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Palocci delata jornalista Roberto D’Ávila

Ex-ministro afirma que o entrevistador da GloboNews se ofereceu para atuar como “laranja” e arrecadar verba para o filme sobre Lula

Antonio Cruz/Agência Brasil

O ex-ministro dos governos Lula e Dilma Antonio Palocci afirmou em um dos depoimentos de sua delação premiadaque o jornalista Roberto D’Ávila, atualmente apresentador de um programa de entrevistas na GloboNews, serviu como intermediário e se ofereceu como “laranja” para arrecadar dinheiro para o filme “Lula, o filho do Brasil”, cinebiografia do ex-presidente, atualmente preso pela Lava Jato. É o que revela, nesta terça-feira (22/1), o site O Antagonista e a revista Crusoé.

Em depoimento prestado à Polícia Federal em abril de 2018, Palocci disse que a empreiteira Schahin, que mantinha contratos com a Petrobras, se ofereceu para remunerá-lo em troca de ajuda na renovação de um contrato com a estatal.

Palocci afirmou que, renovado o contrato, sugeriu que a Schahin contribuísse também com o PT. Foi quando surgiu a ideia de propor à empresa que patrocinasse o filme. O ex-ministro conta que, àquela altura, havia sido procurado por Roberto D´Ávila, por indicação do próprio Lula ou de alguém ligado ao ex-presidente, pedindo ajuda para arrecadar os R$ 5 milhões necessários para a produção do filme.

Ainda conforme a reportagem, como Milton Schahin, o dono da empreiteira, estava satisfeito com a renovação de seu contrato com a Petrobras e se mostrava disposto a atender pedidos da cúpula do PT, Palocci sugeriu que ele ajudasse com recursos para o filme sobre Lula. Foi quando o ex-ministro passou ao empreiteiro o contato de Roberto D’Ávila. O jornalista era, à época, produtor do filme.

Um trecho da delação é especialmente grave, registra o site. Segundo Palocci, D’Ávila disse que poderia atuar como uma espécie de “laranja” caso empresários interessados em colocar dinheiro no filme preferissem não aparecer. O ex-ministro afirmou, ainda, que o jornalista lhe ofereceu uma comissão sobre os valores que viesse arrecadar.

Ajuda de Dilma
Na delação, Palocci disse também que o Palácio do Planalto atuou diretamente para beneficiar a Schahin na Petrobras. Ele cita nominalmente a ex-presidente Dilma Rousseff, que naquele momento era ministra da Casa Civil. Afirma que, depois de ter sido procurado por Milton Schahin, que buscava ajuda para a renovação do contrato, procurou Dilma. E que ela, então, se comprometeu a receber o empresário para resolver as pendências da empreiteira. A estratégia teria dado certo.

As declarações de Antonio Palocci sobre Roberto D’Ávila e a empreiteira Schahin constam do terceiro depoimento prestado pelo ex-ministro como parte do acordo de delação premiada firmado com a Polícia Federal.

Jornalista nega
“Eu não fui laranja nenhum, eu fui produtor do filme. (…) Fizemos a produção do filme e várias empresas contribuíram. Era 2008 e o Lula tinha 90% de aprovação. Aquilo era um negócio para nós”, afirmou o jornalista Roberto D’Ávila à reportagem.

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Arábia Saudita barra importação de frango de cinco frigoríficos brasileiros, diz ABPA

Apenas 25 tiveram autorização concedida pelo país, de um total de 30 que efetivamente embarcam produtos

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou nesta terça-feira que a Arábia Saudita, maior comprador de frango do Brasil, barrou a compra de cinco frigoríficos do país. Em nota, a ABPA disse que os critérios da revogação da autorização obedeceram “critérios técnicos” e que “planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”.

Ainda de acordo com a associação, atualmente 58 frigoríficos têm autorização dada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para para exportação. Desse total, apenas 30 embarcaram produtos efetivamente e somente 25 receberam a autorização da Arábia Saudita para exportar.

