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O JOGO DO PRENDE-E-SOLTA

Como o doleiro Chaaya Moghrabi escapou três vezes da prisão

ALLAN DE ABREU PARA A PIAUI

Intervenção de Paula Cardoso sobre fotos Pedro Ladeira/Folhapress
Intervenção de Paula Cardoso sobre fotos Pedro Ladeira/Folhapress
Na manhã de 10 de novembro de 2020, quando os primeiros raios de sol despontavam no bairro paulistano de Santa Cecília, a procuradora Fabiana Schneider, então membro da Lava Jato do Rio de Janeiro, acionou o interfone de um suntuoso edifício na Rua Emílio de Menezes. Ela estava acompanhada por um delegado, dois agentes e um escrivão da Polícia Federal. O objetivo era cumprir um mandado de busca e apreensão no apartamento 41, onde morava o libanês naturalizado brasileiro Chaaya Moghrabi, considerado um dos maiores doleiros de São Paulo.

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