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BRASÍLIA FECHADA ATÉ 3 DE MAIO

Tudo. Só mercados e farmácias e postos de gasolina abertos. Aulas só em junho. Shoppings, cinemas, zoo, feiras, eventos , futebol, festas, bares tudo proibido. Fechou geral.

Veja o decreto do governador Ibaneis

Decreto 40.583 – Final.pdf

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Senado aprova adiamento por um ano de eleições municipais no Paraguai

Projeto que ainda será votado pelos deputados paraguaios prorroga mandatos dos atuais prefeitos e vereadores
Plenário do Senado paraguaio, que aprovou hoje adiamento de eleições municipais por causa da pandemia (Foto: Última Hora)
O Senado do Paraguai aprovou nesta quarta-feira (1º) o projeto que adia as eleições municipais previstas para 8 de novembro de 2020 e prorroga por até um ano os mandatos dos atuais intendentes (prefeitos) e consejales (vereadores). O país vizinho tem quase 500 quilômetros de fronteira com Mato Grosso do Sul e cidades separadas apenas por uma rua de municípios sul-mato-grossenses, como Pedro Juan Caballero, Ypejhú, Pindoty Porã e Salto del Guairá.

Aprovado em sessão extraordinária, o projeto ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados e foi votado por causa da pandemia do novo coronavírus declarada pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Em quarentena total até o dia 12 deste mês, o Paraguai tinha 69 casos confirmados de Covid-19 até ontem, mas teme proliferação da doença e colapso no sistema de saúde.

O projeto aprovado pelos senadores alterando o artigo 154 do Código Eleitoral também adia as convenções partidárias, previstas para 12 de julho deste ano. Se a medida for aprovada pelos deputados, os mandatos dos futuros prefeitos e vereadores paraguaios serão encolhidos de cinco para quatro anos – vão de 2021 a 2025.

“Vamos suspender as eleições internas dos partidos e as eleições municipais até a OMS declarar o fim da pandemia”, afirmou o senador Juan Darío Monges. Já o senador liberal Enrique Salyn Buzarquis foi contra o adiamento e considerou a decisão precipitada.

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NOVO CASO DE COVID 10 EM FOZ DO IGUAÇU

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma, na data de hoje, 01/04/2020, mais dois novos casos de Covid-19 no município. Desta forma, são 13 casos confirmados da doença na cidade até o momento.

O 12º caso trata-se de um homem de 59 anos que retornou de uma viagem ao Caribe no dia 19/03/2020. No mesmo dia de sua chegada realizou contato telefônico com o plantão Coronavírus  relatando sintomas leves iniciados ainda durante a viagem. O paciente foi manejado como suspeito, coletado os exames e orientado quanto ao isolamento domiciliar por 14 dias.

O 13º caso trata-se também de um homem, de 37 anos, que viajou para a Europa, retornando a Foz no dia 15/03/2020, quando iniciou com sintomas leves e com isolamento voluntário. No dia 24/03/2020 decidiu por conta própria procurar por um laboratório particular para realizar o exame para detecção do COVID-19. Ambos foram orientados quanto aos cuidados de prevenção e isolamento domiciliar por 14 dias, sendo monitorados diariamente pela equipe da Vigilância Epidemiológica, permanecendo durante todo o monitoramento com sintomas leves.

Dos 13 casos confirmados até agora, 8 ja cumpriram o isolamento domiciliar, 4 permanecem em isolamento domiciliar e 1 paciente esta hospitalizado em isolamento.

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Sócio do Filho: A verdade sobre os negócios milionários do filho do ex-presidente Lula

Ninguém sai inocente do relato de Sócio do Filho.
Saqueados e saqueadores locupletaram-se todos. O sócio Jonas Suassuna, dono do Grupo Gol, associou-se ao filho (do ex-presidente Lula), Fábio Luís Lula da Silva para, com os irmãos Kalil e Fernando Bittar, formarem o que o autor deste livro definiu como a Quadrilha Gol.
De 2008 a 2016 eles promoveram repetidos assaltos aos cofres públicos usando como arma a influência política do ex-presidente. É disso que trata este livro. Em prosa despida de preciosismos, Marco Vitale deixa-se guiar pela soberania dos fatos para compor uma obra que alia o relato das maracutaias que vicejaram à sombra do Grupo Gol aos faits divers no entorno de seus personagens.

 

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A gripe Espanhola marcou época

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Justiça atende demanda do MPPR e afasta cautelarmente dois vereadores de Mirador denunciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva

Dois vereadores de Mirador, no Noroeste do estado, estão afastados cautelarmente das funções em razão de pedido do Ministério Público do Paraná, que denunciou os agentes políticos criminalmente por corrupção ativa e passiva. A decisão judicial considera que a suspensão dos réus é necessária para resguardar a ordem pública e evitar a reiteração de práticas criminosas.

