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“Avião de rosca” de Richa volta a escandalizar

Que o “avião de rosca” faz um barulho danado todos já sabemos, mas o que poucos têm conhecimento é que o governador Beto Richa (PSDB) torrou 49 milhões com o aluguel de jatinhos e helicópteros junto à empresa de Helisul Táxi Aéreo. Continue lendo →

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Show Rural Coopavel: ministro da Agricultura conhece trator a biometano no estande da Itaipu

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Blairo Maggi disse que meta agora é encontrar estratégias para viabilizar a produção do veículo em escala comercial
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, visitou nesta quinta-feira (9) o estande da Itaipu na 29ª edição do Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), e aproveitou para fazer um “teste” no trator a biometano que está exposto no local. Maggi queria ouvir o motor e sentir a potência do veículo. O barulho é igual ao de um trator convencional.

O diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek, e o superintendente de Energias Renováveis, Herlon Goelzer de Almeida, receberam o ministro. Almeida e Samek falaram sobre as estratégias da empresa para incentivar, no Oeste do Paraná, a produção e o uso do biogás, que tem como matéria-prima os dejetos da agropecuária.

O protótipo foi desenvolvido na Europa pela New Holland a partir do modelo T6.140. Antes de vir ao Brasil, o veículo foi testado em uma fazenda no norte da Itália. O trator a biometano apresenta uma economia de 40% de combustível em relação a um modelo convencional, com 80% menos emissões de poluentes.

Maggi, que é um homem do agronegócio e conhece maquinários, ligou o protótipo e ficou bastante curioso sobre a novidade.  Segundo o ministro, a ideia agora é encontrar estratégias para tornar o trator viável economicamente. Por enquanto, o veiculo não é produzido em escala comercial; está apenas em fase de pesquisa.

Antes de ser levado para o Show Rural, o trator foi testado na Granja Haacke, de Santa Helena. Na propriedade funciona uma estrutura com biodigestor, compressores e filtro para tratar dos dejetos gerados por gado confinado e galinhas poedeiras.

O biometano da propriedade abastece parte da frota de veículos do lado brasileiro da usina, em Foz do Iguaçu. Dos 249 veículos da empresa, 59 são movidos a biometano, número que deverá aumentar para 73 até o final do semestre.

Por meio de uma parceria, Itaipu e CIBiogás estão concluindo a construção de uma planta de produção de biometano dentro da usina, que vai utilizar grama, esgoto e sobras de alimentos. O gás vai reforçar o abastecimento da frota.

Pauta

Antes de visitar o estande de Itaipu, o ministro se encontrou com o presidente da cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, na Vitrine Embrapa, para o lançamento do aplicativo Doutor Milho, ferramenta tecnológica criada para auxiliar o acompanhamento do ciclo de plantio, além de duas novas variedades de soja e de feijão.

Às 11h30, no estande do Banco do Brasil, também acompanhou o lançamento do Custeio Digital, aplicativo para frequentadores do Show Rural 2017, que permite simular e enviar propostas de financiamento diretamente ao banco.

Câmara aprova projeto que recompõe o ICMS para municípios com hidrelétrica

Proposta já passou pelo Senado e seguirá para sanção do presidente da República

Ordem do dia para análise, discussão e votação de diversos projetos
Plenário da Câmara aprovou nova forma de cálculo do coeficiente de participação do município no rateio do ICMS

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (8) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 163/15, do Senado, que muda a forma de cálculo do coeficiente de participação do município no rateio do ICMS quando em seu território houver usina hidrelétrica. A matéria, aprovada unanimemente por 402 votos, será enviada à sanção.

A ideia é diminuir o impacto da redução de tarifas provocado pela Lei 12.783/13 que, ao antecipar a prorrogação das concessões de várias usinas hidrelétricas, acarretou a diminuição do preço da energia vendida por essas usinas.

Como o preço de venda dessa energia é usado para calcular o quanto o município terá direito na repartição do ICMS devido à presença da usina em seu território (valor adicionado), o coeficiente de participação dos municípios que abrigam usinas hidrelétricas diminuiu e, consequentemente, eles receberam menos ICMS nos dois anos seguintes (2014 e 2015).

Valor médio
Para aumentar a participação dos municípios afetados, a proposta determina que o valor adicionado será encontrado pela multiplicação da energia gerada pelo preço médio da energia de origem hidráulica comprada pelas distribuidoras, calculado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo o autor da matéria, senador Fernando Bezerra (PSB-PE), como esse preço médio leva em consideração as receitas de todas as geradoras, e não apenas daquelas cujas receitas diminuíram por causa da redução de tarifa provocada pela lei, ele representaria “mais fidedignamente a contribuição econômica do município gerador”.

