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DEGOLA

Prefeito Chico Brasileiro exonerou o secretário de obras Ivan. Em seu lugar o servidor de carreira arquiteto César Furlan. Secretário da segunda Ponte (palhaçada) Leopoldo também rodou. Demorô!

OPINIÃO

 

Porta estreita

                Ninguém escolhe onde nascer. A decisão divina (ou o imponderável) é responsável por sentenciar alguém a nascer em meio à riqueza de alguma nação nórdica, à devastação bélica do Afeganistão, à repressão totalitária de uma Coreia do Norte ou à fome epidêmica reinante em muitos países africanos. Alguns não gostam da cidade ou do país onde deram a primeira cafungada. Outros não se identificam com as características e costumes do povo do qual descende. Uma coisa, porém, é certa: a certidão de nascimento é um atestado de origem que cada ser humano carrega por toda a vida, onde estiver.

A história do mundo nos mostra que povos e nações evoluem continuamente, influenciados pela miscigenação oriunda da subjugação de outros povos, da incorporação de escravos e da migração natural de pessoas. Brasil e Estados Unidos são dois exemplos acabados de nações concebidas dessa maneira.

No período das grandes navegações, as principais nações europeias da época – Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda – se lançaram aos mares para conquistar territórios e extrair riquezas. Em tempos menos remotos, as grandes guerras mundiais deixaram como legado o êxodo de alemães, italianos e japoneses, que encontraram em países como o Brasil o lugar perfeito para recomeçarem suas vidas.

Como os tempos mudam, influenciados diretamente pela geopolítica mundial, a realidade atual nos apresenta processos migratórios inversos, ou seja, cidadãos nascidos em países colonizados, que passam por dificuldades políticas, econômicas e/ou sociais, hoje remam em sentido contrário em busca de novas oportunidades para a sua sobrevivência (e dos parentes que ficam em seus respectivos países de origem).

Naturalmente, cada país tem autonomia para definir suas regras migratórias internas. Nações que no passado dominaram o planeta, exportando gente e importando riquezas alheias, hoje colocam barreiras migratórias a quem explorou e até mesmo a seus descendentes. Não há, no entanto, nenhuma regra no direito internacional que imponha a tais países uma espécie de “compensação histórica”.

Excetuando-se situações de cunho humanitário, em que a abertura das fronteiras para refugiados de guerra e asilados políticos é dever moral para qualquer país, nenhum Estado é obrigado a permitir a entrada de estrangeiros. Como os processos migratórios são fenômenos necessários e impossíveis de serem controlados, os países estabelecem regras próprias para evitar colapsos internos.

Como é natural o trânsito temporário de pessoas entre países (para estudos, turismo, participação em eventos de trabalho e competições esportivas etc.), o controle migratório rigoroso pelas nações mais equilibradas economicamente também deve ser considerado normal – afinal, há que se compreender que todo imigrante é uma potencial força de trabalho concorrente para os cidadãos locais e que migrações em massa de pessoas sem qualificação técnica podem gerar forte desequilíbrio socioeconômico.

O ideal é que cada país lide com seus problemas internos da melhor maneira possível a fim de desestimular o seu povo a tentar fazer a vida em outro lugar. As caravanas de migrantes da América Central, também conhecidas como Via Crúcis do Migrante, que cruzam o México para tentar chegar aos Estados Unidos, são atualmente um grande exemplo da falência social de muitas nações nessa missão.

O Brasil, a despeito de seus problemas, historicamente sempre bem-acolheu os imigrantes (na onda mais recente, recebemos sírios, haitianos e venezuelanos). Nas últimas décadas, contudo, passamos a viver também a realidade da emigração – especialmente nos últimos anos, impulsionada pela crise econômica, pelo desemprego e pelo viés político-ideológico instalado pelo governo petista.

Se os imigrantes costumam ser vistos de forma diferente (inferiorizada) pelos nativos em qualquer lugar do mundo, infelizmente, muitos brasileiros que vão para o exterior na esperança de reconstruírem suas vidas levam consigo velhos maus hábitos – que por aqui são amenizados, ou até tolerados, pela sociedade do “jeitinho”. No Japão, brasileiros têm fama de não serem confiáveis (isso mesmo, devido à ocorrência de casos de furto de bicicletas por migrantes tupiniquins); na Europa, de burlarem o pagamento de passagens nos ônibus (que em geral não possuem cobradores, somente fiscalização esporádica); e nos Estados Unidos, sua fama se deve à realização de falcatruas para permanência ilegal. Embora não se possa generalizar, a recorrência desse comportamento macula a imagem do Brasil no exterior e prejudica a todos, inclusive os viajantes bem-intencionados.

Isto posto, vale comentar a declaração dada pelo presidente Jair Bolsonaro a uma rede de televisão norte-americana, durante viagem que fez aos Estados Unidos nesta semana, segundo a qual “a maioria dos imigrantes não tem boas intenções [nem quer o melhor ou fazer o bem ao povo americano]”. Embora forte, é preciso analisar o seu teor dentro de um contexto maior (o que, lamentavelmente, os meios de comunicação e os “formadores de opinião” parecem não ter a menor disposição em fazê-lo).