Na lista de frigoríficos aprovados há um de Minas, a Vibra Agroindustrial S/A, de Sete Lagoas, Região Central do estado.

“A ABPA está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam solvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado. 

A associação ainda está avaliando quem foi atingido, mas afirmou que na lista estão unidades da JBF e BRF. A lista foi enviada pelas autoridades da Arábia Saudita ontem à noite ao governo brasileiro. 

Em nota, o Ministério do Agricultura afirmou que os 25 frigoríficos habilitados respondem por 63% do volume de exportações brasileiras de carne de frango para a Arábia Saudita. Porcentagem que correspondeu, segundo a pasta, a 437 toneladas.

Ainda segundo o ministério, a lista de aprovados é resultante de missão que o país importador enviou ao Brasil em outubro do ano passado. “Na ocasião, foram visitados frigoríficos, fazendas e fábricas de ração”, afirma a pasta.

O descredenciamento dos cinco frigoríficos dominou o tema da reunião no Ministério da Agricultura e da ABPA. O encontro estava agenda e fazia parte de encontros periódicos, mas ganhou importância e o tema dominante foi a decisão da Arábia Saudita. 

Estiveram presentes ao encontro o secretário de Defesa Agropecuária José Guilherme Leal e o embaixador Orlando leite. A ABPA deve ter mais uma agenda no ministério, ainda esta tarde. Desta vez, o encontro será com a ministra Tereza Cristina. 

O vice-presidente e diretor técnico da ABPA Rui Vargas disse que o documento enviado pela Arábia Saudita não revela os motivos do descredenciamento. Em sua avaliação, a decisão não estaria associada a questões envolvendo uma eventual mudança da embaixada do Brasil em Israel.

Para Turra, esse é um movimento de proteção do mercado doméstico já que a Arábia Saudita vem incrementando a produção local de frangos.

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Em Davos, Bolsonaro erra ao falar sobre florestas e preservação do meio ambiente

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) discursou na tarde desta terça-feira (22) na abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Em seguida respondeu algumas perguntas de Klaus Schwab, fundador do fórum, sobre meio ambiente, corrupção e política. Em cerca de 20 minutos, Bolsonaro prometeu fazer as reformas que “o mundo espera” do Brasil para torná-lo mais atraente. No entanto, apresentou alguns dados equivocados. Veja a seguir a checagem da Lupa:

“Hoje, 30% do Brasil são florestas”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos

SUBESTIMADO

Pelo menos três estudos indicam que o Brasil tem mais de 30% de seu território ocupado por florestas. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em 2016, a área florestal do Brasil ocupava 58,9% do território. Esse é o dado mais recente do órgão. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em janeiro de 2017, estimou que 61% do território nacional era coberto por vegetação nativa. No mesmo ano, a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) observou, via satélite, que o Brasil preservava a vegetação nativa em 66% de seu território.

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro não retornou.


“Somos o país que mais preserva o meio ambiente”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos

FALSO

Numa lista de 180 países analisados a partir de sua performance meio ambiental, o Brasil ficou na 69ª posição. Esse dado consta no estudo Environmental Performance Index (EPI), realizado pelas universidades americanas Yale e Columbia em 2018. Segundo o ranking internacional, a Suíça ganhou o primeiro lugar. A França apareceu em segundo, e a Dinamarca, em terceiro. Para chegar a esses resultados, as universidades avaliaram 10 indicadores. Entre eles, estão a qualidade do ar, da água e o saneamento, além do clima e a energia e a poluição do ar. Os especialistas afirmam que esses indicadores mostram se os países têm ou não boas políticas meio ambientais.

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro não retornou.


“Menos de 20% do nosso solo é dedicado à pecuária”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos

VERDADEIRO, MAS

Há dados diferentes sobre o assunto: algumas pesquisas colocam a área dedicada à pecuária ligeiramente abaixo dos 20%, e outras, ligeiramente acima. O relatório Perfil da Pecuária no Brasil, publicado em 2016 pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informa que o “Brasil possui 209,13 milhões de cabeças de gado distribuídos em 167 milhões de hectares.” Isso representaria 19,6% do território nacional, de 851,6 milhões de hectares. Ou seja, é menos do que 20% do território brasileiro. Outro estudo, do Embrapa, fala em 19,7%,

Já a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) estima que, em 2016, o Brasil usava 196 milhões de hectares para a pecuária, em prados e pastagens. Isso representaria 23% do território nacional.


