Alessandro Meneghel que matou um policial federal em Cascavel ganhou ás ruas

Meneghel contido por policiais federais

Com base no julgamento do STF de segunda instância, juiz de Cascavel mandou soltar o  Alessandro Meneghel assassino confesso do policial federal Alessandro Drumond na porta de uma boate em Cascavel. Por motivo fútil!
Meneghel foi condenado pelo Tribunal do Juri á 29 anos, 10 meses, e 14 dias. Estava preso cautelarmente. Com a decisão do STF Meneghel  se beneficiou. Vai esperar o transito em julgado como quis o STF. Meneghel está livre, leve e solto, e com o dinheiro que tem dificilmente voltará ao cárcere. Presente de Natal do STF aos brasileiros.
A presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Paraná Bibiana Orsi está possessa á ponto de gravar um vídeo registrando o seu repudio, e da categoria, á medida. Já

Veja o curto despacho do juiz Paulo Damas

DECISAO

EMPRESA ACUSA PREFEITURA DE FOZ DE FRAUDE EM LICITAÇÃO

A empresa acusada possui cinco processos por improbidade administrativa e vários danos ao erário

A empresa Itavel Serviços Rodoviários Eireli, com sede na Avenida Tancredo Neves em Foz do Iguaçu – acusa a Prefeitura de prática fraudulenta na contratação serviços asfálticos. Na Petição de 11 páginas encaminhada na terça-feira, 12, o procurador da Itavel, Marcelo Colombelli, pede a desqualificação da empresa vencedora SM Resende, Construtora de Obras alegando que a mesma estaria sendo beneficiada sem cumprir as exigências estabelecidas no Pregão Eletrônico 186/2019.

A Itavel salienta que a vencedora além de não se mostrar habilitada, não possui usina própria em Foz do Iguaçu. Que a ganhadora não apresentou documento que comprove regularidade ambiental, Para Colombelli, “O `Fechar do olhos’ por parte da administração pública em relação a comprovação documental pode ser entendida como favorecimento, negligência, ofensa à competitividade entre os concorrentes, mas principalmente, sujeita a municipalidade à improbidade administrativa.”.

O fato mais grave é que o asfalto seria produzido em uma usina irregular, em que o nome e endereço teriam sido omitidos pelo fato de não possuir licença ambiental. A empresa acusada possui cinco processos por improbidade administrativa e vários danos ao erário. Este jornal cumpre seu papel de publicar e ao mesmo tempo de “vigiar” o Portal de transparência da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu – que muitas vezes se apresenta meio “fosco”. Na próxima edição impressa traremos mais informações sobre esta matéria.

PITACO: esse empresa SM não seria do Vermelho, chinfrim?

Click no link e confira na íntegra:

https://www.licitacoes-e.com.br/aop/documentos/L-785844/RECURSOITAVEL.PDF

Do Jornal Primeira Linha

TJ nega recurso de Rossoni contra acusação de improbidade administrativa na Quadro Negro; ex-deputado responde a 11 ações judiciais

Tribunal de Justiça do Paraná nega recurso do ex-deputado Valdir Rossoni

Tribunal de Justiça do Paraná nega recurso do ex-deputado Valdir Rossoni

O Tribunal de Justiça do Paraná negou, nesta terça-feira (12), um recurso da defesa do ex-deputado Valdir Rossoni, em uma ação da Operação Quadro Negro, que apura um desvio milionário de obras de construção e reforma de escolas públicas do estado.

No recurso, a defesa de Rossoni alegou que não há provas que indiquem crime de improbidade administrativa – que é o mau uso do dinheiro público. O ex-deputado responde à 11 ações judiciais.

Quadro Negro

O recurso da defesa de Rossoni na Quadro Negro foi negado por unanimidade pelos desembargadores da 5ª Câmara Civil.

No processo, o ex-parlamentar é acusado de receber propina para favorecer a construtora Valor em licitações no município de Biturna, reduto eleitoral dele.

Leia mais 

São Miguel: Divisão de Combate à Corrupção cumpre mandados de prisão e busca e apreensão

A operação ocorreu nos municípios de Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu e Medianeira, com o cumprimento de 10 mandados de prisão e 35 mandados de busca; as cinco empresas investigadas tem contratos de R$ 19 milhões com o município

Pelo menos duas pessoas já foram presas em São Miguel do Iguaçu no começo da manhã desta quarta-feira (13), em uma operação da Divisão de Combate à Corrupção da Polícia Civil.

Os mandados de prisão cumpridos foram expedidos pelo Poder Judiciário de São Miguel do Iguaçu, pelo crime de fraude à licitação. Ao todo são dez mandados de prisão, sendo um preventivo e nove temporários.

