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Sadi Buzanelo foi parar na boca do jacaré

Magistrado da 1ª Vara Fazendária quer saber se o pastor Sadi Buzanelo é servidor público. Ao que tudo indica, Sadi não  quer dar baixa do COMUS…

Veja os dois despachos abaixo:

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BONATO CONDENADO PARTE II

Na edição anterior contei para os meus 17 leitores cativos (Oliveirinha é um deles) que o Bonato fora condenado pela terceira vez por improbidade administrativa. Está com os direitos políticos suspensos por 8 anos (na Justiça federal) e 3 anos na Justiça estadual. E, segundo a letra fria da lei, condenados por improbidade administrativa e com os direitos políticos suspensos não podem votar ou ser votado, contratar com o serviço público, compor conselhos editoriais de jornais,  etc, etc. E o Bonato faz tudo isso, e mais alguma coisa no jornaleco chinfrim que caminha para a falência, logo, cabe o MP dar um basta nisso. E aí pode aproveitar e fazer uma devassa na publicação, procurar entender o porquê de a empresa em tela dever milhões de reais de impostos não recolhidos e continuar a circular na maior cara dura, dentro da ótica de que é sucessora da gazeta do iguaçu que foi á breca. Inacreditável que essa gente continue a operar numa situação absurda como essa. Um juiz da Justiça do Trabalho escreveu que o Bonato e sua troupe são os responsáveis pelo passivo não pago da gazeta que fechou, logo, a gazeta nova é legítima sucessora da velha. Está lá nos autos do processo trabalhista que movem dezenas de ex-colaboradores do jornaleco. Um deles é o jornalista João Adelino, que hoje faz parte do conselho editorial da atual gazeta “nova” junto com o Bonato. Ou seja: processa a gazeta velha, mas é ativo na “nova”. Tudo registrado  no expediente. Puro Kafka!

PITACO:, Depois desta nota eles vão acabar com o tal conselho editorial… quer apostar?

HADDAD DÁ O BOM EXEMPLO

Suas contas da última eleição fecharam no vermelho? Faça como o Haddad. Fale mal do imperialismo americano, inicie uma vaquinha virtual e vá relaxar em NY.

 

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Devo, não nego. E quero desconto

Um grupo de 15 senadores e deputados eleitos em outubro deve R$ 660,8 milhões à União, em débitos com impostos e multas. Eles não se recusam a pagar, mas exigem programas de refinanciamento com abatimentos generosos e até perdões das dívidas

Da IstoÉ

Não tem óleo de peroba que chegue para bezuntar os rostos de certos senadores e deputados federais. No ano passado, Câmara e Senado empurraram pela goela abaixo do governo federal mudanças no Programa de Refinanciamento de Dívidas (Refis) com o intuito de beneficiar devedores de impostos da União, principalmente os próprios parlamentares. Naquela altura, 93 dos 513 deputados deviam R$ 158,4 milhões, cujas dívidas foram roladas. O programa rendeu generosos descontos em multas e juros de tributos devidos à toda sorte de inadimplentes da União, inclusive aqueles que circulam pelos tapetes do Congresso Nacional ostentando um broche dourado de parlamentar. Tão logo a medida foi chancelada pelo presidente Temer, dezenas de congressistas que possuíam débitos de suas empresas correram aos órgãos de tributação e parcelaram as pendências financeiras e alguns obtiveram até o perdão das cobranças adicionais pelo atraso. O programa é uma forma de resgatar o mau pagador, dando a ele uma chance de limpar o nome, por meio, inclusive, de parcelamento dos débitos originais, ou seja, a dívida principal. Mas o problema é que o intuito tem surtido efeito contrário.

Reincidência

Ao invés da reabilitação do sonegador, a medida vem causando um vício nos maus pagadores, que negociam suas inadimplências já à espera de serem beneficiados por um novo Refis. Neste ano, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) descobriu que dezenas de parlamentares reeleitos em outubro devem R$ 660,8 milhões aos cofres da União, devido ao não recolhimento de INSS, débitos tributários, multas e juros junto à órgãos federais e à Receita Federal: 90% desses débitos são atribuídos a 15 deputados e senadores. ISTOÉ apurou que técnicos do governo acreditam que esses parlamentares estão dispostos a liderar um novo movimento no Congresso para o estabelecimento de um outro Refis, no qual eles possam se enquadrar novamente.

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Ex-governador Marconi Perilo já se arrumou em São Paulo

Governador por quatro mandatos, ex-senador, uma das eminências pardas do PSDB em Goiás, Marconi Perilo, que foi preso , não conseguiu se reeleger pelo senado pela segunda vez. E o que fez ? Picou á mula para a paulicéia desvairada, indo se abrigar nos braços do caixa alta Benjamin Steinbruch, dono da CSN. Perilo arrumou emprego com o magnata. Não esquecer que o ex-governador goiano é tido como um dos homens mais ricos do Estado de Goiás, que será governado á partir de 2019 pelo ex-senador e governador eleito Ronaldo Caiado, do DEM, (meu amigo de infância). Caiado, de uma das mais tradicionais famílias goianas, tem tudo para consertar as estrepolias que o Perilo arrumou por lá. Quiça!

PITACO: O que se passou com o Perilo em Goiás, foi exatamente o que se passou com o Beto Richa aqui no Paraná. Ambos viraram suco. Demorô!

 

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PF abre inquérito para investigar elo de Paulo Guedes com suspeitas em fundos de pensão

O futuro ministro da economia, Paulo Guedes, durante chegada ao gabinete de transição, em Brasília, na sexta-feira (21) — Foto: José Cruz/Agência Brasil

O futuro ministro da economia, Paulo Guedes, durante chegada ao gabinete de transição, em Brasília, na sexta-feira (21) — Foto: José Cruz/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito para apurar se o economista Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo de Jair Bolsonaro (PSL), cometeu irregularidades na gestão financeira de fundos de investimento. A PF atendeu pedido do Ministério Público Federal (MPF), que havia requisitado o inquérito em outubro.

Em nota, a defesa de Paulo Guedes afirmou que ele agiu corretamente em todas as operações envolvendo fundos. “A defesa de Paulo Guedes reafirma a lisura de todas as operações do fundo que, diga-se de passagem, deu lucro aos cotistas, incluindo os Fundos de Pensão. Espera também que a investigação – agora corretamente conduzida no âmbito da Polícia Federal – apure as incoerências do relatório irregular produzido na Previc”, disseram os advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso.

A partir de janeiro, quando virar ministro, a apuração preliminar sobre Paulo Guedes poderá ser reavaliada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em razão do foro privilegiado que ele passará a ter. Mas, como o Supremo Tribunal Federal (STF) limitou o foro para suspeitas relacionadas ao cargo inclusive para ministros de Estado, a expectativa é de que essa investigação prossiga mesmo na primeira instância.

A PF vai apurar se os investimentos do fundos foram aprovados sem análise adequada e se geraram lucros excessivos a Guedes. Também vai verificar a aplicação de recursos recebidos por Guedes dos fundos.

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