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Governo Bolsonaro tem menor aprovação desde a posse, segundo o Ibope: 32%

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PGR defende envio de inquérito de Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo para a 13ª Vara Federal de Curitiba (PR)

Investigação apura se houve envolvimento da ex-senadora e do ex-ministro em desvios na Petrobras, no BNDES e Ministério do Planejamento

Gleisi e o marido Paulo Bernardo continuam pela bola sete

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o envio para a 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) de inquérito no qual são investigados a ex-senadora e atual deputada federal Gleisi Hoffmann (PT/PR) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Eles são suspeitos de envolvimento com organização criminosa voltada para a prática de crimes contra a Administração Pública e lavagem de dinheiro relacionados à Petrobras e outras instituições públicas como o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

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Defesa apresenta procuração de Luiz Abi Antoun, e juiz cancela pedido de ajuda ao Líbano

Luiz Abi Antoun era considerado foragido pelo Ministério Público Federal (MPF) — Foto: Reprodução GloboNews

Luiz Abi Antoun era considerado foragido pelo Ministério Público Federal (MPF) — Foto: Reprodução GloboNews

A defesa de Luiz Abi Antoun, réu na Operação Integração, apresentou uma procuração e se deu por citada, na terça-feira (25), no processo que ele responde pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva.

No fim de maio, o juiz substituto Paulo Sérgio Ribeiro, da 23ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, havia solicitado ajuda da República Libanesa para localizar o primo do ex-governador Beto Richa – que também é réu.

A Operação Integração apura o pagamento de propina ao ex-governador e a outros agentes públicos, por empresas de pedágio no estado.

Após a citação, o magistrado suspendeu o pedido de ajuda, mas pediu a atualização do endereço de Antoun no Líbano, onde está desde setembro de 2018. Ele era considerado foragido pelo Ministério Público Federal (MPF). O endereço do réu em Londrina, no norte do Paraná, estava desatualizado.

Anderson Mariano, advogado do réu, disse que o endereço atualizado no Líbano foi informado à Justiça na tarde desta quinta-feira (27). Sobre as acusações, ele afirmou que tem convicção de que será comprovada a inocência de Antoun.

Conforme o MPF, as investigações mostraram que Luiz Abi Antoun recebeu valores de propinas pagas por intermédio de doações oficiais, simulando a prestação de serviços ao Comitê de Campanha de Beto Richa, por meio de uma empresa da qual era sócio.

Durante a campanha eleitoral de 2014, conforme o MPF, uma empresa de Luiz Abi Antoun recebeu mais de R$ 640 mil para supostas prestações de serviços de locação de equipamentos que não existiram.

Sobre as acusações contra Beto Richa, a defesa do ex-governador já havia afirmado anteriormente que ele nunca cometeu irregularidades e que sempre esteve à disposição da Justiça para provar a inocência.

Com G 1 PR

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PGR quer que Picciani comece a cumprir pena de 21 anos na cadeia, por corrupção

STF julgará se ex-presidente da Alerj deixa prisão domiciliar e inicia execução da pena

Antes da condenação em segunda instância, o ex-deputado cumpria, desde o ano passado, prisão preventiva em regime domiciliar. A medida foi autorizada pelo STF a pedido da defesa que comprovou, por meio laudos médicos, que o réu havia sido submetido a cirurgia de grande porte e corria risco de desenvolver infecções no estabelecimento prisional.

Em nova solicitação, os advogados pedem que a execução provisória da pena imposta pelo TRF2 comece somente após realização de nova perícia para avaliar o quadro clínico do ex-parlamentar.

Para a PGR, o cumprimento do acórdão condenatório deve ser iniciado, independentemente da realização de avaliação médica, sendo que cabe ao TRF2 analisar a manutenção da prisão domiciliar, e não ao STF.

“Com a condenação do réu em segunda instância, delineia-se a superveniência de nova situação processual, em que se dará início a execução provisória da pena”, reforça Raquel Dodge.

Outro aspecto apontado pela procuradora-geral refere-se ao entendimento fixado pelo STF de que o início da execução da pena de prisão após a decisão definitiva do Tribunal pode ocorrer antes do trânsito em julgado da condenação.

“Após o exaurimento da jurisdição das instâncias ordinárias, o acórdão condenatório do TRF2 deve ser cumprido, ou seja, a pena de prisão nele prevista deve ser executada”, finaliza Raquel Dodge.

Leia a íntegra da manifestação no HC 153.961. (Com informações da Secom da PGR)

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Alunas são flagradas tentando usar fichas falsas em cantina de colégio

Com as duas adolescentes foram encontradas seis fichas falsificadas de R$ 5 cada uma — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Com as duas adolescentes foram encontradas seis fichas falsificadas de R$ 5 cada uma — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Duas adolescentes de 13 anos foram flagradas tentando usar fichas falsificadas para comprar lanche na cantina do Colégio Bartolomeu Mitre, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. O caso foi registrado na quarta-feira (26).

Na delegacia, as duas disseram que em abril já haviam usado uma ficha falsa e em maio outras duas.

A atitude chamou a atenção dos responsáveis pela cantina e elas passaram a ser monitoradas. Na quarta, elas tentaram novamente, mas a fraude foi identificada. Com elas foram encontradas seis fichas falsas de R$ 5 cada.

As duas devem responder por ato infracional equivalente ao crime de estelionato.

Até a última atualização desta reportagem, a direção do colégio ainda não havia sido localizada para comentar o caso.

Segundo a polícia, as fichas falsificadas eram bastante semelhantes à original (foto) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Segundo a polícia, as fichas falsificadas eram bastante semelhantes à original (foto) — Foto: Polícia Civil/Divulgação

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Chefe da segurança de Bolsonaro na campanha será o novo diretor da Abin

Delegado da PF Alexandre Ramagem Rodrigues é aprovado em comissão do Senado e promete apurar caso de militar preso com cocaína em avião da FAB na Espanha

O delegado da Polícia Federal Alexandre Ramagem Rodrigues, responsável pela segurança de Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018, após a facada que o então candidato sofreu em Juiz de Fora (MG), foi confirmado pelo Senado nesta quarta-feira, 26, como o novo diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de Inteligência).

A Abin, segundo o seu próprio site oficial, é responsável, entre outras coisas, pela formulação e execução de políticas de inteligência, por avaliar ameaças internas e externas à ordem constitucional, proteger conhecimento sensíveis à segurança do Estado e da sociedade e planejar e executar ações sigilosas para obtenção e análise de dados destinados a assessorar o presidente da República.

O órgão foi criado oficialmente em 1999, mas a agência federal de inteligência existe ao menos desde 2927. A atual estrutura sucedeu à do antigo SNI (Serviço Nacional de Informações), que foi amplamente usado durante a ditadura militar para monitorar e perseguir opositores ao regime.

Ramagem foi sabatinado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional e teve seu nome aprovado pelos parlamentares – a partir de agora, ele pode assumir o cargo, que vem sendo exercido pelo oficial de inteligência Janér Tesch Hosken Alvarenga, nomeado pelo então presidente Michel Temer.

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Desembargador nega pedido de Flávio Bolsonaro contra quebra de sigilo

O desembargador Antônio Amado, do TJ do Rio, negou liminar solicitada por Flávio Bolsonaro para suspender as quebras de seus sigilos bancário e fiscal, registra a Folha.

Em abril, Amado já havia decidido manter a investigação contra o senador conduzida pelo Ministério Público fluminense.

Flávio é investigado sob suspeita de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa entre 2007 e 2018, quando era deputado estadual no Rio.

A investigação foi aberta após relatório do Coaf apontar movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.