As equipes da Polícia Civil ainda estão na rua cumprindo outros mandados de prisão e mandados de busca e apreensão.

Durante os trabalhos das equipes armas de fogo e munições foram apreendidas.

Até o momento os nomes dos presos não foram divulgados pela polícia.

OPERAÇÃO W.O. (ganhar sem precisar jogar)

A Operação foi iniciada no mês maio com objetivo de investigar possíveis irregularidades na contratação de empresa para aquisição de pedras pela Prefeitura do Município de São Miguel do Iguaçu, após notícia de que o Município estaria adquirindo pedras a preços superiores aos praticados nos demais Municípios próximos.

Durante as investigações constatou-se que três empresas desde 2013 contrataram com o Município de São Miguel do Iguaçu para venda de pedras e para locação de caminhões e máquinas para transporte de pedras.

De acordo com o DCCO, cinco pessoas figuraram como sócios das três empresas, e as investigações constataram evidências de fraude no processo licitatório, e uso de “laranjas” na constituição de empresas, que de fato são administradas e de propriedade de uma só pessoa que se oculta por meio do uso de terceiros.

Com o aprofundamento das investigações verificou-se que três deles também já figuraram como sócios de uma das empresas que prestou serviço no CITEL (Centro Integrado de Trabalho, Educação e Lazer) por aproximadamente 5 (cinco) anos com prorrogações contratuais de licitação que ocorreu em 2013, ligando um dos investigados a referida empresa.

Os delitos abrangem a Secretária de Obras do Município, na contratação de serviço de locação de caminhões e máquinas e aquisição de pedras, assim como a Secretária de Assistência Social por meio de fraudes no processo licitatório que envolve o CITEL – Centro Integrado de Trabalho, Educação e Lazer.

Cinco empresas foram investigadas, todas já contrataram com a Prefeitura ou possuem contrato vigente e receberam juntas desde 2013 o valor aproximado de R$ 19.000.000,00 (dezenove milhões).

Há ainda indícios de ocultação de valores, em tese, provenientes de infrações penais, considerando a identificação bens em nome de terceiros ligados ao grupo criminoso, que não apresentam, ao menos, inicialmente, condições financeiras para aquisição de tais bens.

A operação de hoje ocorreu nos municípios de Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu e Medianeira, com o cumprimento de 10 mandados de prisão, e 35 mandados de busca com a participação de 40 policiais civis.

Com Guia Medianeira / Imagens: Portal Costa Oeste

O triste fim de Evo

Sob pressão militar, boliviano cai após eleição suspeita; novo pleito se impõe

Editorial Folha de São Paulo

Cinzas de uma fogueira e restos de uma barricada em La Paz, um dia depois da renúncia de Evo – Luisa Gonzalez/Reuters

renúncia de Evo Morales à Presidência da Bolívia constitui —ao menos até o momento— o desdobramento mais grave do caos social e institucional que se apossou daquele país desde as eleições gerais do dia 20 de outubro.

Ao se autoproclamar vencedor do controvertido pleito, o líder andino, no poder havia quase 14 anos, adicionou à perda de credibilidade advinda de suas manobras para se perpetuar no cargo uma crise de legitimidade política.

A vitória por margem mínima, 47,1% a 36,5% (na Bolívia, é proclamado vencedor o candidato que obtiver ao menos 40% dos votos com uma diferença de 10 pontos sobre o adversário), foi sacramentada de maneira obscura, com interrupções inexplicadas na apuração e trocas arbitrárias do método de contagem de votos.

Tanto o candidato derrotado, o ex-presidente Carlos Mesa, como observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) lançaram suspeitas sobre a lisura do pleito. Protestos violentos se espalharam pelo país, com ataques a prédios públicos e confrontos entre opositores e apoiadores de Morales.

Premido, o governo boliviano solicitou à OEA uma auditoria da votação. No domingo (10), o órgão divulgou sua análise, afirmando que o processo eleitoral não seguira os procedimentos adequados, tendo sido maculado por “contundentes” irregularidades. Diante da conclusão, a organização defendeu a anulação do pleito e novas eleições.

Seguindo a recomendação da entidade, Morales anunciou que promoveria novo sufrágio e renovaria os membros do Tribunal Supremo Eleitoral. A reação, contudo, não foi suficiente para aplacar os ânimos opositores.

Juntando-se a setores policiais que já estavam em aberta rebelião, os militares abandonaram o presidente. Em pronunciamento no domingo, o comandante do Exército, Williams Kaliman, “sugeriu” que Morales renunciasse a fim de apaziguar o país, num gesto que evocou momentos sombrios da história latino-americana.

Cada vez mais isolado, o mandatário anunciou, horas depois, que deixaria o poder —e afirmou ser vítima de um golpe. O gesto de Morales foi seguido por toda a linha sucessória, abrindo um perigoso vácuo de poder.

