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‘FOLHA’ FAZ ‘MEA CULPA’ SOBRE ÁUDIO E ATRIBUI À PGR ‘INTERPRETAÇÃO’ PARA INCRIMINAR TEMER

‘FOLHA’ ADMITE QUE AVALIZOU ACUSAÇÃO A TEMER SEM OUVIR O ÁUDIO

“A tese de aval para a compra de silêncio é uma interpretação da Procuradoria Geral da República, usada para pedir a abertura de inquérito contra Temer”, afirma a Folha, revelando, afinal, quem esteve por trás da informação que dava como certo o que o áudio não confirma, ou seja, o aval do presidente à “compra do silêncio” do ex-deputado. O jornal não aponta diretamente a PGR como fonte da informação primária, que tentou incriminar o presidente.

O jornal lembra que após o exame do áudio, divulgado no dia seguinte, 18 de maio, publicou matéria afirmando que o áudio era “inconclusivo”.

A publicação da matéria “Folha errou em reportagem sobre áudio de Temer” é fato histórico, ainda que o jornal tenha por hábito publicar correções de seu conteúdo quando constata equívocos. Desta vez, revelou-se algo fundamental: a Folha informa que não teve acesso ao áudio antes da publicação da matéria, tanto o colunista Lauro Jardim, de O Globo, ainda que tenha informado na ocasião, na quarta-feira 17 de maio, que havia confirmado a informação.

Após a divulgação do áudio, a própria Folha contratou um perito para analisá-lo, e este identificou ao menos 50 edições.

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Empresário de show de rock é condenado a 14 anos de prisão

Do Bem Paraná

O organizador de eventos, o empresário Athayde de Oliveira Neto foi condenado a 14 anos e 4 meses de prisão. Ele é apontado como responsável pela organização de um show de rock que terminou com a morte de três adolescentes no Jockey Club, em maio de 2003. A sentença foi dada pelo Tribunal do Júri de Curitiba, nesta quarta-feira (31). O julgamento durou dois dias.

De acordo com a sentença, Oliveira Neto assumiu o risco de produzir as mortes das vítimas quando não apresentou projeto necessário ao Corpo de Bombeiros, não pagou a taxa necessária à Polícia Militar e vendeu uma quantidade de ingressos superior à capacidade do espaço.

Oliveira Neto poderá recorrer da decisão em liberdade.

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