Publicidade
Categorias
outros

MEMBROS DE FAMÍLIA ILUSTRE DA FRONTEIRA ENROSCADOS NO PARAGUAI

Segundo uma rádio do Paraguai três brasileiros são processados ​​por suposta fraude de US $ 500.000

De socialites á fugitivos da Justiça Paraguaia

De acordo com a investigação, no final de 2017, a Sra. Carla e Nelci Raffagnin Maran contataram Hicham Mohamad Nassar para propor um negócio, que era a importação, venda e distribuição de luminárias do tipo Led. O objetivo era vender os produtos para o Brasil.

As mulheres disseram ter contato com pessoas do governo e que havia até a possibilidade de fazer negócios com entidades governamentais no país vizinho. Após várias reuniões, Carla Raffagnin convidou a vítima para se encontrar em sua residência no Paraná Country Club. Ali, até, o réu ofereceu tal moradia como garantia, a fim de demonstrar uma alegada solvência econômica, uma vez que o custo da casa era supostamente muito maior do que o valor que os afetados alocariam à sociedade.

Em dezembro de 2017, uma vez acordado o negócio, a Sra. Carla apresentou o marido Marcio Claudelino Ferreira ao novo sócio, já que em seu nome o contrato e as transações seriam feitos, assumindo o mesmo compromisso de proteger os ativos da empresa. , que ocorreu em 15 de dezembro daquele ano. Para isso, a vítima depositou a quantia de 500 mil dólares e entregou o 10º andar do shopping DFS, de sua propriedade, para que o escritório seja instalado ali e, assim, inicie o trabalho.

Posteriormente, já em meados de 2018, o Sr. Hicham Nassar solicitou uma rendição ao Sr. Marcio para internalizar a lucratividade do negócio, mas ele sempre respondeu com suposições evasivas. De repente, os suspeitos estavam esvaziando o escritório entregue para o trabalho, até desaparecerem definitivamente.

Além disso, os réus agora deixaram a habitação que ocupavam no Paraná Country Club, que mal era alugado e não era de propriedade da família, como eles inicialmente asseguravam à vítima e que constituíam uma suposta garantia para o negócio. Até o momento, a parte afetada não conseguiu recuperar seu dinheiro, pois os denunciados Marcio Claudino Ferreira, Carla Adriana Raffagnin Maran e Nelci Salete Raffagnin Maran continuam fugitivos da Justiça.

O promotor Edgar Torales Gamarra 

 

Categorias
outros

UDC CONVIDA PARA PALESTRA INTERNACIONAL

 

Categorias
outros

MARCELINHO SAIU MAS DEIXA SEU INDICADO NO LUGAR

Finalmente o Marcelinho Moura, o Vera Verão, deu baixa da Câmara Municipal. Saiu de cabeça levantada, ufanando-se, de que sua única culpa foi “marcar” um votinho… Como se isso fosse café pequeno. A rigor o TJ-PR tascou-lhe na testa o rótulo de “ímprobo”, o mesmo que desonesto.Tá na mesma condição do mentiroso-mor da fronteira, o gordoidão.
Mesmo nessa condição Marcelinho saiu, mas conseguiu emplacar em seu lugar, como Diretor Geral da Casa de Leis, o Sergio Bavaresco, que era seu assessor quando ficou como vereador por uns poucos meses. Marcelinho deveria ir embora e não deixar o seu DNA no local, afinal saiu porque restou condenado por improbidade administrativa. E o presidente Beni Rodrigues sempre dizendo amém para essas incríveis articulações. Será que tem “rachadinha” nessa nova jogada de indicação?
Até quando o Legislativo de Foz do Iguaçu será palco de tantas coisas malfeitas? Será que não aprenderam que na legislação passada 12 edis foram presos?  Essa gente nao se emenda!

PITACO: E pra variar descobriu-se que a votação para o ar condicionado nos ônibus nao valeu nada. Foi irregular! Inacreditável.

Categorias
outros

Lula tem “condição especialíssima” e “não é bem-vindo onde ele está”

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Victor dos Santos Laus, comentou nesta terça-feira (1) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva “desfruta de condição especialíssima” ao cumprir pena na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, onde está desde abril de 2018. Laus fez o comentário um dia depois de Lula indicar que pode não aceitar ir para o regime semiaberto, como pediram à Justiça Federal os procuradores da Lava Jato.

“Faz parte desse contexto de não assimilar o resultado do julgamento. O ex-presidente desfruta de uma condição especialíssima. Ele não está preso num estabelecimento que é destinado a todos os presos, ele está na dependência da Polícia Federal, uma situação absolutamente especial. Até em função da condição dele, e porque ele responde a outros processos, se entendeu adequado que ele permanecesse. Pode-se dizer que é uma regalia”, disse Laus em entrevista à Rádio Gaúcha, de Porto Alegre.

Na solicitação do MPF, feita na semana passada, os procuradores afirmam que Lula tem bom comportamento e está na iminência de cumprir 1/6 da pena – o que lhe garantiria o benefício. Ele está preso pela condenação no caso do triplex do Guarujá (SP).

