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Prefeitura de Foz publica plano para a retomada da economia

Plano para o segundo ciclo da contenção da Covid-19 prevê a retomada gradual e monitorada de alguns setores do comércio a partir do dia 13 de abril

A Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu publicou nesta segunda-feira (06) em Diário Oficial o “Plano para o segundo ciclo da contenção à Covid-19 em Foz do Iguaçu”. O mesmo documento foi apresentado à Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu no último sábado (04).
O plano, dividido em três etapas, prevê a abertura gradual e monitorada de alguns setores do comércio a partir do dia 13 de abril.

O documento considera o diagnóstico epidemiológico do Coronavírus na cidade até o dia 6 de abril, com 27 casos confirmados da doença, bem como as ponderações apresentadas pela Acifi. “Se as condições epidemiológicas permitirem, a partir do dia 13 de abril, pretendemos flexibilizar alguns serviços e permitir a abertura gradual, controlada e sempre respeitando todas as normas sanitárias”, disse o prefeito Chico Brasileiro.

A primeira etapa do Plano consiste na implantação do Termo de Responsabilidade Sanitária, publicado hoje (06) no Diário Oficial. A partir dele, as empresas que estiverem abertas deverão adotar uma série de medidas preventivas, incluindo limitação da quantidade de pessoas dentro do local e a distância mínima de 2 metros. Nesta primeira etapa, também consta a ampliação da fiscalização e tomadas de medidas mais duras contra as empresas que não aderirem ou não cumprirem o termo.

Comércio
A segunda etapa, de 13 a 21 de abril, prevê a abertura monitorada e regrada de alguns setores do comércio desde que o cenário epidemiológico se mantenha nos atuais patamares e que haja fornecimento de insumos para a testagem de todos os sintomáticos.

Além de assinar um Termo de Responsabilidade Sanitária, as empresas que puderem reabrir deverão priorizar o atendimento agendado e individualizado, com uso de equipamentos de proteção individual (EPIs). Também será obrigatório a utilização de máscaras de tecidos em ambientes comerciais, no transporte coletivo e transporte privado de trabalhadores.
Poderão abrir, nesta fase, óticas, barbearias, lavanderias, clínicas médicas e similares, de fisioterapia, odontologia, psicologia, salões de beleza, gráficas, chaveiros, bicicletarias, revendedoras de veículos academia de tênis e pequenos comércios.
A terceira etapa, que pode iniciar a partir do dia 22 de abril, prevê a reabertura gradativa dos demais setores empresariais, com limitação de pessoas, prioridade no agendamento e uso de EPIs.

O cenário apresentado também pode sofrer alterações diárias, portanto, o Plano poderá sofrer interrupções drásticas ou alterações em vários itens.

Plano foi publicado agora no Diário Oficial

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O povo não é bobo, por Mary Zaidan

Bolsonaro só perdeu.

O melhor do Brasil é o brasileiro. A frase que virou título de série global é batida, lugar comum. Mas em tempos de pandemia é inevitável reincidir nela. E no plural: os brasileiros.

Por aqui, no auge do corte de recursos federais, pesquisadores conseguem sequenciar o genoma do novo coronavírus em tempo recorde, engenheiros desenvolvem respiradores de baixo custo, outros criam aplicativos que podem salvar vidas. Mais: na contramão das expectativas do presidente Jair Bolsonaro, a maioria dos brasileiros crê na ciência e não nas trevas.

Antes da pandemia, Bolsonaro, que já iniciara o ano em baixa ao entregar um PIB de apenas 1,1%, amplificou a sua já conhecida paranoia. Só enxergava inimigos, mesmo entre aqueles que juravam fidelidade. Aprontou com os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, colidiu com o Congresso e o Supremo.

O Covid-19 multiplicou tanto sua síndrome de perseguição crônica que Bolsonaro não conseguiu enxergar outra doença à sua frente, quanto mais a gravidade do surto. Insistiu em um discurso alienígena, desconectado da OMS e do conhecimento científico. Tentou plagiar Donald Trump e não soube dar o cavalo de pau habilmente praticado pelo presidente dos Estados Unidos.

Só perdeu. Para governadores, prefeitos, para o seu próprio ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Para os panelaços de todas as noites, desde meados de março.

Pesquisa Datafolha, publicada sexta-feira, apontou Mandetta com 76% de aprovação popular. Mais do que o dobro dos 33% de Bolsonaro, que também viu sua rejeição avançar 6 pontos percentuais. A fervura de inveja e ódio que no dia anterior levou Bolsonaro a humilhar o ministro em entrevista à rádio Jovem Pan deve ter borbulhado entre o desejo de demiti-lo sumariamente e as amarras de não poder fazê-lo.

