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Alunas são flagradas tentando usar fichas falsas em cantina de colégio

Com as duas adolescentes foram encontradas seis fichas falsificadas de R$ 5 cada uma — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Com as duas adolescentes foram encontradas seis fichas falsificadas de R$ 5 cada uma — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Duas adolescentes de 13 anos foram flagradas tentando usar fichas falsificadas para comprar lanche na cantina do Colégio Bartolomeu Mitre, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O caso foi registrado na quarta-feira (26).

Na delegacia, as duas disseram que em abril já haviam usado uma ficha falsa e em maio outras duas.

A atitude chamou a atenção dos responsáveis pela cantina e elas passaram a ser monitoradas. Na quarta, elas tentaram novamente, mas a fraude foi identificada. Com elas foram encontradas seis fichas falsas de R$ 5 cada.

As duas devem responder por ato infracional equivalente ao crime de estelionato.

Até a última atualização desta reportagem, a direção do colégio ainda não havia sido localizada para comentar o caso.

Segundo a polícia, as fichas falsificadas eram bastante semelhantes à original (foto) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Segundo a polícia, as fichas falsificadas eram bastante semelhantes à original (foto) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

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Chefe da segurança de Bolsonaro na campanha será o novo diretor da Abin

Delegado da PF Alexandre Ramagem Rodrigues é aprovado em comissão do Senado e promete apurar caso de militar preso com cocaína em avião da FAB na Espanha

O delegado da Polícia Federal Alexandre Ramagem Rodrigues, responsável pela segurança de Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018, após a facada que o então candidato sofreu em Juiz de Fora (MG), foi confirmado pelo Senado nesta quarta-feira, 26, como o novo diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

A Abin, segundo o seu próprio site oficial, é responsável, entre outras coisas, pela formulação e execução de políticas de inteligência, por avaliar ameaças internas e externas à ordem constitucional, proteger conhecimento sensíveis à segurança do Estado e da sociedade e planejar e executar ações sigilosas para obtenção e análise de dados destinados a assessorar o presidente da República.

O órgão foi criado oficialmente em 1999, mas a agência federal de inteligência existe ao menos desde 2927. A atual estrutura sucedeu à do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações), que foi amplamente usado durante a ditadura militar para monitorar e perseguir opositores ao regime.

Ramagem foi sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e teve seu nome aprovado pelos parlamentares – a partir de agora, ele pode assumir o cargo, que vem sendo exercido pelo oficial de inteligência Janér Tesch Hosken Alvarenga, nomeado pelo então presidente Michel Temer.

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Desembargador nega pedido de Flávio Bolsonaro contra quebra de sigilo

O desembargador Antônio Amado, do TJ do Rio, negou liminar solicitada por Flávio Bolsonaro para suspender as quebras de seus sigilos bancário e fiscal, registra a Folha.

Em abril, Amado já havia decidido manter a investigação contra o senador conduzida pelo Ministério Público fluminense.

Flávio é investigado sob suspeita de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa entre 2007 e 2018, quando era deputado estadual no Rio.

A investigação foi aberta após relatório do Coaf apontar movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

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Justiça do DF autoriza senador em prisão domiciliar a passar férias no Caribe

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) durante pronunciamento na sessão do Senado do último dia 4 de setembro — Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) durante pronunciamento na sessão do Senado do último dia 4 de setembro — Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que cumpre pena em regime aberto e dá expediente no Congresso, recebeu autorização da Justiça do Distrito Federal para passar férias em um resort na ilha de Aruba, no Caribe. A viagem está prevista para ocorrer de 17 de julho a 3 de agosto.

A medida, que também recebeu parecer favorável do Ministério Público do DF, tem o poder de suspender temporariamente a execução da pena aplicada ao político durante o período em que ele estiver fora do país.

Em outubro do ano passado, Acir Gurgacz foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão por crimes contra o sistema financeiro. De acordo com a denúncia, o senador teria obtido, mediante fraude, um financiamento junto ao Banco da Amazônia e se apropriado de R$ 525 mil.

