Categorias
outros

CDHMP PEDE REVISÃO DO PLANO MUNICIPAL DE VACINAÇÃO

Tendo em vista que a cidade de Foz do Iguaçu, conta com mais de
2000 pessoas que cumprem pena judicial nas diversas unidades
prisionais aqui existentes, a grande maioria delas em regime fechado.
Considerando que, desde o início da pandemia de coronavírus mais de 500 detentos das penitenciárias I e II adquiriram a doença, mais precisamente, 390 na PEF I e 147 na PEF II.
Considerando que no mesmo período 73 servidores do sistema
prisional que trabalham em Foz do Iguaçu também adquiriram a COVID.
O Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu, vem publicamente manifestar sua opinião de que os
apenados e os trabalhadores no sistema prisional sejam considerados prioritário para receber a vacina contra tal patologia. Tal posição foi manifestada pelo nosso representante
em reunião do Conselho da Comunidade para o cumprimento de penas, a qual foi realizada no último dia 27 de janeiro.
Reitera ainda o CDHMP, a necessidade de uma urgente revisão do Plano Municipal de Operacionalização da Vacinação contra COVID-19, tendo em vista que no referido documento emitido pela Administração do Município, existem sérias discrepâncias, e erros estatísticos, que ao fim e ao cabo, afetam o planejamento da vacinação reclamada pela população iguaçuense.
Foz do Iguaçu, em 29 de janeiro de 2021

CDHMP PEDE REVISÃO DO PLANO MUNICIPAL DE VACINAÇÃO

Categorias
outros

DESTINO FINAL

 

Categorias
outros

Manifestantes fazem carreata a favor da vacina e contra Bolsonaro, em Foz do Iguaçu

Ato realizado foi realizado na manhã deste domingo (31) — Foto: Marcos Landim/RPC

Sob forte chuva, manifestantes percorreram as ruas e avenidas de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, na manhã deste domingo (31), para pedir agilidade na vacinação contra a Covid-19 e também o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A carreta saiu da região do bairro Itaipu C, passou pelo Cidade Nova e seguiu em direção ao Centro de Foz.

O ato foi promovido por sindicatos, movimentos sociais, organizações de juventude e partidos políticos. A manifestação foi intitulada de “Vacina gratuita e para todos, já!”.

Manifestantes fazem carreata a favor da vacina e contra Bolsonaro, em Foz do Iguaçu  — Foto: Marcos Landim/RPC

Manifestantes fazem carreata a favor da vacina e contra Bolsonaro, em Foz do Iguaçu — Foto: Marcos Landim/RPC

Categorias
outros

GREVE DOS CAMINHONEIROS

Nesta segunda feira os caminhoneiros prometem paralisação que pode engessar o país.
Detalhe: na última greve da categoria em 2018 receberam o apoio do Bolsonaro, e retribuíram despejando os votos nele…

Agora Bolsonaro vai encarar o outro lado da moeda.

Um áudio do ministro Tarcísio agita caminhoneiros na véspera da greve.

Veja AQUI 

 

Categorias
outros

PREFEITO CHICO BRASILEIRO RECEBEU UMA MULTINHA ELEITORAL

Prefeito Chico Brasileiro levou uma multinha de R$ 5.320,00. Mixaria. Ao contrário das multas aos jornalistas que podem chegar até a um milhão de reais.

Veja abaixo o julgamento no TRE.

Diário da Justiça Eletrônico

Categorias
outros

CONHEÇA OS PRESOS NA TERCEIRA FASE DA OPERAÇÃO LUZ OCULTA

Na sequencia as pessoas que foram presas preventivamente na operação Luz Oculta fase III. Á maioria empresários de Santa Terezinha de Itaipu.

Mailon de Lara Vaz (empresa de luminárias de Curitiba -Luxfort)
Marcelo de Lara Vaz (Luxfort)
Sheila Hibner
Bianca Porfirio (foragida)
Lindanir Hibner Linhares
Júlio de Oliveira Dias Júnior (Dono da Energepar)
Drielly Nayara Colita (Energepar)
Rivelino Ribas Machado. (Luxfort)
Marcos de Lara Vaz (Luxfort)
Yasmin Siqueira Souza Vaz

Só estão na rua a Sheila Hibner e a Lindanir Hibner Linhares com tornozeleira, o restante todos presos.

Detalhe: O promotor de Justiça do Gepatria dr Marcos Cristiano Andrade ofereceu denúncia ao juizo da 1ª Vara Criminal contra 18 pessoas pelos crimes de formação de quadrilha e falsidade ideológica, dentre outros.

