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CÂMARA MUNICIPAL

Câmara de Foz lança vídeo institucional sobre as atividades legislativas

Foi lançado nesta segunda-feira (1), Dia do Vereador, um novo vídeo institucional da Câmara de Foz do Iguaçu. O material apresenta de forma didática como funciona a atuação do vereador, as atividades da Casa de Leis na elaboração de projetos, fiscalização dos atos do Poder Executivo, além da participação da população em debates, audiências públicas, ouvidoria e na sugestão de projetos de lei. A peça institucional, produzida pela TV Câmara, estará disponível também para escolas, universidades e entidades interessadas em promover ou participar de palestras sobre o funcionamento do Poder Legislativo, as atribuições e como as atividades dos vereadores influenciam na vida dos cidadãos.

Saiba mais em: https://bit.ly/2zIWove

Assista ao vídeo

https://youtu.be/CHR2wHjQczg

Legislatura valoriza idosos com aprovação de leis e requerimentos

Garantir o bem-estar da população de todas as idades é uma das principais funções dos parlamentares. Em Foz do Iguaçu, a preocupação com os idosos é uma das prioridades. Neste 1º de Outubro, Dia do Idoso, a Câmara Municipal destacou os projetos importantes que foram aprovados com o foco na assistência da terceira idade. Projeto de área para construção de Condomínio do Idoso e destinação de emendas impositivas para a melhoria na política de atenção aos idosos são apenas alguns dos temas legitimados pela Casa de Leis.

Saiba mais em: https://bit.ly/2It1Rco

 

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Pastor Sadi Buzanelo nomeado como diretor Técnico do CIC

Sadi Buzanelo foi nomeado diretor técnico do CIC. Mas é ficha suja.

Prefeito Chico Brasileiro parece estar sem uma boa retaguarda na área de Recursos Humanos. Vejamos:

Nomeou o Eduardo Teixeira, o Fraldão, como superintendente do Fozhabita. Não poderia faze-lo porque o dito cujo fora condenado e cumpria pena. Depois que desandamos a falar neste espaço, caiu a ficha do Chico que mandou exonerar o bom Fraldão.

Agora temos um caso similar:

Trata-se novamente do pastor Antonio Sadi Buzanelo que foi nomeado a coisa de uns dois meses diretor Técnico do CIC – Centro Internacional de Convenção – o nosso Elefante Branco, que nada produz, ou melhor, produz muita despesa para acomodar os apaniguados politicos.  Uma vergonha insistir nessa incúria ao município.  Sadi é da cota do vereador Jéferson Brayner do PRB. E como TJ-PR mandou o Sadi deixar a presidência do COMUS em 10 dias por ser ficha suja, o mesmo entendimento deve prevalecer neste caso do CIC. Para este caso chamamos á atenção do promotor de Justiça de defesa do patrimônio público Marcos Cristiano Andrade que tome ás medidas que achar necessárias.

PITACO: Damos uma sugestão ao secretário de administração Ney Patrício. Sempre que a prefeitura for contratar alguém peça a apresentação das certidões negativas. Simples.

PITACO II: Passa da hora de os servidores do primeiro escalão do prefeito Chico mostrarem mais competência.  Existe no município uma lei da ficha limpa criada pelo então vereador Fernando Duso. Sugere-se ao Ney Patrício ler a mesma.

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Moda Primavera/Verão 2018!

Desafio de Bolsonaro e Haddad é sair do gueto

Confirmando-se o cenário esboçado nas pesquisas para o segundo turno da disputa presidencial, Jair Bolsonaro e Fernando Haddad terão um desafio comum. Ambos precisarão retirar suas candidaturas dos respectivos guetos. No tira-teima final, prevalecerá quem for capaz de atrair um pedaço maior do eleitorado que ainda não aderiu à polarização que contrapõe o projeto militar-pentecostal de Bolsonaro ao modelo petista-sindical representado por Haddad.