O texto muda a Lei Complementar 63/90, que disciplina o mandamento constitucional de rateio de 25% do ICMS, tributo estadual, para os municípios. Desse montante, ¾ devem ser rateados na proporção do valor adicionado ao imposto nas operações realizadas em seu território.

Segundo o relator da matéria na Comissão de Finanças e Tributação, deputado Fernando Monteiro (PP-PE), por se tratar de redistribuição da parcela de ICMS, “alguns municípios poderão ter suas receitas minoradas, mas isso não deverá comprometer sua condição fiscal, pois a perda de cada um será de pequena monta”.

Bezerra também ressaltou que esses prejuízos tendem a aumentar porque a apuração do índice de participação do ICMS utiliza valores com defasagem de dois anos.

Defasagem
O Brasil tem 175 municípios com 197 usinas hidrelétricas instaladas, das quais, segundo dados da Associação Nacional dos Municípios Sedes de Usinas Hidroelétricas (Amusuh), 18 sofreram prejuízos com a diminuição do ICMS.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

Deputados querem autonomia para roubar

A justificativa de Maurício Quintella Lessa, autor do projeto que blinda os partidos da ação do TSE, hoje ministro dos Transportes, é que o tribunal interfere na “autonomia constitucional” das siglas…

A autonomia é para roubar impunemente e ainda encher as burras com o dinheiro do Fundo Partidário — o nosso dinheiro.

 

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Mais do que um abuso, um escárnio!

Edison Lobão (Foto: Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil)Edison Lobão (Foto: Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil)

Ricardo Noblat

Foi muiuto mais do que apenas chacota, escarnecimento, ironia, gozação, troça e zombaria, alguns dos sinônimos da palavra abuso.

Foi exorbitância, desacato, desplante, sem-vergonhez, descaramento, ultraje, afronta, desfaçatez, cinismo, prepotência, atrevimento e arrogância a indicação feita pela bancada do PMDB do nome de Edsion Lobão (MA) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ).

Um insolente escárnio, enfim.

Ex-ministro das Minas e Energia do governo Dilma – justamente a área onde brotou o maior escândalo de corrupção da história do Brasil -, investigado pela Operação Lava Jato, Lobão responde a quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).

Dois apuram a participação dele no esquema de roubalheira na Petrobras. Os outros, em irregularidades na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A primeira tarefa de Lobão à frente da CCJ será comandar a sabatina de Alexandre de Moraes, indicado para ministro do STF.

A CCJ é a mais importante comissão do Senado. Antes de uma proposição ser aceita, independentemente do tema, ela precisa ser apreciada pela CCJ. É ali que se avalia se a proposição está de acordo com a Constituição. Se a CCJ decidir que não está, ela não será votada pelo Senado.

Que manda na CCJ manda, portanto, no Senado. Por saber disso, o presidente Michel Temer logo se apressou em telefonar para Lobão desejando-lhe sucesso.

A escolha de Lobão representou a vitória do grupo do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), que ainda controla o PMDB do Senado e tem hoje como principal representante Renan Calheiros (AL).

Lobão disse que ser investigado não deve causar constrangimento a ninguém. E ensinou:

– É uma forma inclusive de o alegado poder demonstrar que não é responsável por tais alegações caluniosas. A investigação não deve molestar a ninguém, não molesta a mim. Se houve alegação contra mim, é bom que seja investigado para que eu possa demonstrar que não passa de uma calúnia. Sempre dormi tranquilo, graças a Deus.

Quem não dormirá somos nós.

 

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Paulo Macdonald moralista

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O dono do PDT no município Paulo McD decretou que a base de sustentação na Câmara Municipal não poderá ter assessores na casa de leis.  O PDT elegeu a Nanci Rafain e o Celino Fertrin. Os dois vereadores engoliram em seco e seguiram pianinho, pianinho… Que dureza!

PITACO: No soito anos que o Paulo ficou na prefeitura podia ter assessores de vereadores, agora não pode. Engana que agente gosta.

Partidos políticos em polvorosa na fronteira

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Cel Janke é o candidato do PTN a prefeito

Com a notícia de que o TRE sacramentou nesta quarta (8) que em 2 de abril deverá ocorrer nova eleição em Foz do Iguaçu, os partidos políticos entraram em polvorosa. Todos eles reunindo-se para se posicionar. Por exemplo: No PTN decidiu-se que o candidato ao executivo deverá ser o vereador Cel, Janke, com o apoio do Paulo McD e seu PDT.
E o PDT reuniu-se nesta quarta (8) para definirem que rumo tomar. A reunião acabou e não acharam o rumo. Na próxima segunda voltam a procurar…

E O DEPUTADO CHICO BRASILEIRO OFERECEU A VICE AO PSDB

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Deputado Chico Brasileiro esteve semana passada em Curitiba para falar com o governador Beto Richa, ocasião em que ofereceu a vice dele na corrida à prefeitura de Foz para a Elisangela de Paula Kunhn (FOTO)  dos quadros do PSDB. Governador ficou de pensar e decidir.