Eu sempre me perguntei sobre o por quê de alguém querer viver num país estranho que não o aceita? Se os norte-americanos impõem tanta burocracia (às vezes, até humilhação) para ingresso no seu país, porque, ainda assim, tanta gente quer ir para lá? Em meio a essa polêmica da semana, li nas redes sociais uma frase (sem identificação do seu autor) que julgo muito pertinente: “existe uma porta para entrar na casa dos outros. E é necessária autorização do dono da casa. Quem está fora disso, não pode ser tido como orgulho para a nação [brasileira]”. Penso que somente pelo engajamento político e social de cada cidadão descontente poderemos mudar o estado das coisas no Brasil, e talvez esse seja um caminho menos tortuoso do que se aventurar por terras alheias hostis.

Carlos Eduardo de Santi é médico veterinário, tecnólogo em gestão pública e articulista eventual deste blog

BOAS NOVAS

Governo federal editou decreto  disciplinando as ocupações de cargos comissionados na União. Doravante fichas sujas não poderão mais ocupar cargos comissionados. Ás regras tornaram-se mais rígidas. Muito bom!

PITACO: E aqui em Foz do Iguaçu as coisas estão confusas neste mister. Sabe-se de inúmeros condenados em segunda instancia que ocupam cargos comissionados. Um bom exemplo vem do caso do Eduardo Teixeira, o Fraldão, que foi nomeado para superintendente do Fozhabita mesmo com condenação criminal em segunda instancia. Se não fosse este despretensioso blog o dito cujo inda estaria despachando impávido e colossal. Manter em cargos comissionados pessoas com ficha suja, pode dar improbidade administrativa para quem nomeou. Bom Dia prefeito Chico Brasileiro!

GOVERNO ACERTA O PASSO

Ministro da Fazenda Paulo Guedes discursa de improviso neste instante em inglês fluente para autoridades americanas em Washington D.C. Muito competente esse ministro.

CPI DA LAVA TOGA

Pedido da CPI da Toga será protocolado nesta terça (19) no senado federal. Demorô!

Após saída de Fernando Rocha, Mariana Ferrão também deixa Bem Estar

Depois de a Globo ter dispensado Fernando Rocha da apresentação do matutino Bem Estar, foi a vez da companheira dele de programa sair da atração. O contrato de Mariana Ferrão com a emissora acaba no final do mês de março, mas ela optou por não renovar. As informações são da colunista Patrícia Kogut.

De acordo com a jornalista, quem irá assumir o lugar de Mariana é Michelle Loreto, que já substituiu a colega no Bem Estar durante a licença maternidade.

 

Curso da Escola de Negócios UDC ensina como acessar o cérebro do cliente que compra

A pergunta inicial do Professor Marcelo Leal no próximo curso da Escola de Negócios da UDC Empresarial é: Você conhece alguém que fala 4 línguas, mas não fala a língua do cliente? O “TREINAMENTO DE VENDAS, PARA VENDER MAIS E MELHOR COM OS MESMOS RECURSOS QUE POSSUI”, têm vagas limitadas e apresentará processos de sucesso em vendas, através de uma linguagem leve e com muita prática de storytelling.

O treinamento na Escola de Negócios da UDC Empresarial ocorre nos dias 21 e 22 de março e é voltado a empresários, gerentes e gestores. As inscrições devem ser feitas pelo site www.udc.edu.br.

O TREINAMENTO

Segundo o Professor Marcelo Leal, um dos fatores mais importantes na hora da venda é entender que, 100 % dos clientes são pessoas, portanto, é preciso conhecer o funcionamento das pessoas na hora de fazer negócio. Esse norte guiará o treinamento. “O vendedor precisa entender o comportamento de compra do consumidor antes de começar a venda”.

Leal demonstrará algumas técnicas de neuromarketing e neurovendas contando boas histórias e demonstrando que a abordagem ao lead (potencial cliente) deve ser de forma gradual e não invasiva.  “Quando o cliente chega na loja perguntado o preço de um produto, não é interessante responder logo de início. É preciso conhecer as necessidades daquela compra. Saber porque a pessoa precisa do produto, como e para que vai utilizar”, explica.

Marcelo complementa ao dizer que o cliente deve estar preparado para a venda: “se conduzirmos nosso cliente durante o processo, é possível vender de forma personalizada e fechar um negócio muito melhor, assim, ele sairá satisfeito e voltará”.

RELACIONAMENTO COM O CLIENTE

O outbound é uma forma tradicional de marketing, onde a empresa vai em busca de seus potenciais clientes, que se potencializou com as redes sociais, pois é possível segmentar e direcionar as ações. “Vamos falar sobre isso, pois é muito atual. Mas o que quero mostrar é que é necessário alternar os contatos virtuais com os pessoais. Uma negociação pelo whatsapp é muito mais rude do que por telefone ou pessoalmente”.

Marcelo Leal instiga os empresários: “Vender pelo whatsapp dá mais ou menos rentabilidade (margem, lucro)? A resposta é não! As vendas são menos rentáveis, o resultado é pior e menor. Não apoiem as relações nas redes sociais. Quer saber mais sobre isso? Venha participar conosco”!