Bolsonaro e Haddad são os adversários dos sonhos um do outro. Ao incorporar o coro anticorrupção ao repertório de sua banda marcial, o capitão firmou-se como novo polo anti-PT, exonerando o PSDB da função que exercia há seis sucessões. Lula e seu preposto devem tratar a chapa verde-oliva encabeçada por Bolsonaro como uma ameaça à própria democracia. Nessa formulação, o risco da volta dos militares seria mais assustador do que o fantasma do retorno do PT e de suas práticas. Como se o roubo e a compra de apoio legislativo também não ameaçassem o regime.

Surgem sinais de divergência nos dois guetos. Parte do comitê de Bolsonaro acha que seria útil formalizar alianças nos Estados com candidatos a governador identificados com o antipetismo. Menciona-se o caso do tucano João Doria, em São Paulo. Outro grupo avalia que o gesto interessa mais aos potenciais aliados do que a Bolsonaro, que faz da crítica aos conchavos políticos e ao toma-lá-dá-cá uma marca de sua retórica.

No extremo oposto, o pedaço do PT que não morre de amores por Haddad gostaria de impor limites para os entendimentos de segundo turno. O marco fronteiriço seria um flerte com o PDT de Ciro Gomes. Entretanto, teme-se que o preferido de Lula, a pretexto de se firmar como candidato do “campo democrático”, obtenha na cela de Curitiba autorização para ampliar o horizonte da negocição, achegando-se até ao tucanato. Haddad mantém com Fernando Henrique Cardoso relações cordiais.

Embora seja inevitável, a coreografia da negociação interpartidária de segundo turno tende a surtir efeitos limitados nesta disputa de 2018. Num contexto em que a imagem dos partidos está estilhaçada, o que conta é a capacidade do candidato de atrair novos eleitores mesmo sem a intermediação de partidos ou de presenciáveis derrotados. Se o eleitor está sinalizando alguma coisa nesta eleição é que já não se dispõe a fazer o papel de gado.

Com Josias de Souza.

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Confirmada propina para Lula e Dilma

Delação de Palocci confirma pagamento de propina para Lula e Dilma

Moro libera parte da delação que mostra corrupção nos governos do PT

Acordo de delação de Palocci pode até provocar a extinção do PT. (Foto: EBC)

O juiz federal Sergio Moro retirou o sigilo de parte do acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal do ex-todo-poderoso dos governos Lula e Dilma, Antonio Palocci.

As informações que tiveram o sigilo quebrado se referem às informações fornecidas por Palocci na ação penal que envolve a compra da sede do Instituto Lula. No despacho, o juiz afirma que “examinando o seu conteúdo, não vislumbro riscos às investigações em outorgar-lhe publicidade”.

Os benefícios acertados por Palocci em troca da delação também se tornaram públicos. Entre eles, o ex-ministro terá que pagar multa de R$ 35 milhões e teve redução de 2/3 da pena.

Em um dos anexos da delação, que contém mais de 800 páginas, o ex-ministro petista detalha um suposto esquema de indicações para cargos na Petrobras durante o governo Lula. Relata uma reunião no Palácio do Planalto com a presença do então presidente Lula na qual, segundo conta, teria sido acertado o pagamento de R$ 40 milhões em propina para a campanha de Dilma Rousseff em 2010. Dilma também estava presente, revela Palocci.

As afirmações já tinham sido feitas em depoimentos anteriores por Palocci. Tanto Lula, que cumpre pena de 12 anos referente a outro processo penal, quanto Dilma, negaram as acusações.

Palocci também conta que houve a “ideia de nacionalização do projeto do pré-sal”, o que se deu “pelo aspecto social, de geração de empregos e desenvolvimento nacional, e objetivo, para atendimento dos interesses das empreiteiras nacionais, as quais tinham ótimo relacionamento com o governo”.

Na delação, o ex-ministro petista também disse ainda que seria “muito mais fácil discutir com a OAS, Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa contribuições para campanhas eleitorais do que se tentar discutir os mesmos assuntos com empresas estrangeiras”. (Com informações da Folhapress)

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Fux desafiado

Lewandowski desafia vice-presidente do STF e autoriza entrevista de presidiário

Ele acha que Luiz Fux não tem poder para derrubar sua autorização

O ministro Ricardo Lewandowski reiterou, nesta segunda-feira (1), a autorização para o ex-presidente Lula (PT) conceder entrevistas, mesmo após a  proibição do vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministro Luiz Fux, na noite de sexta-feira (28). A decisão atende aos recursos apresentados pelos jornalistas Mônica Bergamo do  jornal Folha de São Paulo e por Florestan Fernandes

Segundo Lewandowski, a decisão de Fux, processualmente, não tem poder para derrubar a primeira decisão.“Ou seja, a aludida decisão não tem o condão de alcançar o decidido na presente reclamação e impedir que o ora reclamante exerça seu livre e pleno direito de imprensa e, bem assim, realize e publique entrevista jornalística com o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva”.