Conforme a denúncia do MPPR, oferecida pela Promotoria de Justiça de Paraíso do Norte, sede da comarca, em dezembro de 2018, os vereadores teriam pago e recebido propina em dinheiro, em troca de apoio político nas eleições para a presidência da Câmara Municipal para o biênio 2019-2020. Foi verificado ainda que um deles teria prometido o pagamento de “mesada”, a ser paga com parcela da gratificação recebida pelo exercício da função de chefe do Legislativo – R$ 300,00 mensais por um ano.

Na liminar, deferida em 16 de março pelo Juízo da Vara Criminal de Paraíso do Norte, foi fixado prazo inicial de 180 dias de afastamento dos vereadores, passível de prorrogação, com cumprimento imediato da medida pela Câmara Municipal de Mirador.

Autos nº 0000401-87.2020.8.16.0127

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MP destinará R$ 13 milhões obtidos em operações para combate à pandemia

O Ministério Público do Paraná destinará recursos oriundos de termos de ajustamento de conduta e acordos de leniência firmados no âmbito das operações Rádio Patrulha e Quadro Negro às ações de combate à pandemia de coronavírus (Covid-19). Um total de R$ 13.422.083,25 – que representa valores ainda a serem pagos pelos autores de atos de improbidade administrativa apurados – será depositado no Fundo Estadual de Saúde, em conta aberta especificamente para este fim. As operações tratam, respectivamente, de desvios de recursos no programa Patrulha no Campo e na construção e reformas de escolas públicas.

As duas investigações foram conduzidas pelos núcleos de Curitiba do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelas 3ª e 4ª Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público de Curitiba. O conjunto de acordos de leniência e termos de ajustamento de conduta firmados pelo MPPR nas duas operações somam R$ 38.357.154,12, sendo parte desse total (R$ 24.935.070,87) já pagos pelos agentes envolvidos e restituídos aos cofres públicos.

Valores pagos – Os R$ 13.422.083,25 serão pagos de acordo com parcelas fixadas em cada ajuste assinado com o MPPR, sendo previsto já para este mês de abril o pagamento de R$ 817.798,97 ao Fundo (desse total, R$ 720.631,60 serão depositados até o dia 2 de abril).

Outros recursos – Além desse montante, outros R$ 6.542.873,75, que estão depositados em Fundo do Ministério Público do Paraná e decorrem de convênio entre a instituição e o Ministério Público do Trabalho, também serão destinados ao Fundo Estadual de Saúde para as ações voltadas ao enfrentamento à pandemia.

Fonte: MP-PR

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Bolsonaro Jones

Em busca do recorde de Jim Jones na categoria holocausto particular

Em novembro de 1978, um americano, James Warren Jones, 47 anos, “reverendo” da seita Templo do Povo, fundada por ele mesmo, induziu seus 909 seguidores numa comunidade agrícola chamada Jonestown, na Guiana, a cometer suicídio em massa, tomando suco de frutas (sabor uva) misturado com cianeto. Os primeiros a morrer foram as 276 crianças do local, envenenadas pelos pais. Em seguida, estes se deitaram e tomaram a beberagem fatal. Ato contínuo, Jim Jones, como passou à história, se matou com uma bala na cabeça.

Seu argumento para convencer os fiéis a morrer foi uma ameaça de invasão da comunidade por um suposto inimigo, nunca devidamente definido, que os escravizaria e submeteria a lavagem cerebral. O conteúdo das pregações de Jones era confuso e envolvia marxismo, budismo e metodismo, tudo embrulhado em roupagem messiânica ao estilo de Stalin ou Hitler. Não por acaso, sua mãe, quando ele nasceu, em 1931, na rural e atrasada Indiana, dizia ter dado à luz um “messias”. Jones também devia se ver assim, porque parecia acreditar no que dizia. O fato é que nenhum outro líder carismático levou tantos seguidores —quase mil, de uma só vez e a uma simples ordem— tão cegamente à morte. Até agora.

Jair (já de batismo Messias) Bolsonaro pode bater o recorde de Jim Jones. Sua audácia em contrariar a ciência, a OMS, as medidas mundiais e o bom senso, insistindo em levar seus apoiadores a expor-se ao coronavírus, não é muito diferente de propor um suicídio coletivo.

Jones, pelo menos, foi até o fim. Bolsonaro, para ser coerente, também terá de ir. E não será por falta de bala.

Jim Jones com seguidores de sua seita na Guiana
Jim Jones com seguidores de sua seita na Guiana – Reprodução
Ruy Castro

Jornalista e escritor, autor das biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues.