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A SAGA DO FERRY BOAT ATRAPALHADO CONTINUA

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A ORCRIM-FB

Flávio Bolsonaro e o roubo de 6,1 milhões de reais de dinheiro público

Flávio Bolsonaro, pouco depois de comprar uma mansão em Brasília: os relatos e os indícios sugerem que a rachadinha era uma prática antiga nos gabinetes parlamentares da família Flávio Bolsonaro, pouco depois de comprar uma mansão em Brasília: os relatos e os indícios sugerem que a rachadinha era uma prática antiga nos gabinetes parlamentares da família

Flávio, o filho Zero Um do presidente Jair Bolsonaro, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro nas últimas eleições e deu sinal de que pretende morar confortavelmente na capital federal pelos anos que faltam para concluir seu mandato: vendeu o apartamento onde morava no Rio, na Barra da Tijuca, e comprou, no final do ano passado, por 5,97 milhões de reais, uma casa no Setor de Mansões do Lago Sul de Brasília com 1,1 mil m2 de área construída, quatro suítes no piso superior, a principal das quais, segundo o anúncio do imóvel nos jornais antes da venda, “com hidromassagem, closet e academia”.

A compra da mansão brasiliense não ajuda, é claro, a tese do pai, o presidente Jair Bolsonaro, de que Flávio é um inocente, perseguido como se fosse o pior bandido do mundo pelos que querem atingir o seu governo. A notícia da transação imobiliária, publicada pelo site O Antagonista no dia 1º de março, teve ampla repercussão nos jornais na esteira de uma grande vitória que Flávio obtivera, dias antes, numa votação no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Em 23 de fevereiro, o STJ decidiu anular, por 4 votos contra 1, cerca de uma centena de quebras de sigilos bancário e fiscal, todas obtidas pelos promotores com autorização da Justiça do Rio. As informações resultantes dessas quebras devem ser, agora, como se diz no jargão jurídico, desentranhadas da denúncia – e podem, inclusive, torná-la inócua.

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Foz registra 46 novos casos de coronavírus em 24 horas com quatro óbitos nesta sexta (30)

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 30/04/2021, 46 casos de covid-19. No total, são 33.765 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 32602 pessoas já estão recuperadas.
Dos 46 novos casos, 18 são mulheres e 28 homens, com idades entre 8 e 71 anos. Entre eles, 4 casos encontram-se internados e 42 estão em isolamento domiciliar.
Do total de casos ativos, 248 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 138 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou mais 4 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 3 homens de 61, 73 e 89 anos e 1 mulher de 51 anos. No total, são 777 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

Secretaria de Saúde de Foz faz alerta para que a população atualize dados cadastrais de atendimento via SUS

Segundo dados levantados, cerca de 20 mil pessoas estão com cadastros desatualizados e não estão sendo encontradas para consultas ou exames

A Secretaria de Saúde de Foz do Iguaçu pede à população para que mantenha atualizados os dados cadastrais junto às Unidades Básicas de Saúde (UBS), para atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com números levantados pela pasta, quase 20 mil usuários estão com cadastros desatualizados, sendo 9.983 para consultas e 9.919 exames.

Segundo Elaine Cristina de Lima, coordenadora da Central de Regulação de Agendamentos, o cadastro atualizado permite o contato ágil com os usuários para o aviso e a confirmação de possíveis procedimentos.

No Poliambulatório Nossa Senhora Aparecida, administrado pela Fundação Municipal de Saúde, mais de 400 pequenas cirurgias deixaram de ser feitas em virtude de cadastros desatualizados.

“É essencial que este cadastro seja feito sempre que o paciente precisar de um serviço. Os principais problemas são referentes a telefones antigos, números inexistentes e até CEPs que não correspondem com o endereço. Essas pessoas acabam indo para lista de pendências e, por consequência, o procedimento atrasa”, explica Elaine.

“Fazemos este apelo para que a população se atente à atualização dos dados e, assim, possa existir uma maior agilidade e eficiência nas consultas e exames. Basta procurar a unidade de saúde mais próxima e solicitar essa verificação”, ressalta a secretária municipal de Saúde, Rosa Maria Jeronymo.

Como atualizar

O cadastro pode ser regularizado na Unidade Básica de Saúde referência da residência do usuário, com: documento com foto, cartão SUS, comprovante de residência e ao menos dois números de telefone para contato.

Para conferir se está na fila de pendência, o morador pode ir até a UBS e solicitar a verificação da posição na fila de espera para o atendimento. Caso apareça a notificação, o cadastro pode ser feito e, no mesmo dia, a Central de Agendamentos será notificada. Em até 48h a UBS já terá a nova data, horário e local para repassar ao paciente.

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Projeto do Refis de 2021 chega à Câmara Municipal de Foz do Iguaçu

Oportunidade de pessoas físicas e jurídicas regularizarem seus débitos com município foi fruto de uma indicação do Vereador Ney Patrício ao Executivo

O projeto do Refis, que é a oportunidade de os contribuintes quitarem seus débitos acumulados até 31 de dezembro de 2020 com o município, chegou na Câmara e já começou a tramitar. O Presidente da Casa, vereador Ney Patrício, recebeu o projeto encaminhado pelo Executivo na manhã desta sexta-feira, 30 de abril, e deve encaminhá-lo para leitura em sessão extraordinária de terça-feira, 04 de maio.

“O projeto do Refis foi resultado de uma indicação que fiz ao Executivo. Ele é a oportunidade de regularizar as dívidas com município, tanto pessoas físicas, quanto jurídicas. É um importante projeto de refinanciamento da dívida fiscal neste momento pandêmico e faz parte das ações para retomada econômica. Ele vem em boa hora. O projeto será lido em sessão na terça-feira, vai para análise das comissões e deve estar vigente a partir da segunda quinzena de maio”, afirmou o vereador Ney Patrício (PSD).

projeto de lei complementar 08/2021 institui o Programa de Recuperação Fiscal de Foz do Iguaçu – REFIS 2021 – e revoga dispositivo da Lei Complementar nº 082, de 24 de dezembro de 2003, que institui o Código Tributário Municipal e estabelece Normas Gerais de Direito Tributário aplicáveis ao Município.

Com assessoria.

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Estão gostando do palhaço?

Agora no centro do picadeiro, Paulo Guedes não perde uma oportunidade de ficar calado

Paulo Guedes, ministro-bufo de Jair Bolsonaro encarregado dos esquetes sobre economia, disse que “livro é coisa de rico”. E, como sempre, desafinou. Bolsonaro, por exemplo, é rico e não gosta de livros. O último que teve em mãos foi no dia de sua posse —um exemplar da Constituição, que ele jurou defender, mas nunca abriu e na qual cospe com regularidade.

Bolsonaro tem razão em não ligar para livros. Não só porque lê com dificuldade, acompanhando as linhas com a cabeça e tropeçando nas palavras quebradas, mas porque construiu seu patrimônio sem precisar deles, valendo-se apenas do salário de deputado e, dizem, do de seus servidores. A estante ao fundo em seus pronunciamentos no Planalto é cenográfica, com livros comprados a metro. Às vezes variam a cor das lombadas para combinar com sua gravata. Um brincalhão poderia rechear as prateleiras com as obras completas de Karl Marx e Bolsonaro não perceberia.

Esse brincalhão poderia ser Paulo Guedes. Numa trupe de momos como Abraham Weintraub, Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello, era difícil notá-lo no picadeiro. À medida que eles foram sendo defenestrados, Guedes saltou para o centro da lona e nunca mais perdeu uma oportunidade de ficar calado. Exprobou as domésticas por irem à Disney, tachou os servidores públicos de parasitas, acusou os pobres de destruir o meio ambiente e ainda os condenou por não saberem poupar e só pensarem em consumir.

Está certo. Imagine se, em meio ao espetáculo, alguém perguntar ao público se estão gostando do palhaço.

Homem de óculos e máscara
Paulo Guedes, ministro da da Economia – Mathilde Missioneiro/Folhapress

Infelizmente será preciso a morte de meio milhão de brasileiros para troquem o capitão. O barco está indo a pique. Alguns ratos já pularam ou foram jogados para fora. O capitão vendo o barco afundar, não tomou as medidas necessárias para tirar o navio do naufrágio que já se vislumbra. Enquanto a água embarca o circo de horrores continua tendo o ministro palhaço a frente da trupe.
Seria cômico, se não fosse trágico, mas o Bufão da vez, repete o ventriloquismo dos antecessores: fala barbaridades e depois, como o palhaço chefe, desmente o foi dito. Entretanto, percebe-se subliminarmente, que toda essa porralouquice não é gratuíta. Há um propósito sinistro da “limpeza” demográfica, com a utilização consciente da pandemia para eliminação dos improdutivos que oneram o Estado. Outras manifestações são expressões de racismo estrutural e discriminação social.
Pois não é, Ruy? Era só o que faltava. Filho de porteiro querendo ir pra universidade, empregada doméstica querendo ir pra Disney, daqui a pouco filho de lavrador vai querer ter terra própria. Só Guedes e Bolsonaro mesmo pra colocar essa gente no seu lugar!