Em iniciativa igualmente preocupante, o líder do protesto social, Luis Fernando Camacho, defendeu a formação de uma junta provisória com o alto comando militar e policial e a prisão dos ex-integrantes do governo, fomentando um clima que favorece perseguições e detenções arbitrárias.

Qualquer solução que não passe pelo respeito à legalidade constitucional deve ser repudiada. Assim, uma nova eleição representa o único caminho adequado para resolver os impasses atuais. Atalhos e improvisos só irão prejudicar a já claudicante democracia boliviana.

 

MENOS UMA ARAPUCA NO PAÍS

Bolsonaro mandou acabar com o seguro DPVAT. Medida acertadíssima, essa geringonça sempre foi um foco de trambiques sem fim. Aos poucos Bolsonaro vai reformando o Estado Brasileiro.

PENHORA

Oficial de Justiça estava dia desses tentando achar o endereço do jornaleco chinfrim para penhorar um veículo. O cerco fecha-se.

E A MATÉRIA DO PRIMEIRA LINHA ?

Jornal primeira Linha publicou matéria, de interesse público, relatando que na licitação dos arranjos natalinos usou-se um CNPJ do extinto jornal A Gazeta do Iguaçu. Fato gravíssimo.

Pergunta-se: A Receita Federal, o Ministério Público se interessaram pela noticia?

CHINFRIM PELA BOLA 7

A dívida do jornaleco chinfrim com o Gatão para usar a marca “Gazeta” (isso explica porque vivem mudando de nome) e pelo uso da gráfica, passou dos R$ 400 mil. O advogado da parte credora me disse que o processo avança no judiciário no sentido de receber e/ou penhorar a máquina, ou fechar o chinfrim.
E o sargento Garcia fingindo-se de morto…

VEREADOR MARCIO ROSA E O NILTON BOBATO

Parece ideia fixa do vereador Marcio Rosa (PSD) em tirar o secretário de Saúde NIlton Bobato (MDB) da pasta. Evidente que não vai conseguir. O vereador deveria mais é pedir a exoneração do Juca, do Digão, da Helena, e da Rosa Geronimo por conta da enorme papagaiada com os arranjos natalinos. Isso sim, seria prestar bons serviços aos que o elegeram. No mais é chover no molhado.

O combate ao crime focou em punir policiais, não criminosos

Nos últimos anos, as únicas sanções que endureceram focaram no trabalho da polícia

Giovanna Bembom/Metrópoles

Talvez nunca se tenha usado tanto a palavra “impunidade” neste país como ao longo do julgamento, pelo STF, da questão cuja pergunta parecia óbvia para todo mundo, mas não era, como acabamos vendo: um criminoso condenado em duas instâncias, primeiro por um juiz e, em seguida, por um grupo de juízes diferentes, pode ou não para a cadeia? Não pode, resolveu o STF.

Depois os ministros ficam irritados quando se diz que são eles, logo eles, os principais responsáveis pela impunidade da qual o Brasil tanto fala neste momento.

Mas a catástrofe até que seria menos deprimente se o problema da impunidade no Brasil se resumisse à decisão de soltar Lula e empurrar a prisão dos bandidos para o Dia de São Nunca. A coisa toda é muito pior que isso.

Há anos vem sendo construído nas leis do país, por influência de escritórios de advocacia penal, OAB, bispos católicos, grupos de “direitos humanos”, traficantes de drogas, a mídia “liberal” etc. um sistema que protege sistematicamente os criminosos e incentiva o crime.

Do J.R. Guzzo para o Metrópoles

TRABALHO INÚTIL

Muitos parlamentares estão gastando energia para tentar emplacar uma PEC – Proposta de Emenda Constitucional que tem por objetivo alterar o inciso LVII do artigo 5º da Constituição Federal de 1988 e, por conseguinte, o artigo 283 do Código Penal, a fim de permitir  o início do cumprimento da pena após decisão de 2ª instância. Todavia, o Princípio da Presunção da Inocência, direito e garantia individual estampado no inciso LVII do artigo 5º da Constituição da República Federativo do Brasil é “cláusula pétrea”, ou seja, não poderá ser alterado nem mesmo por meio de uma Emenda Constitucional. As cláusulas de pedra estão elencadas no parágrafo 4º do artigo 60 da Constituição Federal, e são elas: a forma federativa de Estado; o voto direto, secreto, universal e periódico; a separação dos Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; e os direitos e garantias individuais. Assim sendo, nossos nobres Deputados e Senadores não estão perdendo um tempo precioso com algo que o Supremo Tribunal Federal certamente irá declarar inconstitucional mais adiante?