“A agricultura se faz presente em apenas 9% do nosso território”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos

VERDADEIRO, MAS

O levantamento Produção Agrícola Municipal (PAM) de 2017, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que a área ocupada por lavouras temporárias e permanentes no país somou 78,9 mil hectares naquele ano. O valor corresponde a 9,27% de todo o território. As culturas que mais ocupam áreas plantadas são as de soja (43%), milho (22,4%) e cana-de-açúcar (12,9%).

Um outro estudo, no entanto, também do IBGE, chegou a um percentual diferente. De acordo com o Monitoramento da Cobertura e Uso da Terra do Brasil para 2016, a área usada pela agricultura naquele ano correspondia a 64,3 mil hectares, ou 7,55% de todo o território. O total obtido no PAM para o mesmo ano foi de 77,3 mil hectares, ou 9% do total.


“Nas eleições, mesmo gastando menos de US$ 1 milhão, e com apenas poucos segundos de televisão (…), conseguimos a vitória”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça

VERDADEIRO

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na campanha presidencial de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) arrecadou R$4.390.140,36 e gastou R$2.456.215,03. Em 28 de outubro de 2018, quando foi eleito, US$ 1 valia R$ 3,67. Ou seja, é verdade que Bolsonaro gastou menos de US$ 1 milhão para se eleger presidente. Também é verdade que teve apenas “poucos segundos de televisão”. Foram apenas 2 blocos diários de 8 segundos, além de 11 inserções de TV no primeiro turno.


“Não estamos entre os 40 destinos turísticos mais visitados do mundo”
Presidente Jair Bolsonaro no discurso realizado no dia 22 de janeiro na abertura do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça

VERDADEIRO

Relatório da Organização Mundial do Turismo (OMT) mostra que, em 2017, o Brasil recebeu 6,5 milhões de turistas, sendo o 45º país mais visitado do mundo naquele ano. O levantamento analisa dados de 154 nações. Nesse ranking, os países com mais turistas foram a França (86,9 milhões), a Espanha (81,8 milhões) e os Estados Unidos (76,9 milhões).

Da LUPA da PIAUI

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Sobre royalties não recebidos

Do enviado especial

O Paraná nada recebeu até agora em royalties oriundos da produção de gás ou petróleo em seu território ou mar territorial (os poços produtores da Bacia de Santos no chamado Polo Sul – Coral, Piracaba, Baúna, Tubarão, Estrela do Mar, Caravela e Caravela do Sul). O motivo é a longa disputa com Santa Catarina no Supremo Tribunal Federal para identificar os limites territoriais entre os dois Estados (reportagem do Diário Catarinense mostra a versão barriga verde – https://bit.ly/2Ub0zaQ), já que a base de atendimento às plataformas destes poços petrolíferos estão em Itajaí e Navegantes – e não em Paranaguá. O Paraná só começou a receber royalties da Petrobras, a partir de 2013, quando os valores referentes a produção de petróleo da rocha de xisto betuminoso em São Mateus do Sul foi identificado como sendo devido pela Agência Nacional de Petróleo e não como extração mineral de rocha com pagamento a menor para o então DNPM (hoje Agência Nacional de Mineração), no processo que durava 21 anos – desde 1991 a 2012. Isso graças à sacada do então Secretário do Paraná em Brasília, Amauri Escudero Martins (nomeado em agosto de 2012 e que ficou até maio de 2015), que foi unificar os dois processos movidos pela ANP e DNPM (hoje ANM) e negociar com o ministro Edison Lobão, sem a interferência política negativa do casal de ministros do PT – Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann. O acordo saiu com a decisão do Ministério de Minas e Energia em dezembro daquele ano, dando ganho de causa ao valor maior – produção de petróleo e pagamento de royalties da Petrobras ao Paraná e São Mateus do Sul. Os valores já depositados foram de R$ 6.6 milhões em 2013; 8.4 milhões em 2014; R$ 5.4 milhões em 2015; R$ 4 milhões em 2016; R$ 4.8 milhões  em 2017 e R$ 6,7  milhões em 2018. Já São Mateus do Sul recebeu de 2013 a 2018 o total de R$ 13,2  milhões de reais, conforme publicação dos valores consolidados pela ANP – https://bit.ly/2k8N2kc. Depois de sacramentado os pagamentos mensais o Paraná pleiteou o pagamento dos atrasados devidos em 21 anos. A Petrobras alegou prescrição e enfrentou até multa da ANP por isso, mas um projeto de lei já aprovado em 2 comissões permanentes da Câmara dos Deputados – https://bit.ly/2Mth3sk – discute o tema da imprescritibilidade desta dívida.