Na sexta-feira (28), Lewandowski  autorizou que o Jornal e o jornalista  entrevistassem o ex-presidente Lula.  Horas depois, Fux revogou a liminar, atendendo a um recurso impetrado pelo Partido Novo, alegando que essa entrevista poderia afetar as eleições. “Determino que o requerido Luiz Inácio Lula da Silva se abstenha de realizar entrevista ou declaração a qualquer meio de comunicação, seja a imprensa ou outro veículo destinado à transmissão de informação para o público em geral”.

Na decisão de hoje, Lewandowski ressalta que o colega não poderia ter anulado sua decisão, e que o Partido Novo não teria competência legal para apresentar esse tipo de pedido. “É inevitável, portanto, a conclusão de que o Partido Novo não possui legitimidade ativa para a apresentação de Suspensão de Liminar, razão pela qual, como é curial, o feito deveria ter sido extinto no nascedouro”.

Também salientou que o fato de Dias Toffoli, presidente do STF, não ter sido localizado, quando o Partido Novo apresentou o recurso, “não teria o condão de imediato” de atrair a competência de Fux. “Não há nos autos nenhuma determinação do presidente para que tal ocorresse não se podendo admitir a hipótese de que funcionários do Supremo hajam transferido ao ministro Luiz Fux, à revelia daquele, competência especialíssima e indeclinável que lhe cabe por delegação direta do plenário”.

Ricardo Lewandowski determinou que a sua decisão seja comunicada ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), assim como à juíza federal de Curitiba responsável pelo cumprimento da pena do ex-presidente Lula.

Lula está preso desde 6 de abril na sede da Polícia Federal em Curitiba, para cumprir a pena de 12 anos e um mês pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do Triplex no Guarujá (SP).

Pitaco: nesta segunda o ministro presidente do STF Dias Toffoli suspendeu a liminar do Levandovsky que desautorizava o ministro Fux, mas quem dará a última palavra será o pleno.

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FSB/BTG: Bolsonaro cai 2 pontos, mas se mantém líder com 31% das intenções de voto

Empresa entrevistou 2 mil eleitores por telefone nas 27 unidades da Federação

Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Divulgada na manhã desta segunda-feira (1º), a pesquisa feita pelo Instituto FSB, a pedido do banco BTG Pactual, mostrou o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na liderança com 31% das intenções de votos. Na última, ele tinha 33%.

O petista Fernando Haddad (PT) subiu um ponto, em relação ao levantamento do mesmo instituto, e está com 24%. Ele está em segundo lugar.

Geraldo Alckmin (PSDB) também subiu e, com 11%, agora ocupa a terceira colocação. Ele passou Ciro Gomes (PDT), que caiu 1 ponto e, com 10%, está em quarto lugar.

A empresa entrevistou 2 mil eleitores por telefone nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2% e o intervalo de confiança é de 95%.

“Família Richa enviou R$ 11,5 milhões para paraíso fiscal no Caribe

A afirmação foi rastreada pela força-tarefa da Operação Lava Jato, rastreando as supostas irregularidades nas negociações entre a Odebrecht na gestão de Beto Richa, para viabilizar a Parceria Pública Privada (PPP) para realizar obras e cobrar pedágio na rodovia PR 323, no Paraná.

Os repasses começaram, ao menos, em 2013, com R$ 4,5 milhões, e foram aumentando ano a ano, até chegar a R$ 11,5 milhões em 2017.

Atherino, mais um amigo na fila da delação

O empresário Jorge Atherino, amigo de Beto Richa e sócio da família do ex-governador em alguns empreendimentos, já escolheu advogado para conduzir a delação premiada com que pretende se livrar de condenações por seu envolvimento em vários esquemas de corrupção comandados de dentro do Palácio Iguaçu.