Sua caneta Bic, da qual ele tanto se vangloria, passou a nada valer diante da credibilidade que seu ministro alcançou.

Médico conservador, enrolado em pendengas judiciais, antiabortista e bolsonarista de primeira hora, Mandetta ganhou popularidade por dar razão à ciência e não ao achismo. Para o chefe, tornou-se um inimigo.

Os governadores e prefeitos que optaram pela linha da razão também viram suas aprovações crescerem. Uma prova de que mais do que cicrano ou beltrano, o brasileiro tem dado crédito a quem decide com responsabilidade e critério científico.

Isso já ficara claro em outra pesquisa, no dia 24, também do Datafolha, quando 73% se disseram a favor de os governos proibirem a circulação das pessoas. Entenderam que ficar em casa era a melhor forma de protegerem a si a aos outros. Apenas 24% foram contra.

Dias antes, outra consulta popular já atacara com força o fígado do presidente. Os brasileiros, a maioria deles, demonstraram o valor que conferem ao jornalismo profissional. Sobre o Covid-19, 61% creditam informações à TV, 56% aos jornais impressos e 50% às emissoras de rádio. Apenas 12% dão bola para as redes sociais, mídia predileta do presidente e dos seus.

Negar a ciência acentua a demência de Bolsonaro. Ele incentiva a ignorância embora saiba perfeitamente as consequências de seus desatinos. Pouco importa, desde que consiga se eximir da responsabilidade pelo colapso do sistema de saúde, pelas mortes que virão, pela recessão sem precedentes que o país deverá experimentar. Age para tirar seu corpo fora e jogar o fardo em outros – nos seus ministros da Saúde, da Economia, da Justiça, nos governadores e prefeitos, no Congresso e no Judiciário.

Todos serão culpados, menos ele.

Para além das terríveis consequências da pandemia – morte de milhares, famílias imersas na tristeza, desemprego, empobrecimento, fome, recessão -, há um recado que já pode ser captado: o brasileiro não é tolo. Ainda que nos extremos existam rebanhos fiéis, a maioria não é gado e não topa ser tratado como tal. É valente, faz sacrifícios, é solidário. Mas exige informação, respeito, tratamento digno. Sabe que a Covid-19 não é coisa de Satanás e quer muito mais do que um jejum religioso para que o país “fique livre desse mal”.

Mary Zaidan é jornalista.

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Decreto retira cobrança de bandeirada inicial de táxis de Foz do Iguaçu em corridas acima de R$ 10

 Bandeirada de R$ 5,10 deixou de ser cobrada em corridas acima de R$ 10, em Foz do Iguaçu — Foto: Reprodução/RPC

Bandeirada de R$ 5,10 deixou de ser cobrada em corridas acima de R$ 10, em Foz do Iguaçu — Foto: Reprodução/RPC

Um decreto publicado pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, determinou que os taxistas deixem de cobrar a bandeirada inicial nas corridas que custarem acima de R$ 10.

A restrição do transporte público visa evitar a aglomeração de pessoas como medida de contenção ao novo coronavírus.

Segundo o boletim da Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) divulgado no domingo (5), o Paraná tem 445 casos confirmados e dez mortes por Covid-19. Em Foz do Iguaçu são 24 casos confirmados.

Bandeirada

Com o decreto, a bandeirada inicial de R$ 5,10 é descontada nas corridas superiores a R$ 10.

A prefeitura afirma que ainda recomenda que as pessoas fiquem em casa, mas que a medida foi tomada para atender as pessoas que precisam se deslocar por algum motivo e não podem usar o transporte público.

Segundo o texto do decreto, a medida deve durar enquanto a cidade estiver em situação de emergência por causa do novo coronavírus.

Foz do Iguaçu tem cerca de 440 táxis.

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A pergunta é: E o Beto, vai quando?

O fotógrafo do Beto (Marchello Caramori) e a dona do PTB
Deputada Luiza Canziani

Após a saída silenciosa de Gustavo Richa do PSDB aderindo ao time do prefeito de facto de Londrina, Alex Canziani e seu PTB, interlocutores da boca pequena tem perguntado insistentemente na Boca Maldita quando será a vez de Beto Richa deixar a nau tucana. É certo dizer que o primo distante Gustavo nunca foi tucano de fato, entrou pela porta dos fundos, saiu pela janela. Com a entrada de Gustavo Richa no PTB é esperada a adesão do outro primo distante, Luiz Abi Antoun que está tratando de tosse comprida nas terras libanesas, bem longe das algemas do Gaeco do Paraná que aguarda o retorno do brimo para levá-lo a justiça. Mas a pergunta que mais intriga é: E o Beto, sai quando?

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“Estão soltando até estupradores de crianças”

Janaina Paschoal comentou no Twitter a soltura de milhares presos de grupos de risco diante da pandemia do coronavírus.

