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Randolfe diz que não há prazo para fim da CPI e defende convocação de dois ministros

Em entrevista ao CBN Em Foco, o vice-presidente da CPI da Covid-19, Randolfe Rodrigues, disse que novos fatos, como o caso da Prevent Senior, podem determinar a continuidade das investigações. O senador classificou as denúncias envolvendo a operadora de saúde como ‘escandalosas’ e ‘macabras’. Randolfe defendeu, ainda, que a CPI aprove convocação de Walter Braga Netto e Marcelo Queiroga para depoimentos.

Senador Randolfe Rodrigues. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado (Crédito: )

Senador Randolfe Rodrigues. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues, afirmou ao CBN Em Foco que os trabalhos da comissão não têm mais data para terminar. Ele disse que o fim do processo será determinado pelos fatos. O parlamentar destacou, por exemplo, que é preciso aprofundar a investigação sobre a VTCLog. ‘Essa empresa tem obtido lucros do Ministério da Saúde há sete ou oito anos. É necessário avançarmos na investigação relativa aos negócios dessa empresa’, afirma. ‘Eu defendo que o executivo principal da VTCLog seja ouvido’.

Randolfe Rodrigues defendeu a convocação de dois ministros antes do encerramento dos trabalhos. Um dele é o comandante da Saúde, Marcelo Queiroga. O outro é o general Walter Braga Netto, que era chefe da Casa Civil no início da pandemia e, agora, ocupa o cargo de ministro da Defesa. ‘Nunca é demais lembrar a atuação do general durante todo o ano passado na coordenação do governo em relação à pandemia’, destaca. O vice-presidente da Comissão defendeu, também, a audiência com o empresário Luciano Hang, que está marcada para amanhã, mas ainda divide opiniões dos senadores.

O parlamentar afirmou, ainda, que denúncias envolvendo a operadora de saúde Prevent Senior são, ‘além de um escândalo, macabras’. ‘Há indícios muito fortes de que pessoas foram usados como cobaias’, diz. Randolfe relembra, ainda, o caso Covaxin, que também classifica como um ‘escândalo’. Na avaliação dele, ‘não há dúvidas’ quanto à participação do deputado federal Ricardo Barros no esquema.

 

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