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MINISTÉRIO VEM AÍ

Um rolo encontrado pelo Ministério da Saúde no Mato Grosso (http://www.diariodecuiaba.com.br/cidades/uniao-desabilita-89-utis-para-covid-19-em-mt/533887) repetiu-se no Hospital das Clínicas da UFPR/EBSERH – 66 leitos pagos de UTI para Covid pela Prefeitura de Curitiba, mas que não existem.
A confissão do desvio de finalidade veio com a declaração da xerife do HC: “A superintendente do Hospital de Clínicas, Claudete Reggiani, explicou que a oferta escalonada de leitos conforme demanda estava prevista no contrato emergencial assinado em maio com a prefeitura. “O cronograma de abertura de leitos é do hospital, conforme nossa ocupação. Mas se assinamos um contrato de 66 leitos, é claro que a prefeitura pode contar com nossos 66 leitos. Abrimos, inicialmente, 38 leitos de UTI e 86 de enfermaria, e fomos monitorando a ocupação. Estávamos com uma média de 40 a 60 pacientes Covid, ao todo, durante as últimas semanas. Assim que esse número cresceu – chegando a 90, estamos liberando mais 15 leitos hoje e 15 na quinta-feira da semana que vem”. https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/qual-e-a-real-ocupacao-dos-leitos-de-uti-contra-covid-19-em-curitiba/
Ontem(18) a EBSERH publicou edital http://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-n-271-de-17-de-junho-de-2020processo-seletivo-emergencial-pse-n-01/2020-ebserh/-nacional/-chc-ufprconvocacao-de-candidatos-262233758  chamando funcionários intensivistas para os leitos que estavam pagos pelo SUS e que não existiam de fato a assumirem seus cargos só no dia 22 de junho. 
Coisa feia que o MPF deveria investigar, mas estão preocupados com a leniência das empresas de pedágio no Paraná e as declarações de Deltan Dallagnol, o probo. Será?

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