Do Zé Beto.
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Queiroz diz que indicou parentes de miliciano ao gabinete de Flávio

Ex-assessor afirma que solicitou a homenagem e a nomeação a Adriano Magalhães da Nóbrega na Assembleia Legislativa do Rio

Reprodução/TV SBT

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz confirmou, por meio de seus advogados, que foi ele mesmo quem indicou a contratação da mãe e da mulher do ex-capitão do Bope Adriano Magalhães da Nóbrega para o gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio.

O ex-capitão do Bope é um dos principais alvos da Operação Intocáveis, deflagrada nesta terça-feira (22/1) pelo MPRJ e Polícia Civil. Segundo as autoridades, Nóbrega é um dos líderes da milícia que atua na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste. Ele também é suspeito de integrar o grupo de extermínio chamado de Escritório do Crime.

A Alerj confirmou que a mãe do PM, Raimunda Veras Magalhães, e a mulher dele, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega, trabalharam no gabinete de Flávio Bolsonaro até novembro do ano passado. Ambas ganhavam um salário de R$ 6.490,35 mensais. Em nota, Flávio Bolsonaro informou que a contratação das duas seria da responsabilidade de Queiroz.

Elevados índices de êxito
Nota assinada pelo advogado Paulo Márcio Ennes Klein, que trabalha na defesa de Queiroz, informa que o seu cliente “é ex-policial militar e conheceu o sr. Adriano na época em que ambos trabalhavam no 18º Batalhão da Polícia Militar e, após a nomeação dele como assessor do ex-deputado estadual solicitou ao gabinete moção para o sr. Adriano, bem como a nomeação dele para trabalhar no referido gabinete, em razão dos elevados índices de êxito na condução das ocorrências policiais registradas, até então, na equipe em que trabalhava na PM.”

A nota continua: “Ademais, vale frisar que o sr. Fabrício solicitou a nomeação da esposa e mãe do sr. Adriano para exercerem atividade de assessoria no gabinete em que trabalhava, uma vez que se solidarizou com a família que passava por grande dificuldade pois à época ele estava injustamente preso, em razão de um auto de resistência que foi, posteriormente, tipificado como homicídio, caso este que já foi julgado e todos os envolvidos devidamente inocentados.”

A defesa de Queiroz reafirma que ele não tem envolvimento com a milícia, que jamais esteve hospedado em Rio das Pedras, e que nunca soube do envolvimento de Nóbrega com qualquer atividade ilícita.

Com Estadão.

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Após buscas, corpo de menina de 13 anos é encontrado no Rio Paraná

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha faziam buscas desde o dia do desaparecimento, depois de ser vista se afogando — Foto: Reprodução/RPC

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha faziam buscas desde o dia do desaparecimento, depois de ser vista se afogando — Foto: Reprodução/RPC

O corpo de Luciana Thaissa Messias Rodrigues, de 13 anos, foi encontrado no fim da manhã desta terça-feira (22) às margens do Rio Paraná, na região de Eldorado, na Argentina, a cerca de 60 km de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, onde ela tinha sido vista pela última vez.