Preso preventivamente na sede da Polícia Federal em Curitiba em decorrência da Operação Integração II (que investiga propinagem no sistema de concessões rodoviárias), Atherino foi citado também em quase todos os outros casos de denunciados por outras operações, como a Quadro Negro, Rádio Patrulha e Integração I. Em todas elas foi apontado ora como arrecadador de valores ilícitos para financiar campanhas, ora para ajudar amigos ou, ainda, como sócio em investimentos imobiliários suspeitos da família Richa.

Com tudo isso e sabendo do risco de pesadas condenações sucessivas, resta-lhe o caminho de contar tudo o que sabe em troca de benefícios penais.

Para tanto sua alternativa é engrossar a fila de ex-amigos de Beto Richa, como foram os já conhecidos delatores Maurício Fanini e Nelson Leal Jr.

Depois de Atherino, o que fará Deonilson Roldo, o ex-chefe de Gabinete que articulava a fraude na licitação que daria à Odebrecht a concessão da PR-323, uma obra de R$ 7 bilhões?

“Pepe”, “Neco” e “Cabeleira”

(por Ruth Bolognese) – Já se falou muito que a imprensa brasileira trata os grandes chefes do tráfico pelos apelidos aparentemente inofensivos para quem promove violência, morte e crimes bárbaros: Marcinho VP, Fernandinho Beira Mar, Marcola e por aí vai. Na verdade, repete-se o tratamento pelos quais os bandidos ganharam fama e ficaram conhecidos.

Em outros tipos de crime e malfeitos não é diferente. Na decisão em que o juiz federal Paulo Sérgio Ribeiro, da 23.ª Vara Federal de Curitiba, três dos principais apontados pela delação do ex-diretor do DER, Nelson Leal Junior, seguem na mesma linha: são eles José Richa Filho, o “Pepe”, Aldair Petry, o “Neco” e Antonio Carlos Cabral de Queiroz, o “Cabeleira”. Pepe Richa era o secretário de Infra Estrutura e Logística durante o governo do irmão, e os outros dois eram funcionários do DER/Pr.

Pepe, Neco e Cabeleira mantinham comunicação telefônica praticamente diária, segundo os autos, com objetivo básico de obter recursos gerados pelas concessionárias de pedágio, através de aditivos contratuais e aumento das tarifas. Neco, inclusive tinha um armário dentro da própria secretaria de Infra Estrutura, para guardar parte do dinheiro da propina. Cabeleira recebia propina das concessionárias desde 1999 e a última remessa que recebeu foi bem recente, janeiro de 2018.

O delator Nelson Leal Junior aponta Pepe Richa como o principal responsável por todo o aparato estatal montado especificamente para buscar vantagens financeiras no setor de transportes. A diferença de uma quadrilha de traficantes para uma quadrilha estatal é que na estatal se mexe apenas com dinheiro público. E não há violência, tráfico de armas, nem mortes. Pode-se dizer que os autores do roubo são cidadãos de respeito e reconhecidos socialmente. E os apelidos também são inofensivos: Pepe, Neco e Cabeleira.

Com contraponto

Taxista paraguaio é preso tentando embarcar em aeroporto com cocaína presa ao corpo em Foz

Taxista paraguaio é preso tentando embarcar em aeroporto com cocaína presa ao corpo em Foz

Um taxista paraguaio foi preso na tarde deste domingo (30) no Aeroporto de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, tentando embarcar com pouco mais de três quilos de cocaína presos ao corpo.

Ele foi preso em flagrante e disse aos policiais federais e agentes da Receita Federal que levaria a droga para a cidade de Amã, que é capital da Jordânia.

Ele também contou que mora em Assunção, no Paraguai, e que recebeu a droga em casa.

O homem foi autuado em flagrante por tráfico internacional de drogas e foi levado para a Polícia Federal (PF) de Foz do Iguaçu.

Droga foi identificada quando o paraguaio passou pelo raio-x do aeroporto  — Foto: Divulgação/PF

Droga foi identificada quando o paraguaio passou pelo raio-x do aeroporto — Foto: Divulgação/PF