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Luciano Kuhl estaria demissionário

O presidente da Sercomtel Iluminação, Sercomtel CallCenter Ask e diretor comercial da holding Telecomunicações Sercomtel SA, o maringaense Luciano Kuhl estaria vivendo seus dias de infortúnio pela Operação Luz Oculta da Delegacia de Combate à Corrupção, que investiga a empreiteira Energepar de Araucária e Fazenda Rio Grande, contratada pela empresa londrinense para fazer a troca de iluminação pública por LED, carro chefe da campanha de reeleição do prefeito Marcelo Belinati (PP).

De guru de comunicação em 2017 até o momento que assumiu três diretorias na estatal que será privatizada ao grupo carioca de Nelson Tanure (Fundo Bordeaux atualmente em disputa judicial com acionistas minoritários), Kuhl até então o mais falante porta-voz dos diretores da Sercomtel, com direito a audiências públicas na Câmara de Londrina e pitacos na imprensa, fez silêncio diante da busca e apreensão em sua sala de trabalho dos documentos e e-mails investigados.

Procurado pela rádio Paiquerê ele optou por informar oficialmente – “O presidente da Sercomtel Iluminação, Luciano Kuhl, não comentou a operação da Deccor.”

Os investidores do Fundo Bordeaux e a sócia Copel querem que Marcelo Belinati peça ao investigado Luciano Kuhl que exonere-se a pedido, já que o maior contrato com a estatal e o sócio controlador (município de Londrina) está sob suspeita de corrupção por superfaturamento e direcionamento na licitação com uma empreiteira também investigada em Foz do Iguaçu e outras cidades.

PITACO: Ou seja, Luz Okuhlta.

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