Em carta Lula disse que não aceita “barganhar” por sua liberdade. Sua defesa diz que a progressão do regime não pode ser imposta, e que ele não aceita qualquer condição imposta pelo Estado por não reconhecer a legitimidade do processo que o levou à prisão.

O presidente do TRF-4 acrescentou, durante a entrevista, que já recebeu manifestações da comunidade que vive no entorno da PF em Curitiba, “pedindo várias vezes que o ex-presidente saia” da cidade. “Ele sabe que não é bem-vindo onde ele está. O fato de ele recusar um benefício, é uma situação extraordinária. Uma vez implementado o tempo necessário à progressão, ele progride de regime, e pode ser requerido pelo MP, porque o sistema tem a necessidade de oferecer a vaga a outra pessoa”, completou.

O fato de Lula ter divulgado a carta e se negar a aceitar o benefício, no entendimento de Laus, não impacta nas avaliações dos desembargadores que vão julgar sua segunda condenação no TRF-4, na ação do sítio de Atibaia. Ainda não há data para o julgamento.

“O ex-presidente se considerar injustiçado, faz parte do manual de quem conhece a justiça criminal. Ele tem todo o direito de não aceitar o julgamento, mas seria importante que, como ex-presidente, ele internalizasse o fato, elaborasse o fato, porque sua responsabilidade foi reconhecida com base em provas. Ele não vai mudar a realidade dos fatos”, pontuou.

Com G 1

Categorias
outros

Gilmar Mendes atende Flávio Bolsonaro e suspende processos do caso Queiroz

Ministro determinou que todos os processos contra Flávio Bolsonaro envolvendo dados sigilosos do Coaf sejam suspensos

A decisão de Gilmar vale até que o STF decida a questão do uso de dados dos órgãos de inteligência sem aval da Justiça(foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado e Nelson Jr./SCO/STF )

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, atendeu ao pedido do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e determinou a suspensão das investigações do Caso Queiroz. O processo diz respeito a suposto esquema de “rachadinha” (quando um servidor repassa parte ou a totalidade de seu salário ao político que o contratou) no gabinete do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro quando ele exercia mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, em 2018.

A reclamação foi apresentada pelo parlamentar em setembro. A defesa de Flávio argumenta que mesmo diante da decisão do presidente do tribunal, Dias Toffoli, em julho deste ano, de suspender os processos baseados em dados fiscais compartilhados sem autorização da Justiça, as investigações contra o senador continuaram.

No despacho, Gilmar Mendes cita uma decisão do TJ-RJ que dizia que a investigação “pode prosseguir no tocante aos aspectos não relacionados à quebra do sigilo bancário”, o que motivou a reclamação de Flávio ao Supremo.

O ministro do STF também determinou que, “diante da gravidade dos fatos”, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) apure possíveis irregularidades no compartilhamento de dados entre o antigo Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf) e o MP-RJ. O ministro questiona o fato de o MP-RJ ter pedido a ampliação de informações sobre o caso ao Coaf informalmente, através de um e-mail em dezembro do ano passado.

“Ao invés de solicitar autorização judicial para a quebra dos sigilos fiscais e bancários, o Parquet estadual requereu diretamente ao COAF, por e-mail, informações sigilosas, sem a devida autorização judicial, de modo a nitidamente ultrapassar as balizas objetivas determinadas (por Toffoli)”, escreveu.

A decisão de Gilmar vale até que o STF julgue a questão do uso de dados dos órgãos de inteligência sem aval da Justiça, o que está marcado para 21 de novembro. “A presente decisão não traduz qualquer antecipação do entendimento deste relator quanto ao mérito da tese de repercussão geral a ser apreciada no julgamento (de novembro)”, finalizou Gilmar.

Categorias
outros

Polícia Federal deflagra a 4ª Fase da Operação Carne Fraca Operação Romanos

Curitiba/PR – Na manhã de hoje a Polícia Federal, em cooperação com o Ministério Público Federal, deflagrou a 4ª fase da Operação CARNE FRACA, denominada ROMANOS.

Cerca de 280 Policiais Federais estão cumprindo 68 mandados de busca e apreensão em 9 Estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As medidas cautelares foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa/PR.

O inquérito tem como foco principal a apuração de crimes de corrupção passiva praticados por Auditores Fiscais Agropecuários Federais em diversos Estados, em benefício de grupo empresarial do ramo alimentício, que passou a atuar em colaboração espontânea com as autoridades públicas na investigação.

O grupo empresarial indicou que ao menos 60 Auditores Fiscais Agropecuários teriam sido favorecidos com as vantagens indevidas. Há indicativos de que foram destinados 19 milhões de reais para os pagamentos indevidos. Os valores eram pagos em espécie, por meio do custeio de planos de saúde e até mesmo por contratos fictícios firmados com pessoas jurídicas que representavam o interesse dos fiscais.

A prática ilegal teria sido interrompida no ano de 2017, quando o grupo passou por uma reestruturação interna.

O nome da operação faz referência a diversas passagens bíblicas do Livro de Romanos que tratam de confissão e Justiça.