PAULO ROCHA GANHA LIBERDADE SEM PAGAR FIANÇA

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TRF 4 concedeu liberdade para o ex-vereador Paulo Rocha sem o pagamento da fiança de 100 mil reais. Ele deverá usar tornozeleira. A mesma coisa ocorreu com o vereador Rudinei de Moura (PEN). Ambos deverão pagar 6.600,00 reais da tornozeleira.

TRF CONCEDEU LIBERDADE SEM FIANÇA PARA MOGENIO E COQUINHO

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Ex vereadores Coquinho e Mogênio podem ir para casa se tiverem 6.600,00 reais para pagar a tornozeleira. TRF 4 liberou a fiança de 100 mil reais. Devem sair nesta sexta (10)

ATÉ AGORA NENHUMA LIVRARIA FOI SAQUEADA NO ESPÍRITO SANTO.

 

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A ‘solução Michel’ no STF para estancar a Lava Jato

Do Carta Maior

Com o golpe consolidado e o país em profunda depressão, a questão agora, como disse Romero Jucá, é ‘estancar a sangria’ da Lava Jato com a ‘solução Michel’

Antonio Cruz / Agência Brasil

O usurpador Michel Temer não indicou um mero juiz para o STF. Pela norma regimental do STF, Alexandre Moraes será, automaticamente, o juiz responsável pela revisão das ações penais da Lava Jato julgadas pelo pleno do Supremo.

As ações julgadas pelo pleno, e não por um das duas turmas do STF, são as que envolvem os presidentes da República, do Senado e da Câmara – os próceres da república que freqüentam as planilhas de propina da Odebrecht com os apelidos “MT”, “Índio” e “Botafogo”.

O currículo profissional e o perfil militante- partidário do tucano Alexandre Moraes causaram balbúrdia. O PSDB será o único partido a ter representação orgânica no STF – não apenas com um, mas com dois do total de onze juízes que integram a Suprema Corte. A retrospectiva indica que o PSDB e seus políticos implicados em corrupção, que contam com a fidelidade partidária e a lealdade funcional de Gilmar Mendes [PSDB/MT], a partir de agora terão em Alexandre Moraes [PSDB/SP] outro militante a seguir a mesma trajetória.

Outra razão para a balbúrdia – e, seguramente, não menos significativa – é que Temer age em benefício próprio para proteger-se a si mesmo e também ao “Índio” e ao “Botafogo”, peças-chave para a aprovação dos projetos anti-populares e anti-nacionais no Congresso.

O mais relevante, entretanto, é que com a indicação do tucano, o bloco golpista avança na “solução Michel”, o acordo PMDB-PSDB para deixar a Lava Jato “delimitada onde está”, conforme comentou o senador Jucá ao operador de propinas na Petrobrás Sérgio Machado.

Deixar a Lava Jato “delimitada onde está”, no vocabulário dos golpistas corruptos, significa enterrar a Operação, porque os objetivos planejados já foram alcançados com o impeachment fraudulento da Presidente Dilma e com a destruição da imagem do Lula e do PT.

Para Temer, campeão em menções nas delações e, por isso, potencial multi-réu no STF, o custo do desgaste pela controvertida indicação será compensado com a “gratidão política” do indicado. A ampliação dos domínios do PSDB nos estamentos judiciais e no aparelho de Estado abre a perspectiva de maior controle da Lava Jato e de um judiciário ainda mais parcial, mais seletivo e mais aparelhado para combater adversários/inimigos políticos.

Além de já contar com o apoio incondicional de Gilmar, aquele que viaja de carona no avião presidencial e que costuma visitá-lo no Palácio aos domingos para organizar as tramóias políticas, Temer passará a ter um segundo defensor declarado no STF.

No regime de exceção, a mídia não só não questiona como naturaliza o fato do réu viajar junto e receber na intimidade o juiz que preside seu julgamento no TSE. Não será diferente desta vez, quando o futuro réu no STF indica como seu principal julgador um aliado político-partidário com o perfil de Alexandre Moraes.

Os golpistas estão dando um passo importante para abortar a Lava Jato. As dezenas de delações ainda guardadas em sigilo pelo procurador-geral Rodrigo Janot atingem gravemente a turba que perpetrou o golpe de Estado, daí a encruzilhada em que se encontram.

O conteúdo das delações e dos processos mantidos em sigilo porque não implicam Lula e o PT, atinge centralmente políticos, dirigentes, empresários, lobistas e diretores de estatais do PSDB, do PMDB e do bloco golpista.

Com o golpe consolidado e o Brasil derretido em profunda depressão, a questão agora, como disse Romero Jucá, é “estancar a sangria” da Lava Jato com a “solução Michel”.

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