O senador afirmou que vai tirar férias com a família, “como de costume, dentro da lei”. Gurgacz

explicou ainda que esse período não será “descontado” da pena que ele precisa cumprir. No fim da execução, ele terá que ficar mais quinze dias cumprindo as restrições do regime aberto.

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Madson Oliveira militante do MST de Cascavel pilota a Comunicação Social do prefeito Chico Brasileiro

Já dissemos uma vez, e voltamos ao tema novamente. Madson da Silva Oliveira, o dito cujo da foto abaixo, foi importado de Cascavel para assumir a Comunicação Social da Prefeitura de Foz do Iguaçu, posto que, seu antecessor o jornalista Digão Manson, não deu conta do recado. Mas não ficou desempregado, foi remanejado para a Fundação Cultural, que tem dois eventos para cuidar no ano: Fartal e o Carnaval. Distribuir Cultura que é bom, nem falar. Heresia.

Voltando ao Madson:

Algum problema em militar em movimento de inspirações marxista como o MSTNenhum, afinal vivemos em uma democracia, cada um escolhe o seu lado. Ocorre, entretanto, com aqueles envolvidos no MST, optam por ganhar terras (via INCRA) sem suar a camiseta, como fazem milhões de outros brasileiros. A estratégia do MST é invadir propriedades particulares e esperar a negociação. Tipo mel na sopa, na moleza.
O programa global Fantástico deste domingo pautou o MST e o que saiu da Vênus Platinada não foi nada salutar. Noticiou-se que a UNIÃO entrega terras aos membros do movimento, e que, em alguns casos, eles comercializam essas terras. Vendem, no popular. Em assim sendo, pergunta-se: O Madson Oliveira, o jornalista do prefeito Chico Brasileiro e do seu vice Nilto Bobato, concorda com essas práticas bancadas com o fruto do erário?

EM TEMPO: Sempre dissemos que o prefeito Chico Brasileiro deixou o PCdoB onde militou por 30 anos, mas o PCdoB não deixou o Chico. Ele e o seu vice Nilto Bobato continuam comunistas roxos. E num governo do Bolsonaro isso é um péssimo negócio, relembremos o evento da segunda Ponte Brasil/Paraguai em que o Chico viu-se o brigado a “adoecer” como medo de encarar o Presidente da República Federativa do Brasil (Chico chamou Bolsonaro de lixo quando era deputado estadual). Sinuca de bico, né Chico?

Amém!

Para saber mais do Madson acesse seu face AQUI

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CRISE SEM FIM

Dia desses este despretensioso espaço destacou a situação de quase falência da Unifoz, faculdade que está atualmente sob o comando da família do Promotor de Justiça Marquiorato. A situação é pública e notória, e muitas linguinhas matreiras engrossaram o coro dos descontentes com aquela instituição de ensino, especialmente os credores, que não são poucos. Sidney Cassio Barletta, sócio majoritário da Unifoz e sobrinho do Marquiorato, não tem um níquel furado e já teve todas as suas cotas penhoradas por uma revenda de automóveis da cidade. E para não dizer que tal afirmação é inverídica, basta consultar o processo número 0002251-84.2017.8.16.0030, da 1ª Vara Cível de Foz do Iguaçu. Funcionários da Unifoz, professores e alunos, estão vendo se aproximar, de forma irreversível, o momento da quebra, e por certo todos ficarão a ver navios. Será que o Ministério Público do Trabalho, a Justiça do Trabalho, os Sindicatos das classes envolvidas, vão permitir que esses trabalhadores sejam prejudicados? Vamos aguardar os próximos capítulos.

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Por conta própria

Cresce no país ingresso de mais escolarizados no trabalho autônomo

Editorial Folha de São Paulo

Demitido durante a crise, Tiago Henrique, 37, decidiu empreender; ele era gerente financeiro em uma importadora
Demitido durante a crise, Tiago Henrique, 37, decidiu empreender; ele era gerente financeiro em uma importadora – Karime Xavier/Folhapress

As estatísticas do emprego no Brasil mostram expressiva quantidade de trabalhadores por conta própria, o que no mais das vezes descreve situações de precariedade laboral e baixa qualificação. Entretanto há sinais de mudança no perfil desse contingente.

