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EX-MINISTRO PETISTA, PALOCCI TEM OUTRO PEDIDO DE LIBERDADE NEGADO

É O SEGUNDO PEDIDO DE LIBERDADE DE PALOCCI NEGADO PELO TRF-4

Bonato deletou o vídeo dos 12 mil exemplares

O Língua vive botando gosto ruim no mingau do Bonato…

Depois que dissemos neste despretensioso blog que o jornaleco do Bonato anunciava em vídeo (no site da azedinha) que a edição diária era de 12 mil exemplares, correram lá e sumiram com o vídeo…  Deletaram do You Tube depois que questionei.
Que dureza! Deletaram na cara dura! No lugar botaram um outro falando das Cataratas… kkkkk

Como se explica que uma pessoa que tem uma empresa jornalistica e informa aos seus leitores, seus anunciantes, que participa de campanhas publicitárias públicas,  e sai dizendo que sua tiragem é tanto, e não tem como provar a afirmação? Que fuleiragem é essa?
É disso que estamos tratando!

Mas de nada adiantou deletar o vídeo, eu salvei em outro programa, sem falar que os meus 17 leitores assistiram.

Bonato escreveu nesta quarta que está sendo atacado na internet. Tadinho dele, querendo passar-se por vítima..
Ledo engano! Língua está apenas rememorando as suas notórias presepadas… Como essa de tirar 12 mil exemplares diários, e tantas outras… Ora, se é verdade porque não deixaram o vídeo onde estava? Só sumiram com o bagulho depois que falamos? ACORDA FOZ DO IGUAÇU!

Quem ataca pessoas na cidade é o seu bicho comedor de carniça… (que arrumou uma naba no fórum de Justiça), justamente por isso. Língua não tem nenhuma condenação, tá limpinho, limpinho…

Liga não Bonato… Língua é macia, suave e de corte fino…

E O “DOTÔ” CAZUZA?

Todo santo dia ás 9 hs da manhã chega o Cazuza para dar expediente na Câmara Municipal. Na cara dura! Usa e abusa da estrutura do gabinete do vereador Brito como se fosse servidor, mas não é… Até quando presidente Rogério Quadros?

E por falar no Cazuza vamos contar mais uma presepada dele…

Quando Cazuza matriculou-se na Unila, tentou se habilitar para receber bolsa estudantil federal.
Mas não deu certo porque no meio do caminho tinha o Elias de Souza Oliveira, atual secretário de Ação Social do prefeito Chico, que ficou encarregado de investigar se o Cazuza tinha direito ao benefício. Elias é servidor de carreira da Unila (agora licenciado). Elias descobriu que o Cazuza não poderia receber bolsa por ter padrão de vida incompatível com o benefício. Aí vetou.
Mas que o Cazuza tentou, tentou. É da índole do muquirana achar que todo mundo é trouxa…

Em tempo: Cazuza cursou algumas semanas de aulas na Unila e saiu apregoando aos quatro cantos ter se graduado em ciências políticas. Mentiu para o Pros em Brasília, para a Cida Alborgueti, mentiu até para o juiz eleitoral. Deve  ter aprendido a arte com o mitômano da fronteira… Para de mentir Cazuza!

 

 

Fundo de R$ 1,3 bi pagaria eleição, diz tucano

Josias de Souza

O deputado Daniel Coelho (PE), vice-líder do PSDB, classifica como “uma grande vergonha” a destinação de R$ 3,6 bilhões do contribuinte para a criação de um fundo eleitoral. Sustenta que algo como R$ 1,3 bilhão seria suficiente para custear toda a campanha de 2018. Não haveria impacto sobre o déficit público, pois o dinheiro seria remanejado do fundo partidário, já existente, e das emendas penduradas no Orçamento da União por bancadas estaduais. Em entrevista ao blog, o deputado defendeu uma mudança radical no modelo de propaganda eleitoral: os candidatos se apresentariam em estúdio padronizado, dirigindo-se diretamente aos eleitores —sem efeitos visuais ou a intermediação de apresentadores.

Na avaliação de Daniel Coelho, a “vergonha” tende a aumentar se, além do fundão anabolizado, os deputados optarem por manter o atual sistema proporcional, em que os votos dados a um candidato superpopular podem arrastar para a Câmara companheiros sem voto do mesmo partido ou coligação. “O sistema proporcional é utilizado para que corruptos se elejam por trás das celebridades e do voto de legenda”, diz o deputado. Ele defende o chamado distritão, sistema em que são eleitos apenas os candidatos mais votados em cada Estado.

”O sistema proporcional fortalece as cúpulas partidárias e seus caciques, em detrimento daqueles que têm alguma conexão com a sociedade”, diz Daniel Coelho. ”Isso não está correto. Os partidos brasileiros, incluindo o meu, o PSDB, têm agido com pouca coerência. Retirar poder da cúpula partidária, repassando-o para a população, a quem cabe escolher os seus representantes, só pode ser bom.” Vai abaixo a entrevista:

— Se o voto distrital misto é melhor, por que perder tempo com o distritão? Não se pode ir direto para o distrital misto porque o TSE sinalizou que não haveria a possibilidade de dividir o Brasil em 513 distritos a um ano da eleição. Isso teria de ser repassado à população com antecedência. É uma questão de falta de tempo hábil para colocar os distritos em prática.

— Por que defende o distritão? Não é o modelo ideal, mas reduz os danos. Em primeiro lugar, o distritão permite acabar com o ‘Efeito Tiririca’. Com sua votação, o Tiririca arrastou para a Câmara outros candidatos de São Paulo —dentro do PR e da coligação. O resultado disso é trágico. Por exemplo: na votação do pedido de abertura de inquérito contra Michel Temer, o Tiririca veio ao plenário e votou a favor da continuidade do processo. Mas os deputados que foram eleitos com a carona que pegaram nos votos de Tiririca não o seguiram. Votaram para que o inquérito não fosse aberto. Então, o eleitor está sendo fraudado pelo atual sistema.

— Qual é o principal defeito do sistema atual? Não existe nada pior do que o atual sistema. Por isso digo que o distritão, embora não resolva todos os problemas, reduz os danos. Pelo menos as pessoas precisarão ter votos para chegar ao Parlamento. Hoje, 9% dos deputados que estão no plenário da Câmara Não tiveram votos suficientes para isso. Muitos não são conhecidos nem nos seus próprios Estados.

— Acha, portanto, que é um erro levar em conta os votos da legenda e da coligação? O sistema proporcional só faria sentido se nossos partidos fossem orgânicos e ideológicos, com uma linha clara de atuação. Como não temos partidos assim, o sistema proporcional é utilizado para que corruptos, pessoas de má reputação se elejam por trás das celebridades e do voto de legenda. É um sistema que, no caso brasileiro, está trazendo para dentro do Parlamento o que há de pior.

— Uma das críticas feitas ao distritão é que o sistema inibiria a renovação, facilitando a reeleição dos atuais parlamentares, muitos sob investigação. O argumento não o sensibiliza? Concordo que temos um Congresso muito ruim. Mas convém considerar que ele foi eleito com o sistema atual. Se há algo confortável para essa gente é a manutenção do sistema. A mudança provoca um ruído nos partidos que montam suas chapinhas e coligações esdrúxulas. Sem contar o fato de que acaba esse fenômeno de pessoas se elegerem sem voto, escondidas atrás de celebridades. Entre o distritão e o atual sistema, a taxa de renovação tende a ser a mesma. A diferença é que a renovação com o distritão se dará com mais qualidade. Para chegar à Câmara, o cara tem que ter votos. Hoje, a renovação é falsa —gente que não tem voto chega pela brecha do sistema eleitoral.

— Qual seria o efeito do distritão na campanha de um político corrupto? Eu não tenho dúvida de que, com o modelo majoritário do distritão, em que se elegerão os candidatos mais votados, dificilmente alguém que está envolvido em casos de corrupção levará vantagem. Acho improvável que parlamentares que se posicionam constantemente contra os interesses da sociedade, tenha facilidade para se eleger num sistema majoritário, que exige uma grande votação. O distritão tende a fomentar o voto de opinião, mais qualificado. Com o sistema majoritário, os corruptos não vão poder se esconder por trás dos seus partidos e coligações.

— Outra crítica feita ao distritão é que a supervalorização do candidato enfraquece os partidos. Como responde a isso? Vivemos um momento em que os partidos precisam ser implodidos, para ser reconstruídos. O sistema proporcional fortalece as cúpulas partidárias e seus caciques, em detrimento daqueles que têm alguma conexão com a sociedade. Isso não está correto. Os partidos brasileiros, incluindo o meu, o PSDB, têm agido com pouca coerência. Retirar poder da cúpula partidária, repassando-o para a população, a quem cabe escolher os seus representantes, só pode ser bom. É um processo de transformação que pode nos preparar para, a partir de 2022, adotarmos um sistema mais adequado, que seria o distrital misto. Nesse momento, não vejo lógica em fortalecer cúpula partidária. Essas cúpulas, em todos os grandes, médios e pequenos partidos brasileiros estão completamente desconectadas da sociedade. Muitos estão inclusive envolvidos em denúncias graves.

— O que acha da ideia de criar um fundo com R$ 3,6 bilhões em verbas públicas para financiar as campanhas eleitorais? O financiamento público tornou-se a solução inevitável. O modelo privado está esgotado até pelos escândalos recentes —a Lava Jato e outros. Mas o financiamento público teria que vir não como um gasto novo, mas como uma substituição de outras despesas.

— Como assim? O fundo partidário, já existente, é uma vergonha. Não há motivo para partido receber dinheiro fora de período eleitoral. Então, o fundo de financiamento eleitoral deveria ser criado por meio da extinção do atual fundo partidário e também das emendas orçamentárias apresentadas por bancadas. São volumes grandes de recursos. Com o sacrifício dos partidos, que abririam mão do fundo partidário, e dos parlamentares, que abdicariam das emendas de bancadas, nós implementaríamos um fundo eleitoral aceitável.

— Acha razoável a cifra de R$ 3,6 bilhões? De jeito nenhum. O fundo eleitoral evidentemente não precisa ter esse volume que está sendo proposto. Esse valor considera um padrão de despesa de campanha que não está adequado com o momento que vive o Brasil. Temos, portanto, dois problemas. Primeiro, elevamos as despesas ao criar um fundo eleitoral sem mexer no fundo partidário. Em segundo lugar, essa cifra de R$ 3,6 bilhões pode ser muito menor.

— Quanto seria necessário para custear as eleições de 2018? Com metade dos recursos que estão sendo propostos seria possível fazer campanhas tranquilamente em todo país. Até um pouco menos. Creio que algo como R$ 1,3 bilhão seria suficiente. Há um exagero imenso no volume e no formato da proposta. Evidentemente teríamos que mudar o padrão das campanhas.

— Como seria a mudança? Defendo que os programas de televisão sejam em estúdios únicos, exclusivamente com o candidato. Ele falaria para a câmera, dirigindo-se diretamente ao eleitor. Sem jornalistas, sem a participação de apresentadores. Nada de efeitos visuais. Apenas o tempo para que o candidato diga ao eleitor o que pensa e o que pretende fazer. Só com isso, o custo da eleição cairia muito.

— Esse modelo seria adequado inclusive para a campanha presidencial? Sem nenhuma dúvida. O eleitor teria um ganho imenso. No modelo atual, os programas de televisão vendem um mundo de sonho. Uma campanha presidencial em que os candidatos tivessem que se apresentar diretamente ao eleitor traria uma nova perspectiva para a disputa. Acho que isso seria adequado tanto na campanha para deoputado quando na disputa para governador e presidente.

— Que mais poderia mudar para baratear custos? Precisaríamos proibir alguns itens de campanha, como os carros de som. Isso é coisa do século passado. Hoje, com a internet, com as mídias sociais, não tem mais sentido ter despesa com elementos de campanha de rua que ainda existem na legislação.

— Acha que o distritão será aprovado? Ficou mais difícil com o ambiente que se formou na Câmara. Há um fechamento de questão contra distritão no PRB e no PR. A gente sabe que o comandante do PR, Valdemar da Costa Neto, é um dos grandes beneficiários do atual sistema. Ele tira vantagens do efeito Tiririca e do próprio controle que exerce sobre os parlamentares desde a formação das chapas. Há também uma posição contrária do PT, que tem parlamentares muito desgastados junto à opinião pública. É gente que tem medo de enfrentar o voto diretamente, sem caronas. Nesse cenário, o distritão tem poucas chances de ser aprovado.

— Quais serão as consequências? Vejo que a gente vive na Câmara e na própria sociedade um ambiente muito reacionário. Qualquer proposta de mudança é sempre combatida num primeiro momento. Gostaria muito que o distritão fosse aprovado. Até porque a proposta prevê o distritão como transição para o voto distrital misto em 2022. Teríamos uma mudança real. Seria um avanço. Mas receio que as posições isoladas que temos em todos os partidos, mais a aversão do PRB, do PT e do PR, três partidos com bancadas grandes, acabem impedindo a aprovação.

— Em relação ao fundo eleitoral, parece consolidada a maioria a favor de despejar R$ 3,6 bilhões na campanha de 2018, não acha? Infelizmente parece que é isso mesmo. Será uma grande vergonha se acontecer. Um fundo de financiamento público desse tamanho, com a manutenção do sistema proporcional de voto, elevará ainda mais o poder dos caciques e donos de partido. Eles passarão a mandar muito mais do que já mandam hoje. É uma belela falar em fortalecimento dos partidos num quadro como esse. Nós estamos fortalecendo os donos dos partidos. São coisas completamente diferentes. É o aprofundamento do caciquismo dentro de todos os partidos —da direita à esquerda. Um resultado assim será muito ruim.

Ministro terá de explicar por que Itaipu é uma caixa preta

O comando da Itaipu Binacional arrumou um problema para o ministro da Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho.
Ele será obrigado a ir ao Congresso para explicar por que a folha de pagamento da empresa é uma caixa preta.
Há um mês, o deputado paranaense João Arruda (PMDB) enviou um requerimento de informações a Itaipu para ter acesso aos salários da diretoria. A companhia preferiu sapatear a responder a verdade: enviou planilhas, disponíveis na internet, que não informam coisa alguma.
Resultado: Arruda aprovou hoje na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara a convocação do ministro.
A resistência de Itaipu em abrir seu segredo leva a crer que a revelação dos salários criaria tantos ou mais problemas para o governo do que a sabatina a um ministro no Congresso, onde a oposição poderá deitar e rolar.