O então prefeito de Santa Terezinha de Itaipu na época dos fatos não foi alcançado pela denúncia criminal, mas é dado como certo que o será na denúncia de improbidade administrativa que virá na sequencia.

A primeira versão desta operação deu-se em Foz do Iguaçu ocasião em que um capitão da PM do Gaeco de Foz foi preso pelo Gaeco de Curitiba quando extorquia um empresário ligado a esses negócios de lampadas de LED. Depois vieram outra que foram cumpridos buscas e apreensões tendo como alvo secretários da prefeitura de Foz do Iguaçu.

Estima-se que o esquema desvendado na operação Luz Oculta III  possa ter atuado em outros municípios inclusive em Santa Catarina. Na sequencia deverão ocorrer mais desmembramentos das investigações.

De acordo com o TCE a empresa operada pelo grupo firmou só no Paraná 66 contratos com 27 municípios e 28 entidades no valor de R$ 83.191,172,11.

PITACO: Na terrinha onde o poste mija no cachorro o Vera Verão e o Landerson Travenssoli ainda não foram conferir o cheiro do boi. Ainda não…

 

Categorias
outros

Londrina entra na briga para sediar Universidade de Tecnólogos do Exército

Londrina entrou na disputa nacional para ser sede da Escola de Sargentos de Armas. Disputa com Recife (PE) e Santa Maria (RS). Nesta semana, durante três dias, o general Joarez Alves Pereira Jr., acompanhado dos coronéis Salonski e Albuquerque, do gabinete do Comandante do Exército, estiveram no município para conhecer áreas com potencial para abrigar a imensa escola. O deputado federal Filipe Barros é quem articulou a entrada de Londrina entre as possíveis cidades sede e está tentando viabilizar a empreitada. O investimento estimado do Exército para o projeto é de R$ 1 bilhão. A escola é considerada uma “Universidade de Tecnólogos do Exército” e terá um efetivo militar correspondente a 5 batalhões como o que já existe em Apucarana. Ela será comandada por um general. Os militares que estiveram na cidade receberam do parlamentar camisas do Londrina grafadas com os seus nomes de guerra.

Categorias
outros

Ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu volta para prisão após Justiça corrigir valor da fiança

Ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu volta para a prisão
Ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu volta para a prisão

O ex-prefeito de São Miguel do Iguaçu, no oeste do Paraná, Cláudio Dutra, voltou para a prisão na sexta-feira (29) após a Justiça determinar uma correção no valor da fiança do habeas corpus que o colocou em liberdade, em dezembro. A prisão foi feita por agentes da Polícia Federal.

Dutra foi solto no dia 24 do mês passado, após quase três meses na Penitenciária Estadual de Foz (PEF). Na época, o ex-prefeito pagou R$104.500 de fiança, valor determinado pelo Tribunal Regional Federal 4, e foi liberado para responder em liberdade após autorização da juíza de plantão.

Contudo, o juiz Marcos Josegrei da Silva, titular da 9ª Vara Federal de Curitiba, entendeu que o valor era baixo diante da posição de Cláudio Dutra e reviu a decisão ao retornar de recesso. Com isso, ele subiu o valor da fiança para R$ 1 milhão, com prazo até quinta-feira (28).

De acordo com a defesa do ex-prefeito, não foi possível realizar o pagamento da diferença dos valores e, por isso, ele retornou à prisão. Ainda segundo a defesa, um novo pedido de habeas corpus será impetrado na Justiça.

Claudio Dutra (DEM) renunciou ao cargo de prefeito de São Miguel do Iguaçu — Foto: Divulgação/Prefeitura de São Miguel do Iguaçu

Claudio Dutra (DEM) renunciou ao cargo de prefeito de São Miguel do Iguaçu — Foto: Divulgação/Prefeitura de São Miguel do Iguaçu

Desvio de verbas e fraude em licitações

Dutra foi apontado com um dos chefes de uma organização criminosa que desviava verbas e fraudava licitações no município, segundo o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco).

As investigações descobriram que o esquema gerou prejuízo de mais de R$ 8 milhões aos cofres públicos.