São quase 24 milhões de autônomos —à falta de palavra melhor para definir uma miríade de casos tão diferentes quanto os de profissionais liberais de renda elevada, motoristas de aplicativos de transporte e vendedores ambulantes que operam na informalidade.

Trata-se de mais que o dobro do número de empregados no setor público, por exemplo. Na iniciativa privada, os assalariados com e sem carteira assinada somam pouco mais de 44 milhões, naturalmente o maior segmento do mercado.

Com a recessão de 2014-16 e o período posterior de quase estagnação da economia, caiu a participação de celetistas e elevou-se substancialmente o desemprego. Um outro fenômeno, a demandar estudo mais detalhado, é o aumento da escolaridade dos trabalhadores por conta própria.

Conforme noticiou esta Folha, um levantamento feito por Sergio Firpo e Alysson Portella, do Insper, revelou que, nesse grupo, a parcela dos profissionais com nível superior saltou de 9,6%, no início de 2012, para 17,7% neste 2019.

Cresceu também a fatia dos que cursaram o ensino médio, de 26,3% para 35,6% no mesmo período.

Parece intuitiva a hipótese de que boa parte da elitização desse estrato se deva a uma espécie de empreendedorismo forçado: dada a piora da oferta de trabalho assalariado, mais pessoas escolarizadas trataram de criar seu próprio negócio —ou tiveram de migrar para algum ofício com menor exigência de qualificação.

Infelizmente ainda não há como quantificar esses casos e os de profissionais que em qualquer cenário optariam por não ter um patrão e assumirem sozinhos os riscos e os ganhos de sua atividade.

Certo é que o Brasil precisa proporcionar a todos um ambiente mais favorável à livre iniciativa. A despeito de relevantes progressos recentes, o país ainda ocupa a 109ª colocação, entre 190, no ranking do Banco Mundial que avalia a facilidade para empreender.

Há uma medida provisória em tramitação no Congresso que busca, entre outros objetivos corretos, reduzir a burocracia para a abertura de empresas. A agenda se mostra crucial, mas o uso de MP, que expira se não for votada em quatro meses, põe em risco a análise aprofundada que a proposta merece.

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Segunda Turma do STF decide manter Lula preso enquanto não analisar suspeição de Moro

Por 3 votos a 2, os integrantes do colegiado rejeitaram proposta do ministro Gilmar Mendes para que Lula ficasse em liberdade até a decisão final sobre o habeas corpus.

O pedido de liberdade começou a ser julgado pela Segunda Turma em dezembro, mas foi interrompido antes de ser concluído. Na ocasião, os ministros Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram contra o pedido para conceder liberdade a Lula.

À época, Gilmar Mendes pediu mais tempo para analisar o caso na hora em que ia votar. Ele liberou o habeas para julgamento no dia 10 de junho, seis meses depois de solicitar a suspensão. Além de Gilmar, ainda faltam votar os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

O pedido de liberdade que questiona o imparcialidade de Moro foi apresentado pela defesa de Lula no ano passado, na ocasião em que o então juiz responsável pelos processos da Lava Jato no Paraná aceitou o convite de Jair Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça.

A defesa do ex-presidente questiona a atuação do atual ministro da Justiça no julgamento do petista na primeira instância da Justiça Federal pelo caso do triplex do Guarujá (SP).

Moro condenou o ex-presidente da República a 9 anos e 6 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Esse processo culminou na prisão de Lula após a condenação ter sido confirmada em segunda instância em janeiro do ano passado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Outro pedido negado

Segunda Turma do STF rejeita primeiro habeas corpus de Lula

Segunda Turma do STF rejeita primeiro habeas corpus de Lula

Mais cedo na mesma sessão, os cinco ministros da Segunda Turma negaram, por 4 votos a 1, outro pedido de liberdade apresentado pelos defensores de Lula. Nesta outra ação, os advogados do petista questionavam a conduta do relator da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer.

No ano passado, Fischer negou, em uma decisão individual, o pedido de absolvição do ex-presidente apresentado ao STJ pela defesa do petista.