“Estão soltando até estupradores de crianças, por estarem no ‘grupo de risco’. Eu pergunto: esses abusadores ficarão em isolamento com as crianças da família? Que Justiça é essa? Se um cão desses violentar uma criança, os magistrados responderão como partícipes?”, questionou.

“O povo está preso em casa e aqueles que deveriam zelar pela justiça estão soltando criminosos aleatoriamente!? É uma vergonha! Podem analisar situações concretas? Devem! Soltar aleatoriamente, colocando inocentes em risco, não!”

Segundo o Ministério Público, entre os 2,5 mil presos do Paraná que deixaram a cadeia com o pretexto da Covid-19 havia até criminosos que cometeram homicídios e estupros. (Via O Antagonista)

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O Estrangeiro

Mais conhecida e importante obra de ficção de Albert Camus. Este livro narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas do século XX.

PITACO: Neste dias de quarentena nada mais agradável do que ficar horas e horas debruçado sobre um bom livro. É o que venho fazendo, e as vezes revisitando alguns clássicos da literatura mundial. Essa obra do Albert Camus (Prêmio Nobel) nos remete aos excepcionais escritores russos.

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ACIFI reivindica reabertura gradual do comércio a partir do dia 7

Presidente Faisal Ismail entregou, neste domingo, 5, documento ao prefeito de Foz, Chico Brasileiro, requerendo medidas para amenizar crise econômica

A ACIFI (Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu) reivindicou a antecipação da reabertura gradual e monitorada do comércio a partir da terça-feira, 7, incluindo nessa medida atividades que não geram aglomeração de pessoas. O pedido foi feito formalmente, com documento entregue em mãos ao prefeito Chico Brasileiro, no domingo, 5.

A entidade solicita mudança na minuta do “Plano para o segundo ciclo de contenção à covid-19 em Foz”. O comércio em geral está fechado desde o dia 20 de março, mas a proposta da prefeitura prevê o início da reabertura só a partir da próxima segunda-feira, 13, o que seria insustentável para uma grande parcela dos negócios da cidade, principalmente os de menor porte.

Por isso, após intenso debate com entidades parceiras, o presidente da ACIFI, Faisal Ismail, defende que, com a reabertura do comércio a partir do dia 7, algumas empresas terão mais condições de diminuir os prejuízos ao tentar vender artigos já adquiridos e que não puderam ser vendidos – exclusivamente para a Páscoa.

O pedido da entidade relaciona vários aspectos, entre eles o fato de que a cidade manterá fechado todo e qualquer local que tenha aglomeração de pessoas, incluindo parques públicos, clubes recreativos, eventos em ambiente público e privado, escolas e faculdades públicas e privadas.

O documento entregue ao prefeito destaca ainda que Foz está praticamente em isolamento, tendo a rodoviária fechada e o aeroporto operando somente com três voos semanais (e mesmo assim transportando poucos passageiros). E ressalta que as fronteiras com a Argentina e o Paraguai estão fechadas.

Sendo assim, a ACIFI reivindica a reabertura das atividades comerciais, industriais e de serviços em geral, limitada a 50% da ocupação da capacidade prevista no projeto técnico de prevenção a incêndio e desastre aprovado pelo Corpo de Bombeiros, controlando o distanciamento mínimo de dois metros entre os colaboradores e clientes.

A entidade argumenta ainda que os prestadores de serviços dependem do trabalho exclusivo do profissional, autônomo ou não. Com o tempo parado, ficam sem renda e muitos deles não se encaixam em nenhum dos benefícios do governo federal e municipal, a não ser contrair empréstimos (que terão de ser pagos) e ter diferimento de tributos.

A entidade afirma que esses profissionais necessitam de um mínimo de possibilidade de trabalhar, para auferir um pouco de renda. Com relação aos demais setores, muitos deles são segmentos que não dependem diretamente do turismo. “Muitos deles não mantêm contato direto entre funcionários e clientes”, sustenta.

O documento entregue ao prefeito Chico Brasileiro ressalta ainda que muitas empresas podem trabalhar com capacidade reduzida e com um número menor de funcionários. É notório afirmar que possuem um custo fixo muito alto (como água, luz, segurança e impostos), logo a reabertura com limitação de capacidade mitiga o problema econômico-financeiro dessas empresas.

A ACIFI pede também alterações em outros artigos do “Plano para o segundo ciclo de contenção à covid-19 em Foz do Iguaçu” visando a simplificar as cláusulas que dizem respeito ao termo de responsabilidade sanitária e à supressão de medidas inviáveis para os estabelecimentos comerciais, bem como inclusões para tornar o plano viável.

CLIQUE AQUI E LEIA a íntegra do documento entregue pela ACIFI ao prefeito Chico Brasileiro.