Categorias
outros

Associação de juízes federais do RS promete vacina para associados e seus familiares

Entidade garantiu compra da vacina indiana Covaxin; comercialização fere princípios da equidade e universalidade

Brasil de Fato | Porto Alegre (RS) |
Segundo doutor em Saúde Coletiva, venda de vacinas contra covid-19 viola princípios constitucionais da equidade e universalidade do acesso aos serviços de saúde – Foto: Divulgação/Bharat Biotech

A Associação dos Juízes Federais do Rio Grande do Sul (Ajufergs) encaminhou ofício a seus associados nesta terça-feira (26) garantindo a compra de vacinas contra covid-19 para todos os seus associados e até oito familiares de cada um. Os juízes terão a vacina custeada pela associação, e os familiares pagarão R$ 800 pelas duas doses. A informação foi divulgada nesta terça-feira (26) pela colunista Rosane de Oliveira, da RBS, que teve acesso ao documento.

O ofício número 001/2021, datado de 26 de janeiro de 2021, diz: “A Ajufergs vai adquirir as doses necessárias para a vacinação de todos os associados contra a covid-19, em conformidade com o processo de compra da vacina Covaxinjá iniciado pela Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC)”. A Covaxin é produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech, com larga experiência na produção de vacinas, e já teve seu processo de autorização iniciado junto à Anvisa, “estando inclusive autorizado seu uso emergencial pela autoridade sanitária da Índia”.

Segue o documento: “Ainda, conforme informação da clínica credenciada (Multivacinas), a vacinação ocorrerá por meio de duas doses com intervalo de 28 dias e será realizada em todo o Estado do Rio Grande do Sul”.

Quebra da equidade e da universalidade

Entrevistado este mês pelo Brasil de Fato, o professor Túlio Franco, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal Fluminense (UFF), destaca que a vacinação feita pelo setor privado poderá ser considerada ilegal por infringir a Lei 8.080 da Constituição Federal, que determina os princípios da universalidade e equidade no acesso aos serviços de saúde.

“A interferência do setor privado para vacinar as pessoas que têm condições de pagar vai desorganizar essa ordem e rompe com a ética de que o acesso aos recursos de saúde é para todas as pessoas de forma equitativa. Quem tem condições de defender e aplicar essa ética é o sistema estatal”, argumenta Franco, que é doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“Provável demora por meio do SUS”

Em reunião extraordinária realizada na segunda-feira (25), o conselho executivo da Ajufergs decidiu pela participação da entidade no processo corporativo de compra da vacina indiana, conforme proposta oferecida, bem como pelo custeio da vacinação para todos os associados que manifestarem interesse.

“Tendo em vista a provável demora na vacinação por meio do SUS, bem como o fato de que a maioria dos associados não se enquadra nos grupos prioritários, entendeu-se justificada a compra das vacinas neste momento, visando à mais rápida imunização dos associados, ainda que não exista certeza acerca da aprovação junto à Anvisa e da data da efetiva disponibilização da vacina Covaxin”, explica a direção da associação.

A entidade destaca que, neste momento de alta demanda, a ABCVAC está promovendo apenas a venda para o público corporativo e somente as doses remanescentes serão futuramente disponibilizadas ao público individual, possivelmente a um valor mais elevado.

Os associados deverão preencher um formulário (anexo ao ofício) com a indicação do interesse em receber a vacina pessoalmente (custeada pela Ajufergs) ou comprar para até oito pessoas e entregar até o meio-dia de sexta-feira. Os interessados na compra terão de transferir o dinheiro para a conta da Ajufergs e encaminhar o comprovante de transferência bancária para o e-mail ou para o WhatsApp da instituição.

 

Categorias
outros

Caminhoneiros não atendem apelo de Bolsonaro e vão à greve na segunda


Apesar do presidente pedir que os caminhoneiros não fizessem a paralisação, sindicatos confirmam greve para segunda-feira com envio de ofício ao governo.

Programada para acontecer na segunda-feira (1°), a greve dos caminhoneiros já tem o apoio de entidades e sindicatos da categoria. Apesar do apelo público do presidente Jair Bolsonaro para que os motoristas não fizessem a paralisação, o Conselho Nacional de Transportes Rodoviários de Cargas (CNTRC) enviou um ofício ao governo confirmando o movimento para segunda, caso os pedidos da categoria não sejam atendidos. A entidade diz ter 40 mil afiliados em 22 estados brasileiros.

Outro apoio confirmado para paralisação de segunda é da Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB). O presidente da entidade, Jose Roberto Stringascida, explica que a política de preço dos combustíveis é um dos pontos que motivam a reivindicação da categoria. “O reajuste no preço [do combustível] precisa ser no mínimo a cada seis meses. O ajuste semanal torna impossível o trabalho dos caminhoneiros”, disse.

As principais exigências dos caminhoneiros é que tenham uma aposentadoria especial, um piso mínimo estabelecido para frete e fiscalização mais atuante da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).