Inconformados com o fato de o relator da Lava Jato no STJ ter decidido apreciar a ação monocraticamente, em vez de ter submetido o caso ao plenário da Quinta Turma da Corte, os advogados do petista recorreram.

Ao analisar o caso, a Quinta Turma decidiu, por unanimidade, manter a condenação do ex-presidente, mas reduziu a pena de Lula de 12 anos e 1 mês de prisão, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), para 8 anos e 10 meses de prisão.

O pedido de habeas corpus julgado nesta terça-feira pela Segunda Turma que questionava a decisão de Felix Fischer já havia sido negado individualmente pelo relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin.

Nesta tarde, Fachin e os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cármen Lúcia rejeitaram os argumentos dos defensores de Lula de que o relator da Lava Jato no STJ não poderia ter rejeitado sozinho o recurso que pedia a liberdade do petista.

Apenas o ministro Ricardo Lewandowski concordou com a defesa e votou a favor da soltura do ex-presidente da República.

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Militar da Aeronáutica é preso por traficar drogas em avião da FAB

Em nota, o Ministério da Defesa informou que um militar da aeronáutica foi detido suspeito de “transporte de substância entorpecente”.

Modelo da aeronave C-130 Hércules, da Aeronáutica (Divulgação)
  
O Ministério da Defesa divulgou uma nota oficial nesta terça-feira (25) informando que um militar da Aeronáutica foi detido no aeroporto de Sevilha, na Espanha, por suspeita de envolvimento em “transporte de substância entorpecente”.

Segundo a nota, os fatos ainda estão sendo apurados e foi aberto Inquérito Policial Militar (IPM). O suspeito não foi identificado e tanto o Ministério quanto a Aeronáutica “darão prioridade para elucidação do caso”.

Em abril, um militar perdeu posto após ser condenado por tráfico internacional de cocaína em avião da FAB.

Confira a nota na íntegra:

Brasília, 25/06/2019 – O Ministério da Defesa informa que, nesta terça-feira (25), foi detido no aeroporto de Sevilha, Espanha, um militar da Aeronáutica por suspeita de envolvimento no transporte de substância entorpecente.

Os fatos estão sendo apurados e foi determinada a instauração do Inquérito Policial Militar (IPM).

O Ministério da Defesa e o Comando da Aeronáutica repudiam atos dessa natureza e darão prioridade para elucidação do caso, aplicação dos regulamentos cabíveis, bem como colaboram com as autoridades.

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CPI da JMK ouve delegados que investigam fraudes em contratos de manutenção de carros do Estado

De acordo com a polícia, carros do governo ficaram parados em oficinas por falta de pagamento por parte da JMK pelo serviços — Foto: Reprodução/RPC

De acordo com a polícia, carros do governo ficaram parados em oficinas por falta de pagamento por parte da JMK pelo serviços — Foto: Reprodução/RPC

Os delegados responsáveis pela investigação que apura fraudes em contratos de manutenção em carros do e conserto de veículos oficiais do Governo do Paraná foram ouvidos na manhã desta terça-feira (25) pelos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

De acordo com a polícia, pessoas ligadas à empresa JMK, responsável por prestar estes serviços, são investigadas por adulteração de orçamentos, colocação de peças de baixa qualidade e falta de pagamentos a oficinas mecânicas que deveriam consertar carros do governo.

Segundo a investigação, a fraude foi responsável por um prejuízo de mais de R$ 125 milhões aos cofres do governo estadual.

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STJ concede liminar a ex-vereadora Anice Nagib

Liminar do STJ derruba cautelar imposta pela Pecúlio.

Em liminar ministro do STJ concede a ex-vereadora cassada Anice Nagib o direito de frequentar o legislativo nativo. Ou seja, afastou-se as cautelares impostas pelo juízo da operação Pecúlio/Nopoti. A rigor a partir deste ponto Anice ganha o direito de questionar no TJ- PR a sua cassação. Se o fará são outros quinhentos. Lembrando que foi esse mesmo STJ que libertou Anice do cárcere.

Veja o despacho

liminar STJ quebra das proibições