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NÃO HÁ COMO NEGAR

Uma coisa é certa: praticamente todos nós iremos nos deparar com o tal vírus. Mas também é certo que se conseguirmos evitar que todos o encontrem de uma só vez, o sistema de saúde conseguirá dar uma boa atenção aos infectados sintomáticos. O problema é que as aglomerações inconsequentes estão fazendo com que um maior número de pessoas se infecte ao mesmo tempo, e dessa maneira faltarão leitos hospitalares para tratar os casos graves. Mas não dá para aumentar o número de leitos de UTI? Por certo que sim… camas hospitalares, respiradores, tudo isso é – de certa forma – fácil de providenciar. O problema é o material humano: médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, fisioterapeutas… as casas hospitalares – públicas e/ou privadas – não estão encontrando técnicos capacitados para dar conta da demanda, e os que estão trabalhando encontram-se cansados, esgotados. E o que a população pode – e deve – fazer? Simples. Vamos repetir o óbvio: Evitar sair de casa senão para trabalhar, ir ao mercado e à farmácia. Não participe de festas, nem mesmo as “inocentes” reuniões familiares, não saia de casa para cultos religiosos, academias de ginástica, tudo o que possa significar concentração de pessoas. E quando precisar sair, adote os cuidados básicos: distanciamento mínimo de 1,5 metro, utilização de máscara de proteção bem colocadas no rosto, tampando nariz e boca, lavando as mãos sempre que as colocar em locais públicos, ou usando álcool em gel para higienizá-las. Com essas simples medidas certamente a circulação do vírus reduzirá e o sistema de saúde conseguirá retomar a pretendida “normalidade”, com leitos à disposição para os casos graves que continuarão aparecendo, porém em menor número. Se cada um de nós fizer a sua parte, a tal “curva” voltará a cair, os números de casos e de óbitos também. Agora, se a teimosia continuar imperando, aí as autoridades públicas terão que fazer valer a norma.

 

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