Ruy Castro

Jornalista e escritor, autor das biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Rodrigues.

Ruy Castro

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Delator da Quadro Negro vira réu por supostas omissões no Imposto de Renda

JUSTIÇA FEDERAL EM CURITIBA

O empresário Eduardo Lopes de Souza (FOTO) que já admitiu ter cometido ilegalidades no âmbito da Operação Quadro Negro, se tornou réu agora na Justiça Federal do Paraná porque teria omitido informações no seu Imposto de Renda (IR). Autor da denúncia, o Ministério Público Federal (MPF) aponta que a omissão teria gerado a redução de mais de R$ 13 milhões (R$ 13.539.339,66) de IR, entre janeiro de 2013 e julho de 2015. O juiz federal Marcos Josegrei da Silva, da 9ª Vara de Curitiba, acolheu a denúncia do MPF no último dia 19. A Gazeta do Povo não conseguiu falar com o empresário, nesta quinta-feira (29).

Eduardo Lopes de Souza é o dono da Valor Construtora, empresa que mantinha contratos para obras em escolas com a Secretaria de Estado da Educação (Seed), na segundo gestão Beto Richa (PSDB) no governo do Paraná. Dinheiro transferido pela Seed à empresa, contudo, era desviado, a partir da atuação de Maurício Fanini, então diretor de Engenharia, Projetos e Orçamentos da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (Sude), braço da Seed. Assim como Lopes de Souza, Fanini também se tornou delator e admitiu os crimes. Segundo ele, Beto Richa era o principal beneficiário dos desvios. O tucano nega e já responde a processos no âmbito da Operação Quadro Negro.

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Foz registra 111 novos casos de coronavírus em 24 horas com cinco óbitos nesta quinta (29)

A Vigilância Epidemiológica de Foz do Iguaçu confirma na data de hoje, 29/04/2021, 111 casos de covid-19. No total, são 33.719 casos da doença no município desde o início da pandemia. Destes, 32550 pessoas já estão recuperadas.
Dos 111 novos casos, 58 são mulheres e 53 homens, com idades entre 2 meses e 95 anos. Entre eles, 19 casos encontram-se internados e 92 estão em isolamento domiciliar.
Do total de casos ativos, 260 pessoas estão em isolamento domiciliar, com sinais e sintomas leves, e 136 estão internadas.

Óbitos

Foz do Iguaçu registrou 5 óbitos em consequência da covid-19. As vítimas são 5 homens de 49, 57, 67, 68 e 74 anos. No total, são 773 mortes pela doença no município desde o início da pandemia.

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Vacina? Só se for escondidinho

A CPI mostrou que Bolsonaro sabe se organizar

Não se organizou antes porque o motivo não lhe parecia bom o suficiente. Trabalhar para salvar a própria pele, vá lá, mas se o risco que se apresenta for a morte de centenas de milhares de brasileiros, o esforço não vale a pena ou não interessa.

Afinal, não dá mesmo para todo mundo querer viver cem anos, como alertou Paulo Guedes na mesma reunião do Conselho de Saúde Complementar em que falou que a China, principal fornecedor de vacinas e insumos ao Brasil, inventou o vírus e criticou a Coronavac, que representa 84% das vacinas aplicadas no país, apesar do trabalho de Bolsonaro em descredibilizar o imunizante.

Sem saber que a reunião estava sendo transmitida, disse, sobre o aumento na expectativa de vida, que não há capacidade de investimento para que o Estado consiga acompanhar a busca crescente por atendimento médico. Sem entrar na ordem de grandeza, sobraria algum dinheiro para a saúde se o governo, por exemplo, não insistisse na fabricação de medicamentos que não funcionam ou não precisasse ceder um pedaço do Orçamento para se proteger de remédios amargos, às vezes fatais.

Sobraria também se tivéssemos, com pressa, vacinado o nosso povo. Mais tempo de pandemia significa mais recursos públicos destinados a socorrer os mais vulneráveis. E não, a resposta não é o negacionismo que coloca o povo em risco para a economia não parar. Descoberta e disponibilizada a vacina, o isolamento que afeta a economia deixou de ser culpa do vírus para ser responsabilidade de quem atrasou deliberadamente o plano de vacinação. Vacina, aliás, que não faltou para o general Ramos, que precisou se imunizar escondido para não melindrar o seu chefe.

Bolsonaro e o ministro Luiz Eduardo Ramos – Pedro Ladeira/Folhapress

Gabriela Prioli

É mestre em direito penal pela USP e professora na pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Gabriela Prioli