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PR tem maior índice de praias próprias para banho no país

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Reportagem do jornal Folha de S. Paulo neste domingo (05), mostra que o Paraná tem o maior índice de praias próprias para banho no Brasil. Segundo o levantamento, 98% das praias monitoradas no estado são consideradas “boas”, em uma classificação que vai de “boa” a “péssima” . Uma praia é considerada própria se não tiver registrado mais de 1.000 coliformes fecais para cada 100 ml de água na semana de análise e nas quatro anteriores. O estudo seguiu as normas federais para medir a qualidade das águas.

Curiosamente, os Estados com maior índice de praias boas são dois dos que têm o litoral menos conhecido: PR (98% de praias boas) e RS (95%). No Paraná, com exceção da Praia da Ponta da Pita, em Antonina, com balneabilidade considerada “péssima”, todas as outras praias no estudo – localizadas em Guarutuba, Matinhos, Paranaguá e Pontal do Paraná – foram consideradas “boas” para banho.

Três em cada dez praias brasileiras ficaram impróprias para banho por mais de três meses ao longo de 2016. Entre esses pontos, 42% foram classificados como “bons” ou “ótimos” para banho, 29% estavam “regulares”, e 29%, “ruins” ou “péssimos” por mais de três meses no ano.

No Rio, a maior concentração de praias sujas está na região da baía de Guanabara, cuja superfície de cerca de 400 km abrange vários municípios. Quase todas as praias banhadas por essas águas têm balneabilidade “péssima”, devido ao despejo de esgoto. Entre elas estão cartões-postais, como Botafogo e Flamengo, com vista ao Pão de Açúcar.

Em São Paulo, Ilhabela, um dos destinos mais visitados do litoral paulista, teve apenas 7 das 18 praias próprias no ano passado inteiro. Apenas 28% da população da cidade está conectada à rede de esgoto. Entre as capitais nordestinas, São Luís é a de pior situação: todas as 16 praias foram consideradas “péssimas”. A situação é menos pior em Salvador. Das 37 praias avaliadas, 20 são “ruins” ou “péssimas”, 12 são “regulares” e cinco são consideradas “boas”.

Faltou prudência

Homens públicos, especialmente os que desempenham funções que podem mudar a vida dos cidadãos, devem se pautar sempre pela prudência ao se manifestar. Ao contrário das pessoas comuns, cuja opinião, isoladamente, não tem quase nenhum efeito sobre as decisões de maior impacto para o País, esses homens públicos não podem expor o que pensam sem antes pesar cuidadosamente suas palavras, pois estas, de uma forma ou de outra, terão peso no debate nacional – e uma opinião exposta de forma inconsequente pode ajudar a distorcer esse debate, levando a conclusões deletérias para o País. Assim, causou espanto a ligeireza com que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso tratou recentemente da questão da legalização do uso de drogas.

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