Segundo familiares, ela estava desaparecida desde sábado (19) quando saiu de casa escondida para brincar com outras crianças e acabou sumindo em um trecho do rio.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha faziam buscas desde o dia do desaparecimento, depois de ser vista se afogando. Durante o fim de semana, o trabalha teve o reforço de mergulhadores.

De acordo com os bombeiros, o corpo da menina foi reconhecido por meio de fotos enviadas à família.

Com G 1 PR

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Caso Daniel: Justiça nega habeas corpus de jovens suspeitos de participação no crime

Daniel foi morto em 27 de outubro — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

Daniel foi morto em 27 de outubro — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

O desembargador Paulo Edison de Macedo Pacheco, da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), negou o pedido de habeas corpus da defesa de Ygor King e David Willian Silva, suspeitos da participação na morte do jogador Daniel.

No despacho, o desembargador determina que os dois continuem presos preventivamente para evitar que haja interferência na produção das provas.

Ele lembra que após a morte de Daniel e ocultação do cadáver, os réus “teriam supostamente auxiliado na limpeza do local onde se iniciaram os fatos, no intento de induzir os investigadores em erro”.

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Indicados ao Oscar 2019; veja a lista completa

Lista de indicados tem ‘Roma’, de Alfonso Cuarón, e ‘A Favorita’, de Yorgos Lanthimos, com 10 indicações; ‘Pantera Negra’, de Ryan Coogler, tem 7, e ‘Infiltrado na Klan’, de Spike Lee, 6

Indicados ao Oscar 2019

Indicados ao Oscar 2019 foram anunciados pela Academia de Hollywood; cerimônia ocorre no dia 24 de fevereiro Foto: Matt Sayles/Invision/AP, File

Foram anunciados nesta terça-feira, 22, os indicados ao Oscar 2019. Os anúncios foram feitos em Los Angeles por Kumail Nanjiani e Tracy Ellis Ross.

Entre os filmes indicados, se destacaram Roma A Favorita com 10 indicações, Pantera Negra, com 7 indicações, e Infiltrado na Klan, com 6.

cerimônia de premiação ocorre no dia 24 de fevereiro, no Dolby Theatre, em Hollywood.

Veja a lista de indicados ao Oscar 2019

Melhor filme

Pantera Negra

Infiltrado na Klan

Bohemian Rhapsody

A Favorita

Green Book: O Guia

Roma

Nasce Uma Estrela

Vice

Leia mais 

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O Tiradentes: Uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier

Outro livraço de leitura obrigatória. Essa é a biografia definitiva de nosso “mártir da Inconfidência”.

Enfim, a história completa: Joaquim José da Silva Xavier, O Tiradentes, ganha sua primeira biografia moderna.

Apropriada para os mais diferentes fins desde o começo do período republicano, a figura de Tiradentes adquiriu o status de mito, mas curiosamente não havia ainda uma narrativa histórica que tivesse por centro a sua vida. Um das causas dessa ausência é sem dúvida a parca documentação disponível sobre o “mártir da Inconfidência”.
É de grande dimensão o resultado obtido por Lucas Figueiredo: com recurso a uma pesquisa abrangente em acervos nacionais e estrangeiros, e às descobertas mais recentes da historiografia, o autor reconstitui a trajetória do alferes, desde a sua experiência familiar, os anos de juventude, quando foi mascate, o trabalho no baixo escalão dos oficiais —, enfrentando as engrenagens da burocracia estatal —, o ofício paralelo de tratar (e tirar) dentes, até seu envolvimento na Conjuração Mineira. Em paralelo, descortina-se um retrato vívido das Minas Gerais e do Rio de Janeiro do século XVIII: seus personagens, acontecimentos, e a circulação dos ideais revolucionários.
Deixando para trás as especulações e os relatos fabricados, e unindo verve literária e rigor histórico, este livro é um trabalho ímpar de investigação, que dá a Tiradentes a dimensão humana apagada na formação de sua história.