulatinamente, sendo refutadas pelo Conselho Nacional de Justiça. Essa decisão demonstra claramente a absoluta idoneidade do desembargador”.

Outra absolvição

Clayton Camargo também foi absolvido pelo CNJ, em 8 de maio, de um processo administrativo disciplinar em que era acusado de aumento de patrimônio incompatível com o que foi declarado à Receita Federal, entre 2005 e 2008.

O conselho investigou a compra de um apartamento em bairro nobre de Curitiba, no valor de R$ 600 mil. Coutinho disse ter adquirido o imóvel a partir de um empréstimo no mesmo valor realizado por um irmão.

Conforme o CNJ, posteriormente, Coutinho apresentou uma declaração retificadora à Receita Federal com as devidas correções. Sete conselheiros votaram pela improcedência do processo.

Chefe de facção que atua dentro e fora dos presídios brasileiros é transferido da PF em Foz do Iguaçu

Eduardo Aparecido de Almeida, o “Pisca”, foi preso no Paraguai; ele deixou a carceragem da Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (20) e seguiu para a Penitenciária Federal de Catanduvas.

Brasileiro chefe de facção criminosa é transferido para a penitenciária de Catanduvas

Brasileiro chefe de facção criminosa é transferido para a penitenciária de Catanduvas

Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, facção que atua dentro e fora dos presídios, foi transferido, nesta sexta-feira (20), da Delegacia da Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçu para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no oeste do estado.

A transferência, nesta manhã, ocorreu com a ajuda de um helicóptero da Polícia Civil.

A medida leva em conta o grau de periculosidade de Almeida. Além disso, ele era foragido do sistema penitenciário paulista. Não há previsão de uma nova transferência.

A transferência, nesta manhã, ocorreu com a ajuda de um helicóptero da Polícia Civil (Foto: Marcos Landim/RPC)

A transferência, nesta manhã, ocorreu com a ajuda de um helicóptero da Polícia Civil (Foto: Marcos Landim/RPC)

Almeida foi preso na quarta-feira (18). Também conhecido como Pisca, ele estava em casa em Assunção, na capital do Paraguai, onde vivia com nome falso. A prisão ocorreu durante uma operação conjunta da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad), do Ministério Público paraguaio e da PF.

O suspeito foi expulso do Paraguai e entregue à PF na aduana da Receita Federal em Foz do Iguaçu por usar documentos brasileiros falsos no país vizinho.

Além dele, foi preso outro suspeito de atuar na mesma facção, Ricardo Moraes Alves. Ele também foi transferido para Catanduvas nesta sexta-feira.

Crimes

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR) do Paraguai, Pisca era o número 2 da facção no país e era responsável por coordenar o tráfico de drogas entre o Paraguai e a Bolívia.

Contra ele havia mandados de prisão abertos por tráfico de drogas, tráfico de armas, associação criminosa, sequestro e homicídio.

Ele é apontado como o sequestrador da mãe do jogador de futebol Kleber, que na época era lateral esquerdo do Santos. O crime aconteceu em agosto de 2006.

A Polícia Federal investiga ainda a suposta participação dos dois na organização do mega-assalto à sede da Prosegurem Ciudad del Este, no Paraguai, em abril de 2017.

O mega-assalto

Na madrugada do dia 24 de abril de 2017, cerca de 40 assaltantes participaram do roubo de mais de US$ 11,7 milhões – o equivalente a R$ 40 milhões – da transportadora de valores.

No dia do assalto, um policial paraguaio foi preso na troca de tiro com os assaltantes.

Em buscas feitas no Brasil após a fuga do grupo, foram apreendidos explosivos e armas de vários calibres, como fuzis, e recuperados R$ 4,5 milhões em cédulas de real, guarani e dólar.

No total, 12 suspeitos de envolvimento no crime permanecem presos – quatro deles no país vizinho.

Dos oito inquéritos abertos pela Polícia Federal do Brasil, um foi concluído e sete estão em andamento.

A PF não informou quem defende os citados.

Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, foi preso em Assunção (Foto: Divulgação )

Eduardo Aparecido de Almeida, um dos chefes do PCC, foi preso em Assunção (Foto: Divulgação )

Com G 1 PR

AS DIFICULDADES DE OSMAR DIAS PARA SER CANDIDATO

Depois de voltar com uma resposta negativa da reunião em Brasília na última quarta-feira (18) onde foi pedir o apoio e a coligação do PRB na sua chapa como candidato a Governador do Paraná, o ex-senador Osmar Dias começa a enfrentar sérios problemas viabilizar politicamente sua campanha. Sem uma máquina partidária de peso na sua candidatura, corre o risco de ficar com os escassos 40 segundos do PDT no horário gratuito de rádio e televisão e se vê ameaçado em um embate direto com a governador Cida Borghetti.
Até agora, Osmar Dias não fala em alianças e tem dificuldades para reunir lideranças que posam impulsionar a sua campanha em todas as regiões do Paraná. Até mesmo o PMDB do senador Roberto Requião abriu negociação com outros partidos e outras frentes. Vale lembrar que o PMDB, o PDT de Osmar e o PT de Gleisi Hoffmann, formaram a frente de esquerda que disputou as últimas eleições no Paraná desde 2010.
A última tentativa de Osmar, que é uma coligação com o PSB, também bateu na trave. Quem preside o PSB estadual é o Severino Araújo que tem repetido à exaustão que sob o seu comando o PSB vai acompanhar o ex-governador Beto Richa(PSDB). E Osmar também tem repetido, quase como um mantra, severas críticas à gestão de Beto Richa, de quem, garante, “quer ficar bem longe”.

Moto com fundo falso é apreendida na Ponte Internacional da Amizade

Nesta quarta-feira (18), no âmbito da Operação Fronteira Integrada, ação conjunta entre servidores da Receita Federal, policiais do BPFron e da Força Nacional resultou na apreensão de mercadorias em fundo falso.A ação ocorreu ao final da tarde, por volta das 17h, quando um motociclista foi abordado ao atravessar a aduana. A motocicleta estava ocupada apenas pelo condutor, um homem de nacionalidade brasileira. Durante a fiscalização, foi solicitado ao condutor que descesse da moto para uma vistoria mais precisa. Após inspeção detalhada, foram encontradas diversas baterias para celular ocultas em fundo falso no tanque de combustível. Após apuração, foram contabilizadas 600 unidades de bateria, cujo valor soma aproximadamente R$ 2,8 mil.

Ao ser questionado, o condutor informou não ser dono das mercadorias e que as levaria até um hotel em Foz do Iguaçu. Os itens e a motocicleta foram apreendidos e o homem liberado, porém será enviada ao Ministério Público representação fiscal para fins penais para apuração dos ilícitos.