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O Olavo do Roberto

Garimpeiro achou uma entrevista de Eduardo Requião, o Dudu Doidão, para o Umuarama Ilustrado, quando ele era superintendente do Porto de Paranaguá. Separou duas filosofadas que o fizeram intuir que este senhor era o Olavo de Carvalho do irmão Roberto. Confiram:

– Um mundo sem pudor. Um mundo escrachado através dos meios de comunicação, criando um desestímulo, uma depressão da qual nosso povo dificilmente se livrará. É uma sociedade comprometida patológica. É uma sociedade que não pára para refletir e para sentir a dor do crescimento. Dor absolutamente necessária para que possamos elaborar, pensar e agir…

– O ser humano é limitado pelo seu conhecimento, seu momento e pelo conhecimento científico. Nós temos que abrir as nossas mentes. Entender que o mundo tem que ser visto na sua dimensão histórica e estética. Em nenhum momento propusemos o retrocesso, porque nosso objetivo sempre foi e será a defesa do interesse público, que é o interesse de todos nós pela qualidade de vida, pela possibilidade de crescimento. Pela busca, ainda utópica, por uma sociedade mais justa, mais fraterna.
Pela minha formação profissional desenvolvi o dom de suportar as pessoas, nos seus vértices construtivos e destrutivos. Não é perfeito o ser humano. Todos nós experimentamos a inveja, as desfrutividade, mas são as normas e os interesses coletivos que fazem com que a escolha pela vida suporte as nossas fantasias de onipotência.

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