Nesta semana, a Petrobras anunciou mais um reajuste de 5% no preço da gasolina. O combustível já acumula alta de 13,4% neste ano. O diesel também vai sofrer aumento de 4,4%.

Redução de impostos
Na quarta-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro anunciou que, em breve, reduziria o PIS/Cofins que incide sobre o diesel. Na ocasião, também apelou para que os governos estaduais abaixassem as alíquotas do ICMS.

Fontes da CNN disseram que o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem dizendo que a ideia é “atenuar” o recente aumento no preço do diesel na bomba, e não zerar completamente os dois impostos

Em nota, o Ministério da Infraestrutura afirmou que “não há uma única entidade de classe representativa para falar em nome do setor”, e que “que qualquer declaração feita em relação à categoria corresponde apenas à posição isolada de seus dirigentes”.

“Nenhuma associação isolada pode reivindicar para si falar em nome do transportador rodoviário de cargas autônomo e incorrer neste tipo de conclusão compromete qualquer divulgação fidedigna dos fatos referentes à categoria”, afirma a pasta em nota.

O ministério alega também que “há uma agenda permanente de diálogo com as principais entidades representativas da categoria por meio do Fórum do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), além de reuniões constantes com lideranças da categorias”.

“O restabelecimento do fórum, desde 2019, tem sido o principal canal interativo entre governo e setor e qualquer associação representativa que deseje contribuir para a formulação da política pública pode requerer a sua participação para discutir eventuais temas de interesse da categoria”, disse o Ministério da Infraestrutura.

PITACO: Se os caminhoneiros param, o país para. Seguramente um senhor pepino tamanho família para Bolsonaro deglutir.

Categorias
outros

Investigação apura atrasos na entrega de tornozeleiras eletrônicas ao Governo do Paraná

Governo do Paraná investiga atraso na entrega de tornozeleiras eletrônicas

Governo do Paraná investiga atraso na entrega de tornozeleiras eletrônicas

O Governo do Paraná abriu uma investigação, nesta sexta-feira (29), para apurar atrasos na entrega de tornozeleiras eletrônicas por parte de uma empresa que venceu a licitação destinada para a compra dos equipamentos.

Segundo o governo, em agosto de 2020, a empresa Show assinou um contrato com a gestão paranaense para monitorar o serviço, no valor de R$ 20 milhões. A empresa tem sede na Paraíba.

No fim de 2020, o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) notificou a Show, apontando que a empresa não entregou todas as 12 mil tornozeleiras previstas no contrato.

Antes dessa notificação, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) já havia enviado um ofício ao presidente da empresa, lembrando que as tornozeleiras que deveriam ter sido enviadas para testes não chegaram.

Entre os problemas relatados pelo governo estão rompimentos de cintas que prendem o equipamento ao tornozelo, superaquecimento e explosão do carregador. Em um dos casos, um preso chegou a sofrer queimaduras.

O governo afirmou ainda que alguns equipamentos estão enviando informações sobre presos com atraso, por exemplo, quando algum deles sai da área de alcance de monitoramento.

Reunião

Em dezembro de 2020, o delegado Renan Barbosa Lopes se reuniu com um representante da Show.

Durante o encontro, ele relatou que testou uma tornozeleira e o equipamento não fez a comunicação imediata para a central de um deslocamento para fora da área permitida.

Em resposta, a empresa disse que as informações sobre deslocamentos proibidos ficam armazenadas. O delegado rebateu que o armazenamento seria insuficiente.

“Para nós não adianta muito, porque a mulher pode ter morrido, em Maria da Penha, que não pode chegar perto da casa da mulher. Eu preciso enxergar onde ele está, acionar a PM, para estar na rua, na hora, para poder pegar o cara”, afirmou na reunião.

Em entrevista à RPC, o diretor da empresa, Eduardo Lacet, disse que enfrentou dificuldades com fornecedores, mas afirmou que o cronograma de instalação das tornozeleiras está sendo cumprido.

“Atendemos todos os prazos solicitados por nós para instalar. A gente sempre manteve muito mais ferramentas e equipamentos disponíveis do que a necessidade de instalação por parte da estrutura prisional”, disse.

Pedido na Justiça

Além da investigação, o Paraná entrou com uma ação na Justiça para prorrogar o contrato com a empresa que prestava o serviço anteriormente.

O contrato terminou em 2019 e foi renovado para evitar a paralisação do serviço. Em janeiro de 2021, a Justiça estendeu por mais 90 dias o contrato com a empresa.

Com G 1 PR