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PCC E O NEOCANGAÇO EM ARAÇATUBA

Mega-assalto que aterrorizou cidade paulista teve participação de integrantes da facção; investigação apura caminho do arsenal que incluiu bombas, drones e fuzis capazes de derrubar aeronaves

ALLAN DE ABREU E LUIGI MAZZA

No último dia 25, quarta-feira, dois integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) de Mato Grosso do Sul conversaram por celular sobre um grande carregamento de armas que a facção criminosa pretendia trazer do Paraguai para o Brasil por aqueles dias. Eram sessenta fuzis no total, dois deles calibre 50, capazes de derrubar aeronaves, que seriam trazidos até o interior de MS por helicóptero. O diálogo foi captado pelo setor de inteligência da Polícia Federal, que não conseguiu apreender a aeronave.

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